<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Arquivos analfabetismo - Marco Zero Conteúdo</title>
	<atom:link href="https://marcozero.org/tag/analfabetismo/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://marcozero.org/tag/analfabetismo/</link>
	<description>Jornalismo investigativo que aposta em matérias aprofundadas, independentes e de interesse público.</description>
	<lastBuildDate>Thu, 08 Jan 2026 17:49:06 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.9.4</generator>

<image>
	<url>https://marcozero.org/wp-content/uploads/2024/02/cropped-favicon-32x32.png</url>
	<title>Arquivos analfabetismo - Marco Zero Conteúdo</title>
	<link>https://marcozero.org/tag/analfabetismo/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Filha conta a história da mãe, mulher negra que aprendeu a ler aos 70 anos</title>
		<link>https://marcozero.org/filha-conta-a-historia-da-mae-mulher-negra-que-aprendeu-a-ler-aos-70-anos/</link>
					<comments>https://marcozero.org/filha-conta-a-historia-da-mae-mulher-negra-que-aprendeu-a-ler-aos-70-anos/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jeniffer Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Jan 2026 20:47:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[analfabetismo]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[literatura infantil]]></category>
		<category><![CDATA[mulheres negras]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://marcozero.org/?p=73967</guid>

					<description><![CDATA[<p>Na infância da educadora e escritora Luana Tolentino, os dias podiam ser marcados por ausências, mas havia algo que nunca faltava: livros. Eles ocupavam a casa como companheiros silenciosos, abrindo janelas para mundos possíveis. Foi nesse cenário, incentivada pelo pai, que Luana aprendeu que a educação podia ser um caminho para transformar a realidade. Ainda [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://marcozero.org/filha-conta-a-historia-da-mae-mulher-negra-que-aprendeu-a-ler-aos-70-anos/">Filha conta a história da mãe, mulher negra que aprendeu a ler aos 70 anos</a> apareceu primeiro em <a href="https://marcozero.org">Marco Zero Conteúdo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Na infância da educadora e escritora Luana Tolentino, os dias podiam ser marcados por ausências, mas havia algo que nunca faltava: livros. Eles ocupavam a casa como companheiros silenciosos, abrindo janelas para mundos possíveis. Foi nesse cenário, incentivada pelo pai, que Luana aprendeu que a educação podia ser um caminho para transformar a realidade.</p>



<p>Ainda menina, gostava de treinar autógrafos imaginários, como quem pressentia que as palavras seriam parte importante de sua vida. Professores reforçaram esse destino, aos 12 anos, ouviu que tinha “jeito de escritora”. Poucos anos depois, outro mestre levou um texto seu para mostrar ao escritor Roberto Drummond, um romancista mineiro responsável por obras como <em>Hilda Furacão</em>. Assim, a escrita se insinuava como horizonte desde cedo.</p>



<p>Com o passar dos anos esse amor se tornou carreira. Sua trajetória começou como professora de História na rede de educação básica, seguindo até se tornar mestra e doutora em Educação pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).</p>



<p>Nesse processo, escreveu obras para contribuir na discussão de raça no país, como <em>Outra educação é possível: feminismo, antirracismo e inclusão em sala de aula</em>, pela editora Mazza, <em>Sobrevivendo ao racismo: memórias, cartas e o cotidiano na discriminação no Brasil</em> e também co-organizou o <em>Por uma infância sem racismo: pesquisas, práticas e formação de professores</em>, ambas pela editora Papirus.</p>



<p>No entanto, o destino levou Luana para a literatura infantil com uma história com jeito de literatura ou filme. Em 2025, ela escreveu e lançou aquele que é provavelmente sua obra mais singular. <em>Mamãe aprendeu a ler</em> foi inspirado na história de sua mãe, Enelita Canuto Teles dos Santos, conhecida como dona Nelita.</p>



<p>Se o pai era o leitor que a incentivava desde criança, a mãe, Dona Nelita, trazia a lição de que nunca é tarde para aprender. Aos 70 anos, decidiu frequentar a escola pela primeira vez. Luana acompanhou cada passo, levando a mãe à sala de aula, esperando no pátio, assistindo às descobertas. Em pouco tempo, Dona Nelita já lia textos, orgulhosa de poder ler aquilo que antes só sabia com a ajuda de outras pessoas.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p></p>
</blockquote>
</blockquote>



<div class="wp-block-media-text is-stacked-on-mobile" style="grid-template-columns:42% auto"><figure class="wp-block-media-text__media"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="768" height="1024" src="https://marcozero.org/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Image-2025-12-19-at-16.27.20-768x1024.jpeg" alt="" class="wp-image-73979 size-full" srcset="https://marcozero.org/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Image-2025-12-19-at-16.27.20-768x1024.jpeg 768w, https://marcozero.org/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Image-2025-12-19-at-16.27.20-225x300.jpeg 225w, https://marcozero.org/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Image-2025-12-19-at-16.27.20-1152x1536.jpeg 1152w, https://marcozero.org/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Image-2025-12-19-at-16.27.20-640x853.jpeg 640w, https://marcozero.org/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Image-2025-12-19-at-16.27.20-150x200.jpeg 150w, https://marcozero.org/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Image-2025-12-19-at-16.27.20.jpeg 1200w" sizes="(max-width: 768px) 100vw, 768px" /></figure><div class="wp-block-media-text__content">
<p>“Ela mostrou o poder transformador da educação. Ela reforçou isso. A educação como um direito para todos. E como é grave quando esse direito é negado, né? Porque ela teve esse direito negado a vida toda. E quando ela pôde vivenciar, exercer esse direito em sua plenitude, como eu conto no livro, ela descobriu o mundo”, conta Luana.</p>
</div></div>



<p></p>



<p>Foi assim que a escritora decidiu documentar e contar sobre o processo nas redes sociais. “Minha mãe decide voltar para escola, decide aprender a ler e eu comecei a escrever muito sobre essa experiência dela, comecei a contar no Instagram e as pessoas foram ficando muito comovidas”, lembra Luana.</p>



<p>Mas o que ela não contava era que após quatro meses de iniciar na escola e aprender a ler, dona Nelita iria falecer. O ingresso da mãe na escola, o falecimento, a escrita e o lançamento do livro aconteceram em um intervalo de menos de dez meses. A escrita sobre a trajetória da mãe foi semente para a criação do livro, pois foi após sua morte que Luana decidiu materializar essa história. <br><br>“Antes dela falecer, eu já achava que eu tinha que trazer a história dela para um livro, só não sabia como. E eu também já tinha uma coisa pairando na minha cabeça, que eu queria escrever um livro para crianças. Então, 16 dias após ela falecer, eu estava no Uber, e aí o título veio como uma revelação mesmo: <em>Mamãe Aprendeu a Ler</em>”, explica.<br><br>Após essa &#8220;revelação&#8221; o livro foi escrito em apenas três dias e contou com ilustração de Anna Cunha para compor a construção narrativa. Lançado em novembro, segundo Luana, o livro tem impactado crianças de diferentes lugares e tem sido utilizado em sala de aula por professores e professoras, propondo a reflexão também desses profissionais.</p>



<p>No fim das contas, a obra não fala apenas sobre acesso à educação, fala sobre sonhos, maternidade e finitude de uma forma lúdica. &#8220;Esse livro tem mexido com os adultos, que era uma coisa que eu não pensava. Eu tenho contato mais com as professoras, de falar que o livro fez pensar na questão da maternidade, ou essa relação de mãe e filha, a mãe na velhice e a filha que assume esse lugar de mãe, que eu acho que aconteceu isso comigo também&#8221;, reflete Luana.</p>



        <figure class="wp-block-image my-5 img-center text-center">
            <picture>
                <source media="(max-width: 799px)" srcset="https://marcozero.org/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Image-2025-12-19-at-16.24.36-247x300.jpeg">
                <source media="(min-width: 800px)" srcset="https://marcozero.org/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Image-2025-12-19-at-16.24.36-842x1024.jpeg">
                <img decoding="async" src="https://marcozero.org/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Image-2025-12-19-at-16.24.36-842x1024.jpeg" alt="Capa do livro Mamãe Aprendeu a Ler, com a imagem de uma mulher negra com cabelos cacheados está sentada em uma poltrona verde, vestindo um vestido vermelho. Ela está lendo um livro com expressão tranquila. Ao seu redor, há pássaros brancos e folhas voando, como se fossem páginas soltas, sugerindo liberdade e imaginação. Atrás dela, na parede azul texturizada, há cinco quadros com rostos diversos, lembrando retratos de família ou ancestrais." class="" loading="lazy" width="460">
            </picture>

	                        <figcaption class="legenda-credito mx-md-5">
	                                        <p class="m-0">
</p>
	                
                                            <span>Crédito: Divulgação</span>
                                    </figcaption>
                    </figure>

	<p>O post <a href="https://marcozero.org/filha-conta-a-historia-da-mae-mulher-negra-que-aprendeu-a-ler-aos-70-anos/">Filha conta a história da mãe, mulher negra que aprendeu a ler aos 70 anos</a> apareceu primeiro em <a href="https://marcozero.org">Marco Zero Conteúdo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://marcozero.org/filha-conta-a-historia-da-mae-mulher-negra-que-aprendeu-a-ler-aos-70-anos/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Iniciativa de combate ao analfabetismo abre inscrições em Pernambuco e outros oito estados</title>
		<link>https://marcozero.org/iniciativa-de-combate-ao-analfabetismo-abre-inscricoes-em-pernambuco-e-outros-oito-estados/</link>
					<comments>https://marcozero.org/iniciativa-de-combate-ao-analfabetismo-abre-inscricoes-em-pernambuco-e-outros-oito-estados/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marco Zero Conteúdo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Apr 2025 20:14:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[alfabetização]]></category>
		<category><![CDATA[analfabetismo]]></category>
		<category><![CDATA[MTST]]></category>
		<category><![CDATA[Paulo Freire]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://marcozero.org/?p=69957</guid>

					<description><![CDATA[<p>O Brasil ainda enfrenta uma dura realidade quando o assunto é analfabetismo. Segundo dados do IBGE de 2023, mais de 9,3 milhões de brasileiros com 15 anos ou mais não sabem ler ou escrever. A situação é ainda mais grave no Nordeste, onde a taxa de analfabetismo é de 14%, mais que o dobro da [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://marcozero.org/iniciativa-de-combate-ao-analfabetismo-abre-inscricoes-em-pernambuco-e-outros-oito-estados/">Iniciativa de combate ao analfabetismo abre inscrições em Pernambuco e outros oito estados</a> apareceu primeiro em <a href="https://marcozero.org">Marco Zero Conteúdo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O Brasil ainda enfrenta uma dura realidade quando o assunto é analfabetismo. Segundo dados do IBGE de 2023, mais de 9,3 milhões de brasileiros com 15 anos ou mais não sabem ler ou escrever. A situação é ainda mais grave no Nordeste, onde a taxa de analfabetismo é de 14%, mais que o dobro da média nacional. Para enfrentar esse desafio, o projeto Mãos Solidárias, em parceria com o Ministério da Educação (MEC) e a Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), lança a Jornada de Alfabetização de Jovens e Adultos nas Periferias, que tem como meta alfabetizar 18 mil pessoas em 2025.</p>



<p>A iniciativa faz parte do Pacto Nacional pela Superação do Analfabetismo e Qualificação na Educação de Jovens e Adultos e será realizada no Nordeste, além de São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro. As turmas serão organizadas em comunidades periféricas, tanto urbanas quanto rurais, onde o Mãos Solidárias já atua promovendo educação e organização popular.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Como participar</h2>



<p>A jornada é voltada para jovens e adultos a partir de 15 anos que não saibam ler ou escrever ou tenham dificuldades na leitura e na escrita. As aulas terão duração de cinco meses e utilizarão o método pedagógico &#8220;Sim, Eu Posso&#8221;, desenvolvido pelo Instituto Pedagógico Latino-Americano e Caribenho (Iplac) e aplicado no Brasil desde 2006 pelo Movimento dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais Sem Terra (MST).</p>



<p>As inscrições já estão abertas e podem ser feitas diretamente com os organizadores em cada região. Em Pernambuco, haverá turmas no Recife, Região Metropolitana, Caruaru e Petrolina. Interessados podem entrar em contato pelo telefone (81) 98212-4730<em> </em>e falar com a responsável Lenice Moura.</p>



        <figure class="wp-block-image my-5 ">
            <picture>
                <source media="(max-width: 799px)" srcset="https://marcozero.org/wp-content/uploads/2025/04/Foto-1-Credito-Rebeca-Martins-300x225.jpg">
                <source media="(min-width: 800px)" srcset="https://marcozero.org/wp-content/uploads/2025/04/Foto-1-Credito-Rebeca-Martins-1024x768.jpg">
                <img decoding="async" src="https://marcozero.org/wp-content/uploads/2025/04/Foto-1-Credito-Rebeca-Martins-1024x768.jpg" alt="A imagem mostra um evento em um salão repleto de pessoas. Os participantes estão sentados em cadeiras, assistindo a uma mesa de palestrantes localizada na frente do salão. Essa mesa está coberta por uma toalha vermelha, e cinco pessoas estão sentadas atrás dela. Uma delas está em pé, falando ao microfone. No fundo, há um grande banner vermelho com a frase “Jornada de Alfabetização de Jovens e Adultos nas Periferias”. A decoração do salão inclui tecidos amarelos pendurados no teto e uma parede com desenhos coloridos de casas." class="w-100" loading="lazy" >
            </picture>

	                        <figcaption class="legenda-credito mx-md-5">
	                                        <p class="m-0">Objetivo da Jornada é alfabetizar 18 mil adultos em 2025
</p>
	                
                                            <span>Crédito: Rebeca Martins/Divulgação</span>
                                    </figcaption>
                    </figure>

	


<h3 class="wp-block-heading">Impacto social</h3>



<p>A alfabetização vai muito além de aprender a ler e escrever. Trata-se de um direito fundamental que garante o acesso à cidadania e amplia oportunidades de vida. Como destacou o filósofo pernambucano Paulo Freire, &#8220;a leitura do mundo precede a leitura da palavra&#8221;. A iniciativa também visa reduzir as desigualdades raciais e regionais, já que a maior parte da população analfabeta no Brasil é negra e reside em áreas rurais do Nordeste.</p>



<p>A professora Orquídea Guimarães, do Centro de Educação da UFPE, ressalta a importância do projeto: &#8220;Superar o analfabetismo é parte de um projeto de sociedade mais justa. Essa jornada é fundamental para garantir direitos e promover a inclusão social de milhares de brasileiros&#8221;.</p>



<p>Com uma equipe composta por 1.300 profissionais, incluindo 1.250 alfabetizadores, o projeto conta com formação especializada, acompanhamento pedagógico e avaliação dos resultados ao fim do programa. A expectativa é que a iniciativa fortaleça a autonomia dos participantes e contribua para uma educação mais inclusiva no Brasil.</p>



<p>Para mais informações sobre o projeto e inscrições, acompanhe as redes sociais do <a href="https://www.instagram.com/maossolidarias.pe/">Mãos Solidárias</a> e da <a href="https://www.instagram.com/ufpe.oficial/">UFPE</a>.</p>


	<div class="informacao mx-md-5 px-5 py-4 my-5" style="--cat-color: #7BDDDD;">
		<span class="titulo text-uppercase mb-3 d-block">Lista de contatos para a inscrição no curso de alfabetização nos demais estados: </span>

		<p><strong>PARAÍBA</strong> (turmas em João Pessoa, Cabedelo, Santa Rita e Bayeux)<br />
Tessy Pavan &#8211; (83) 99833-5099</p>
<p><strong>RIO GRANDE DO NORTE</strong> (turmas em Natal, São Gonçalo do Amarante,<br />
Parnamirim e Mossoró)<br />
Erica Rodrigues &#8211; (84) 9 9933-0192</p>
<p><strong>ALAGOAS</strong> (turmas em todas as regiões de Maceió)<br />
Brian Falcão &#8211; (82) 99638-1626</p>
<p><strong>CEARÁ</strong> (turmas em todas as regiões de Fortaleza)<br />
Luz Helena &#8211; (88) 98148-0423</p>
<p><strong>MARANHÃO</strong> (turmas em todas as regiões de São Luiz)<br />
Rakell Rays &#8211; (98) 98480-0038</p>
<p><strong>SERGIPE</strong> (turmas em todas as regiões de Aracaju)<br />
João Cardoso Capelão &#8211; (79) 99956-3797</p>
<p><strong>MINAS GERAIS</strong> (turmas em Belo Horizonte, Região Metropolitana e<br />
Jequitinhonha)<br />
Larissa Rabelo &#8211; (31) 9 8021- 5934</p>
<p><strong>SÃO PAULO</strong> (turmas na São Paulo capital e Região Metropolitana)<br />
Maria Angélica &#8211; (21) 98170-8204</p>
	</div>
<p>O post <a href="https://marcozero.org/iniciativa-de-combate-ao-analfabetismo-abre-inscricoes-em-pernambuco-e-outros-oito-estados/">Iniciativa de combate ao analfabetismo abre inscrições em Pernambuco e outros oito estados</a> apareceu primeiro em <a href="https://marcozero.org">Marco Zero Conteúdo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://marcozero.org/iniciativa-de-combate-ao-analfabetismo-abre-inscricoes-em-pernambuco-e-outros-oito-estados/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
