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	<title>Arquivos Frente Amplio - Marco Zero Conteúdo</title>
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	<description>Jornalismo investigativo que aposta em matérias aprofundadas, independentes e de interesse público.</description>
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	<title>Arquivos Frente Amplio - Marco Zero Conteúdo</title>
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		<title>Ações de redes e ruas mobilizam apoio eleitoral a candidaturas de ativistas na América Latina</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Mariama Correia]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 01 Sep 2019 13:41:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Reportagens]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A mexicana Susana Ochoa concorreu ao cargo de deputada no México, durante as eleições de 2018. Ela integra o movimento Wikipolítica, que reúne jovens de esquerda e, em 2015, elegeu o ativista Pedro Kumamoto para o Congresso de Jalisco, um dos estados mexicanos. Pedro foi o primeiro candidato independente a se eleger para o legislativo [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;"><a href="http://marcozero.org/wp-content/uploads/2019/08/selo-ocupa-política-e1565906338505.png"><img decoding="async" class="size-full wp-image-18264 alignleft" src="http://marcozero.org/wp-content/uploads/2019/08/selo-ocupa-política-e1565906338505.png" alt="selo ocupa política" width="150" height="101"></a>A mexicana Susana Ochoa concorreu ao cargo de deputada no México, durante as eleições de 2018. Ela integra o movimento Wikipolítica, que reúne jovens de esquerda e, em 2015, elegeu o ativista Pedro Kumamoto para o Congresso de Jalisco, um dos estados mexicanos. Pedro foi o primeiro candidato independente a se eleger para o legislativo local.<br />
</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O movimento ao qual Susana e Pedro pertencem é considerado uma experiência inovadora no México, tanto pelas estratégias de financiamento, quanto pelas abordagens de engajamento do eleitorado. A campanha de Susana, por exemplo, contou com doações simbólicas de apoiadores. A experiência dela aponta caminhos para viabilizar candidaturas sem muitos recursos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“</span><span style="font-weight: 400;">Tinha gente que doava US$ 1”, lembrou durante sua participação no Ocupa Política 2019, no Recife. Entre micro e macro doações, a candidata conseguiu mobilizar US$ 9 milhões para a campanha, mesmo existindo um limite de US$ 7 mil por doador, no México. A campanha também mobilizou o trabalho voluntário de seis mil pessoas. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">As candidaturas independentes, como no caso mexicano, não fazem parte da realidade do Brasil porque a legislação eleitoral daqui exige a filiação partidária. Mas alguns exemplos locais guardam semelhanças com os modelos inovadores experimentados nesse e em outros países da América Latina. Depois da proibição</span>&nbsp;de doações de pessoas jurídicas e das mudanças de regras para a distribuição de recursos no Brasil, outras alternativas de arrecadação como o financiamento coletivo de campanhas (crowdfunding) passaram a ser exploradas.</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Um exemplo de uso desses recursos é a Bancada Ativista de São Paulo, um movimento pluripartidário que busca colocar ativistas na política institucional. No ano passado, a Bancada Ativista elegeu uma candidatura coletiva com nove ativistas de diferentes territórios e áreas de atuação para a Assembleia Legislativa de São Paulo, um modelo parecido com o das codeputadas Juntas (Psol), eleitas deputadas estaduais em Pernambuco em 2018.<br />
</span></p>
<div id="attachment_18671" style="width: 594px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://marcozero.org/wp-content/uploads/2019/08/bancada-ativistaa.png"><img fetchpriority="high" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-18671" class="wp-image-18671 size-full" src="http://marcozero.org/wp-content/uploads/2019/08/bancada-ativistaa.png" alt="bancada ativistaa" width="584" height="367"></a><p id="caption-attachment-18671" class="wp-caption-text">A candidatura coletiva da Bancada Ativista conquistou o mandato na Assembleia Legislativa de São Paulo fazendo uma campanha de &#8220;baixo custo e alta intensidade&#8221;</p></div>
<p><span style="font-weight: 400;">A antiga fórmula de ouro da política, uma soma de dinheiro mais apoio partidário, está ultrapassada, na opinião de Caio Tendolini, um dos fundadores do movimento. Para ele, é possível eleger com poucos recursos e sem o apoio majoritário da legenda, porque “os partidos têm suas filas de candidatos&#8221;.&nbsp;</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ele listou alguns elementos essenciais para uma campanha de “baixo custo e alta intensidade”. “O primeiro é a construção de uma narrativa forte. Por exemplo, no nosso caso optamos pela linha da esperança em oposição ao medo&#8221;, explicou.</span></p>
<h3>A força do on-line e a presença nas ruas</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Campanhas nos moldes das realizadas por esses novos grupos políticos quase sempre se tornaram possíveis por um fator em comum: a força da internet e das redes sociais. &nbsp;Mas a inovação não surge ou pode se restringir apenas ao ambiente on-line. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“É importante ter uma base de suporte estabelecido no off-line para que a campanha cresça no ambiente digital”, considerou Caio&nbsp;Tendolini, destacando que a capilaridade da internet precisa andar junto da estratégia de rua.&nbsp;</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Durante sua participação no Ocupa Política 2019, Rodrigo Echecopan, do movimento Frente Amplio, do Chile, lembrou que é importante conquistar o apoio de indivíduos, &#8220;mas também dos movimentos que estão trabalhando pelo interesse coletivo”.</span></p>
<div id="attachment_18672" style="width: 860px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://marcozero.org/wp-content/uploads/2019/08/Rodrigo-Echecopar.jpg"><img decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-18672" class="wp-image-18672 size-full" src="http://marcozero.org/wp-content/uploads/2019/08/Rodrigo-Echecopar.jpg" alt="Rodrigo Echecopar" width="850" height="400"></a><p id="caption-attachment-18672" class="wp-caption-text">Rodrigo Echecopan, da Frente Amplio do Chile, defende a busca de apoio eleitoral de movimentos com causas coletivas</p></div>
<p><span style="font-weight: 400;">Sim, a internet amplia as oportunidades de conquista do eleitorado, concordam os ativistas e candidatos. Porém,&nbsp; esses canais trazem novos desafios. &#8220;Na primeira campanha que realizamos, em 2012, fizemos uso massivo do WhatsApp e do Facebook. Já em 2018 essas ferramentas foram amplamente utilizadas por candidaturas de direita. Inclusive o uso de dados dos usuários dessas redes para fins eleitorais estão sendo questionados atualmente&#8221;, lembrou Alejandra Parra, </span><span style="font-weight: 400;">ativista mexicana que atuou no gabinete de campanha de Pedro Kumamoto, do Wikipolitica.</span></p>
<h3><b>O desafio de criar um partido </b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">A mobilização de recursos é um dos grandes desafios enfrentados pelos novos atores políticos. Não o único. Outros fatores como a burocracia e o engessamento de leis eleitorais atravancam, por exemplo, a criação de novos partidos. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Atenas Vargas, do movimento Soberanía y Libertad, foi a candidata mais jovem da Bolívia nas eleições de 2009. Em cinco anos de existência o Soberania já elegeu 25 pessoas, mas para se estabelecer enquanto partido precisava colher 120 mil assinaturas. “É exigido o preenchimento de formulários que depois são analisados. Conseguimos mais do que o necessário, contudo nem todos os formulários foram aceitos porque somos oposição.”</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para ser registrado, o Futuro, um partido regional formado a partir do Wikipolitica, no México, precisa colher 20 mil assinaturas. “ Até agora conseguimos a metade. Também temos que cumprir a exigência de realizar assembleias em dois terços dos municípios do estado em um ano, o que é grande um desafio logístico. Estamos correndo para completar metade das assembleias até dezembro&#8221;, conta <span style="font-weight: 400;">Alejandra Parra</span>. </span></p>
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