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	<title>Arquivos arte e cultura - Marco Zero Conteúdo</title>
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	<description>Jornalismo investigativo que aposta em matérias aprofundadas, independentes e de interesse público.</description>
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	<title>Arquivos arte e cultura - Marco Zero Conteúdo</title>
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		<title>João Pernambuco, nosso Luar do Sertão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marco Zero Conteúdo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Dec 2022 19:29:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Diálogos]]></category>
		<category><![CDATA[arte e cultura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>por Regina Borges* Domingo teve Toré na Aldeia do Povo Pankararu, que fica localizada entre os municípios de Jatobá, Tacaratu e Petrolândia, no sertão de Itaparica, Pernambuco. O som dos maracás marcava o compasso da dança ritmada, pelo terreiro rodopiavam senhoras, senhores, jovens e crianças numa mistura de fé e devoção. Os cânticos aos seus [&#8230;]</p>
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<p><strong>por Regina Borges*</strong></p>



<p>Domingo teve Toré na Aldeia do Povo Pankararu, que fica localizada entre os municípios de Jatobá, Tacaratu e Petrolândia, no sertão de Itaparica, Pernambuco. O som dos maracás marcava o compasso da dança ritmada, pelo terreiro rodopiavam senhoras, senhores, jovens e crianças numa mistura de fé e devoção. Os cânticos aos seus ancestrais ecoavam pelas serras encantadas e caprichosamente os deuses deram um descanso ao tempo. Pela magia das palavras fui convidada a uma viagem ao passado.</p>



<p>Apaixonada por histórias, mergulhei de cabeça e através do novo livro do biógrafo José Leal fui ao encontro das memórias de um patrimônio da música popular brasileira, com João Pernambuco, filho desse território, originalmente habitado pelos povos indígenas Pankararu e, mais tarde, também por vaqueiros, lavradores, ferroviários, doceiras, feirantes, rendeiras, cantadores e violeiros.</p>



<p>No seu livro intitulado <em>Raízes e Frutos da Arte João Pernambuco</em>, o autor José Leal nos presenteia com uma viagem de reconstituição da vida e obra desse genial compositor, que de nascença teve o sertão de Pernambuco como berço, a lua como lamparina, o santo Rio Velho Chico como bênção, mas como quase todo sertanejo, teve uma vida severina, como nos lembra João Cabral de Melo Neto, um outro imortal pernambucano.</p>



<p>Nessa viagem, provida de rica pesquisa que se nutriu de informações irrefutáveis, indo ao informante original, de primeira mão, com histórias orais dos familiares, depoimentos de músicos que tocaram com João Pernambuco e violonistas intérpretes de suas músicas.</p>



<p>Na longa caminhada, o autor José Leal, vai reconstituindo a trajetória desse ilustre filho de Bebedouro de Jatobá, nascido em 2 de novembro de 1883, quarto filho do ferreiro Manuel, que trabalhou na construção da estrada de ferro Paulo Afonso e da rendeira Teresa, batizado por João Teixeira Guimarães e imortalizado pela alcunha de sua terra: João Pernambuco.</p>



<p>Em cada capítulo do seu percurso de vida, ao tempo que acompanhamos o crescimento de João Pernambuco como artista autodidata, que deixou o sertão aos 12 anos de idade rumo ao Recife, e aos 21 para o Rio de Janeiro, também somos levados ao contexto social, cultural e econômico da época e mergulhados nos seus dilemas, nas injustiças cometidas sobre direitos autorais, da discriminação social e segregação racial, impostas pela burguesia sobre os criadores de arte musical popular.</p>



<p>O biógrafo José Leal também nos apresenta uma série de passagens sobre as inúmeras adversidades que João Pernambuco precisou enfrentar para realizar o seu sonho de ser músico, compositor e assim como as canções que compôs &#8211; como choro, toadas, samba, coco, cateretê, maxixe, entre outros gêneros populares relegados pela elite -, ele também um dia entrou pela porta</p>



<p>da frente, arrancou aplausos, entrou para a história da música popular brasileira.</p>



<p>Contemporâneo de Chiquinha Gonzaga, Ernesto Nazareth e companheiro de Jacob do Bandolim, Pixinguinha, Dilermando Reis, Américo Jacomino (Canhoto), entre outros grandes músicos, João Pernambuco nos deixou uma produção musical grandiosa, até hoje estudada e difundida pelo mundo. E o autor ainda nos traz preciosas informações sobre a sua musicografia, intérpretes, gravações, reinterpretações, homenagens, bem como novos nomes de músicos da presente geração de Pernambuco, que continuam sendo influenciados, a exemplo dos violonistas Caio Cézar Sitonio, Igor Nunes, Lucas Oliveira Arruda, o cantor e compositor Gean Ramos Pankararu, de Jatobá, e o músico Gabriel Alexandre, de Petrolândia.</p>



<p>Em seu livro, José Leal faz um resgate histórico do legado de João Pernambuco, esse filho de Bebedouro de Jatobá, antiga Petrolândia, que aprendeu a tocar viola ainda menino no sertão, e ainda que não tivesse tido a oportunidade de aprender a ler e a escrever, soube desde cedo a refinar seus ouvidos e compor magistralmente centenas de canções que rememoram as belezas de sua terra, de sua gente, tornando-se não apenas o pioneiro, mas também o precursor na difusão da cultura pernambucana e nordestina, consagrando-se com o título de “Poeta do Violão”.</p>



<p>João Pernambuco é reconhecidamente um protagonista da história do violão brasileiro e personagem do patrimônio da música popular brasileira, e como bem diz José Leal: “Há um João em cada arranjo, em canto e cada viola”.</p>



<p>Portanto, conhecer a sua vida e a sua obra é manter viva a memória da história da região, de Pernambuco e desse artista genial tão presente seja nos bailes do Rio de Janeiro, nos folguedos populares do Recife, nas noites enluaradas nas terras sanfranciscanas, lembrando-nos que <a href="https://youtu.be/Zy9_AZf62ZQ" target="_blank" rel="noreferrer noopener">“não há, oh, gente, oh, não, luar como esse do sertão”</a>.</p>



<p>O Instituto de Arte Popular João Pernambuco, fundado em 2021, apresentará no próximo ano uma série de atividades em homenagem aos 140 anos de nascimento do ilustre compositor João Pernambuco, entre elas: o lançamento da biografia escrita por Leal, no final de dezembro no formato e-Book e, meados de janeiro terá início a pré-venda do livro impresso.</p>



<p>É uma viagem imperdível e essencial para o grande público e que pode começar a partir do <a href="https://institutojoaopernambuco.com/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">site do Instituto</a>, onde é possível conhecer e participar da jornada de quem atua para preservar o legado do genial compositor.</p>



<p>Além desta obra, também será lançado em parceria com a Fundação Brasil Meu Amor, o álbum com o mesmo título do livro, composto de dois CDs com 16 músicas de João Pernambuco, interpretadas pela cantora e compositora Gláucia Nasser, com direção musical e arranjos de Paulo Dáfilin, direção artística de Júlio Cesarini e curadoria do próprio José Leal.</p>



<p><strong>*Professora, escritora, coordenadora Regional do Instituto de Arte Popular João Pernambuco, nos municípios de Jatobá, Petrolândia e Tacaratu, no sertão de Pernambuco.</strong></p>



<blockquote class="wp-block-quote is-style-large is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p><strong>Uma questão importante!</strong></p><cite>Colocar em prática um projeto jornalístico ousado custa caro. Precisamos do apoio das nossas leitoras e leitores para realizar tudo que planejamos com um mínimo de tranquilidade. Doe para a Marco Zero. É muito fácil. Você pode acessar nossa<a href="https://marcozero.org/assine/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>página de doaçã</strong></a><strong><a href="https://marcozero.org/assine/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">o</a></strong>ou, se preferir, usar nosso<strong>PIX (CNPJ: 28.660.021/0001-52)</strong>.<br><br><strong>Apoie o jornalismo que está do seu lado</strong>.</cite></blockquote>
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		<title>Festival FALA! debate o futuro do jornalismo a partir da perspectiva popular pautada na diversidade</title>
		<link>https://marcozero.org/festival-fala-2022/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marco Zero Conteúdo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Aug 2022 22:23:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<category><![CDATA[Reportagens]]></category>
		<category><![CDATA[arte e cultura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A terceira edição do FALA! - Festival de comunicação, culturas e jornalismo de causas ocorre de 25 a 27 de agosto. As ações serão realizadas no Teatro Gregório de Mattos de forma gratuita, em Salvador (BA), com transmissão ao vivo pelo canal do Youtube do festival.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>A terceira edição do <strong>FALA!</strong> &#8211;<strong> Festival</strong> <strong>de comunicação, culturas e jornalismo de causas </strong>ocorre de 25 a 27 de agosto. As ações serão realizadas no <strong>Teatro Gregório de Mattos</strong> de forma gratuita, em Salvador (BA), com transmissão ao vivo pelo canal do Youtube do festival.<br><br>O objetivo central do <strong>FALA!</strong> é criar um espaço de debate sobre o papel dos meios de comunicação e como eles podem servir de apoio para uma sociedade mais democrática, diversa, e romper os padrões do jornalismo tradicional, valorizando a cultura, identidade e diversidade de linguagens.</p>



<p>As discussões propostas para as mesas de debates desta edição permeiam temas relacionados ao papel dos meios de comunicação na democracia, direitos humanos, movimentos sociais, cultura, combate ao silenciamento, jornalismo posicionado e novas formas de ver o mundo. A inscrição é gratuita e deve ser feita pelo <a href="https://www.sympla.com.br/evento/fala-festival-de-comunicacao-culturas-e-jornalismo-de-causas/1670150" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Sympla</a>.<br><br>“Pensando no futuro do jornalismo e dos meios de comunicação em massa, o propósito do <strong>FALA! </strong>é abraçar a diversidade e a democracia a partir da perspectiva popular dentro da área e abrir espaço para que profissionais independentes atuem de forma conjunta, sendo capazes de desenvolver discussões amplas e democráticas sobre os temas atuais”, comenta Rosenildo Ferreira, fundador do site de notícias <strong>1 Papo Reto </strong>um dos e idealizadores do <strong>Festival FALA!</strong><br><br>No dia 25 de agosto, às 19h30, dando início à terceira edição do Festival <strong>FALA!</strong>, a mesa de abertura intitulada <strong>O lugar da utopia em um mundo distópico </strong>traz discussões sobre como os ideais de uma sociedade igualitária e verdadeiramente democrática podem impulsionar uma agenda política de oposição ao avanço do autoritarismo, do preconceito e da violência. A mediação do debate será realizada por <strong>Cristiane da Silva Guterres</strong>, jornalista, apresentadora e redatora, com participação de <strong>Helio Santos</strong>, doutor em administração e fundador do IBD&nbsp; (Instituto Brasileiro de Diversidade), e <strong>Cíntia Guedes</strong>, doutora em comunicação pela UFRJ, com ênfase em relações raciais, colonialidade do poder e produção de subjetividade.<br><br>Abrindo o segundo dia de <strong>FALA</strong>!, às 10h15, o painel <strong>Entre redes e ruas: Que democracia é essa? </strong>apresenta uma discussão sobre a qualidade da democracia no Brasil a partir de um debate público promovido nas redes sociais e na vivência das ruas. Mediada por <strong>Rosane Borges</strong>, doutora em ciência da comunicação pela ECA-USP, a mesa também recebe <strong>Michel Silva</strong>, graduado em jornalismo pela PUC-RJ, é co-fundador do jornal Fala Roça; <strong>Midiã Noelle</strong>, jornalista e mestra em cultura pela UFBA; e <strong>Célia Tupinambá</strong>, líder indígena, professora, intelectual e artista da aldeia Serra do Padeiro. Na sequência, às 15h00, <strong>Novas resistências para velhas violações </strong>é o tema apresentado por <strong>Valéria Lima, </strong>do Instituto Mídia Étnica e do Portal Correio Nagô, que discorre sobre o papel da comunicação na construção de caminhos contra a barbárie. Para integrar a mesa, participam <strong>Guilherme Soares, </strong>jornalista, consultor em diversidade e criador do Guia Negro; <strong>Denise Mota</strong>, jornalista dos veículos Agence France-Press, No Toquen Nada e Folha de S. Paulo e <strong>Claudia Wanano, </strong>comunicadora da Rede Wayuri, de São Gabriel da Cachoeira (AM).</p>



<p>Para finalizar os debates deste dia, a mesa <strong>Uma cidade para todas as histórias</strong>, mediada pela jornalista <strong>Mônica Santos, </strong>às 18h45, discute a ocupação de artistas, movimentos sociais e comunicadores em espaços gentrificados das grandes metrópoles. A artista visual e muralista <strong>Luna Barros, </strong>o coordenador do Centro Cultural Que Ladeira É Essa, <strong>Marcelo Teles</strong>,<strong> </strong>e a comunicadora e mestranda em educação pela USP <strong>Ana Flor</strong>, são os participantes convidados para o painel.<br><br>Iniciando a programação do último dia do <strong>Festival FALA!</strong>, a co-fundadora do portal Nós, Mulheres da Periferia <strong>Semayat Oliveira</strong> apresenta a mesa <strong>Novas formas de ver e contar o mundo</strong> às 10h30, trazendo linguagens e narrativas que provocam o pensamento crítico misturando arte, cultura e jornalismo. Ao seu lado nesta discussão estão: <strong>Fabiana Lima, </strong>do Slam das Minas; <strong>Darwiz Bagdeve, </strong>professor universitário e escritor da história em quadrinhos Guerreiro Fantasma, e <strong>Yane Mendes</strong>, cineasta periférica e parte do time de coordenadores da Rede Tumulto, em Recife. Às 15h00, acontece o penúltimo painel do festival: <strong>Nós por nós. Identidade, cultura ancestral e combate ao silenciamento</strong>. Nele participam <strong>Naira Santa Rita, </strong>profissional da área de direitos humanos e sustentabilidade; <strong>Erisvan Guajajara, </strong>jornalista, defensor dos direitos indígenas, fundador e coordenador da&nbsp; Mídia Índia;<strong> Joyce Cursino, </strong>jornalista, produtora e cineasta;<strong> </strong>e<strong> Natureza França, </strong>educadora, mestra em dança e produtora cultural, integrante do Quilombo Aldeia Tubarão e da Rede ao Redor. Vão<strong> </strong>debater a organização das redes e a produção de informações como instrumento de resistência, luta, memória e identidade de grupos silenciados pela grande mídia.&nbsp;</p>



<p>Fechando os três dias de discussões e aprendizado sobre comunicação, cultura e democracia, às 18h00, os grupos <strong>Alma Preta, Marco Zero Conteúdo, Ponte Jornalismo </strong>e<strong> 1 Papo Reto </strong>&nbsp;encerram o festival com o painel <strong>O jornalismo posicionado e suas subjetividades</strong>, que apresenta e defende a comunicação posicionada que dialoga com a arte e a cultura.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Oficinas</h2>



<p>Além dos painéis, a programação do <strong>Festival FALA!</strong> promove oficinas presenciais, que acontecem no <strong>Espaço Cultural Boca de Brasa</strong> a fim de desenvolver atividades práticas sobre arte, cultura, pesquisa e comunicação. As primeiras oficinas <strong>Pesquisa em Jornalismo: Vamos conversar? O diálogo entre prática e pesquisa em Jornalismo </strong>e <strong>Arte e Cultura: a gente não quer só comida </strong>acontecem no dia 26 de agosto, às 14h00 e às 15h15, ministradas, respectivamente, por <strong>Fabiana Moraes</strong>, jornalista, professora e pesquisadora do núcleo de <em>design</em> e comunicação da UFPE<strong>, Denis de Oliveira</strong>, jornalista e professor da ECA-USP e pelos escritores <strong>Marcelino Freire e Miriam Alves</strong>.<br><br>Os <em>workshops</em> previstos para o dia 27 de agosto acontecem também às 14h00 e às 15h15, abordando os temas:<strong> Porque não me calo: o debate interditado sobre o direito à comunicação</strong>, por <strong>Charô Nunes</strong>, da organização Blogueiras Negras, e <strong>Daiene Mendes</strong>, do Repórteres Sem Fronteiras, e <strong>Pluralidade: representatividade e empoderamento no centro do debate</strong>, com <strong>Aline Midlej</strong>, jornalista da Globo News, <strong>Joyce Ribeiro</strong>, jornalista da TV Cultura e <strong>Valéria Almeida</strong>, jornalista do Programa Encontro.<br><br>Entre os debates e oficinas, também ocorrerão intervenções artísticas das musicistas <strong>Amanda Costa,</strong> <strong>Iane Gonzaga </strong>e<strong> Áurea Semiséria</strong>; declamação&nbsp; de poesias por <strong>Rilton Júnior </strong>e pelo grupo<strong> Slam das Minas</strong>;<strong> </strong>performance e dança de <strong>Diego Mamba Negra </strong>e <strong>Mano Sabota</strong>, além da apresentação do conjunto <strong>Pradarrum</strong>, que trabalha a preservação e valorização da musicalidade dos terreiros de candomblé.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Organizadores</h3>



<p><strong>FALA! </strong>é um festival independente realizado por <strong>Alma Preta (SP)</strong>, <strong>Marco Zero Conteúdo (PE)</strong>, <strong>1 Papo Reto (SP)</strong> e <strong>Ponte Jornalismo (SP)</strong> – grupos que fazem comunicação e jornalismo a partir de experiências profundamente conectadas à defesa dos direitos humanos, ao combate às discriminações e desigualdades, à defesa do direito ao território e ao meio ambiente saudável e inclusivo.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p><strong>SERVIÇO</strong></p><p><strong>FALA! &#8211; Festival de Comunicação, Culturas e Jornalismo e Causas</strong></p><p><strong>PAINÉIS E INTERVENÇÕES ARTÍSTICAS:</strong></p><p><strong>Local: </strong>Teatro Gregório de Mattos</p><p><strong>Endereço: </strong>Praça Castro Alves, s/n &#8211; Centro, Salvador &#8211; BA, 40020-160</p><p><strong>Transmissão ao vivo pelo </strong><a href="https://www.youtube.com/channel/UCooWLJEQ8iNdCQGsI-T-hbw"><strong>canal do Youtube</strong></a><strong> do Festival FALA!</strong></p><p><strong>Data: </strong>25 a 27 de agosto</p><p><strong>Necessário a apresentação da caderneta de vacinação contra a Covid-19</strong></p><p><strong>Inscrições gratuitas pelo </strong><a href="https://www.sympla.com.br/fala-festival-de-comunicacao-culturas-e-jornalismo-de-causas__1670150"><strong>Sympla</strong></a></p><p><strong>OFICINAS:</strong></p><p><strong>Local: </strong>Espaço Cultural Boca de Brasa</p><p><strong>Endereço: </strong>Praça Castro Alves, s/n &#8211; Centro, Salvador &#8211; BA, 40020-160</p><p><strong>Data: </strong>26 a 27 de agosto</p><p><strong>Horário: </strong>13h30 às 14h30</p><p><strong>Sujeito a lotação</strong></p></blockquote>



<blockquote class="wp-block-quote is-style-large is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p><strong>Uma questão importante!</strong></p><p>Colocar em prática um projeto jornalístico ousado como esse da cobertura das Eleições 2022 é caro. Precisamos do apoio das nossas leitoras e leitores para realizar tudo que planejamos com um mínimo de tranquilidade. Doe para a Marco Zero. É muito fácil. Você pode acessar nossa<a href="https://marcozero.org/assine/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">&nbsp;página de doação</a>&nbsp;ou, se preferir, usar nosso&nbsp;<strong>PIX (CNPJ: 28.660.021/0001-52)</strong>.</p><p><strong>Nessa eleição, apoie o jornalismo que está do seu lado.</strong></p></blockquote>
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