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	<title>Arquivos Abraji - Marco Zero Conteúdo</title>
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	<description>Jornalismo investigativo que aposta em matérias aprofundadas, independentes e de interesse público.</description>
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	<title>Arquivos Abraji - Marco Zero Conteúdo</title>
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		<title>Agressões violentas contra jornalistas dobraram em 2022, revela Abraji</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Giovanna Carneiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Apr 2023 17:55:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Abraji]]></category>
		<category><![CDATA[agressões a jornalistas]]></category>
		<category><![CDATA[bolsonarismo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em 2022, as agressões a jornalistas, empresas de comunicação e imprensa em geral cresceram 23% se comparado a 2021. O dado integra o relatório de monitoramento de ataques a jornalistas no Brasil, divulgado pela Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji) na última quarta-feira, 29 de março. Ao todo, foram registrados 557 ataques a jornalistas, destes, [&#8230;]</p>
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<p>Em 2022, as agressões a jornalistas, empresas de comunicação e imprensa em geral cresceram 23% se comparado a 2021. O dado integra o relatório de monitoramento de ataques a jornalistas no Brasil, divulgado pela <a href="https://abraji.org.br/noticias/quando-somos-atacados-a-democracia-tambem-e-atacada-abraji-discute-violencia-contra-jornalistas-em-lancamento-de-dados-ineditos" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji) </a>na última quarta-feira, 29 de março. Ao todo, foram registrados 557 ataques a jornalistas, destes, 145 casos apresentaram traços explícitos de violência de gênero e/ou vitimaram mulheres jornalistas. A violência física, acompanhada de intimidações, hostilização e ameaças, também cresceu em 2022 e representou 31,2% dos casos totais &#8211; um crescimento de 102,3% em relação ao ano anterior. </p>



<p>O relatório foi desenvolvido pela Abraji em parceria com a rede Voces del Sur (VdS). O levantamento de ataques contra a imprensa é realizado sistematicamente desde 2019. A série histórica registrada pela Abraji se inicia com 130 casos em 2019, seguida por 367 casos em 2020, 453 em 2021 e, finalmente, em 2022, alcança 557 alertas de violações à liberdade de imprensa. Ou seja, de 2019 até 2022, houve um aumento total de 328% nos casos de ataque contra jornalistas. </p>



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	                                        <p class="m-0">Levantamento do número de ataques direcionados à imprensa em 2022. Crédito: Relatório Abraji</p>
	                
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<p>Dados do levantamento de 2022 mostraram um aumento significativo da violência política praticada contra profissionais da imprensa em razão das eleições federais. Em 56,7% dos casos registrados um ou mais agressores eram agentes estatais, como parlamentares, governantes e funcionários públicos. Durante o período de campanha, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) foi o político que mais atacou a imprensa. Bolsonaro e seus três filhos detentores de mandato foram responsáveis por 41,6% dos ataques registrados em 2022. </p>



<p>“Seguem com força os discursos estigmatizantes protagonizados pelo agora ex-presidente e seus principais apoiadores com mandatos públicos ou figuras públicas influentes que usaram nos últimos anos seus palanques, em especial nas redes sociais, para propagar uma narrativa de descredibilização e perseguição contra a imprensa”, afirma o documento da Abraji ao enfatizar que mesmo após as eleições os registros de ataques seguem ocorrendo.</p>



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	                                        <p class="m-0">Dados de agressões realizadas por Jair Bolsonaro e seus filhos. Crédito: Relatório Abraji</p>
	                
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<p>Com os discursos estigmatizantes sendo a forma de agressão mais comum, a internet se apresenta como um ambiente hostil para os profissionais da comunicação uma vez que 63,4% dos ataques registrados pela Abraji tiveram origem ou repercussão em ambientes online, principalmente nas redes sociais. </p>



<p>Os principais alvos de ataques foram repórteres e analistas de portais ou sites de notícias, com 276 casos registrados, 49,4% do total. Meios de comunicação e imprensa – tratada de forma ampla e genérica, como “a mídia” ou “a imprensa” – também estiveram na mira dos agressores: foram identificados 265 (47,7%) episódios deste tipo.</p>



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	                                        <p class="m-0">Tipo de ataques sofridos por jornalistas. Crédito: Relatório Abraji</p>
	                
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<h2 class="wp-block-heading"><strong>Jornalistas correm risco de vida</strong></h2>



<p>Em 2022 dois jornalistas foram assassinados e tiveram suas mortes ligadas ao exercício da profissão.</p>



<p>Givanildo Oliveira, de 46 anos, foi assassinado a tiros em sua casa, na cidade de Pirambu, Ceará, em fevereiro de 2022. Oliveira era um dos fundadores do site Pirambu News e havia recebido ameaças para não publicar notícias sobre criminosos da região. O assassinato aconteceu horas depois da publicação de uma reportgam sobre a prisão de um suspeito de homicídio.</p>



<p>O outro assassinato registrado pelo levantamento foi o do britânico<a href="https://amazoniareal.com.br/dom-phillips/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"> Dom Phillips</a>, que ganhou repercurssão mundial. O jornalista foi morto em junho de 2022 na região do Vale do Javari, na Amazônia ocidental, durante uma expedição ao lado do indigenista Bruno Pereira, também assassinado. Três pescadores e caçadores ilegais, moradores de região, confessaram o crime e estão presos, aguardando julgamento pela Justiça do Amazonas. </p>



<p>“O dado é mais uma prova de que o ano foi extremamente violento para profissionais da imprensa brasileira”, reforçou o relatório da Abraji. </p>



<blockquote class="wp-block-quote is-style-large is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p><strong>Uma questão importante!</strong></p><cite><em>Colocar em prática um projeto jornalístico ousado custa caro. Precisamos do apoio das nossas leitoras e leitores para realizar tudo que planejamos com um mínimo de tranquilidade. Doe para a Marco Zero. É muito fácil. Você pode acessar nossa </em><a href="https://marcozero.org/assine/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>página de doaçã</strong></a><strong><a href="https://marcozero.org/assine/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">o</a> </strong><em>ou, se preferir, usar nosso </em><strong>PIX (CNPJ: 28.660.021/0001-52)</strong><em>.</em><br><br><strong>Apoie o jornalismo que está do seu lado</strong><em>.</em></cite></blockquote>
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		<title>Mulheres jornalistas sob ataque</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marco Zero Conteúdo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 08 Mar 2020 11:00:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Diálogos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Amanda Rossi, Cristina Zahar, Katia Brembatti, Maiá Menezes, Natalia Mazzote e Thays Lavor (Diretoras da Abraji &#8211; Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo) No rol de estratégias utilizadas para minar instituições democráticas, atacar a imprensa livre é uma velha conhecida. Uma face perversa dessa prática vem se manifestando de forma mais recorrente no Brasil, com [&#8230;]</p>
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<p class="has-small-font-size"><strong>Por  Amanda Rossi,  Cristina Zahar,  Katia Brembatti,  Maiá Menezes,  Natalia Mazzote  e  Thays Lavor  (Diretoras da </strong><a href="https://www.abraji.org.br/"><strong>Abraji</strong></a><strong> &#8211; Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo)</strong></p>



<p>No rol de estratégias utilizadas para minar instituições democráticas, atacar a imprensa livre é uma velha conhecida. Uma face perversa dessa prática vem se manifestando de forma mais recorrente no Brasil, com apoio e participação direta do presidente Jair Bolsonaro e de seus filhos: ofensas de cunho machista e misógino, com o claro intuito de ferir a credibilidade e intimidar jornalistas mulheres.</p>



<p>Os alvos prioritários são profissionais que se destacaram por investigar e revelar aspectos nebulosos sobre a vida política da família Bolsonaro. É o caso de Constança Rezende, Miriam Leitão, Juliana Dal Piva, Marina Dias, Patrícia Campos Mello e Vera Magalhães. São comuns xingamentos de &#8220;vadia&#8221;, &#8220;prostituta&#8221; e insinuações de que mulheres jornalistas venderiam seu corpo por notícia.</p>



<p>Os ataques mais abjetos foram dirigidos contra Patrícia Campos Mello, da Folha de S.Paulo, em fevereiro. Uma enxurrada de imagens e termos de baixo calão se espalhou pelas redes sociais depois que o deputado federal Eduardo Bolsonaro propagou a versão de uma testemunha da CPMI das Fake News, de que a jornalista teria oferecido sexo em troca de informações. As grosserias foram repetidas pelo presidente, mesmo depois de a jornalista apresentar provas de que a testemunha mentira. Na verdade, as mensagens trocadas com a fonte revelam o contrário: a repórter é quem foi assediada. </p>



<p>Análise das postagens no Twitter durante esse episódio evidencia o foco dos ataques em jornalistas mulheres: os perfis que mais receberam respostas foram os de Patrícia Campos Mello, Vera Magalhães, Miriam Leitão, Andréia Sadi e Mônica Waldvogel. </p>



<p>Casos assim se acumulam desde o início do governo Bolsonaro. Em março de 2019, o presidente e seus apoiadores difundiram nas redes sociais declarações distorcidas da repórter Constança Rezende, que na época trabalhava em O Estado de S.Paulo. Informações falsas também foram utilizadas para desabonar Miriam Leitão. Jair Bolsonaro mentiu ao afirmar que a jornalista e colunista de O Globo integrara a luta armada contra a ditadura militar e que nunca havia sofrido tortura. </p>



<p>Pesquisa lançada em 2018 pela Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji), em parceria com a Gênero e Número, revelou que 84% das jornalistas já sofreram alguma situação de violência psicológica no trabalho, incluindo insultos presenciais ou pela internet, humilhação em público, abuso de poder ou autoridade, intimidação verbal, escrita ou física e ameaças pela internet. Além disso, 70% delas já se sentiram desconfortáveis após abordagens de homens no trabalho. </p>



<p>Esse ambiente hostil se exacerba quando o ocupante da Presidência da República se soma aos que atacam as jornalistas. Não são apenas elas que perdem. Ecoar o machismo e a misoginia aumenta o risco para todas as mulheres brasileiras. Desgastar a liberdade de imprensa desfia o nosso já puído tecido democrático. Aqueles que têm apreço pela democracia precisam defender as vozes das mulheres jornalistas e se opor às tentativas de intimidá-las. Caladas, jamais serão.</p>
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		<title>Estão abertas as inscrições para o curso de Jornalismo e Periferias no Recife</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marco Zero Conteúdo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Jun 2019 19:03:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Reportagens]]></category>
		<category><![CDATA[Abraji]]></category>
		<category><![CDATA[curso de jornalismo]]></category>
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		<category><![CDATA[Jornalismo e periferia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Estão abertas as inscrições para as oficinas Jornalismo e Periferias que acontecerão entre agosto e outubro nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Recife e Belo Horizonte. O projeto é uma iniciativa da Abraji (Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo) com objetivo de compartilhar técnicas e ferramentas de jornalismo para fortalecer o trabalho de reportagem [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Estão abertas as inscrições para as oficinas <strong>Jornalismo e Periferias</strong> que acontecerão entre agosto e outubro nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Recife e Belo Horizonte. O projeto é uma iniciativa da Abraji (Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo) com objetivo de compartilhar técnicas e ferramentas de jornalismo para fortalecer o trabalho de reportagem nas periferias e áreas de maior vulnerabilidade.</p>
<p>A <a href="https://enoisconteudo.com.br/">Énois</a>, de São Paulo, é a responsável pela coordenação do projeto, que terá parceiros locais. Como aconteceu no primeiro curso de Jornalismo e Periferias, em 2017, a parceria no Recife é com a <a href="https://marcozero.org/">Marco Zero Conteúdo</a>. As demais organizações parceiras são <a href="http://periferiaemmovimento.com.br/">Periferias em Movimento</a> (São Paulo), <a href="http://datalabe.org/">DataLabe</a> (Rio de Janeiro) e <a href="http://oficinadeimagens.org.br/">Oficina de Imagens</a> (Belo Horizonte). O programa Jornalismo e Periferias tem o apoio do Google News Initiative.</p>
<p>O curso é gratuito, com duração de três dias e 20 vagas por cidade. No Recife, acontecerá entre os dias 4 e 6 de outubro. Antes disso, em agosto, se realizarão as oficinas em São Paulo (2 a 4) e Rio de Janeiro (23 a 25). Depois de passar por Recife, o projeto chega a Belo Horizonte, entre 25 e 27 de outubro. As oficinas vão discutir temas como fundamentos do jornalismo, jornalismo de dados, lei de acesso à informação (LAI), segurança do jornalista, como cobrir violações de direito e como desenhar um projeto.</p>
<p>Para se inscrever é preciso preencher o formulário, indicando a data e cidade da sua preferência (o curso não oferece passagem ou auxílio para deslocamento). Em caso de dúvidas no preenchimento, entre em contato pelo e-mail: contato@enoisconteudo.com.br. As inscrições se encerram no dia 23 de junho. Os selecionados serão contatados por e-mail até o dia 24.</p>
<p><a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSd2s2PZ_f7TQcPWMR1Jl1Z_HMHWMiqOrcgtG08Pllb5SsdVQQ/viewform?usp=sf_link"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-large wp-image-16593 aligncenter" src="http://marcozero.org/wp-content/uploads/2019/06/inscrições-jornalismo-e-periferia-1024x384.png" alt="inscrições jornalismo e periferia" width="702" height="263"></a></p>
<p>Os selecionados também terão acesso gratuito ao curso online de gestão, oferecido em parceria com o IGESC (Instituto de Gestão para Entidades da Sociedade Civil), ligado à FIA-USP. Com a bagagem de 75 edições, que treinaram mais de 800 organizações, o curso funciona como um MBA compacto de 150 horas. Inclui matérias como captação de recursos, gestão financeira, marketing e estratégia, ministradas por ex-alunos da FIA, e conta com o apoio de consultores sociais que acompanham as organizações ao longo do curso e durante o desenvolvimento do projeto final. Essa etapa do programa será realizada de agosto a novembro de 2019.</p>
<h4><strong>Mapa da Comunicação Popular</strong></h4>
<p>Como iniciativa de jornalismo independente baseada em Pernambuco, a&nbsp;<b>Marco Zero Conteúdo&nbsp;</b>acredita que é preciso ampliar a visibilidade das múltiplas narrativas periféricas da Região Metropolitana do Recife (RMR), o segundo maior aglomerado urbano do Norte-Nordeste, onde vivem mais de quatro milhões de pessoas (IBGE 2018). Por isso estamos organizando o &#8220;Mapa da Comunicação Popular no Grande Recife&#8221;.</p>
<p>A pesquisa inédita vai listar, divulgar, conectar e fortalecer iniciativas de comunicação popular presentes no Grande Recife, cujos perfis serão apresentados em formato de mapa interativo e georreferenciado na internet. Se você faz parte de uma iniciativa, grupo e ou coletivo que produz comunicação sobre e para sua comunidade, participe preenchendo o&nbsp;<a href="https://forms.gle/2g8Z72Uwarjh52xs9">formulário on-line</a>.</p>
<p>O post <a href="https://marcozero.org/estao-abertas-as-inscricoes-para-o-curso-de-jornalismo-e-periferias-no-recife/">Estão abertas as inscrições para o curso de Jornalismo e Periferias no Recife</a> apareceu primeiro em <a href="https://marcozero.org">Marco Zero Conteúdo</a>.</p>
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