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	<title>Arquivos TJ-PE - Marco Zero Conteúdo</title>
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	<description>Jornalismo investigativo que aposta em matérias aprofundadas, independentes e de interesse público.</description>
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	<title>Arquivos TJ-PE - Marco Zero Conteúdo</title>
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		<title>A importância das cotas raciais na ocupação de espaços no Judiciário</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marco Zero Conteúdo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Sep 2024 14:53:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Diversidade]]></category>
		<category><![CDATA[cotas raciais]]></category>
		<category><![CDATA[Justiça de Pernambuco]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>por Paulo Artur Monteiro* e Ana Paula Azevêdo** As cotas raciais, implementadas inicialmente em universidades e gradualmente expandidas para outros setores, têm se mostrado uma importante política de ação afirmativa no Brasil. No contexto do Judiciário, essa medida se torna especialmente relevante, considerando o histórico de exclusão racial e a sub-representação de pessoas negras em [&#8230;]</p>
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<p><strong>por Paulo Artur Monteiro</strong>*<strong> e</strong> <strong>Ana Paula Azevêdo</strong>**</p>



<p>As cotas raciais, implementadas inicialmente em universidades e gradualmente expandidas para outros setores, têm se mostrado uma importante política de ação afirmativa no Brasil. No contexto do Judiciário, essa medida se torna especialmente relevante, considerando o histórico de exclusão racial e a sub-representação de pessoas negras em cargos de destaque no sistema de justiça.</p>



<p>O Brasil, apesar de sua diversidade étnica e cultural, carrega uma profunda herança colonial que perpetua desigualdades sociais, inclusive no campo do Direito. Embora o país tenha avançado em diversas áreas, ainda são visíveis as barreiras que impedem a plena inserção de pessoas negras – compreendidas como pessoas pretas e pardas – em espaços de poder e decisão. No Poder Judiciário, onde decisões fundamentais para a sociedade são tomadas, a presença de magistrados e magistradas, promotores e promotoras de justiça, bem como advogados e advogadas negras, ainda é limitada. Esse cenário precisa ser transformado para que o Judiciário possa espelhar a diversidade da população brasileira e promover a justiça de forma mais equitativa.</p>



<p>A implementação de cotas raciais no Judiciário, seja em concursos públicos bem como em programas de incentivo à promoção na carreira da magistratura e Ministério Público, visa corrigir essas disparidades históricas e proporcionar uma maior equidade no acesso aos mais diferentes cargos. A previsão de cotas raciais instituídas pelo Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil para as composições das chapas eleitorais em todas as seccionais também fortalece a participação de advogados e advogadas negras nos espaços de decisão da advocacia, contribuindo para a pluralidade dentro do sistema de Justiça</p>



<p>Esse processo não deve ser visto como uma concessão, mas como uma medida de justiça histórica, que reconhece as barreiras que têm sido impostas a gerações de pessoas negras. Além disso, a presença de mais profissionais negras e negros no Judiciário promove uma maior diversidade de perspectivas na tomada de decisões. A vivência e a compreensão das desigualdades sociorraciais podem influenciar positivamente o julgamento de casos que envolvem questões relacionadas à pluralidade de nossa sociedade, inclusive casos envolvendo abordagens raciais ou de discriminação, trazendo uma visão mais próxima da realidade enfrentada por grande parte da população brasileira, composta em sua maioria por pessoas negras.</p>



<p>Em alinhamento com o compromisso do Poder Judiciário pela equidade racial, destaca-se o Pacto pela Equidade Racial no Judiciário, que visa fomentar a representatividade racial na magistratura, além de garantir um ambiente de trabalho mais inclusivo e diverso. A instituição de Grupo de Trabalho para elaboração do Protocolo de Julgamento com Perspectiva Racial, instituído pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), é outro marco nesse processo, pois visa orientar magistrados e magistradas para considerar o impacto do racismo estrutural nas decisões judiciais. Essas iniciativas refletem a necessidade de um Judiciário mais atento à realidade de desigualdade racial e comprometido com a justiça social.</p>



<p>A democracia racial, entendida como a plena inclusão de pessoas de diferentes identidades raciais em todos os espaços de poder e influência, só será possível quando políticas como as cotas raciais forem amplamente aplicadas e defendidas. O Poder Judiciário, como uma das instituições mais importantes na defesa da justiça e dos direitos humanos, deve ser um espelho da diversidade da sociedade que serve. Portanto, as cotas raciais são uma ferramenta imprescindível para garantir que essa diversidade seja representada de forma justa e equilibrada.</p>



<p>As cotas raciais se alinham ao princípio da igualdade previsto na Constituição Federal do Brasil é um tema de grande relevância. O artigo 5º da Constituição assegura que &#8220;todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza&#8221;, mas essa igualdade deve ser compreendida de forma material e substancial, buscando garantir oportunidades equitativas para todas as pessoas, independentemente de sua identidade racial.</p>



<p>Sendo assim, as cotas raciais são uma política de ação afirmativa que busca corrigir desigualdades estruturais decorrentes do racismo e da exclusão social enfrentada por populações negras ao longo da história do Brasil. Em sua essência, elas têm como objetivo equilibrar o acesso a espaços de poder, educação e emprego, promovendo uma distribuição mais justa de oportunidades. Nesse sentido, as cotas raciais não se contrapõem ao princípio da igualdade, mas, ao contrário, possibilitam corrigir distorções históricas com o objetivo de alcançar uma equidade efetiva.</p>



<p>O Supremo Tribunal Federal (STF), em diversas ocasiões, já se pronunciou a favor da constitucionalidade das cotas raciais. Em uma decisão de 2012, no julgamento da Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) 186, o STF entendeu que as cotas raciais em universidades públicas não violam o princípio da igualdade, mas constituem um mecanismo legítimo de combate às disparidades raciais no país. O tribunal destacou que a igualdade material, prevista no artigo 3º da Constituição, implica a promoção de políticas públicas voltadas para a redução das desigualdades sociais e regionais, entre elas as de natureza racial.</p>



<p>Portanto, o princípio da igualdade na Constituição Federal não pode ser interpretado de forma restrita, ignorando as desigualdades históricas que afetam certos grupos. As cotas raciais representam uma ferramenta que visa concretizar a igualdade substancial, permitindo que pessoas negras, que historicamente foram marginalizadas e excluídas, tenham melhores condições de competir em pé de igualdade. Ademais, essas políticas são temporárias, ou seja, sua existência está atrelada à necessidade de correção de desigualdades persistentes. Uma vez que essas desigualdades sejam efetivamente reduzidas, a política de cotas poderá ser revista. Entretanto, até que esse cenário de equidade plena seja alcançado, as cotas raciais continuam sendo uma medida constitucional e imprescindível para a promoção da justiça social.</p>



<p>As cotas raciais no Poder Judiciário não são apenas uma política de reparação, são sementes de esperança plantadas para uma efetiva transformação. Elas não apenas corrigem as injustiças do passado, mas também abrem caminhos para um futuro em que todas as vozes possam ecoar com igualdade de oportunidade. Em cada decisão tomada por magistrados e magistradas negras, em cada julgamento pautado pela perspectiva racial, reforçamos a certeza de que a Justiça deve estar atenta à diversidade e à complexidade de uma sociedade que clama por equidade.</p>



<p>Assim, a ocupação de espaços no Poder Judiciário por pessoas negras, por meio das cotas raciais, é um movimento de coragem, competência e compromisso. Não se trata apenas de preencher assentos, mas de transformar consciências, de garantir que o Judiciário caminhe lado a lado com o povo que ele serve, refletindo suas cores, suas histórias e suas lutas.</p>



<p>E, nesse horizonte, o Poder Judiciário tem a oportunidade única de não apenas acompanhar a evolução da sociedade, mas de ser agente dessa mudança, fazendo da equidade racial um pilar de sua atuação. Pois, em um país como o nosso, a justiça só será plena quando todas as pessoas puderem reconhecer nela um reflexo da sua própria dignidade.</p>


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        <span class="titulo text-uppercase mb-2 d-block"></span>

	    <p>*Advogado há 27 anos, ex-conselheiro estadual da OAB-PE, Master of Law em Direito Regulatório e Infraestrutura, especialista em Direito Administrativo Municipal e em Mobilidade Urbana</p>
<p>**Advogada há 15 quinze anos, ex-diretora da Escola Superior de Advocacia da OAB-PE, especialista em Direito Civil e Empresarial, mestra em Direito, doutoranda em Direito, professora da Universidade Católica de Pernambuco (Unicap) e diretora do <a href="https://institutoenegrecer.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Instituto Enegrecer</a>.</p>
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		<title>TJPE terá sua própria Comissão de Heteroidentificação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Giovanna Carneiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Feb 2024 18:33:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Diversidade]]></category>
		<category><![CDATA[TJ-PE]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Tribunal de Justiça de Pernambuco criou, na última sexta-feira, 23 de fevereiro, uma Comissão de Heteroidentificação própria. Esta é a primeira vez que o órgão contará com uma comissão desta finalidade, que será composta por cinco membros titulares e cinco suplentes. O processo de heteroidentificação dos candidatos e candidatas negras residentes em Pernambuco levará [&#8230;]</p>
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<p>O Tribunal de Justiça de Pernambuco criou, na última sexta-feira, 23 de fevereiro, uma Comissão de Heteroidentificação própria. Esta é a primeira vez que o órgão contará com uma comissão desta finalidade, que será composta por cinco membros titulares e cinco suplentes.<br><br>O processo de heteroidentificação dos candidatos e candidatas negras residentes em Pernambuco levará em consideração as regras contidas na Portaria 04/2024, publicada no Diário da Justiça Eletrônico no dia 22 de fevereiro. Sendo assim, a heteroidentificação terá como base as características fenotípicas das pessoas, ou seja, aquelas que podem ser observadas como tom de pele, cabelo e traços físicos. Não serão analisadas questões relacionadas ao genótipo, ou seja, ao parentesco com pretos e pardos.</p>



<p>A comissão inicia os trabalhos no Exame Nacional da Magistratura (Enam), processo seletivo nacional e unificado que habilita os candidatos e candidatas a inscreverem-se em concursos para a magistratura. Estarão habilitados no Enam os candidatos com, no mínimo, 70% de acertos. Pessoas que se autodeclaram negras, e tiverem essa condição validada pela comissão, devem atingir, no mínimo, 50%, para habilitação. A prova do Enam está prevista para acontecer no dia 14 de abril.</p>



<p>Além da Comissão Permanente de Heteroidentificação, o TJPE criou a Comissão Recursal de Heteroidentificação do Poder Judiciário de Pernambuco, que possui a mesma configuração de constituição, mas com integrantes diferentes.</p>



<p>De acordo com o TJPE, ambas as comissões são compostas majoritariamente por pessoas negras e, além de magistrados e servidores, integram os grupos cidadãos indicados pelo Núcleo de Política de Educação das Relações Etnico-raciais (Erer) da Universidade Federal de Pernambuco.</p>
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		<title>CNJ investiga juiz de Pernambuco por atividades irregulares à magistratura</title>
		<link>https://marcozero.org/cnj-investiga-juiz-de-pernambuco-por-atividades-irregulares-a-magistratura/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jorge Cavalcanti]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Dec 2023 17:24:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[CNJ]]></category>
		<category><![CDATA[extrema-direita]]></category>
		<category><![CDATA[juiz]]></category>
		<category><![CDATA[TJ-PE]]></category>
		<category><![CDATA[Tribunal de Justiça Pernambuco]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Corregedoria do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) abriu investigação contra um juiz do Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE) por suspeita de manter, em paralelo com o exercício do cargo, atividades incompatíveis de autopromoção e conotação político-partidária. O comportamento estaria em desacordo com as regras que regulamentam as atividades de um magistrado, como a [&#8230;]</p>
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<p>A Corregedoria do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) abriu investigação contra um juiz do Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE) por suspeita de manter, em paralelo com o exercício do cargo, atividades incompatíveis de autopromoção e conotação político-partidária. O comportamento estaria em desacordo com as regras que regulamentam as atividades de um magistrado, como a Lei Ordinária e o Código de Ética da categoria, além de ferir normas do próprio CNJ. O investigado é o juiz Luiz Gomes da Rocha Neto, da 7ª Vara da Fazenda Pública do Recife.</p>



<p>O procedimento foi instaurado pelo corregedor nacional de Justiça, ministro Luis Felipe Salomão, no dia 29 de novembro. É quando começa a contar o prazo de 15 dias para que o juiz Luiz Rocha apresente defesa. Entre os questionamentos do CNJ, o magistrado foi instado a responder se é dono ou sócio de empresa ou recebe dinheiro de monetização dos conteúdos que produz e posta nas redes sociais.</p>



<p>Nas postagens que faz, o juiz faz publicidade de um projeto batizado de Justiça Para Todos que realiza ações em comunidades do município de Camaragibe, no Grande Recife. Num vídeo postado em 21 de outubro, Luiz Rocha apresenta a mais “nova ferramenta”: um caminhão-baú azul que estampa fotos em proporção aumentada do rosto do juiz em três dos quatro lados da estrutura, com a inscrição em letras brancas ampliadas: “O Juiz do Povo, Luiz Rocha”.</p>





<p>O objetivo da unidade móvel seria “levar informação e conhecimento como mensagem transformadora”, segundo diz o magistrado na gravação. O projeto, porém, não possui vínculo institucional com o Judiciário estadual.</p>



<p>A Corregedoria do CNJ também inquiriu o TJPE. Quis saber se a Corregedoria-Geral do Tribunal já tomou alguma providência em relação à conduta do magistrado de “aparente falta de observância ao princípio da impessoalidade”. Procurada pela reportagem, por meio da assessoria de imprensa, a Corregedoria respondeu que “não foram registradas queixas ou existe qualquer procedimento aberto contra o magistrado citado no âmbito do Judiciário estadual local até o presente momento”.</p>



<p>Além das ações nas periferias, Luiz Rocha tem participação regular numa emissora de rádio de Camaragibe e apresenta, na condição de juiz, um quadro de mesmo nome do projeto nas comunidades. “Com o doutor Luiz Rocha, o juiz do povo”, anuncia o locutor da Rádio Camará FM. A reportagem apurou que o tempo que o magistrado ocupa na rádio é mediante pagamento.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Afinidade com a extrema-direita</strong></h2>



<p>Nas redes sociais, Luiz Rocha mostra também parte da sua agenda social de encontros com figuras públicas. Ele já postou momentos com o senador Humberto Costa (PT), o prefeito do Recife, João Campos (PSB), e o secretário estadual de Turismo, Daniel Coelho (Cidadania). Mas são com políticos da extrema-direita com quem o juiz parece ter uma relação mais próxima.</p>



<p>O juiz esteve presente na celebração do aniversário do deputado federal Pastor Júnior Tércio (PL), realizada numa igreja evangélica neopentecostal em agosto desse ano. Luiz Rocha sentou em lugar de destaque, ao lado dos deputados Eduardo da Fonte e Cleiton Collins (ambos do PP), também convidados. O magistrado também publicizou reuniões que teve no gabinete do deputado estadual Adalto Santos (PL).</p>



<p>Em conversas sobre 2024, a reportagem apurou que Luiz Rocha tem falado a interlocutores na possibilidade de pedir aposentadoria como juiz para ser candidato a prefeito de Camaragibe. O município é administrado por Nadegi Queiroz (Republicanos), que não disputará a reeleição e também ainda não decidiu qual o nome do seu secretariado vai apoiar, o que deixa a disputa em aberto.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Presidente de uma entidade esvaziada</strong></h3>



<p>Em 2109 Luiz Rocha disputou e perdeu a presidência da Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB). Depois disso, mobilizou um grupo e fundou uma outra entidade de classe, a Associação de Defesa da Magistratura (ADM), da qual é presidente. Antes da derrota para a AMB, Luiz Rocha também havia disputado e perdido a eleição para a Associação dos Magistrados de Pernambuco (Amepe).</p>



<p>Segundo o portal Consultor Jurídico (ConJur), a Associação de Defesa da Magistratura era uma entidade esvaziada até janeiro de 2021, quando publicou reportagem sobre os posicionamentos da ADM. À época, a entidade tinha como associados apenas 26 juízes aposentados e ativos, ou seja, 0,14% dos quase 18 mil magistrados em atividade no Brasil, de acordo com a publicação.</p>



<p>No<a href="https://defesamagistratura.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"> site da ADM</a>, uma das notícias em destaque é de um encontro que Luiz Rocha teve com o então presidente Jair Bolsonaro, em setembro de 2021, durante agenda no Comando Militar do Nordeste, para pedir ao mandatário “um olhar para a magistratura de carreira”.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Edifício Holiday</strong></h3>



<p>Recentemente, ele determinou a realização de leilão para a venda do edifício Holiday, em Boa Viagem, Zona Sul da cidade, para o pagamento de indenização aos proprietários dos apartamentos. Na sentença, o magistrado determinou que o primeiro leilão seja realizado no dia 28 de março de 2024, ao meio-dia. Construído em 1956, o prédio tem 476 apartamentos e foi desocupado em 2019, por causa de riscos estruturais.</p>



<p>Luiz Rocha é juiz de direito desde 1994. Antes de assumir a 7ª Vara da Fazenda Pública do Recife, foi da 1ª Vara de Execuções Penais. Procurado, o magistrado informou que, por ora, não responderá aos questionamentos da reportagem até saber o que, de fato, foi reclamado pelo CNJ. “Minhas redes sociais estão abertas e fica muito fácil constatar que o Justiça Para Todos existe desde 2017 e com propósitos claros”, disse, por escrito.</p>



<p>*<strong>Jornalista com 19 anos de atuação profissional e especial interesse na política e em narrativas de garantia, defesa e promoção de Direitos Humanos e Segurança Cidadã</strong></p>



<blockquote class="wp-block-quote is-style-large is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p><strong>Uma questão importante!</strong></p>



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</blockquote>
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