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	<title>Arquivos protesto Pernambuco - Marco Zero Conteúdo</title>
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	<description>Jornalismo investigativo que aposta em matérias aprofundadas, independentes e de interesse público.</description>
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	<title>Arquivos protesto Pernambuco - Marco Zero Conteúdo</title>
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		<title>Família da menina assassinada em Porto de Galinhas denuncia ameaças e pede punição a policiais militares</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Giovanna Carneiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 Apr 2022 21:08:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Paulo Câmara]]></category>
		<category><![CDATA[Polícia Militar]]></category>
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<p>Aos gritos de “não houve troca de tiros”, parentes e amigos da família da menina Heloysa Gabrielle, de apenas seis anos, realizaram um ato cobrando por justiça, em frente ao Palácio do Campo das Princesas, na manhã desta segunda-feira.A manifestação aconteceu no momento em que os pais de Heloysa estavam reunidos com o secretário-executivo da Casa Civil do Governo de Pernambuco, Eduardo Figueiredo, para tratar sobre o andamento das investigações do assassinato da criança e pedir o fim das operações policiais na cidade de Porto de Galinhas, litoral sul do estado.</p>



<p>Abalados, os pais da criança decidiram não dar entrevistas, mas fizeram questão de afirmar que “não houve troca de tiros”, reforçando, mais uma vez, que a menina foi morta por disparos feitos por policiais militares do Batalhão de Operações Especiais (Bope).Se os pais não quiseram falar, outros parentes fizeram relatos com detalhes dolorosos.</p>



<p>Tia da criança assassinada, Wilma Fernandes passava a semana cuidando de Heloysa enquanto seus pais trabalhavam. Para ela, a dor e a revolta do assassinato são sentimentos que nunca vão passar:“A sensação que eu tenho é que perdi uma filha. Ela passava muito tempo comigo, os pais dela saíam para trabalhar e ela ficava no hotelzinho que eu tenho junto com a minha filha. Infelizmente, nunca mais vou ter ela comigo. Tudo que eu quero agora é justiça por ela”, afirmou a tia.</p>



<p>Presente no ato desta segunda-feira, Wilma pediu por segurança para a família e afirmou que está sendo intimidada por policiais. “Todos os dias, eles [policiais] passam pela nossa casa, eu e minha mãe estamos muito assustadas, não conseguimos dormir”, disse. O irmão da garota, de apenas quatro anos, viu o momento em que a irmã morreu, no dia 31 de março, na frente da casa da avó . Os parentes que participaram do protesto contam que toda a família está em choque, bastante balada, e precisando de acompanhamento psicológico.</p>



<p>Vizinhos e amigos da família presentes no ato fizeram questão de afirmar o quanto a menina era querida na comunidade, reforçando também as denúncias contra a violência policial que tem assustado os moradores de Porto de Galinhas.“Nós queremos justiça, queremos que nosso grito seja ouvido, porque além de perder Heloysa nós estamos sendo ameaçados dentro da nossa comunidade. As ações da polícia ainda acontecem de forma constante, eles vão na casa da família, tentando nos amedrontar para distorcer os fatos”, declarou Marilene Rosália, vizinha da família de Heloysa.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>A reação do </strong>Governo</h2>



<p>De acordo com o advogado Eliel Silva, que presta assistência jurídica à família de Heloysa, na reunião desta segunda-feira, o representante da Casa Civil, Eduardo Figueiredo, afirmou que o governador Paulo Câmara deve se encontrar com os pais da criança ainda esta semana.“O secretário disse que o estado de Pernambuco não tolera qualquer tipo de violência, mas as organizações e o Movimento Negro de Pernambuco têm denunciado publicamente o nível de truculência da abordagem policial, então, o governador pode até não tolerar, mas a prática e o <em>modus operandi</em> da polícia são outros”, afirmou Eliel Silva.</p>



<p>Ainda de acordo com o advogado, na reunião desta segunda-feira, foram apresentadas as reivindicações da família de Heloysa e dos demais moradores de Porto de Galinhas que afirmam estar sob constante ameaça da Polícia Militar. As principais demandas manifestadas foram a realização um encontro da família de Heloysa com o governador, o afastamento imediato dos policiais envolvidos na operação que culminou na morte da criança, celeridade nas investigações do caso e fim das operações do Batalhão de Operações Policiais Especiais (BOPE) em Porto de Galinhas.</p>



<p></p>



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	                                        <p class="m-0">Advogado Eliel Silva informou que governador receberá pais de Heloysa. Crédito: Arnaldo Sete/MZ Conteúdo</p>
	                
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<p>Após a reunião, a família seguiu para Corregedoria, onde formalizaram todas as denúncias sobre o assassinato de Heloysa. As investigações do caso estão sendo conduzidas pela Divisão de Homicídios Metropolitana Sul, localizada em Jaboatão dos Guararapes. De acordo com Eliel Silva, o inquérito já foi instaurado e a transparência e celeridade das investigações serão acompanhadas de perto pela família.</p>



<p>“Se a polícia e a proteção não chegaram antes dessa situação, para salvar a vida de Heloysa, que chegue pelo menos agora nas investigações e responsabilizações imediatas de quem atirou e de quem corroborou com essa violência que está instalada em Ipojuca”, disse o advogado.</p>



<p>“Não somos contra a polícia, somos contra o que eles estão fazendo na comunidade, a forma que eles estão agindo, tratando todo mundo como bandido. Não somos bandidos, lá [Porto de Galinhas] moram famílias e pessoas de bem. A gente não dorme, a gente não descansa por medo do que estamos vivendo hoje em nossa comunidade. Nós estamos sendo coagidos e intimidados por olhares, por armamentos pesados, porque eles [policiais] chegam nas ruas como se fossem pegar um bandido”, ressaltou Mayara Talita, prima de Heloysa Gabrielle.</p>



<p><em><strong>Esta reportagem foi produzida com apoio do<a href="http://www.reportfortheworld.org/" rel="noreferrer noopener" target="_blank">Report for the World</a>, uma iniciativa do<a href="http://www.thegroundtruthproject.org/" rel="noreferrer noopener" target="_blank">The GroundTruth Project.</a></strong></em></p>



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<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p><strong>Seja mais que um leitor da Marco Zero…</strong></p><p>A Marco Zero acredita que compartilhar informações de qualidade tem o poder de transformar a vida das pessoas. Por isso, produzimos um conteúdo jornalístico de interesse público e comprometido com a defesa dos direitos humanos. Tudo feito de forma independente.</p><p>E para manter a nossa independência editorial, não recebemos dinheiro de governos, empresas públicas ou privadas. Por isso, dependemos de você, leitor e leitora, para continuar o nosso trabalho e torná-lo sustentável.</p><p>Ao contribuir com a Marco Zero, além de nos ajudar a produzir mais reportagens de qualidade, você estará possibilitando que outras pessoas tenham acesso gratuito ao nosso conteúdo.</p><p>Em uma época de tanta desinformação e ataques aos direitos humanos, nunca foi tão importante apoiar o jornalismo independente.</p><p><a href="https://marcozero.org/assine/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">É hora de assinar a Marco Zero</a></p></blockquote>
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		<title>Mais um trabalhador baleado pela PM  corre risco de perder visão do olho direito</title>
		<link>https://marcozero.org/mais-um-trabalhador-baleado-pela-pm-corre-risco-de-perder-visao-do-olho-direito/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Giovanna Carneiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 30 May 2021 18:48:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Fora Bolsonaro]]></category>
		<category><![CDATA[Governo de Pernambuco]]></category>
		<category><![CDATA[Paulo Câmara]]></category>
		<category><![CDATA[Polícia Militar]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Jonas Correia, de 29 anos, foi mais uma das pessoas atingidas por uma bala de borracha disparada por policiais do Batalhão de Choque no ato deste sábado, 29 de maio. O trabalhadorestava voltando para casa após passar a manhã no Mercado São José, no Centro do Recife, onde prestava serviço autônomo, quando foi atingido pelo [&#8230;]</p>
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<p>Jonas Correia, de 29 anos, foi mais uma das pessoas atingidas por uma bala de borracha disparada por policiais do Batalhão de Choque no ato deste sábado, 29 de maio. O trabalhadorestava voltando para casa após passar a manhã no Mercado São José, no Centro do Recife, onde prestava serviço autônomo, quando foi atingido pelo disparo a 200 metros do palácio do Campo das Princesas, sede do governo pernambucano.</p>



<p>Jonas tentava iniciar a travessia da ponte Princesa Isabel de bicicleta, quando se viu em meio ao cerco policial. As imagens mostram que ele acata as ordens dos soldados e se distancia deles, mas nem isso adiantou: Jonas foi atingido por uma bala de borracha no olho direito. </p>



<p>O arquiteto e ativista ambiental Alexandre Sávio Ramos testemunhou o momento em que ele foi ferido: &#8220;Vi quando foi atingido por bala de borracha no olho. Briguei com a polícia para socorrê-lo, pois na esquina da ponte tinha uns 6 carros da polícia parados. Os Pms disseram que eu que socorresse. O homem estava desesperado e saiu andando, perambulando sem rumo junto com um amigo. E ele chegou a avisar ao policial que lhe negou socorro que não estava no ato&#8221;.</p>



<p>De acordo com a sua esposa, Daniela Barreto, o trabalhador está com 99% da visão comprometida e está internado no Hospital da Restauração (HR) aguardando a cirurgia. “Estão tratando o olho com pomadas e lavagem, porque ainda está muito inchado. Só depois é que vão transferir para o Altino Ventura para fazer a cirurgia”, relatou Daniela.A situação é semelhante a de Daniel Campelo baleado pouco antes durante o ataque da PM na ponte Duarte Coelho.</p>



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                <img decoding="async" src="https://marcozero.org/wp-content/uploads/2021/05/jonas-e-familia.jpg" alt="Jonas Correia ao lado da esposa, Daniela Barreto, e dos filhos, Jonnatha e Geisyla" class="" loading="lazy" >
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	                                        <p class="m-0">Jonas ao lado da esposa, Daniela Barreto, e dos filhos, Jonnatha e Geisyla. Crédito: Arquivo pessoal
</p>
	                
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<p>Pai de duas crianças, Jonnatha, de 9 anos e Geisyla, de 1 ano e 6 meses, Jonas corre o risco de perder a visão de um dos olhos, assim como já aconteceu com Daniel. Tanto Jonas quanto Daniel não participavam das manifestações.</p>



<p>Com poucos recursos financeiros, Daniela Barreto pede doações para ajudar nos custos do tratamento médico do marido. “A gente não sabe nem quando ele vai ser operado. Eu quero juntar dinheiro para comprar os medicamentos e até tentar uma cirurgia particular para ele”, afirmou.</p>





<h2 class="wp-block-heading">Governo do Estado promete assistência às vítimas </h2>



<p>Na manhã deste domingo, 30 de maio, o governador Paulo Câmara determinou que a Secretaria de Justiça e Direitos Humanos (SJDH) preste assistência médica às vítimas e inicie o processo de indenização. “Assim como estamos acompanhando a investigação que está sendo realizada pela Corregedoria, também vamos seguir de perto a assistência às pessoas que resultaram feridas”, afirmou o governador.</p>



<blockquote class="wp-block-quote has-text-align-center is-style-large is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>Para doar qualquer quantia para Jonas Correia de França, o PIXé 09929521402. </p>
</blockquote>



        <div class="leia-tambem d-flex flex-column py-2 my-4 my-md-5">
            <span class=" d-block mb-2">MAIS SOBRE ESSE ASSUNTO:</span>

            <div class="d-flex flex-column">
                <a href="https://marcozero.org/homem-baleado-pela-pm-perdeu-o-olho-mas-nem-estava-na-manifestacao/" class="titulo">Homem baleado pela PM perdeu o olho, mas nem estava na manifestação</a>
	                    <div class="tags d-flex mt-3 flex-wrap">
                            <a href="https://marcozero.org/formatos/reportagem/" class="btn text-uppercase me-2 mb-2">Reportagem</a>
            
		                    <a href="https://marcozero.org/temas/violencia/" class="btn text-uppercase me-2 mb-2">Violência</a>
			        </div>
	            </div>
        </div>

		


        <figure class="wp-block-image my-5 img-center text-center">
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<blockquote class="wp-block-quote has-text-align-left is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
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		<title>Pernambuco Mortal: protesto expõe onda de violência no estado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Laércio Portela]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Apr 2017 20:03:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Reportagens]]></category>
		<category><![CDATA[assassinatos em Pernambuco]]></category>
		<category><![CDATA[protesto Pernambuco]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Praça da República estava completamente cercada por grades no início da noite desta quarta-feira (19). Atrás delas, vinte seguranças guardavam a entrada principal do Palácio do Campo das Princesas para evitar o contato dos manifestantes com o governador Paulo Câmara (PSB) e outras autoridades. Mas nada disso impediu a realização do protesto contra a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[A Praça da República estava completamente cercada por grades no início da noite desta quarta-feira (19). Atrás delas, vinte seguranças guardavam a entrada principal do Palácio do Campo das Princesas para evitar o contato dos manifestantes com o governador Paulo Câmara (PSB) e outras autoridades. Mas nada disso impediu a realização do protesto contra a escalada da violência em Pernambuco, que tirou a vida de 1.522 homens e mulheres nos primeiros três meses deste ano. Um triste recorde nacional.

Cerca de 200 pessoas participaram do evento. Entre elas, Suely e Wilson Araújo, pais da fisioterapeuta Tássia Mirella Sena de Araújo, 28 anos, barbaramente assassinada pelo vizinho Edvan Luiz da Silva na quarta-feira (5). Um crime de feminicídio que expôs a violência de gênero em Pernambuco. Nos primeiros três meses de 2017 foram registrados 497 estupros em todo o estado.

Também estava lá o advogado Ronaldo Jordão. Ele representa a família do jovem Edvaldo da Silva Alves, 21 anos, que faleceu em decorrência de um tiro de bala de borracha desferido à queima-roupa por um policial militar durante manifestação pacífica em Itambé, no dia 17 de março. Edvaldo lutou 25 dias pela vida na UTI, mas não resistiu ao ferimento.

<iframe src="https://www.youtube.com/embed/tOnPDVXExHA" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe>

O ato de DESCONFORTO – uma alusão à declaração do governador Paulo Câmara de que a situação está “desconfortável” em Pernambuco com o aumento da violência – fez ecoar em torno do Palácio do Campo das Princesas uma nova versão do Hino de Pernambuco (PERNAMBUCO MORTAL, MORTAL) na voz do artista e cantor Carlos Ferrera, enquanto um grupo de voluntários citava os nomes e contava um pouco da história de algumas das pessoas assassinadas nos últimos três meses.

Um dos momentos mais emocionantes do ato aconteceu quando Isaar França cantou a música A CARNE MAIS BARATA DO MERCADO É A CARNE NEGRA, dançada pelo coletivo de arte negra Carne. Antes do ato, a advogada Liana Cirne Lins, uma das organizadoras do protesto, protocolou na Chefia da Casa Civil do Governo do Estado o Manifesto pela Vida e Pela Segurança Pública. O documento, lido pela advogada durante o ato, afirma que estamos “vivendo uma crise de segurança pública que não tem precedentes”. Lembra o avanço dos assaltos a ônibus no Grande Recife, a precariedade das condições de trabalho e salário das polícias Militar e Civil, mas também o histórico de violência dessas polícias que agem “com seletividade, configurando o chamado racismo institucional”, conclamando que elas passem a fazer parte da solução e não mais do problema.

<iframe src="https://www.youtube.com/embed/AYc5ivDT_Zk" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe>

Lembra também a violência de gênero, como aquela sofrida por Mirella. “Com tantos feminicídios e estupros, o combate à violência não pode ignorar a violência contra a mulher. Uma política de prevenção a essa violência tem que integrar estratégias bem definidas de enfrentamento do machismo”.

O Manifesto pede ao governador mais eficiência no combate aos crimes contra a vida e mais abertura ao diálogo com a sociedade em busca de soluções compartilhadas. “ Respostas melhores. Eficazes. E, especialmente, respostas discutidas, debatidas e formuladas com a participação da sociedade civil e especialistas em fóruns apropriados, e não soluções de maquiagem feitas a portas fechadas em algum gabinete”.

O ato de DESCONFORTO terminou com dezenas de pessoas, em silêncio, deitadas no asfalto com velas e cruzes nas mãos em memória das 1.522 vítimas de assassinatos em Pernambuco em 2017. Todas sob o olhar atento dos 20 seguranças de terno preto que faziam a guarda do Palácio do Campo das Princesas, totalmente cercado por grades.

<iframe src="https://www.youtube.com/embed/CB-5V9ElDR8" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe><p>O post <a href="https://marcozero.org/pernambuco-mortal-protesto-expoe-onda-de-violencia-no-estado/">Pernambuco Mortal: protesto expõe onda de violência no estado</a> apareceu primeiro em <a href="https://marcozero.org">Marco Zero Conteúdo</a>.</p>
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