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	<title>Arquivos Camarote Olinda - Marco Zero Conteúdo</title>
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	<description>Jornalismo investigativo que aposta em matérias aprofundadas, independentes e de interesse público.</description>
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	<title>Arquivos Camarote Olinda - Marco Zero Conteúdo</title>
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		<title>Cessão de espaços públicos para megaeventos privados no Carnaval exige transparência</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Laércio Portela]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Feb 2018 14:01:33 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Conhecidas nacionalmente pelo Carnaval inclusivo e popular, as cidades de Recife e Olinda vêem crescer a cada ano os megaeventos privados com cobrança de ingressos que chegam a até R$ 600,00 por dia e apresentam, em muitos casos, atrações musicais nacionais sem qualquer identidade cultural com o Carnaval pernambucano. Em comum a todos esses eventos, o imenso aparato de promoção e o persistente déficit de transparência.</p>
<p>Se os temas da descaracterização e da elitização do Carnaval no estado são muito pouco debatidos, uma outra questão relevante tem passado ao largo de qualquer discussão pública: a cessão de espaços públicos a empresas privadas para a exploração econômica no período de Momo.</p>
<p>Em 2018, dois megaeventos vão ocupar a área pública do Memorial Arcoverde, no Complexo de Salgadinho, durante o Carnaval: o Carvalheira na Ladeira e o Camarote Olinda. Os dois funcionavam até o ano passado em espaços privados da Avenida Olinda, no Varadouro. A mudança de local serviu para ampliar a capacidade de público e o consequente faturamento das duas iniciativas.</p>
<div id="attachment_7016" style="width: 910px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://marcozero.org/wp-content/uploads/2018/02/ICC8404.jpg"><img fetchpriority="high" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-7016" class="wp-image-7016 size-full" src="http://marcozero.org/wp-content/uploads/2018/02/ICC8404.jpg" alt="_ICC8404" width="900" height="600"></a><p id="caption-attachment-7016" class="wp-caption-text">Instalações do Carvalheira na Ladeira no dia da visita da reportagem da Marco Zero Conteúdo, quarta-feira, dia 31 de janeiro. Foto: Inês Campelo</p></div>
<h2>Silêncio do Poder Público</h2>
<p>Durante uma semana, a reportagem da Marco Zero Conteúdo pediu informações à assessoria de comunicação da Secretaria de Turismo de Pernambuco sobre a cessão do terreno do Memorial e não recebeu qualquer dado.</p>
<p>Solicitamos os termos dos contratos de cessão, a data de assinatura, o período de vigência, com quais empresas especificamente foram celebrados e quais as contrapartidas financeiras e de outros tipos que esses entes privados ficarão obrigados pela utilização do espaço público.</p>
<p>A assessoria de comunicação informou que havia preparado uma nota oficial para encaminhar à Marco Zero, mas que não tinha conseguido submeter o seu conteúdo à aprovação do secretário Felipe Carreras seis dias após a solicitação. Pedimos uma entrevista com o secretário. Sem sucesso.</p>
<p>A solução foi buscar as informações no Diário Oficial do Estado, mas não encontramos qualquer menção à cessão das áreas nas edições de dezembro, janeiro e começo de fevereiro.</p>
<p>Essa não é a primeira vez que tentamos jogar luz sobre esse tema. No Carnaval de 2017 discutimos a ocupação dos espaços públicos por empresas privadas no desfile do <a href="http://marcozero.org/camarote-privado-em-espaco-publico-a-privatizacao-do-carnaval-do-recife/">Galo da Madrugada e pelo Camarote Parador</a>, que funciona na área não operacional do Porto do Recife, e também no <a href="http://marcozero.org/fotos-comprovam-avanco-de-camarotes-sobre-calcadas-ruas-e-pracas-publicas/">entorno do palco principal no Marco Zero</a> (centro do Recife).</p>
<div id="attachment_7017" style="width: 810px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://marcozero.org/wp-content/uploads/2018/02/20180202_113225.jpg"><img decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-7017" class="wp-image-7017 size-full" src="http://marcozero.org/wp-content/uploads/2018/02/20180202_113225.jpg" alt="20180202_113225" width="800" height="600"></a><p id="caption-attachment-7017" class="wp-caption-text">Instalações do Camarote Olinda no espaço público do Memorial Arcoverde na sexta-feria, dia 2 de fevereiro. Foto: Laércio Portela</p></div>
<h2>Contrapartida privada</h2>
<p>Parte das informações que deveriam nos ter sido repassadas pelo Governo do Estado foram fornecidas pelo empresário Eduardo Carvalheira, que recebeu a reportagem da Marco Zero na quarta-feira (31) nas instalações do Carvalheira na Ladeira, no Complexo de Salgadinho.</p>
<p>Eduardo disse que firmou contrato de cessão do terreno com a Empetur (assinado pelo gerente geral comercial da empresa pública Antônio Carlos Cavalcanti de Farias) no início de janeiro com vigência de 40 dias. Segundo afirmou, está pagando R$ 325 mil pelo &#8220;aluguel&#8221; de uma área de 12,6 mil metros quadrados, &#8220;mais ISS e taxas&#8221;.</p>
<p>Questionado sobre o faturamento dos cinco dias de evento, o empresário dessa vez não falou em valores : &#8220;Vamos faturar menos do que merecemos por tudo o que estamos promovendo aqui&#8221;. A conta é alta, afinal, serão pelo menos 8 mil pessoas por dia acompanhando os shows.</p>
<p>A poucos dias do início do Carnaval os ingressos para o Carvalheira na Ladeira estavam sendo vendidos online por R$ 350,00 e R$ 600,00 para cada dia. O espaço vai apresentar vinte shows no palco principal entre a sexta-feira (9) e a terça-feira (13). Entre as atrações de fora estão Pablo Vittar, Simone e Simaria, Saulo, Latino, entre outros.</p>
<p>No Camarote Olinda os shows acontecerão entre os dias 11 e 13 e os ingressos estavam sendo vendidos na semana pré-carnavalesca por R$ 320,00 e R$ 600,00. Pisarão no palco Wesley Safadão, Léo Santana, Alok, Henrique e Juliano e mais seis artistas nacionais.</p>
<p>Eduardo Carvalheira explicou que, além do pagamento, está realizando uma série de melhorias no local de instalação do Carvalheira na Ladeira, como o desentupimento das canaletas, a limpeza e retirada de entulhos acumulados (já teria recolhido mais de 100 toneladas), lavagem e pintura em áreas do entorno (de parte inferior do viaduto que passa sobre o Memorial e da passarela), e o plantio de 23 mudas de ipês roxos, brancos e amarelos. “Vamos deixar um legado para a Empetur. O lugar vai estar muito mais qualificado para a realização de outros eventos”.</p>
<p>Na sexta-feira (2), a Marco Zero visitou as instalações do Camarote Olinda, tentou contato com os organizadores do evento e passou as demandas de entrevista para a assessoria de comunicação, mas não tivemos retorno. Comandam o Camarote Olinda os produtores Carlitos Asfora, Dodi Teixeira, Felipe Lucena, Eduardo Campello e Guilherme Pitt.</p>
<div id="attachment_7015" style="width: 910px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://marcozero.org/wp-content/uploads/2018/02/ICC8423.jpg"><img decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-7015" class="wp-image-7015 size-full" src="http://marcozero.org/wp-content/uploads/2018/02/ICC8423.jpg" alt="_ICC8423" width="900" height="600"></a><p id="caption-attachment-7015" class="wp-caption-text">Eduardo Carvalheira informou que está pagando R$ 325 mil pelo &#8220;aluguel&#8221; do espaço no Memorial. Para ele, o Carvalheira na Ladeira é um grande divulgador da cultura local para os turistqs. Foto: Inês Campelo</p></div>
<h2>Legislação prevê autorização</h2>
<p>A área do Memorial Arcoverde faz parte do entorno do Sítio do Patrimônio Histórico de Olinda e por isso a sua utilização para eventos privados precisa de autorização do Conselho de Preservação dos Sítios Históricos de Olinda, segundo definido na portaria número 026/2015. O pedido para realização do evento deve ser protocolado na Secretaria de Patrimônio e Cultura com 30 dias de antecedência.</p>
<p>Após o recebimento de toda a documentação requerida, uma equipe multidisciplinar, composta por Corpo de Bombeiros, Defesa Civil, Iphan, Crea/Cau e secretarias da Fazenda, Administração, Planejamento e Controle Urbano, Patrimônio e Cultura, deve fazer uma vistoria técnica ao local. Vistoria que teria ocorrido na quinta-feira, 25 de janeiro.</p>
<p>Na prática, o processo tem a coordenação da Secretaria de Meio Ambiente Urbano e Natural da Prefeitura de Olinda. A reportagem recebeu de integrantes da Secretaria explicações gerais sobre os procedimentos regidos pela Lei 5.603/2001 (Lei do Carnaval), alterada em 2015, mas não teve respondidas as indagações sobre as datas em que foram protocolados os pedidos de autorizações de funcionamento dos eventos no Memorial e da aprovação desses pedidos pelo Conselho de Preservação dos Sítios Históricos de Olinda, a Secretaria tampouco respondeu se as autorizações não deveriam anteceder a assinatura dos contratos.</p>
<p>Além do Carvalheira na Ladeira e do Camarote Olinda, outros dois megaeventos privados vão movimentar o Carnaval no eixo Recife-Olinda: o Camarote Parador, na região não operacional do Porto do Recife, também área pública concedida aos organizadores, e o Carnaval Boa Viagem, no Pina, no terreno que fica na Avenida Antônio de Góes ao lado do JCPM, com produção do empresário Bruno Rêgo.</p>
<p>O maior de todos os eventos, na semana pré-carnavalesca, é o Olinda Beer, que esse ano juntou milhares de pessoas na área do estacionamento do Centro de Convenções no domingo, 4 de fevereiro. Em sua 21ª edição, o Olinda Beer é uma criação do produtor Augusto Acioli e do atual secretário estadual de Turismo de Pernambuco, Felipe Carreras.</p>
<h2>Sobre turismo e lei do mercado</h2>
<p>Durante a entrevista concedida à reportagem da Marco Zero, o empresário Eduardo Carvalheira aproveitou a oportunidade para mostrar os documentos com as solicitações de autorização para ocupar o Memorial encaminhados por ele para a CPRH, o Iphan e a Secretaria de Meio Ambiente Urbano e Natural da Prefeitura de Olinda ainda em novembro de 2017.</p>
<p>Questionado se a iniciativa de promover um megaevento fechado no caminho da entrada de Olinda não comprometeria o sentido do Carnaval popular e inclusivo da cidade, Carvalheira foi enfático: “Vivemos em um Estado Democrático de Direito. Não há qualquer prejuízo das nossas instalações para o Carnaval nas ladeiras de Olinda”.</p>
<p>Ele vê o empreendimento como propagador da cultura pernambucana. “Sou a atividade cultural privada que mais promove o Carnaval para a juventude. Quarenta e cinco por cento do nosso público é de turistas. Trazemos artistas de fora, mas também vão subir no nosso palco Alceu Valença, Maestro Spock, Maestro Forró, Elba Ramalho, Silvério Pessoa. Quem vem de fora é apresentado a tudo isso e vai divulgar nos seus estados de origem tudo o que viu e curtiu aqui”.</p>
<p>Ele contratou o curador Guilherme Patriota para selecionar outras 20 atrações locais que vão se apresentar no palco principal e em espaços alternativos dentro do Camarote. A lista inclui apresentações do Papangú de Bezerros, dos Caretas de Triunfo, Banda de Pífano de Caruaru, Caiporas de Pesqueira e mais Cavalo Marinho, Maracatus e Bonecos Gigantes de Olinda.</p>
<p>“As pessoas procuram o Carvalheira porque querem ver as atrações, conhecer nossa cultura, mas querem fazer isso com conforto e segurança. É claro que isso tem um custo, beneficia uma classe social. Mas essa é a regra do mercado. E eles têm a opção de vir para cá ou para as ladeiras de Olinda. Muitos, inclusive, vêm para o Carvalheira, mas também brincam o Carnaval em Olinda”.</p>
<h2>A sociedade precisa saber as regras do jogo</h2>
<p>Para a professora de pós-graduação em Desenvolvimento Urbano da UFPE, Norma Lacerda, a falta de transparência das autoridades compromete o acompanhamento que a população deveria fazer do uso dos espaços públicos da cidade, especialmente quando estes espaços são cedidos à iniciativa privada. “Eles têm a obrigação de repassar esses dados. Têm que tornar claras para a sociedade quais são as regras do jogo, se tinham outras empresas interessadas nesses espaços, como é calculado o valor (financeiro) de uso, se esse valor é uma cota-parte do faturamento. Tudo isso tem que ser divulgado”.</p>
<p>Por ter a mesma compreensão da professora, a reportagem da Marco Zero Conteúdo vai solicitar todas as informações sobre a cessão de espaços públicos no Carnaval de Recife e de Olinda ao Governo do Estado e às duas prefeituras por meio da Lei de Acesso à Informação. A Lei 12.527/2011 permite a qualquer pessoa, física ou jurídica, solicitar informações a órgãos e entidades públicas. A lei vale para os três Poderes da União, estados, Distrito Federal e municípios, incluindo tribunais de contas e Ministério Público.</p>
<blockquote>
<h2>Licitação para cessão de espaços públicos é revogada</h2>
<p>No dia 6 de janeiro um aviso de licitação publicado no Diário Oficial do Estado parecia que ia finalmente tornar mais transparente&nbsp; a cessão de espaços públicos a empresas privadas para a exploração econômica no período de Carnaval. Três terrenos iriam a leilão no dia 22 de janeiro na modalidade pregão presencial. O principal deles, na área da Fábrica Tacaruna, com mais de 23.265,62 metros quadrados, tinha lance mínimo de R$ 74.400,00 . O aviso era assinado pela pregoeira Marcela Magalhães de Freitas.</p>
<p>Mas em 18 de janeiro, uma nova publicação no Diário Oficial tirava do pregão os outros dois terrenos que também tinham sido colocados à disposição para cessão onerosa: quatro casarões de números 670, 680, 690 e 700, na Avenida Sigismundo Gonçalves, no Carmo, em Olinda, com área de 886,79 metros quadrados e lance mínimo de R$ 8.650,00; e um espaço de 1.498,56 metros quadros na Praça Sérgio Loreto, com lance mínimo de R$ 10.200,00. A revogação era assinada pelo gerente Geral de Planejamento e Gestão da Secretaria Estadual de Administração, Daniel Bastos de Castro. No mesmo dia 18, o Diário Oficial trazia nova data para o pregão presencial do terreno do Memorial: 31 de janeiro.</p>
<p>Dois dias depois, em 20 de janeiro, a licitação foi completamente cancelada com a revogação da cessão onerosa do terreno da Fábrica Tacaruna.</p>
<p>A Marco Zero Conteúdo entrou em contato com a assessoria de Comunicação da Secretaria Estadual de Administração questionando as razões da anulação do edital, se os terrenos seriam cedidos a empresas por outra modalidade e quais as contrapartidas exigidas pelo Poder Público? A Secretaria informou, por meio de nota, que os pregões dos terrenos “foram revogados devido às solicitações das prefeituras do Recife e de Olinda para a exploração dos mesmos durante o período de Carnaval”. Explicava ainda que o espaço da praça Sérgio Loreto seria disponibilizado à imprensa para a cobertura do Galo.</p>
<p>&nbsp;</p></blockquote>
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