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	<title>Arquivos atendimento médico - Marco Zero Conteúdo</title>
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	<description>Jornalismo investigativo que aposta em matérias aprofundadas, independentes e de interesse público.</description>
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	<title>Arquivos atendimento médico - Marco Zero Conteúdo</title>
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		<title>UPAs restringem atendimento nos plantões e pacientes perambulam atrás de médicos</title>
		<link>https://marcozero.org/upas-restringem-atendimento-nos-plantoes-e-pacientes-perambulam-atras-de-medicos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Kleber Nunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 May 2021 12:27:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[atendimento médico]]></category>
		<category><![CDATA[covid-19]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Após três dias de sintomas como falta de ar, dor de cabeça, febre e dor no peito, o empresário Alfredo Jonathan Sampaio, 32 anos, foi em busca de atendimento médico. Ele saiu na tarde de quarta-feira, 19 de maio, da sua casa no bairro do Cordeiro, no Recife, e percorreu seis unidades de saúde, sendo [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Após três dias de sintomas como falta de ar, dor de cabeça, febre e dor no peito, o empresário Alfredo Jonathan Sampaio, 32 anos, foi em busca de atendimento médico. Ele saiu na tarde de quarta-feira, 19 de maio, da sua casa no bairro do Cordeiro, no Recife, e percorreu seis unidades de saúde, sendo três Unidades de Pronto Atendimento (UPAs), uma policlínica, um hospital e até um centro de testagem. Com sintomas comuns à infecção por Sars-CoV-2, o máximo que o paciente conseguiu foi ter a pressão arterial aferida.<br><br>A peregrinação de Alfredo Jonathan por um médico começou na UPA dos Torrões, por volta das 14h. Naquela unidade, ele conta que uma servidora responsável pela triagem dos pacientes aferiu sua pressão e constatou que estava normal, ignorando principalmente suas queixas em relação a dor no peito, “que a essa altura estava insuportável”. O empresário ouviu que teria que ir para casa, pois “ali só estavam atendendo casos gravíssimos”.<br><br>“Perguntei o que para eles era considerado gravíssimo. Porque eu poderia sair da UPA e morrer de repente na calçada, isso é gravíssimo. Como determinar se um caso é gravíssimo se nem estão avaliando?”, questionou Alfredo Jonathan.<br><br>Sem sucesso na tentativa de dialogar com a servidora da saúde, o paciente seguiu no próprio carro, mas conduzido por um amigo, para a UPA da Caxangá e, depois, a da Imbiribeira. Em ambas, Alfredo Jonathan sequer passou pelos vigilantes que controlam as entradas dos pacientes até o balcão da recepção.“Pelo o que vi, as UPAs nem estavam tão lotadas assim, eu já havia ido em outras situações bem piores e fui atendido”, especulou.</p>



<p>Antes de seguir para a Policlínica e Maternidade Barros Lima, em Casa Amarela, Alfredo Jonathan foi pedir ajuda no centro de testagem para a covid-19 montado no Geraldão, na Imbiribeira. Em seguida, foi para a emergência do Hospital Correia Picanço, na Tamarineira. Nas duas unidades de atendimento médico também não passou da portaria, pois “seu estado não era grave”.<br><br>&#8220;Já era quase 21h, cansei e voltei para casa. Liguei para o Samu, eles me atenderam e disseram que não adiantaria procurar nenhuma UPA ou hospital, pois não tinha vaga. Estou sendo medicado em casa e acompanhado por parentes que são da área de saúde, quem não tem nem essa chance só resta esperar pela morte”, disse.</p>



<iframe width="560" height="315" src="https://www.youtube.com/embed/2gRKj6WON44" title="YouTube video player" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen=""></iframe>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Plantões restritos se tornaram rotina</strong></h2>



<p><br>A história de Alfredo Jonathan retrata a realidade de um sistema cada vez mais pressionado pelo aumento sustentado de casos de coronavírus em patamares históricos acima ou próximos dos 3.000 novos diagnósticos por dia. Com tanta gente doente e uma rede saturada, os profissionais de saúde precisam apelar para a restrição dos plantões, ou seja, limitar o atendimento a alguns casos. </p>



<p>No mesmo dia em que o empresário peregrinou em busca de atendimento médico, a Marco Zero publicou reportagem que aponta os problemas causados pela opção do governo estadual de abrir leitos de UTI sem apostar na ampliação da capacidade das emergências, que são a porta de entrada para o sistema de saúde. Para ler, clique no link a seguir:</p>



        <div class="leia-tambem d-flex flex-column py-2 my-4 my-md-5">
            <span class=" d-block mb-2">MAIS SOBRE ESSE ASSUNTO:</span>

            <div class="d-flex flex-column">
                <a href="https://marcozero.org/com-recorde-de-casos-de-covid-19-pernambuco-tem-230-pacientes-na-fila-da-uti/" class="titulo">Com recorde de casos de covid-19, Pernambuco tem 230 pacientes na fila da UTI</a>
	                    <div class="tags d-flex mt-3 flex-wrap">
                            <a href="https://marcozero.org/formatos/reportagem/" class="btn text-uppercase me-2 mb-2">Reportagem</a>
            
		                    <a href="https://marcozero.org/temas/saude/" class="btn text-uppercase me-2 mb-2">Saúde</a>
			        </div>
	            </div>
        </div>

		


<p>Na quinta-feira (20), quando Pernambuco registrou 3.188 novos casos e 65 mortes por covid-19, as UPAs Torrões e Caxangá, no Recife; Curado, em Jaboatão dos Guararapes; e a de Olinda restringiram o plantão das 19h até as 7h do dia seguinte.</p>



<p>Ao ser perguntado pela reportagem no pronunciamento semanal transmitido pela internet, o secretário de saúde de Pernambuco, André Longo, admitiu pela primeira vez que havia restrições de plantão. Somando-se ao crescimento dos índices de transmissão do vírus e a uma fila de quase 250 pessoas com covid-19 à espera de UTI, o gestor, no entanto, rechaça que a rede pública no estado esteja em situação de colapso.</p>



<p>&#8220;A pergunta cita dados verdadeiros, mas não acreditamos na utilização da palavra colapso porque estamos ampliando nossos leitos, dando oportunidade de sobrevivência e de salvar vidas. Basta comparar todos os indicadores com indicadores de outros estados&#8221;, alegou.<br><br><a href="https://marcozero.org/aumento-de-suspeitas-de-covid-19-estrangula-atendimento-em-upas-de-pernambuco/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Desde o fim do ano passado, a <strong>Marco Zero Conteúdo</strong> vem mostrando a situação das UPAs</a>, que são consideradas a porta de entrada para o serviço público de saúde de média e alta complexidade. A lotação dessas unidades leva a retenção de macas que por sua vez impede a circulação de ambulâncias. Assim, portanto, formando um ciclo de descaso com quem depende do atendimento.</p>



        <div class="leia-tambem d-flex flex-column py-2 my-4 my-md-5">
            <span class=" d-block mb-2">MAIS SOBRE ESSE ASSUNTO:</span>

            <div class="d-flex flex-column">
                <a href="https://marcozero.org/falta-de-macas-colapsa-hospitais-e-upas/" class="titulo">Falta de macas colapsa  hospitais e UPAs</a>
	                    <div class="tags d-flex mt-3 flex-wrap">
                            <a href="https://marcozero.org/formatos/reportagem/" class="btn text-uppercase me-2 mb-2">Reportagem</a>
            
		                    <a href="https://marcozero.org/temas/saude/" class="btn text-uppercase me-2 mb-2">Saúde</a>
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        </div>

		


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<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p><strong>Seja mais que um leitor da Marco Zero</strong>…</p><cite>A Marco Zero acredita que compartilhar informações de qualidade tem o poder de transformar a vida das pessoas. Por isso, produzimos um conteúdo jornalístico de interesse público e comprometido com a defesa dos direitos humanos. Tudo feito de forma independente.<br><br>E para manter a nossa independência editorial, não recebemos dinheiro de governos, empresas públicas ou privadas. Por isso, dependemos de você, leitor e leitora, para continuar o nosso trabalho e torná-lo sustentável.<br><br>Ao contribuir com a Marco Zero, além de nos ajudar a produzir mais reportagens de qualidade, você estará possibilitando que outras pessoas tenham acesso gratuito ao nosso conteúdo.<br><br>Em uma época de tanta desinformação e ataques aos direitos humanos, nunca foi tão importante apoiar o jornalismo independente.<br><br>É hora de assinar a Marco Zero <a target="_blank" href="https://marcozero.org/assine/" rel="noreferrer noopener">https://marcozero.org/assine/</a></cite></blockquote>
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		<title>Goiana quer reabrir UPAe inaugurada no início da pandemia e desativada pelo Estado em outubro</title>
		<link>https://marcozero.org/goiana-quer-reabrir-upae-inaugurada-no-inicio-da-pandemia-e-desativada-pelo-estado-em-outubro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Giovanna Carneiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Apr 2021 21:33:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[atendimento médico]]></category>
		<category><![CDATA[covid-19]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Inaugurada em maio de 2020 para atendimento especializado aos pacientes de covid-19, a Unidade Pernambucana de Atenção Especializada (UPAe) do município de Goiana, na Zona da Mata Norte, está desativada desde outubro do ano passado. Construída e equipada pelo Grupo Fiat-Chrysler Automobiles (FCA), que possui a fábrica da Jeep no município, e gerida pelo Governo [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Inaugurada em maio de 2020 para atendimento especializado aos pacientes de covid-19, a Unidade Pernambucana de Atenção Especializada (UPAe) do município de Goiana, na Zona da Mata Norte, está desativada desde outubro do ano passado. Construída e equipada pelo Grupo Fiat-Chrysler Automobiles (FCA), que possui a fábrica da Jeep no município, e gerida pelo Governo do Estado, a unidade de saúde contava com 30 leitos em funcionamento, sendo três para pacientes com quadros respiratórios graves. A estrutura era capaz de assegurar tratamento adequado para dezenas de pessoas, mas agora está inutilizada.</p>



<p>Em outubro, ao anunciar a desativação da UPAe, o Governo de Pernambuco alegou que a taxa de ocupação dos leitos estava abaixo de 60%. Entretanto, meses após a desativação da unidade de saúde, o número de casos de covid-19 na cidade segue apresentando um crescimento alto e, com a falta de leitos, pacientes precisam ser transferidos frequentemente para receber tratamento em outras cidades do estado.</p>



<p>No dia 26 de outubro de 2020, data do fechamento da UPAe, o município contava com 1.231 casos confirmados, 79 óbitos e 1.004 recuperados da covid. No boletim epidemiológico divulgado no dia 26 de abril de 2021, exatamente seis meses após o fechamento da unidade, a cidade totalizava 4.782 casos confirmados, 120 óbitos e 4.016 pacientes recuperados. Ou seja, um aumento de mais de 3.500 casos confirmados da doença.</p>



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	                                        <p class="m-0">Boletim epidemiológico da Prefeitura de Goiana do dia 26 de outubro de 2020. Crédito: Reprodução / Site da Prefeitura de Goiana</p>
	                
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	                                        <p class="m-0">Boletim epidemiológico da Prefeitura de Goiana do dia 26 de abril de 2021. Crédito: Reprodução / Site da Prefeitura de Goiana</p>
	                
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<p>Ao comunicar a desmobilização dos leitos para pacientes da covid-19 na UPAe, o Governo do Estado garantiu que a unidade voltaria a funcionar com consultas ambulatoriais especializadas de assistência à população goianense e da região. No entanto, desde então, o hospital segue sem realizar atendimentos médicos. Ao invés disso, a unidade passou a funcionar como uma sede da XII Gerência Regional de Saúde (Geres) apenas com funções administrativas.</p>



<p>Atualmente, a unidade de referência em atendimento a pacientes com covid-19 é a Upinha da cidade, que conta com 14 leitos de enfermaria e dois leitos de área vermelha, para casos graves. De acordo com Paula Brito, chefe de enfermagem da Upinha, alguns casos graves conseguem ser tratados na unidade, mas quando há necessidade de intubação os pacientes são transferidos.</p>



<p>Nenhum hospital municipal ou estadual de Goiana conta com uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI), dificultando ainda mais o tratamento dos pacientes que apresentam um quadro de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), uma das principais causas de morte provocadas pelo novo coronavírus.</p>



<p>Um levantamento oficial da Prefeitura de Goiana apresenta dados alarmantes sobre o número de internações, atendimentos de emergência e funcionários da Upinha que testaram positivo para a covid-19 nos últimos cinco meses. De acordo com os dados, em outubro de 2020 o número de atendimentos de emergência realizados na unidade de saúde foi 436. Já em março de 2021, foram 3.464 atendimentos. No mesmo período, o número de internamentos subiu de sete para 41. São registros que revelam a superlotação da Upinha e a urgência do aumento do número de leitos no município.</p>



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	                                        <p class="m-0">Levantamento oficial da Prefeitura de Goiana com dados sobre o Hospital de Campanha da covid-19, em funcionamento na Upinha da cidade.</p>
	                
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<h2 class="wp-block-heading">Reabertura segue indefinida</h2>



<p>Com apenas a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) da cidade e o Hospital Belarmino Correia funcionando para atendimento à população, e com poucos leitos de internação para casos graves da covid-19, o prefeito de Goiana, Eduardo Honório, solicitou a devolução dos equipamentos e o reestabelecimento das atividades na UPAe.</p>



<p>No mês de março, em pronunciamento oficial, o gestor alegou que o município tem capacidade de gerir a unidade e colocou à disposição os profissionais de saúde para atuar no hospital de campanha. &#8220;Novos casos de covid-19 estão surgindo em nossa região e precisamos combater essa doença. Por isso, queremos que o governador Paulo Câmara devolva a unidade de saúde com todos os equipamentos e a nossa prefeitura assume com os profissionais da saúde&#8221;, declarou o prefeito em coletiva de imprensa.</p>



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	                                        <p class="m-0">Reunião entre o prefeito de Goiana, Eduardo Honório e o secretário executivo de Saúde de Pernambuco, Humberto Antunes. Crédito: Reprodução / Instagram Prefeitura de Goiana</p>
	                
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<p>Após apresentar a solicitação oficial para o restabelecimento das atividades na UPAe, Eduardo Honório se reuniu com o secretário executivo de Saúde de Pernambuco, Humberto Antunes. Na ocasião, o secretário afirmou que o Governo do Estado teria grande interesse em reativar a unidade, mas, até o momento, nenhuma declaração oficial sobre a devolução dos equipamentos ou mesmo uma data para a reabertura foi estabelecida.</p>



<p>A Marco Zero Conteúdo procurou a Secretaria Estadual de Saúde do Governo de Pernambuco, mas até a publicação desta reportagem não obteve nenhuma resposta. O prefeito Eduardo Honório afirmou que prefere não dar nenhuma entrevista sobre o caso até conseguir uma resposta definitiva do Governo do Estado. </p>



<p>Apesar de não ter nenhuma resposta da Secretaria Estadual de Saúde, a reportagem apurou que no dia 6 de abril foi publicado no Diário Oficial uma licitação de seleção pública para organizações que tenham interesse em assumir a gestão da UPAe Goiana.</p>



<p>A licitação está avaliada em R$ 20.297.818,92 para a prestação de serviços de gerenciamento, operacionalização e execução de atendimento da unidade de saúde. A primeira etapa do certame, que consiste no envio das propostas das empresas, chegou ao fim no dia 26 de abril. As demais etapas não apresentam um prazo final e, de acordo com a licitação, a habilitação e a classificação final das propostas ainda precisam ter prazos estabelecidos, podendo ser suspensas em decorrência de alguma irregularidade.</p>



<p>Ainda de acordo com a licitação, A UPAe Goiana deverá ser um Centro de Diagnóstico e Orientação Terapêutica Ambulatorial de alta resolubilidade, apta a realizar consultas e procedimentos de média complexidade, voltada ao atendimento aos usuários referenciados pelas unidades de Atenção Primária de Saúde (APS). A unidade beneficiará os municípios de Aliança, Camutanga, Condado, Ferreiros, Goiana, Itambé, Itaquitinga, Macaparana, São Vicente Ferrer e Timbaúba.</p>
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