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	<title>Arquivos bolsas - Marco Zero Conteúdo</title>
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	<description>Jornalismo investigativo que aposta em matérias aprofundadas, independentes e de interesse público.</description>
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	<title>Arquivos bolsas - Marco Zero Conteúdo</title>
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		<title>Inscrições abertas para mentoria de organizações sociais que desenvolvem projetos esportivos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marco Zero Conteúdo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Mar 2025 17:40:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[bolsas]]></category>
		<category><![CDATA[edital]]></category>
		<category><![CDATA[inclusão social]]></category>
		<category><![CDATA[projetos esportivos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Rede Capacitação e Transformação (CT) está com inscrições abertas para sua mentoria gratuita destinada a Organizações da Sociedade Civil (OSCs) que desenvolvem projetos esportivos. A iniciativa busca ampliar o acesso à Lei de Incentivo ao Esporte, descentralizando recursos para as regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste. Em 2024, a capacitação beneficiou 477 organizações, com 144 [&#8230;]</p>
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<p>A Rede Capacitação e Transformação (CT) está com inscrições abertas para sua mentoria gratuita destinada a Organizações da Sociedade Civil (OSCs) que desenvolvem projetos esportivos. A iniciativa busca ampliar o acesso à Lei de Incentivo ao Esporte, descentralizando recursos para as regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste. Em 2024, a capacitação beneficiou 477 organizações, com 144 delas recebendo mentoria individual. As inscrições podem ser feitas até 28 de março no <a href="http://capacitacaoetransformacao.org/selecao-ct" target="_blank" rel="noreferrer noopener">site da Rede CT</a>.</p>



<p>Segundo a gerente de projeto da Rede CT, Gigi Favacho, a expectativa para 2025 é aumentar o número de instituições contempladas. “Nosso objetivo é democratizar o acesso aos incentivos fiscais e promover o desenvolvimento de territórios historicamente à margem das políticas públicas”, destaca. Em 2024, 68% das OSCs atendidas nunca haviam recebido nenhum benefício fiscal, e os projetos elaborados durante a mentoria permitiram a captação potencial de mais de R$ 63 milhões.</p>



<p>A iniciativa é fruto de uma parceria entre o Instituto Futebol de Rua, a Nexo Investimento Social e a Rede Igapó, contando com patrocínio do banco Itaú e da B3. O projeto visa capacitar empreendedores sociais esportivos para utilizar a Lei Federal de Incentivo ao Esporte, fortalecendo programas que utilizam o esporte como ferramenta de transformação social.</p>



<p>Podem se inscrever organizações com sede nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste. Cada organização pode indicar até dois participantes, sendo necessário que pelo menos um deles esteja matriculado em uma instituição de ensino autorizada pelo poder público. O edital completo está disponível no site capacitacaoetransformacao.org.</p>



<p>Com o crescimento da iniciativa, a Rede CT espera continuar ampliando o impacto social dos projetos esportivos no país. A descentralização dos recursos visa fortalecer instituições em regiões com menor acesso a incentivos públicos, garantindo mais oportunidades para comunidades em situação de vulnerabilidade socioeconômica.</p>
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		<title>Quatro bolsas de R$ 6 mil para coletivos de comunicação de Pernambuco</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marco Zero Conteúdo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Apr 2024 21:28:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Diversidade]]></category>
		<category><![CDATA[bolsas]]></category>
		<category><![CDATA[Festival Fala]]></category>
		<category><![CDATA[jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[mídia e comunicação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Se você faz parte de um coletivo de jornalismo, comunicação e/ou cultura em Pernambuco, que já existe há mais de um ano, então essá notícia lhe interessa diretamente: a Marco Zero e o Instituto Fala! lançaram hoje o Edital FALA! 2024 de Jornalismo, comunicação e cultura nos territórios: novos formatos como meio de transformação social. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Se você faz parte de um coletivo de jornalismo, comunicação e/ou cultura em Pernambuco, que já existe há mais de um ano, então essá notícia lhe interessa diretamente: a Marco Zero e o Instituto Fala! lançaram hoje o <a href="https://festivalfala.org.br/2024/04/29/regulamento-do-edital-fala-2024-para-coletivos-de-pernambuco/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Edital FALA! 2024 de Jornalismo, comunicação e cultura nos territórios: novos formatos como meio de transformação social</a>.</p>



<p>O Edital FALA! é sempre destinado aos coletivos do estado por onde passou o Festival FALA!. Por isso, estarão aptos a concorrer às bolsas os coletivos de jornalismo, comunicação e/ou cultura que atuem nos territórios periféricos do estado de Pernambuco.</p>



<p>Serão quatro bolsas de 6 mil reais para a produção de reportagens que abordem as agendas de justiça climática, justiça social e da democracia nos territórios periféricos a partir de experiências de novos formatos e linguagens nas áreas de jornalismo, comunicação e cultura. As inscrições começam hoje, 29 de abril e vai até 19 de maio, com a divulgação do resultado no dia 03 de junho de 2024.</p>



<p></p>



    <div class="lista mx-md-5 px-5 py-4 my-5" style="--cat-color: #EBEB01;">
        <span class="titulo text-uppercase mb-3 d-block">Para que você não tenha dúvidas se a sua proposta de reportagem se encaixa nos eixos do Edital FALA! 2024, a gente detalhou aqui:</span>

                    <div class="lista__item">
                <p class="m-0"><span>1. </span>Justiça Climática: os trabalhos apresentados para o eixo de justiça climática podem abordar temas como aquecimento global; racismo ambiental; tecnologias sociais e ancestrais desenvolvidas em territórios periféricos para mitigar e superar as consequências de ambos os fenômenos, dentre outros tópicos correlatos. </p>
            </div>
                    <div class="lista__item">
                <p class="m-0"><span>2. </span>Justiça Social: os trabalhos apresentados para o eixo de justiça social devem abordar problemas estruturais da sociedade brasileira em decorrência de raça, etnia, gênero, sexualidade, classe e território. </p>
            </div>
                    <div class="lista__item">
                <p class="m-0"><span>3. </span>Democracia: os trabalhos apresentados para o eixo de democracia devem abordar estratégias de incidência política de determinados grupos sociais; atuação de movimentos sociais (entendidos aqui de forma ampla, podendo ser movimentos que atuam na pauta de cultura, educação, tecnologia etc); resultados concretos de ações políticas de movimentos populares; dentre outros tópicos correlatos. </p>
            </div>
            </div>



<p></p>



<p></p>



<p></p>
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		<title>Incerteza na UFPE: com corte de 30% da verba mantido, universidade para em setembro</title>
		<link>https://marcozero.org/incerteza-na-ufpe-com-corte-de-30-da-verba-mantido-universidade-para-em-setembro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Maria Carolina Santos]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jul 2019 18:05:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[bolsas]]></category>
		<category><![CDATA[bolsonaro]]></category>
		<category><![CDATA[corte]]></category>
		<category><![CDATA[extensão]]></category>
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		<category><![CDATA[universidades federais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quando as aulas da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) voltarem daqui a dez dias, os mais de 40 mil alunos devem encontrar um cenário de incertezas. Com 30% do orçamento de 2019 ainda bloqueado pelo Ministério da Educação, a UFPE tem condições de funcionar somente até setembro. O orçamento de agosto está garantido, mas ainda [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Quando as aulas da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) voltarem daqui a dez dias, os mais de 40 mil alunos devem encontrar um cenário de incertezas. Com 30% do orçamento de 2019 ainda bloqueado pelo Ministério da Educação, a UFPE tem condições de funcionar somente até setembro. O orçamento de agosto está garantido, mas ainda nem foi liberado para empenho. É com esse dinheiro que a universidade paga despesas com manutenção, energia, limpeza e segurança. O tempo corre, o impasse com o MEC permanece e alunos e sociedade já sentem os efeitos do corte – ou contingenciamento, como o Governo Bolsonaro nomeia.</p>
<p>Os professores do Departamento de Geologia já foram comunicados que não vão poder fazer aulas práticas no próximo semestre. A restrição, aliás, deve se estender para muitos outros cursos: sem a manutenção adequada, os ônibus da UFPE só podem rodar na Região Metropolitana do Recife. Não há verba para aluguel de transporte. Na semana passada, a pró-reitoria de Extensão e Cultura suspendeu o edital Pibexc – que oferece até R$ 3 mil para projetos e bolsas de R$ 382 para até dois alunos. Os projetos já em execução estão com bolsas garantidas para os estudantes só até o mês de dezembro.Os recursos para28 projetos aprovadosque teriam início em agosto já foram suspensos: entre eles, um programa de capacitação para zika oferecido a profissionais de saúde básica e de prevenção da sífilis.</p>
<blockquote>
<h4><strong>Leia mais: <a href="https://marcozero.org/federais-em-pernambuco-tem-cortes-de-r-11794-milhoes-e-podem-paralisar-no-segundo-semestre/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Federais em Pernambuco têm cortes de R$ 117,94 milhões</a></strong></h4>
</blockquote>
<p>Mesmo os projetos que seguem estão passando por dificuldades desde maio, quando foi anunciado o bloqueio e as federais de todo o Brasil tiveram que puxar o freio. O projeto de extensão Língua solta, do curso de Odontologia, é um deles: conseguiu manter duas bolsas pelos menos até dezembro. É o único lugar no estado a fazer cirurgias gratuitas em bebês que nascem com a “língua presa”. “Geralmente os médicos dizem que não precisa, que quando crescer melhora, mas esses bebês encontram dificuldade para mamar. Com uma pequena cirurgia, conseguem se alimentar muito melhor”, explica o estudante bolsista Ítalo Ferreira Monteiro, do quarto período do curso. Há meses em que o projeto atende até 240 bebês, vindos de várias cidades de Pernambuco.</p>
<p>Com o bloqueio, alguns itens começaram a faltar e a manutenção foi prejudicada. “Os materiais usados no Língua Solta são à parte do projeto de extensão, mas o que acontece é que por vezes a limpeza da clínica tem ficado defasada. Ano passado a limpeza era perfeita. Hoje, falta sabão, falta papel adequado para poder embalar os materiais&#8230;nem caixa de coleta para materiais cortantes estamos usando, porque não está chegando dinheiro para isso”, lamenta.</p>
<p><div id="attachment_17655" style="width: 307px" class="wp-caption alignleft"><img fetchpriority="high" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-17655" class="size-medium wp-image-17655" src="http://marcozero.org/wp-content/uploads/2019/07/italo-297x300.jpg" alt="Ítalo com um bebê atendido pelo Língua Solta. Foto: Arquivo pessoal" width="297" height="300"><p id="caption-attachment-17655" class="wp-caption-text">Ítalo com um bebê atendido pelo Língua Solta. Foto: Arquivo pessoal</p></div></p>
<p>Para este semestre, Ítalo estava em um grupo de alunos e professores de outros cursos de saúde para montar um projeto sobre imunologia. Agora, com a suspensão do edital, o projeto vai ficar para o ano que vem.</p>
<p>Ítalo também é um dos fundadores do movimento <strong><a href="http://instagram.com/balburdiaufpe" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Balbúrdia UFPE</a></strong>, que mostra nas ruas e nas redes sociais como é importante o papel de uma universidade pública que invista na tríade ensino, pesquisa e extensão. “Pernambuco tem muito a perder se esse bloqueio continuar. Todo curso, todo departamento atende diretamente a população com os projetos de extensão. Há atendimento odontológico, de nutrição, fisioterapia. O Departamento de Educação Física, por exemplo, tem projetos com pessoas cardíacas, especiais e idosos. Se a manutenção da universidade parar, esses projetos todos também param, porque ninguém vai para a universidade se não tiver segurança, energia. Acredito que na volta às aulas vamos encontrar muitas dificuldades”, diz.</p>
<p>Estudante do quinto período de Pedagogia, Estefane Domingos entrou na UFPE em sexto lugar no curso. Também faz parte do Balbúrdia. “NoCentrode Educação tem dois cursos pré-vestibulares em que os alunos dão aulas. O Gradação, que começou este ano, não tem bolsa para ninguém. É um projeto para a formação do docente, mas que atende a comunidade surda, LGBTQI+, estudantes com alta vulnerabilidade socioeconômica&#8230;Então, quando a universidade começa a sofrer cortes, isso implica no atendimento à sociedade e também na permanência do estudante na universidade e na manutenção desses prédios. Ficamos com um sentimento de incerteza: como vai ser no próximo semestre? Vamos conseguir terminar nossa graduação?”, questiona.</p>
<p>A UFPE não divulgou quantos projetos serão suspenso e quantas bolsas devem deixar de ser oferecidas ao longo do semestre com a suspensão do edital Pibexc. A pró-reitora de Extensão e Cultura, Christina Nunes, não quis dar entrevista.</p>
<h2>MEC não faz aceno para universidades</h2>
<p>O orçamento de manutenção da UFPE para 2019 foi previsto em R$ 172 milhões. O corte de 30% responde por R$ 55,8 milhões. O orçamento geral da UFPE ultrapassa R$ 1,5 bilhão, mas o grosso das despesas é com salários, o que não é de gestão orçamentária da UFPE. É com os R$ 172 milhões que a UFPE estava contando para pagar segurança, limpeza e manutenção de uma estrutura de 1,8 milhão de metros quadrados, dividida em três campi. O dinheiro também é usado para repor equipamentos quebrados e para alguns tipos de bolsas, como as de extensão e monitoria. Só de energia, a UFPE paga uma conta mensal de R$ 2 milhões, nos meses com aulas.</p>
<p>Por enquanto, não há nenhuma negociação entre o MEC e a UFPE para a liberação dos recursos. Em maio, o ministro da Educação Abraham Weintraub chegou a condicionar a liberação dos recursos à aprovação da Reforma da Previdência.</p>
<p>O pró-reitor de Planejamento, Orçamento e Finanças da UFPE, Thiago Galvão, diz que só tem uma opção: ficar otimista com a liberação da verba. &#8220;Se não for assim, vão parar todas as universidades federais do país. Por mais que seja complicado a gente ter que passar por essa situação, de cada vez mais ter que demonstrar a relevância social da universidade, e de que educação não pode ser contingenciada desta forma, temos otimismo de que o governo vai se sensibilizar. É um universo de 1,2 milhão de estudantes no Brasil, só na graduação, que está dependendo disso para continuar a estudar no segundo semestre&#8221;.</p>
<p>A manutenção na UFPE também foi prejudicada com a demissão de cerca de 60 funcionários terceirizados, após a repactuação de contratos. &#8220;Funcionários que limpavam banheiros, por exemplo, teriam que receber um salário maior. A UFPE não tinha verba para aumentar o contrato e infelizmente houve demissões&#8221;, conta o pró-reitor.</p>
<p>Em nota à Marco Zero, o Ministério da Educação afirmou que o &#8220;contingenciamento&#8221; é permitido pela Lei de Responsabilidade Fiscal. E novamente condicionou a liberação da verba a uma possível melhora do cenário econômico. &#8220;Entretanto, na expectativa de uma evolução positiva nos indicadores fiscais do governo, o MEC vem articulando com o Ministério da Economia a possibilidade de ampliação dos limites de empenho e movimentação financeira a fim de cumprir todas as metas estabelecidas na legislação para a Pasta. Caso o cenário econômico apresente evolução positiva no segundo semestre, os valores bloqueados serão reavaliados&#8221;. A nota também cita o programa Future-se como uma forma de &#8220;aumentar a autonomia financeira de universidades e institutos&#8221;.</p>
<p>Os orçamentos das instituições de ensino federais, no entanto, são feitos sempre um ano antes e aprovados pelo Congresso. Ou seja, o valor da verba para UFPE já estava previsto no orçamento da União desde o ano passado. Até o final do próximo mês, a Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes) vai encaminhar para o Congresso a proposta de orçamento de todas as universidades federais para o ano de 2020. Ainda estão na fase de levantamento de dados, já que os cálculos passam pelo número de estudantes matriculados, turnos de funcionamento e tamanho da estrutura física. Quem deve gerir esses recursos na UFPE é o próximo reitor, que assume em outubro. Na consulta à comunidade acadêmica, <strong><a href="https://marcozero.org/vencedor-da-eleicao-para-reitor-da-ufpe-alfredo-gomes-acredita-que-mec-acatara-resultado/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">quem ganhou o pleito foi o professor Alfredo Macedo Gomes</a></strong>, do Departamento de Fundamentos Sócio-Filosóficos da Educação e do Programa de Pós-Graduação em Educação (PPGEdu) do Centro de Educação. Falta ainda a confirmação da escolha pelo presidente da República.</p>
<blockquote>
<h3>Autonomia das universidades ameaçada</h3>
<p>Além dos cortes, <a href="http://www.in.gov.br/en/web/dou/-/portaria-n-1.373-de-18-de-julho-de-2019-198614920" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>uma portaria ameaça ainda mais a autonomia das universidades federais</strong></a>. O presidente Jair Bolsonaro retirou uma série de poderes dos reitores: eles não podem mais, por exemplo, nomear pró-reitores ou diretores de departamento. Também não podem autorizar diárias e passagens aéreas – ou seja, não têm mais autonomia para decidir em quais eventos e congressos os professores e alunos podem receber apoio para participar. Tudo isso, com a portaria, passa a ser responsabilidade do MEC.</p>
<p>Não é a primeira vez que o governo Bolsonaro tenta essa manobra. Há cerca de três meses, um decreto presidencial com essas mesmas características foi expedido, colocando essas responsabilidades na Secretaria de Governo. Agora, o assunto voltou em forma de portaria do MEC. Entidades questionam a constitucionalidade da medida e afirmam que fere a autonomia das universidades, garantida na Constituição brasileira. A bancada da educação, na Câmara de Deputados, já afirmou que vai tentar derrubar a portaria.</p>
<p>Orecém-empossado presidente da Associação dos Docentes da UFPE (Adufepe), Edeson Siqueira, considera que os cortes e a portaria têm como objetivo o enfraquecimento das universidades federais. &#8220;Estamos sofrendo um ataque brutal, como nunca antes na história&#8221;, diz, lembrando que cerca de 90% da produção científica nacional é realizada nas universidades públicas. &#8220;O nosso jurídico vai entrar com uma ação no Ministério Público Federal questionando a legalidade dessa portaria. Toda universidade tem garantida na Constituição sua autonomia para fazer a gestão pessoal, de recursos e administrativa&#8221;.</p>
<p>No próximo dia 7 de agosto, os professores da UFPE se reúnem em assembleia para definir estratégias para o semestre. Na pauta, <a href="https://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/eu-estudante/ensino_ensinosuperior/2019/07/18/interna-ensinosuperior-2019,771920/andes-se-manifesta-contra-o-programa-future-se.shtml">o programa Future-se</a>, apresentado pelo MEC na semana passada como o &#8220;futuro das universidades&#8221;, e uma paralisação com protesto no dia 13 de agosto. Por enquanto, não há indicativo de greve dos professores. &#8220;O que podemos fazer, se o bloqueio persistir, é ir para as ruas uma vez por mês&#8221;, adianta Edeson.</p></blockquote>
<p>O post <a href="https://marcozero.org/incerteza-na-ufpe-com-corte-de-30-da-verba-mantido-universidade-para-em-setembro/">Incerteza na UFPE: com corte de 30% da verba mantido, universidade para em setembro</a> apareceu primeiro em <a href="https://marcozero.org">Marco Zero Conteúdo</a>.</p>
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