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	<title>Arquivos bancada feminina - Marco Zero Conteúdo</title>
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		<title>Bancada feminina eleita para o Congresso reflete polarização política</title>
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		<pubDate>Thu, 22 Nov 2018 08:21:45 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Por Maria Martha Bruno e Marília Ferrari* As deputadas federais e senadoras eleitas para o Congresso Nacional formarão uma bancada segmentada e heterogênea no governo de Jair Bolsonaro (PSL). Elas vão reproduzir a diversidade de interesses políticos que norteiam o país e a polarização transmitida pelos eleitores nas urnas – 57,8 milhões a favor do [&#8230;]</p>
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<h3 style="font-weight: inherit; font-style: inherit; color: #282828;"><strong style="font-weight: bold; font-style: inherit;">Por Maria Martha Bruno e Marília Ferrari*</strong></h3>
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<p style="font-weight: inherit; font-style: inherit;"><span style="font-style: inherit;"><span class="dropcap-shortcode is-default" style="font-weight: inherit; font-style: inherit;"><a href="http://www.marcozero.org/adalgisas"><img decoding="async" class="alignleft size-full wp-image-10049" src="http://marcozero.org/wp-content/uploads/2018/08/adalgisasabertura.jpg" alt="adalgisasabertura" width="150" height="100"></a>A</span>s deputadas federais e senadoras eleitas para o Congresso Nacional formarão uma bancada segmentada e heterogênea no governo de Jair Bolsonaro (PSL). Elas vão reproduzir a diversidade de interesses políticos que norteiam o país e a polarização transmitida pelos eleitores nas urnas – 57,8 milhões a favor do presidente eleito, 47 milhões com Fernando Haddad (PT) e 31 milhões que se abstiveram ou votaram em branco ou nulo.</span></p>
<p style="font-weight: inherit; font-style: inherit;"><span style="font-style: inherit;">A</span><b style="font-weight: bold;">Gênero e Número</b><span style="font-style: inherit;">mapeou</span><span style="font-style: inherit;">a nova composição do Legislativo Nacional, destacando o crescimento de 50% da bancada feminina na Câmara Federal, em relação às eleitas em 2014. Dessa vez, conhecemos mais de perto o posicionamento político das mulheres da próxima Legislatura. Levantamento realizado com base nas postagens das páginas oficiais das parlamentares eleitas no Facebook, mostra que, até a reta final do segundo turno, 23 deputadas declararam apoio a Bolsonaro e 22 estiveram ao lado de Haddad, enquanto as 32 restantes não explicitaram voto. No Senado, quatro das novas parlamentares fazem parte deste grupo, enquanto duas são apoiadoras de Bolsonaro e uma de Haddad. <a href="http://marcozero.org/wp-content/uploads/2018/11/bancadafem29102.jpg"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter size-large wp-image-11862" src="http://marcozero.org/wp-content/uploads/2018/11/bancadafem29102-840x1024.jpg" alt="bancadafem29102" width="702" height="855"></a> <span style="font-style: inherit;"> “Há deputadas e senadoras eleitas que vão ajudar os homens a combater as mulheres”. Esse é o diagnóstico de uma assessora especializada em pautas sobre mulheres no Congresso Nacional, que pediu anonimato. Pelo perfil das 77 parlamentares da Câmara, ela acredita que a agenda feminista será deixada de lado e a luta principal das deputadas da oposição será pela manutenção de direitos já adquiridos. “O discurso conservador antigênero cresceu absurdamente. Há muitas parlamentares contrárias ao feminismo e que pretendem combater</span><span style="font-style: inherit;">a chamada ‘ideologia de gênero’</span><span style="font-style: inherit;">”, diz ela.</span> </span></p>
<p><span style="font-style: inherit;">Entre elas, estão não apenas as nove eleitas pelo PSL de Bolsonaro (o PT é maioria na bancada, com dez parlamentares), como 14 membros de outros partidos, como Flordelis (PSD), deputada mais votada do Rio de Janeiro, com 196 mil votos. A cantora gospel e pastora evangélica combateu a suposta “ideologia de gênero” em sua plataforma de campanha. A defesa da “família”, entendida como a formada por um casal heterossexual e cristão, e do</span><span style="font-style: inherit;">projeto “Escola Sem Partido”</span><span style="font-style: inherit;">também estão no radar das deputadas que vão compor a bancada governista. Direitos reprodutivos e pautas LGBT, por outro lado, são algumas das bandeiras das oposicionistas.</span> <a href="http://marcozero.org/wp-content/uploads/2018/11/senado.jpeg"><img decoding="async" class="aligncenter wp-image-11861 size-large" src="http://marcozero.org/wp-content/uploads/2018/11/senado-821x1024.jpeg" alt="senado" width="702" height="875"></a></p>
<h3>Mais visibilidade para a bancada, mas pouco em comum entre ela</h3>
<p style="font-weight: inherit; font-style: inherit;">Eleita para seu segundo mandato, Geovania de Sá (PSDB/SC) acredita que o combate à violência contra as mulheres será a pauta suprapartidária na próxima legislatura. “Devemos nos concentrar na busca por mais rigor na punição dos crimes de estupro e do abuso sexual em transporte público”, afirma. Apoiadora de Bolsonaro, a parlamentar, no entanto, é cautelosa em relação a algumas das propostas do próximo presidente. “A flexibilização do porte de armas precisa ser muito bem estudada. O cidadão realmente não pode ficar à mercê do bandido que está armado. Mas esta é a única solução?”, questiona. Também na contramão de Bolsonaro, Geovania votou a favor da PEC das Domésticas em 2013. “Lembro a todos que sou contrária a tudo que tira direitos já adquiridos pelo trabalhador”, ressalta.</p>
<p style="font-weight: inherit; font-style: inherit;">Estreante na Câmara dos Deputados, Talíria Petrone (PSOL/RJ) também acredita que o enfrentamento da violência contra as mulheres possa ser uma pauta comum à bancada feminina. Mas é cética ao buscar outros pontos de união com as colegas governistas. “Confesso que, nesse momento de tantos retrocessos democráticos, acho muito pouco provável, para não dizer inviável, a possibilidade de alguma pauta em comum com deputadas que defendem Bolsonaro. Afinal, isso é defender a permanência das tantas desigualdades de gênero que nos acometem”, analisa.</p>
<p style="font-weight: inherit; font-style: inherit;">Por outro lado, Petrone pretende buscar as deputadas que não se pronunciaram a favor do presidente eleito, a fim de impulsionar a formação de uma frente democrática para os próximos quatro anos. Alguns critérios, porém, pontuarão o diálogo com estas colegas de parlamento: “É fundamental que a gente não dê nenhum passo atrás. A representatividade é muito importante, mas tem limites se não vier acompanhada de propostas reais para enfrentar as históricas desigualdades de gênero”. Carolina de Paula, cientista política do Iesp-Uerj (Instituto de Estudos Sociais e Políticos), lembra que muitas parlamentares eleitas foram impulsionadas pelo voto em Jair Bolsonaro e não por uma agenda ligada às mulheres.</p>
<p style="font-weight: inherit; font-style: inherit;">“Durante a campanha, várias candidatas até destacaram o fato de serem mulheres, mas não se propuseram a promover uma agenda para as mulheres em seus mandatos”, diz de Paula. Ela acredita que um saldo positivo da bancada feminina na Câmara Federal será o aumento da visibilidade de seu trabalho, já que a quantidade de deputadas será maior. “Esse crescimento de 50% em relação ao número de eleitas em 2014 pode elevar a repercussão do trabalho delas, já que a cobertura das mulheres no Legislativo costuma ser menor que a dos homens”, conclui.</p>
<p style="font-weight: inherit; font-style: inherit;"><em><strong>*</strong></em><em><strong>Maria Martha Bruno é subeditora e Marília Ferrari é infografista da Gênero e Número.</strong></em></p>
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