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	<title>Arquivos candidatos ao governo de Pernambuco - Marco Zero Conteúdo</title>
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	<description>Jornalismo investigativo que aposta em matérias aprofundadas, independentes e de interesse público.</description>
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		<title>Cinco candidatos diante das verdades LGBT</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Inácio França]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 15 Sep 2018 15:39:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Diversidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Debates e sabatinas entre candidatos promovidos pela mídia, universidades, entidades empresariais ou sindicatos são comuns em qualquer lugar do Brasil. No Recife, desde 2002, a agenda dos candidatos a cargos majoritários inclui o debate com a comunidade LGBT no endereço que, há pelo menos três décadas, é o mais badalado ponto de encontro de gays, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Debates e sabatinas entre candidatos promovidos pela mídia, universidades, entidades empresariais ou sindicatos são comuns em qualquer lugar do Brasil. No Recife, desde 2002, a agenda dos candidatos a cargos majoritários inclui o debate com a comunidade LGBT no endereço que, há pelo menos três décadas, é o mais badalado ponto de encontro de gays, lésbicas, transexuais, drags e travestis da cidade.</p>
<p>E ontem, pela primeira vez, a Marco Zero Conteúdo foi convidada para participar do mais informal dos debates do calendário eleitoral pernambucano. Coube a mim, junto com a blogueira Noélia Brito, a tarefa de formular perguntas para os candidatos. Perguntas não, uma pergunta, no singular.</p>
<p>Dos sete pretendentes ao governo de Pernambuco, Ana Patrícia Alves (PCO), Dani Portela (PSOL), Júlio Lóssio (Rede), Maurício Rands (PROS) e Simone Fontana (PSTU) se dispuseram a dar a cara a tapa à beira da piscina da boate Metropole. Os dois líderes das pesquisas não apareceram. Armando Monteiro (PTB) ao menos enviou a coordenadora de mobilização de sua campanha para ler uma carta com as justificativas. O governador Paulo Câmara, nem isso.</p>
<p>Houve quem dissesse que a ausência expressava o desprezo do candidato do PSB com as pautas LGBT. Como diria meu velho amigo Wellington Medeiros, do Movimento Leões do Norte, grupo que organiza o debate, talvez isso seja “maldade das bichas”: provavelmente Câmara não quis ser fotografado ao lado da bandeira do arco-íris, o que desagradaria aos seus aliados evangélicos fundamentalistas que já o fizeram ficar de joelhos.</p>
<p>No início do debate, parecia que Dani Portela estava jogando em casa graças à torcida organizada por duas candidatas da comunidade LGBT, a trans Robeyoncé Lima, sua correligionária, e a travesti Amanda Palha, candidata a deputada federal pelo PCB.</p>
<p>Devagar, Júlio Lóssio conquistou a simpatia de parte do público. Como seu primo Dan, um homem trans, coordena sua campanha no sertão, ele demonstrou intimidade com os temas e com a linguagem do público. Chegou a arrancar aplausos num ambiente que, em tese, lhe era adverso, ao usar o bom senso: “O mínimo de respeito é tratar a pessoa do jeito que ela quer ser tratada”.</p>
<p>É provável que o formato do debate tenha prejudicado Maurício Rands, mais afeito às formalidades do ambiente jurídico e do parlamento do que num debate à beira da piscina, mas também provocou danos nas costas dos entrevistadores.</p>
<p>Algo me incomodava, mas só fui ligar lé com cré quando Noélia Brito avisou: “essas cadeiras têm costafobia”. Quinze minutos depois, já estava difícil achar posição, pois a cadeira, na verdade, era um desses bancos altos para tomar uns drinques com o cotovelo no balcão ou em mesinhas altas de um pé só.</p>
<p>Um erro dos organizadores tornou tudo mais sofrido para a lombar. A previsão inicial era um bloco em que quatro representantes da sociedade civil fizessem perguntas a serem respondidas por todos os candidatos. Mas alguém – ninguém apareceu para levar a culpa – induziu a mediadora Andréa Trigueiro, professora de jornalismo da Unicap, a incluir uma réplica de dois minutos de quem fez a pergunta, seguida de uma tréplica dos candidatos. Imagine isso multiplicado por quatro. Ou melhor, por cinco: pois alguém – não sei se foi o mesmo, mas deu raiva mesmo assim – incorporou um quinto perguntador, ou seja, mais réplica e mais tréplicas.</p>
<div id="attachment_10496" style="width: 712px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://marcozero.org/wp-content/uploads/2018/09/Debate-governadores_Metropole_Ines-Campelo_MZ-Conteudo_-6.jpg"><img fetchpriority="high" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-10496" class="wp-image-10496 size-large" src="http://marcozero.org/wp-content/uploads/2018/09/Debate-governadores_Metropole_Ines-Campelo_MZ-Conteudo_-6-1024x682.jpg" alt="Debate governadores_Metropole_Ines Campelo_MZ Conteudo_ (6)" width="702" height="467"></a><p id="caption-attachment-10496" class="wp-caption-text">Debate com candidatos ao Governo no Club Metropole. DESCRIÇÃO: Cinco dos sete candidatos que participaram do debate, sentados em bancos altos, com mesas redondas, ambiente escuro. Ao fundo duas bandeiras nas cores do arco-íris. Da esquerda para direita: Ana Patrícia Alves (PCO), Dani Portela (PSOL), Júlio Lóssio (Rede), Maurício Rands (PROS) e Simone Fontana (PSTU). Crédito: Inês Campelo/MZ Conteúdo</p></div>
<p>Registre-se que, nesse tempo todo, o comportamento do público foi extremamente respeitoso com os candidatos. A irreverência e a descontração festiva, sempre associadas à imagem do público LGBT, deram lugar, desde o início, à seriedade e atenção de quem discute aos assuntos que interferem na sua vida e podem mudar seu destino.</p>
<p>Só aí, quase duas horas depois, chegou a vez das perguntas dos entrevistadores. Foi quando entendemos que só teríamos de fazer uma pergunta para um candidato a ser sorteado. Melhor assim, pois, a essa altura, já tinham sido discutidos o preconceito institucional no serviço público, a dificuldade dos transexuais de conseguir empregos, o direito à maternidade das lésbicas, a transformação do Centro de Referência do Combate à Homofobia numa política de Estado etc.</p>
<p>Para efeitos de registro, Noélia Brito perguntou se os candidatos estariam dispostos a gastar parte da verba de publicidade de seus eventuais governos em campanhas informativas sobre os direitos da população LGBT. Ana Patrícia Alves respondeu.</p>
<p>A Marco Zero quis saber como fazer para que, 33 anos após o fim da ditadura, a PM de Pernambuco deixe de ser uma milícia à serviço dos interesses das elite e dos fundamentalistas para se tornar um instrumento de construção da democracia. Coube a Maurício Rands responder que deveria ser aplicado o princípio de autoridade do governador, com aplicação justa tanto de gratificações e promoções quanto de punições severas.</p>
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