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	<title>Arquivos Cinema São Luiz - Marco Zero Conteúdo</title>
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	<description>Jornalismo investigativo que aposta em matérias aprofundadas, independentes e de interesse público.</description>
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	<title>Arquivos Cinema São Luiz - Marco Zero Conteúdo</title>
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		<title>Mostra de Cinema Árabe Feminino chega à 5ª edição com diálogo entre produções árabes e brasileiras</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marco Zero Conteúdo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Aug 2025 20:45:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Diversidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A quinta edição da Mostra de Cinema Árabe Feminino transforma telas em trincheiras de resistência cultural, reunindo filmes que atuam como arquivos vivos da História. O evento gratuito, acontece no Recife, entre 13 e 17 de agosto, e no Rio de Janeiro de 22 a 30 de agosto. Na capital pernambucana, as sessões são na [&#8230;]</p>
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<p>A quinta edição da Mostra de Cinema Árabe Feminino transforma telas em trincheiras de resistência cultural, reunindo filmes que atuam como arquivos vivos da História. O evento gratuito, acontece no Recife, entre 13 e 17 de agosto, e no Rio de Janeiro de 22 a 30 de agosto. Na capital pernambucana, as sessões são na Fundação Joaquim Nabuco (FUNDAJ Derby) e no Cinema São Luiz. No Rio, a Mostra ocupa o Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB RJ), o Cine Arte UFF, a FEBF/UERJ e escolas públicas parceiras. A programação completa pode ser conferida no <a href="https://www.cinemaarabefeminino.com/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">site do evento</a>.</p>



<p>A Mostra propõe uma reflexão crítica sobre imagens, afetos e memórias em tempos de massacres, especialmente diante da violência extrema promovida por Israel contra o povo palestino e do silenciamento institucional. Além das exibições, o evento oferece mesas redondas, sessões comentadas, encontros exclusivos com estudantes e uma masterclass online ministrada pela diretora libanesa Rania Stephan.</p>



<p>“Em um contexto marcado pela violência extrema orquestrada por Israel contra o povo palestino e pela tentativa de silenciamento institucional do horror, a Mostra se afirma como espaço de resistência e solidariedade através do cinema”, explicam as curadoras da mostra, Alia Ayman, Analu Bambirra e Carol Almeida.</p>



<p>Uma das novidades é a iniciativa “Solidariedade Brasil-Árabe”, que promove diálogos diretos entre produções árabes e brasileiras. Em Recife, por exemplo, o palestino <em>Slingshot Hip Hop</em> (J. Reem Salloum), sobre resistência cultural através do rap, será exibido junto ao pernambucano <em>Sua Majestade, o Passinho</em> (Mannu Costa e Carol Correia). No Rio, o clássico tunisiano <em>Fatma 75</em> (Selma Baccar) dialogará com o curta brasileiro <em>A Entrevista</em> (Helena Solberg), criando pontes entre lutas feministas de diferentes geografias.</p>



<p>Entre os destaques inéditos no <em>Brasil estão Rainhas</em> (Yasmine Benkiran, Marrocos/França, 2022) e <em>Sudão, Lembre de Nós</em> (Hind Meddeb, França, 2024), este último com exibição exclusiva no Recife. Também integram o catálogo obras como <em>A Canção da Besta</em> (Sophia Al-Maria), <em>Dançando a Palestina</em> (Lamees Almakkawy) e <em>Neo Nahda</em> (May Ziadé), todas resistindo ao apagamento de identidades árabes e às políticas coloniais. O encerramento ficará por conta de <em>Um Estado de Devoção</em> (Carol Mansour e Muna Khalidi), que acompanha o trabalho do cirurgião palestino-britânico Ghassan Abu-Sittah nos hospitais de Gaza após outubro de 2023.</p>



<p>A masterclass “O Caminho para o Arquivo”, ministrada pela diretora libanesa Rania Stephan, já exibida em Locarno e Veneza, abordará sua trajetória e processos criativos, mostrando como memória e montagem podem reconstruir narrativas e ressignificar imagens históricas. Serão exibidos quatro curtas e o longa <em>Os Três Desaparecimentos de Soad Hosni</em> (2011), que recompõe a vida da icônica atriz egípcia a partir de fragmentos de sua filmografia.</p>



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		<title>Cinema São Luiz exibe documentário premiado sobre família do Ibura</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jeniffer Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 Nov 2024 14:08:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema São Luiz]]></category>
		<category><![CDATA[covid-19]]></category>
		<category><![CDATA[documentário]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O documentário Tijolo por Tijolo estreia nesta sexta-feira (08), às 17h, durante a programação do XV Janela Internacional de Cinema do Recife, no Cinema São Luiz. Dirigido por Victória Álvares e Quentin Delaroche, o filme acompanha a história de Cris Martins e sua família, que vivem no Ibura, periferia do Recife, em meio a pandemia [&#8230;]</p>
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<p>O documentário <em>Tijolo por Tijolo</em> estreia nesta sexta-feira (08), às 17h, durante a programação do XV Janela Internacional de Cinema do Recife, no Cinema São Luiz. Dirigido por Victória Álvares e Quentin Delaroche, o filme acompanha a história de Cris Martins e sua família, que vivem no Ibura, periferia do Recife, em meio a pandemia da covid-19. </p>



<p>A sessão vai ser seguida de um debate com a equipe do filme e parte do elenco. Para muitos moradores do Ibura convidados para a exibição &#8211; equipe vai disponibilizar dois ônibus para levá-los do Ibura até a rua da Aurora &#8211; será a primeira experiência em uma sala de cinema.</p>



<p>A história se passa no início da pandemia de covid-19, no momento em que a família foi forçada a abandonar sua casa devido ao risco de desabamento. Grávida do quarto filho e lutando por uma laqueadura, Cris trabalha como influenciadora digital enquanto a família reconstrói a moradia. O filme propõe uma discussão sobre questões políticas e sociais importantes, como a desigualdade no acesso aos direitos sexuais e reprodutivos, o direito à moradia e a vulnerabilidade de pessoas negras em tragédias e crimes ambientais.</p>



<p>&#8220;Para a gente é muito significativo que o filme tenha sido feito em um contexto político tão difícil, e que ele esteja sendo lançado agora, quando voltamos ter um Ministério da Cultura, há a Lei Paulo Gustavo, e é graças a essa lei que a gente conseguiu acessar recursos para finalizar esse projeto. Esse filme existe graças ao dinheiro público”, explica Victória Álvares, que dirigiu seu segundo longa metragem ao lado de Quentin Delaroche.</p>



<p>O filme fez parte da seleção do 13º <a href="https://www.olhardecinema.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Olhar de Cinema de Curitiba</a>, onde recebeu os prêmios de Melhor Direção, Melhor Montagem e o Prêmio da Crítica Abraccine. A obra é produzida pela Revoada Filmes, e chegará aos cinemas em 2025.</p>



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                <img decoding="async" src="https://marcozero.org/wp-content/uploads/2024/11/Tijolo-por-tijolo_cartaz.png" alt="O cartaz do filme Tijolo por Tijolo traz uma mulher negra ao centro, vestida de amarelo e com uma auréola, simbolizando uma figura poderosa. Ela segura um celular e está cercada por tijolos e outras cinco pessoas: uma mulher mais velha, um homem com uma pá e três crianças agachadas, uma delas segurando uma colher de pedreiro. O fundo é amarelo, com o título TIJOLO POR TIJOLO em rosa. Acima, está o selo do festival Olhar de Cinema, de 2024." class="" loading="lazy" width="574">
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