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	<title>Arquivos seminário - Marco Zero Conteúdo</title>
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	<description>Jornalismo investigativo que aposta em matérias aprofundadas, independentes e de interesse público.</description>
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	<title>Arquivos seminário - Marco Zero Conteúdo</title>
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		<title>Recife sedia seminário preparatório para a COP30</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marco Zero Conteúdo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Sep 2025 18:59:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[COP30]]></category>
		<category><![CDATA[Fundo Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Recife vai sediar, de 11 a 13 de setembro, o seminário Labora e Raízes para discutir os impactos das mudanças climáticas na vida dos trabalhadores. O evento integra a programação oficial da COP30, que vai ocorre no mês de novembro, em Belém (PA). Aberto ao público, tem como público-alvo integrantes de movimentos sociais, representantes [&#8230;]</p>
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<p>O Recife vai sediar, de 11 a 13 de setembro, o seminário Labora e Raízes para discutir os impactos das mudanças climáticas na vida dos trabalhadores. O evento integra a programação oficial da COP30, que vai ocorre no mês de novembro, em Belém (PA). Aberto ao público, tem como público-alvo integrantes de movimentos sociais, representantes do poder público e pesquisadores. </p>



<p>A programação inclui painéis temáticos e atividades como o <em>Mutirão de Trabalhadores, Povos Indígenas e Comunidades Tradicionais rumo à COP30</em>, que busca reunir demandas locais para serem levadas às negociações globais sobre o clima.</p>



<p>O Nordeste será foco das discussões, com destaque para os efeitos da crise climática sobre a produção agrícola, o acesso à água e a geração de renda. Em janeiro de 2025, 117 municípios pernambucanos decretaram situação de emergência por estiagem, representando aproximadamente 64% do território estadual. A informalidade no trabalho também vai ser abordada com dados que apontam Pernambuco como o décimo estado com maior taxa de trabalhadores informais.</p>



<p>Entre os destaques da programação está o painel do dia 11, que aborda os impactos das mudanças climáticas nas possibilidades de vida e trabalho. No dia 12, o mutirão reúne representantes de organizações da sociedade civil e do poder público. A atividade de encerramento será uma visita ao Sítio Ághata, em Tracunhaém, na Zona da Mata Norte de Pernambuco, onde são realizados mutirões de agrofloresta com foco em sistemas sustentáveis de produção. Essa atividade não será aberta ao público, restrita apenas aos participantes.</p>



<p>A enviada especial à COP30 e liderança indígena Sinéia do Vale vai participar remotamente dos debates. A diretora-executiva do Fundo Brasil, Ana Valéria Araújo, afirma que o seminário busca levar as experiências locais às negociações internacionais.</p>



<p>&#8220;Este seminário é um espaço de escuta e fala para trabalhadores, povos indígenas e comunidades tradicionais do Recife. É a partir de suas demandas e experiências que precisamos influenciar as negociações globais, levando perspectivas locais e comunitárias para a COP30, em Belém”, afirma Ana Valéria Araújo, diretora-executiva do Fundo Brasil de Direitos Humanos.</p>



<p>A iniciativa é promovida por duas iniciativas do Fundo Brasil de Direitos Humanos, o <a href="https://www.fundobrasil.org.br/nosso-trabalho/apoio-a-sociedade-civil/labora/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Fundo Labora &#8211; Fundo de Apoio ao Trabalho Digno</a> &#8211; e do <a href="https://www.fundobrasil.org.br/edital/raizes-comunidades-tradicionais-quilombolas-e-povos-indigenas-lutando-por-justica-climatica/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">projeto Raízes</a>, focado em Justiça Climática para Povos Indígenas e Comunidades Tradicionais. A programação completa inclui mesas de debate com representantes de movimentos sociais, organizações de base, sindicatos, lideranças do movimento indígena e de comunidades tradicionais, agentes do poder público e instituições do terceiro setor. As inscrições estão disponíveis online e estão sujeitas à lotação.</p>



<p></p>
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		<title>Editor do Intercept defende &#8220;jornalismo de impacto&#8221; na abertura de seminário</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Mariama Correia]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Oct 2019 15:15:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Reportagens]]></category>
		<category><![CDATA[#VazaJato]]></category>
		<category><![CDATA[Operação Lava Jato]]></category>
		<category><![CDATA[seminário]]></category>
		<category><![CDATA[sergio moro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Editor do The Intercept Brasil, Leandro Demori foi a grande atração da abertura do seminário “Que país é esse? &#8211; Comunicação e Política em uma Democracia em Crise”, na terça-feira (1), realizado pela Universidade Federal de Pernambuco com parceria da Marco Zero Conteúdo. No auditório professor Denis Bernardes, do Centro de Ciências Sociais e Aplicadas [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Editor do The Intercept Brasil, Leandro Demori foi a grande atração da abertura do seminário “Que país é esse? &#8211; Comunicação e Política em uma Democracia em Crise”, na terça-feira (1), realizado pela Universidade Federal de Pernambuco com parceria da Marco Zero Conteúdo. No auditório professor Denis Bernardes, do Centro de Ciências Sociais e Aplicadas (CCSA) da universidade, o jornalista falou sobre a Vaza Jato e as encruzilhadas da mídia, da política e da justiça.</p>
<p>A palestra foi mediada pela professora Maria Eduarda Rocha, da UFPE e do Programa Fora da Curva, da Rádio Universitária, e teve como debatedores o sócio-fundador da Marco Zero Conteúdo, Laércio Portela e o doutor em ciência política da USP, Sérgio Ferraz. Logo que o evento foi anunciado, as vagas para conferência gratuita de Demori esgotaram rapidamente. Eventos com a participação dele se tornaram mais disputados depois que o The Intercept passou a publicar os arquivos vazados de chats entre os procuradores do Ministério Público Federal e o ministro da Justiça, então juiz Sérgio Moro, que revelam o uso político da Operação Lava Jato.</p>
<p>O conteúdo das denúncias levadas a público pelo The Intercept é incisivo, e Demori não se esquiva dos questionamentos ao trabalho. O jornalista, que anda acompanhado por um segurança por sofrer ameaças, tem participado de debates em universidades e já participou de audiência sobre a Vaza Jato na Câmara dos Deputados, em Brasília. Também enfrentou os que são abertamente críticos às reportagens, como o apresentadores do programa Pânico, na rádio Jovem Pan.</p>
<p>Nesses espaços, o jornalista quase sempre é questionado sobre o envolvimento do The Intercept Brasil com hackers, que seriam as fontes das mensagens vazadas. Na palestra da UFPE não foi diferente. Demori revirou os olhos, mas aproveitou a pergunta para reafirmar o direito dos jornalistas de “receberem denúncias de fontes anônimas e de publicar informações que sejam de interesse público”. E, sobre o trabalho do The Intercept, reafirmou a opção pelo jornalismo de impacto. “Se não incomoda ninguém, não serve pra nada”, disse.</p>
<p>Ainda aproveitando o mote da pergunta, o editor alfinetou: “Ninguém pergunta ao Antagonista, à Crusoé ou ao Fausto do Estadão se eles compraram o inquérito dos hackers que corre em segredo de Justiça”. Ele se referia às matérias baseadas em vazamentos de depoimentos de supostos hackers. No Twitter, ele havia comentado horas antes que a trama foi empacotada “como se nós (os jornalistas do Intercept) fossemos criminosos”.</p>
<p>Sobre a Vaza Jato e o papel da imprensa, Demori contextualizou que cenário político que se construiu no Brasil a partir dos protestos em 2013, também conhecidos como jornadas de junho, criou um ambiente ideal para que a Operação Lava Jato dominasse a narrativa midiática. “A Lava Jato ofereceu, durante cinco anos, notícia gratuita com um alto poder explosivo. Eles criaram uma massa de informação e deram à população a oportunidade de visualizar apenas uma parte”, argumentou, assinalando os desvios na condução da operação, que estão sendo comprovados nas reportagens publicadas pelo The Intercept, em parceria com vários veículos jornalísticos brasileiros.</p>
<p><div id="attachment_19409" style="width: 712px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://marcozero.org/wp-content/uploads/2019/10/WhatsApp-Image-2019-10-02-at-11.31.29.jpeg"><img fetchpriority="high" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-19409" class="wp-image-19409 size-large" src="http://marcozero.org/wp-content/uploads/2019/10/WhatsApp-Image-2019-10-02-at-11.31.29-1024x576.jpeg" alt="Até esta quinta-feira (3), o &quot;Que país é esse?&quot; discutirá a conjuntura política brasileira no campus da UFPE" width="702" height="394"></a><p id="caption-attachment-19409" class="wp-caption-text">Até esta quinta-feira (3), o &#8220;Que país é esse?&#8221; discutirá a conjuntura política brasileira no campus da UFPE. Crédito: Inês Campelo/MZ Conteúdo</p></div></p>
<p>Deltan Dallagnol, procurador do MPF, é o principal alvo das denúncias da série de reportagens. O conteúdo vazado revela que Deltan fez da Lava Jato uma espécie de ‘guerra santa’, na avaliação do jornalista. “Ele tinha um raciocínio religioso onde a corrupção era o mal e era o demônio”, explicou. Esse raciocínio e a perseguição ao ex-presidente ficam evidentes quando se sabe que o nome está citado 14.357 vezes nos arquivos da Vaza Jato. Isso sem contar com os apelidos dados ao fundador do PT. “Eles construíram uma narrativa pública de modo que muitas pessoas acreditam que personifica a corrupção. Enquanto ele está preso, não há corrupção”, observou.</p>
<p>Nessa ‘luta do bem contra o mal’, a Lava Jato se tornou intocável. Quem se colocava contra ou era corrupto, ou a favor da corrupção. Isso valia inclusive para a própria imprensa, que publicava os conteúdos divulgados pela Força-Tarefa da operação sem questionamentos, na opinião de Demori. O grampo telefônico que revelou conversas entre a então presidente (PT) e , que foram divulgados na GloboNews, por exemplo, estavam entre “mais de 20 grampos telefônicos desconhecidos que foram enterrados. Apenas um foi ao ar”, destacou.</p>
<p>Questionado sobre os impactos da Vaza Jato na política brasileira, o editor do The Intercept disse que não espera a demissão do ministro da Justiça Sérgio Moro. No entanto, ele considera que as derrotas sofridas por ele na Câmara dos Deputados, como no caso da tramitação do “pacote anticrime”, por exemplo, já são uma consequência direta do desgaste da imagem do principal ministro do governo de Jair Bolsonaro (PSL), a partir das revelações das reportagens.</p>
<p><b>Seminário</b></p>
<p>Até a próxima quinta-feira (3), o seminário <a href="http://marcozero.org/seminario-na-ufpe-vai-debater-midiia-e-politica-no-contexto-do-autoritarismo/">“Que país é esse? – Comunicação e Política em uma Democracia em Crise”</a> segue debatendo o momento político brasileiro. A programação ainda conta com nomes como o do professor Vladimir Safatle, da USP, que lançará o livro “Dar corpo ao impossível: o sentido da dialética a partir de Theodor Adorno”, durante o evento.</p>
<p><span style="color: #1d2129;">Nesta quinta-feira (3),&nbsp;o papel das formas de comunicação alternativas no “ecossistema” de mídias do Brasil será debatido por Inácio França, sócio-fundador da Marco Zero Conteúdo, com&nbsp;</span><span style="color: #1d2129;">Ana Veloso, do Obmídia e ex-integrante do Conselho Curador da EBC) e Paula , do Programa Fora da Curva e da Rádio Universitária Paulo Freire) e&nbsp;</span><span style="color: #1d2129;">Gustavo Almeida, da Empresa Pernambuco de Comunicação &#8211; EPC.&nbsp;&nbsp;</span>Os horários de todas as palestras podem ser consultados <a href="https://www.facebook.com/events/1063377184053469/">aqui</a>.</p>
<p>O seminário também acontece em comemoração ao aniversário de quatro anos da Marco Zero Conteúdo e dos três anos do Programa Fora da Curva. As conferências estão sendo exibidas ao vivo no canal da UFPE no Youtube e no Facebook do Programa Fora da Curva.</p>
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<h4>Leia mais:</h4>
<h4 class="post-title" style="color: #19232d;"><a href="http://marcozero.org/jornalismo-politica-e-comunicacao-popular-em-debate-acompanhe-a-agenda-da-marco-zero-e-participe/">Jornalismo, política e comunicação popular em debate. Acompanhe a agenda da Marco Zero e participe!</a></h4>
<h4 class="post-title" style="color: #19232d;"><a href="http://marcozero.org/parceria-do-intercept-com-midia-conservadora-da-tilt-ideologico-na-direita-diz-editor-do-site/">Parceria do Intercept com mídia conservadora dá “tilt ideológico” na direita, diz editor do site</a></h4>
<h4 class="post-title" style="color: #19232d;"><a href="http://marcozero.org/no-ringue-do-facebook-extrema-direita-consegue-mais-compartilhamentos-sobre-a-vazajato/">No ringue do Facebook, extrema-direita consegue mais compartilhamentos sobre a #VazaJato</a></h4>
</blockquote>
<p>O post <a href="https://marcozero.org/demori-defende-jornalismo-do-intercept-na-abertura-de-seminario/">Editor do Intercept defende &#8220;jornalismo de impacto&#8221; na abertura de seminário</a> apareceu primeiro em <a href="https://marcozero.org">Marco Zero Conteúdo</a>.</p>
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