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	<title>Arquivos salários - Marco Zero Conteúdo</title>
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	<description>Jornalismo investigativo que aposta em matérias aprofundadas, independentes e de interesse público.</description>
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	<title>Arquivos salários - Marco Zero Conteúdo</title>
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		<title>Piores salários para pessoas negras estão em estados do Nordeste</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marco Zero Conteúdo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Dec 2025 18:42:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Agência Tatu]]></category>
		<category><![CDATA[disparidade de salários]]></category>
		<category><![CDATA[racismo estrutural]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>por Ana Cecília, da Agência Tatu O Nordeste concentra os quatro estados com as piores remunerações para os trabalhadores negros do país. Segundo levantamento realizado pela Agência Tatu, com base nos dados da Relação Anual de Informações Sociais (RAIS) de 2024, Paraíba, Piauí, Alagoas e Rio Grande do Norte pagam em média R$ 2.321 para pretos [&#8230;]</p>
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<p><strong>por Ana Cecília, da <a href="https://www.agenciatatu.com.br/noticia/estados-com-a-pior-remuneracao-para-trabalhadores-negros/">Agência Tatu</a></strong></p>



<p>O Nordeste concentra os quatro estados com as piores remunerações para os trabalhadores negros do país. Segundo levantamento realizado pela <a href="https://www.agenciatatu.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Agência Tatu</a>, com base nos dados da Relação Anual de Informações Sociais (RAIS) de 2024, Paraíba, Piauí, Alagoas e Rio Grande do Norte pagam em média R$ 2.321 para pretos e pardos, enquanto trabalhadores brancos recebem em média R$ 3.161 nesses estados, uma diferença de 36%.</p>



<p>Essa diferença salarial é observada em todos os estados brasileiros. No país, profissionais negros recebem em média R$ 3.075, enquanto trabalhadores brancos ganham R$ 4.496, 46% de diferença.</p>



<p>O Distrito Federal lidera a disparidade de remunerações com brancos tendo salários 86,99%  mais altos que pretos e pardos. Em seguida vem o Rio de Janeiro, com uma diferença de 49,85%, e a Bahia, com uma diferença salarial de 46,31%.</p>



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<p>Esses dados são baseados nas declarações anuais prestadas pelos empregadores sobre seus contratados. Calculados pela média de todos os valores salariais existentes nas categorias de emprego, o gráfico ilustra essa desigualdade estado a estado, evidenciando a distância que separa a renda entre os grupos raciais em todo o território nacional.</p>



<p>Os dados mostram que essa diferença salarial persiste mesmo em cargos com altas remunerações, como postos de chefia e alto escalão. Negros nessas funções ganham, em média, R$ 7.144, contra R$ 12.319 recebidos por brancos. Essa diferença de 72% é a maior observada entre as categorias, sendo uma realidade presente em todas as profissões.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Disparidade salarial e construção social</h2>



<p>Para Marli Araújo, doutora em Serviço Social e professora da Universidade Federal de Alagoas (UFAL), a baixa remuneração no Nordeste e desigualdades salariais é profunda, pois existe um estigma de atraso atribuído ao Nordeste, além de possuir uma população majoritariamente negra, e essa construção social reflete diretamente nos indicadores econômicos.</p>



<p>Em um âmbito geral, segundo a especialista, para entender as diferenças salariais entre pessoas negras e pessoas brancas, é preciso entender como se forma a classe trabalhadora brasileira no pós-abolição e como isso implica em termos salariais atuais.</p>



<div class="wp-block-media-text is-stacked-on-mobile" style="grid-template-columns:45% auto"><figure class="wp-block-media-text__media"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="768" height="1024" src="https://marcozero.org/wp-content/uploads/2025/12/Tatu-salarios-Marli-768x1024.webp" alt="" class="wp-image-73702 size-full" srcset="https://marcozero.org/wp-content/uploads/2025/12/Tatu-salarios-Marli-768x1024.webp 768w, https://marcozero.org/wp-content/uploads/2025/12/Tatu-salarios-Marli-225x300.webp 225w, https://marcozero.org/wp-content/uploads/2025/12/Tatu-salarios-Marli-1152x1536.webp 1152w, https://marcozero.org/wp-content/uploads/2025/12/Tatu-salarios-Marli-1536x2048.webp 1536w, https://marcozero.org/wp-content/uploads/2025/12/Tatu-salarios-Marli-640x853.webp 640w, https://marcozero.org/wp-content/uploads/2025/12/Tatu-salarios-Marli-150x200.webp 150w, https://marcozero.org/wp-content/uploads/2025/12/Tatu-salarios-Marli.webp 1600w" sizes="(max-width: 768px) 100vw, 768px" /></figure><div class="wp-block-media-text__content">
<p>“Você tem uma população de 700 a 800 mil pessoas libertas após a escravidão e você tem uma sociedade brasileira que se forma a partir desse capitalismo industrial da Inglaterra. Essa população negra não é entendida como classe trabalhadora, porque existe uma construção política, ideológica, social, que negro é preguiçoso, que pessoas negras não gostam de trabalhar. Então, você tem aí um processo migratório eugenista no início do século XIX. E, com isso, você vai ter uma diferenciação entre trabalhadores brancos e trabalhadores negros a partir de uma questão racial e que se implica no lucro capitalista”.</p>
</div></div>



<p>Já para o ativista antirracista Jeamerson dos Santos, pesquisador dos campos de educação, cultura e arte, o Nordeste tem uma questão política e econômica histórica, que influência na disparidade salarial. “Há uma colonialidade muito grande nas relações de poder, isso também mantém a região Nordeste dentro dessa condição triste e vergonhosa de ser uma região com índices de desenvolvimento econômico para a população negra de piores condições”.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Caminhos para equiparação econômica</h3>



<p>Ele ainda explica que a equiparação salarial só será possível através do enfrentamento desse contexto histórico e social. “Essas pessoas, por exemplo, que estão no mercado de trabalho, precisam ter apoio para isso, e é necessário que o Estado brasileiro assuma a responsabilidade efetiva de enfrentar o racismo estrutural”.</p>



<p>O especialista ressalta que essas mudanças devem avançar em direção a uma sociedade mais equitativa, indo além da simples discussão e focando em ações concretas. “É importante entender que essa reparação ou equiparação econômica vai se dar quando a gente entender que as contribuições negras não são empecilhos para o desenvolvimento do Brasil, pelo contrário, elas são potências e sempre foram potências, dentro das suas singularidades, dentro das suas pluralidades, dentro das suas diversidades”, conclui.</p>



<p></p>
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		<title>Sindicato e empresa de tecnologia assinam acordo para reduzir jornada de trabalho sem corte nos salários</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Inácio França]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 Jul 2022 18:18:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[jornada de trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[Porto Digital]]></category>
		<category><![CDATA[redução de jornada de trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[salários]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia de informação]]></category>
		<category><![CDATA[TI]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Os dirigentes do Sindicato dos Trabalhadores em Processamento de Dados e Tecnologia da Informação (<a href="http://www.sindpdpe.org.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Sindpd-PE</a>) ficaram com a pulga atrás da orelha quando chegou o convite de uma empresa mineira de tecnologia com escritório no Recife. O conteúdo parecia inacreditável para os sindicalistas acostumados à tensão e aos impasses das campanhas salariais: os representantes da Gerencianet queriam negociar com o Sindicato um acordo para reduzir a jornada de trabalho, porém preservando os salários e benefícios dos seus funcionários em Pernambuco.</p>



<p>Parecia bom demais para ser verdade. “Nossa primeira reação foi pensar que se tratava de uma armadilha da empresa. Lemos, relemos e pensávamos ‘onde tá a pegadinha nisso aí´”, conta a presidenta do Sindpd, Sheyla Lima. Quando a minuta da proposta chegou, o departamento jurídico da entidade concluiu que não havia nada oculto nas entrelinhas do documento. Telefonemas para os dirigentes sindicais de Minas Gerais e de São Paulo confirmaram que o mesmo texto estava sendo discutido nesses estados com a empresa.</p>



<p>As negociações avançaram rapidamente durante os meses de maio e junho. “Foi tudo muito leve, ficamos ainda mais surpresos com aquilo que escutamos do pessoal da empresa”, admitiu a sindicalista, pois a proposta havia sido elaborada com a participação dos empregados. “Com a nossa experiência em mesa de negociação, a gente percebe logo quando as propostas são feitas de cima para baixo ou com representantes de funcionários dominados pelos patrões. Não foi esse o caso”.</p>



<p>Durante o processo, o Sindicato ainda conseguiu incluir no acordo alguns itens que não constavam na proposta inicial. O mais importante foi garantir que novos funcionários que, eventualmente venham a ser contratados, possam usufruir imediatamente dos benefícios. “E eles também concordaram que a gente divulgasse aqui pelo Recife. Vai ser um exemplo para os empresários de visão curta do Porto Digital e do resto do estado, que só pensam em cortar salários e tirar o sangue dos empregados”, antecipou a presidenta.</p>



<p>O acordo tem caráter experimental, com validade por seis meses, contados a partir de 1º de julho, quando a nova jornada de trabalho foi implantada para os 300 funcionários da empresa, todos contratados com carteira assinada no regime da CLT.</p>



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	                                        <p class="m-0">Sindicato irá usar acordo para pressionar empresas pernambucanas na campanha salarial. Crédito: Ascom SINDPD-PE</p>
	                
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<h2 class="wp-block-heading"><strong>Objetivo é lucrar mais</strong></h2>



<p>Procuramos então a <a href="http://www.gerencianet.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Gerencianet</a>. Apesar da iniciativa ser típica de uma empresa de países como Dinamarca ou Noruega, o sotaque mineiro do fundador e CEO Evanil Rosano de Paula descartou a probabilidade do empresário ter raízes nórdicas. “Faço questão de esclarecer: não somos uma ONG, somos capitalistas e nosso objetivo é maximizar os lucros. E, há 15 anos ininterruptos, desde a empresa foi criada, alcançamos esse objetivo com resultados bastante positivos. Porém, o nosso caminho para o lucro sempre foi apostando em pessoas, valorizando nossa equipe de funcionários, pagando salários acima da média e garantindo benefícios que impactam em qualidade de vida das famílias dos nossos colaboradores.</p>



<p>Evanil assegura que a decisão de reduzir a jornada de trabalho de 40 para 32 horas semanais não foi aleatória. Seria, na verdade, uma consequência da cultura corporativa, que começa já no processo de seleção de pessoal. “Nunca tivemos aporte financeiro de investidores, por isso, desde o primeiro momento focamos nas pessoas. Como estamos cercados de boas universidades, direcionamos nossos processos seletivos para jovens engajados, interessados em crescer conosco e fazer parte de um projeto maior”, explica o empresário, que tem, em sua equipe, profissionais formados nos cursos de Economia, Administração de Empresas, Estatística, Ciência da Computação, Engenharia e Jornalismo das universidades mineiras.</p>



<p>A “cultura” mencionada pelo empresário inclui restaurante que garante a custo zero café da manhã, almoço e lanche da tarde para a equipe, pagamento de cursos de idioma e qualificação profissional, além de algo ainda mais incomum no meio empresarial brasileiro: custeio de todas as mensalidades escolares dos filhos dos funcionários até a conclusão do Ensino Médio.</p>



<p>“Já perguntaram quais os resultados que esperamos com isso. Respondi dizendo que tomamos a decisão olhando para trás, a partir dos resultados que obtivemos com essa cultura. A empresa e a equipe estão prontas para isso, pois a redução da jornada exige uma mudança das relações de trabalho dos dois lados, tanto do empregado quanto de quem emprega. Nós entregamos qualidade vida, o colaborador entrega eficiência, qualidade dos serviços em tempo hábil”, conta.</p>



<p>Aqui, Evanil faz uma ressalva, pois não gosta de falar em prazos, pois, segundo ele, a imposição de prazos adoece o empregado. “Nossa expectativa é que a pessoa faça seu melhor”.</p>



<p>Para ilustrar o sucesso da cultura adotada pela sua empresa, o empresário lembra que a Gerencianet foi a primeira empresa de tecnologia do país a oferecer o PIX nos padrões estabelecidos pelo Banco Central (BC), o que aconteceu no mesmo dia do lançamento nacional do PIX, além de ter sido a 5ª empresa homologada como iniciadora de pagamentos pelo BC.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Auxílio home office</strong></h3>



<p>Outro aspecto da cultura corporativa da Gerencianet que os sindicalistas pernambucanos vão usar como argumento na campanha salarial deste ano é a concessão do auxílio <em>home office</em>. Ao saber que a empresa mineira – além de fornecer mesa e cadeira egonômicas &#8211; paga os gastos com internet e energia elétrica dos seus 230 funcionários que passaram a trabalhar em casa durante a pandemia, Sheyla Lima decidiu usar esse fato como trunfo nas negociações com as empresas pernambucanas. “Em 2021, as empresas recusaram pagar R$ 30,00 de auxílio para quem estava trabalhando em casa, apesar da economia que isso significa para elas e de estarem ganhando muito mais dinheiro depois da pandemia”, critica.</p>



<p>Procuramos a entidade que representa as mais de 2.900 empresas de tecnologia no estado, o Sindicato das Empresas deProcessamentode Dados do Estado de Pernambuco (Seprope), mas sua diretoria não quis comentar o acordo.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-style-large is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p><strong>Uma questão importante!</strong></p><cite>Colocar em prática um projeto jornalístico ousado custa caro. Precisamos do apoio das nossas leitoras e leitores para realizar tudo que planejamos com um mínimo de tranquilidade. Doe para a Marco Zero. É muito fácil. Você pode acessar nossa<a href="https://marcozero.org/assine/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">página de doação</a>ou, se preferir, usar nosso<strong>PIX (CNPJ: 28.660.021/0001-52)</strong>.<br><br><strong>Apoie o jornalismo que está do seu lado</strong>.</cite></blockquote>



<p></p>
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