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	<title>Arquivos IFPE - Marco Zero Conteúdo</title>
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	<description>Jornalismo investigativo que aposta em matérias aprofundadas, independentes e de interesse público.</description>
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	<title>Arquivos IFPE - Marco Zero Conteúdo</title>
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	<item>
		<title>Comunidade acadêmica se mobiliza contra divisão do IFPE</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Raíssa Ebrahim]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Dec 2021 13:58:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[IFPE]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Ministério da Educação (MEC) está com uma proposta de reordenamento da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica. Na prática, o projeto possibilitaria a criação de 10 novos Institutos Federais, incluindo um em Pernambuco, o IF Agreste-PE, a partir de um projeto que tramita no Congresso Nacional. O investimento, que acontece com a [&#8230;]</p>
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<p>O Ministério da Educação (MEC) está com uma proposta de reordenamento da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica. Na prática, o projeto possibilitaria a criação de 10 novos Institutos Federais, incluindo um em Pernambuco, o IF Agreste-PE, a partir de um projeto que tramita no Congresso Nacional. O investimento, que acontece com a chegada de um ano eleitoral, não viria acompanhado da criação de novos campi, cursos, vagas, bolsas de estudo nem auxílio a estudantes.</p>



<p>A ideia está gerando revolta e mobilização da comunidade acadêmica do Instituto Federal de Pernambuco (IFPE), que criou o movimento <a href="https://www.instagram.com/divisaonaoifpe/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">“IFPE Divisão NÃO”</a>, com <a href="https://secure.avaaz.org/community_petitions/po/governo_federal_mec_setec_mec_nao_divisao_do_ifpe/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">abaixo-assinado</a>. A avaliação é que o desmembramento irá gerar, na prática, o enfraquecimento da instituição. Segundo o Conselho Nacional das Instituições Federais, a criação da nova reitoria custaria R$ 20 milhões. Esse valor, caso investido anualmente, daria para criar cerca de 800 novas vagas no estado.</p>



<p>A proposta tem apoio de parlamentares da bancada pernambucana no Congresso, com destaque para o líder do Governo, o senador Fernando Bezerra Coelho (MDB). O ex-ministro da Educação Mendonça Filho também vem demonstrando apoio e comemorando a proposta, sob o argumento da interiorização da educação e o desenvolvimento econômico e social do interior. </p>



<p>Apesar do tom de novidade do discurso do ministro da Educação, Milton Ribeiro, o projeto é o mesmo já apresentado na gestão de Mendonça Filho, no governo Temer. A nova reitoria não ficaria em Caruaru, cidade polo do Agreste, mas sim em Belo Jardim, reduto eleitoral de Mendonça Filho e sua família.</p>



        <div class="leia-tambem d-flex flex-column py-2 my-4 my-md-5">
            <span class=" d-block mb-2">MAIS SOBRE ESSE ASSUNTO:</span>

            <div class="d-flex flex-column">
                <a href="https://marcozero.org/mendonca-filho-atua-pessoalmente-para-fortalecer-grupo-contra-ocupacao-em-seu-reduto-eleitoral/" class="titulo">Mendonça Filho atua pessoalmente para fortalecer grupo contra ocupação em seu reduto eleitoral</a>
	                    <div class="tags d-flex mt-3 flex-wrap">
            
		            </div>
	            </div>
        </div>

		


<p>A medida, no entanto, é rejeitada quase que por unanimidade pela comunidade que compõe o IFPE. Uma consulta pública realizada em setembro de 2021 mostrou que os votos contrários somaram 92,28% dos discentes, 90,15% dos docentes e 80,27% dos técnicos-administrativos. Um total de 2.540 pessoas votaram.</p>



<p>O posicionamento foi submetido à apreciação da instância decisória máxima do IFPE, o Conselho Superior (Consup), que deliberou, ainda em setembro, pela rejeição oficial da proposta. O MEC foi notificado da decisão.</p>



<p>Pernambuco conta atualmente com dois IFs, cada um com uma reitoria própria. O Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Pernambuco conta com 16 campi e o Instituto Federal do Sertão Pernambucano (IF Sertão-PE), com sete campi. A proposta do MEC é dividir esses campi já existentes e criar um terceiro, o Instituto Federal do Agreste de Pernambuco (IF Agreste-PE).</p>



<p>A escolha de um novo reitor, em Belo Jardim, ficaria a cargo do Governo Federal. Depois de cinco anos, haveria eleição. À Marco Zero, o reitor do IFPE, José Carlos de Sá Júnior, frisa que a proposta irá tão somente criar uma nova reitoria, “com todos os custos associados, para administrar uma estrutura que já é administrada”.</p>



<p>“É importante destacar que o atendimento à população com educação profissional e tecnológica federal não será ampliado, e isso já é estranho quando se vende a ideia de criação de um novo instituto”, detalha. Como prejuízo da divisão dos campi, José Carlos cita a “quebra da unidade institucional”. Ao atuarem em conjunto, os campi realizam atividades em parceria e diminuem a burocracia.</p>



<p>Ele cita um exemplo: “Hoje, de maneira simples, um professor de Barreiros pode orientar um estudante de Afogados da Ingazeira que desenvolva um projeto de pesquisa ou extensão dentro da sua área de conhecimento. Outro docente de Recife pode ser o responsável por ministrar uma disciplina a uma turma de Caruaru, e vice-versa”.</p>



<p>O reitor também atenta para o prejuízo que pode acontecer quanto às relações e a identidade construída ao longo de 10 anos de IFPE junto aos municípios, com as comunidades locais, o poder público e a sociedade. Na visão dele e da comunidade acadêmica, a prioridade agora é outra, com a retomada das atividades, depois do pico da pandemia.</p>



<p>José Carlos calcula que, entre 2020 e 2021, o orçamento discricionário do IFPE foi reduzido em cerca de 23%. Segundo ele, a instituição já vinha num processo de redução de seu orçamento desde 2017. A instituição vem sofrendo impactos na aquisição de insumos básicos para o funcionamento e contratação de empresas terceirizadas. Precisou, por exemplo, diminuir a quantidade de postos de vigilância nos campi.</p>



<p>“Precisamos compreender a realidade, que se transformou, adaptar vários de nossos processos e batalhar pela recomposição do nosso orçamento, que vem caindo há muitos anos e nos deixando cada vez mais em situação difícil”, defende o reitor. A comunidade do IFPE vem dialogando e pressionando parlamentares da bancada federal de Pernambuco.</p>



<p>A reportagem procurou o MEC, mas não recebeu qualquer retorno até o momento.</p>



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		<title>Universidades pernambucanas fazem protesto online contra cortes no orçamento para ciência</title>
		<link>https://marcozero.org/universidades-pernambucanas-fazem-protesto-online-contra-cortes-no-orcamento-para-ciencia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Inácio França]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Oct 2021 20:47:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[ciência]]></category>
		<category><![CDATA[cortes na ciência]]></category>
		<category><![CDATA[IFPE]]></category>
		<category><![CDATA[ocupação UFPE]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Sete universidades pernambucanas vão realizar um protesto virtual contra os cortes de recursos para o fomento à ciência no Brasil. O “Ato Pernambucano em Defesa da Educação, Ciência, Tecnologia e Inovação – CNPq: patrimônio nacional” vai acontecer às 9h de quarta-feira, 20 de outubro, com transmissão ao vivo pelo canal da Universidade Federal de Pernambuco [&#8230;]</p>
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<p>Sete universidades pernambucanas vão realizar um protesto virtual contra os cortes de recursos para o fomento à ciência no Brasil. O “Ato Pernambucano em Defesa da Educação, Ciência, Tecnologia e Inovação – CNPq: patrimônio nacional” vai acontecer às 9h de quarta-feira, 20 de outubro, com transmissão ao vivo pelo canal da Universidade Federal de Pernambuco no YouTube (<a href="https://www.youtube.com/UFPEoficial">https://www.youtube.com/UFPEoficial</a>).</p>



<p>Reitores, vice-reitores e representantes de entidades científicas e da sociedade civil participarão do protesto promovido pela UFPE, Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE), Universidade de Pernambuco (UPE), Universidade Católica de Pernambuco (Unicap), Universidade Federal do Agreste de Pernambuco (Ufape), Instituto Federal de Pernambuco (IFPE) e o Instituto Federal do Sertão Pernambucano (IF Sertão-PE). O evento terá ainda a participação de representantes de 10 organizações sociais, além de parlamentares da bancada pernambucana.<br> <br>Depois de sucessivos cortes orçamentários, a ciência e a pesquisa brasileiras foram surpreendidas pela decisão recente do ministério da Economia de retirar o crédito suplementar de R$ 690 milhões – aproximadamente 90% dos recursos disponíveis para a ciência no País, o que inviabilizaria o funcionamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e paralisaria o trabalho de laboratórios de centros de pesquisado país.<br> <br>Os cortes também irão inviabilizar as bolsas de pesquisa, de iniciação científica e de pós-doutorado no País, que já não possuíam expectativa de ampliação do quadro geral. Além disso, cerca de R$ 2 bilhões do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT) seguem pendentes de destinação, prejudicando o desenvolvimento científico no Brasil.<br><br>Durante a manifestação pública desta quarta (20), os reitores e cientistas vão enfocar como e porque o corte orçamentário atual segue na contramão de estratégias adotadas por países que buscam vencer a crise causada pela covid-19, essenciais no movimento de retomada pós-pandemia. A desvalorização do setor e do desenvolvimento científico provoca a saída de especialistas e destrói a capacidade competitiva do País em trabalhar na fronteira do conhecimento humano, causando prejuízos que serão sentidos pelas atuais e futuras gerações.</p>



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	<p>O post <a href="https://marcozero.org/universidades-pernambucanas-fazem-protesto-online-contra-cortes-no-orcamento-para-ciencia/">Universidades pernambucanas fazem protesto online contra cortes no orçamento para ciência</a> apareceu primeiro em <a href="https://marcozero.org">Marco Zero Conteúdo</a>.</p>
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		<title>Painéis de energia solar comprados pelo IFPE seguem sem uso há dois anos</title>
		<link>https://marcozero.org/paineis-de-energia-solar-comprados-pelo-ifpe-seguem-sem-uso-ha-dois-anos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Raíssa Ebrahim]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Dec 2019 17:19:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Socioambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[IFPE]]></category>
		<category><![CDATA[investimento público]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Instituto Federal de Pernambuco (IFPE) investiu pouco mais de R$ 1 milhão na compra de equipamentos de energia solar para construção de usinas fotovoltaicas em cinco campi: Recife, Afogados da Ingazeira, Caruaru e Garanhuns, além da ampliação da iniciativa já existente em Pesqueira. A ideia era proporcionar economia de energia, mas o material, adquirido [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[O Instituto Federal de Pernambuco (IFPE) investiu pouco mais de R$ 1 milhão na compra de equipamentos de energia solar para construção de usinas fotovoltaicas em cinco campi: Recife, Afogados da Ingazeira, Caruaru e Garanhuns, além da ampliação da iniciativa já existente em Pesqueira. A ideia era proporcionar economia de energia, mas o material, adquirido com recurso público do próprio do instituto por meio de <a href="http://www.portaltransparencia.gov.br/despesas/empenho/151910264182016NE800222?ordenarPor=fase&amp;direcao=desc" target="_blank" rel="noopener noreferrer">licitação</a> e entregue em 2017, está até agora sem instalação.

No campus Pesqueira, onde já há usina instalada, a economia gerada na conta de luz chega a ser de aproximadamente 15%. A tecnologia solar também reduz os impactos ambientais. As imagens recebidas pela <strong>Marco Zero Conteúdo</strong> mostram os equipamentos totalmente parados, com algumas das caixas expostas ao ar livre, cobertas apenas com uma espécie de lona. <img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter wp-image-24271 size-full" src="http://marcozero.org/wp-content/uploads/2019/12/WhatsApp-Image-2019-11-28-at-16.51.31.jpeg" alt="" width="1280" height="720" srcset="https://marcozero.org/wp-content/uploads/2019/12/WhatsApp-Image-2019-11-28-at-16.51.31.jpeg 1280w, https://marcozero.org/wp-content/uploads/2019/12/WhatsApp-Image-2019-11-28-at-16.51.31-300x169.jpeg 300w, https://marcozero.org/wp-content/uploads/2019/12/WhatsApp-Image-2019-11-28-at-16.51.31-768x432.jpeg 768w, https://marcozero.org/wp-content/uploads/2019/12/WhatsApp-Image-2019-11-28-at-16.51.31-1024x576.jpeg 1024w" sizes="(max-width: 1280px) 100vw, 1280px" /> <img decoding="async" class="aligncenter wp-image-24272 size-full" src="http://marcozero.org/wp-content/uploads/2019/12/WhatsApp-Image-2019-11-28-at-15.35.49-1.jpeg" alt="" width="1024" height="768" srcset="https://marcozero.org/wp-content/uploads/2019/12/WhatsApp-Image-2019-11-28-at-15.35.49-1.jpeg 1024w, https://marcozero.org/wp-content/uploads/2019/12/WhatsApp-Image-2019-11-28-at-15.35.49-1-300x225.jpeg 300w, https://marcozero.org/wp-content/uploads/2019/12/WhatsApp-Image-2019-11-28-at-15.35.49-1-768x576.jpeg 768w, https://marcozero.org/wp-content/uploads/2019/12/WhatsApp-Image-2019-11-28-at-15.35.49-1-600x450.jpeg 600w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" />

O IFPE, no entanto, garantiu, em nota enviada pela assessoria de imprensa, que “os painéis estão sendo conservados adequadamente, sem qualquer possibilidade de estarem se estragando”. O instituto alega que o motivo que travou a instalação foi a falta de verba para dar continuidade ao investimento. Os painéis precisam de um sistema de instalação específico para funcionar. “Vale salientar que as intercorrências ocasionadas pelo contingenciamento de recursos prejudicou várias atividades do IFPE e inviabilizou qualquer iniciativa nesse sentido que contasse com recursos próprios”, diz a nota.

A solução vai sair do papel somente agora, mais de dois anos depois da compra, somente para o Campus Recife, que foi contemplado para instalação por uma parceria com a Celpe, por meio do Programa de Eficiência Energética, regulado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). De acordo com a companhia elétrica, os trâmites internos para contratação da empresa executora estão em andamento e encontram-se atualmente em fase final de aprovação. Quanto aos outros quatro campi, foi assinado há alguns dias um acordo de cooperação técnica para construção dos projetos que ainda serão submetidos ao edital da Celpe.

Atualizado em 6/12/19 às 21h<p>O post <a href="https://marcozero.org/paineis-de-energia-solar-comprados-pelo-ifpe-seguem-sem-uso-ha-dois-anos/">Painéis de energia solar comprados pelo IFPE seguem sem uso há dois anos</a> apareceu primeiro em <a href="https://marcozero.org">Marco Zero Conteúdo</a>.</p>
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