<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Arquivos violência contra mulheres - Marco Zero Conteúdo</title>
	<atom:link href="https://marcozero.org/tag/violencia-contra-mulheres/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://marcozero.org/tag/violencia-contra-mulheres/</link>
	<description>Jornalismo investigativo que aposta em matérias aprofundadas, independentes e de interesse público.</description>
	<lastBuildDate>Thu, 13 Mar 2025 22:23:16 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.9.4</generator>

<image>
	<url>https://marcozero.org/wp-content/uploads/2024/02/cropped-favicon-32x32.png</url>
	<title>Arquivos violência contra mulheres - Marco Zero Conteúdo</title>
	<link>https://marcozero.org/tag/violencia-contra-mulheres/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Pernambuco, o estado onde mais se matam mulheres no Nordeste</title>
		<link>https://marcozero.org/pernambuco-o-estado-onde-mais-se-mata-mulheres-no-nordeste/</link>
					<comments>https://marcozero.org/pernambuco-o-estado-onde-mais-se-mata-mulheres-no-nordeste/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Giovanna Carneiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Mar 2025 20:37:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[feminicídio]]></category>
		<category><![CDATA[Rede de Observatórios da Segurança]]></category>
		<category><![CDATA[violência contra mulheres]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://marcozero.org/?p=69546</guid>

					<description><![CDATA[<p>Em 2024, ao menos 13 mulheres foram vítimas de violência a cada 24 horas nos nove estados monitorados pela Rede de Observatórios da Segurança &#8211; Amazonas, Bahia, Ceará, Maranhão, Pará, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro e São Paulo. O novo boletim Elas vivem: um caminho de luta, divulgado nesta quinta-feira (13), revela um preocupante aumento [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://marcozero.org/pernambuco-o-estado-onde-mais-se-mata-mulheres-no-nordeste/">Pernambuco, o estado onde mais se matam mulheres no Nordeste</a> apareceu primeiro em <a href="https://marcozero.org">Marco Zero Conteúdo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Em 2024, ao menos 13 mulheres foram vítimas de violência a cada 24 horas nos nove estados monitorados pela <a href="https://observatorioseguranca.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Rede de Observatórios da Segurança</a> &#8211; Amazonas, Bahia, Ceará, Maranhão, Pará, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro e São Paulo. </p>



<p>O novo boletim <em>Elas vivem: um caminho de luta</em>, divulgado nesta quinta-feira (13), revela um preocupante aumento de 12,4% nos casos registrados em relação a 2023, totalizando 4.181 vítimas. Entre os estados analisados, Pernambuco se destaca negativamente, liderando o número de mortes de mulheres no Nordeste, com 167 casos de feminicídio, transfeminicídio e homicídio.</p>



<p>A 5ª edição do relatório denuncia a persistência da violência de gênero no Brasil, abordando não apenas os números, mas também a brutalidade dos crimes e os desafios para a erradicação desse fenômeno. Os dados apontam que 70% dos feminicídios foram cometidos por companheiros ou ex-companheiros, evidenciando o perigo que muitas mulheres enfrentam dentro de casa. <a href="https://drive.google.com/file/d/17JY8UsbK2uPwY3l2LU2GuJEfXu9mNPfC/view" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Acesse o boletim completo aqui.</a></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Aumento da violência de gênero nos estados monitorados</strong></h2>



<p>Pernambuco registrou um total de 312 crimes violentos contra mulheres. Apesar de uma leve redução de 2,2% nos casos em relação a 2023, o estado continua ocupando a segunda posição no ranking de mortes femininas entre os estados monitorados, ficando atrás apenas de São Paulo.</p>



<p>Nos demais estados que integram o levantamento, a situação também é preocupante: </p>



    <div class="lista mx-md-5 px-5 py-4 my-5" style="--cat-color: #EBEB01;">
        <span class="titulo text-uppercase mb-3 d-block">Principais dados do relatório em números </span>

                    <div class="lista__item">
                <p class="m-0"><span>1. </span>São 4.181 vítimas registradas em 2024, um aumento de 12,4% em relação a 2023;</p>
            </div>
                    <div class="lista__item">
                <p class="m-0"><span>2. </span>Foram registrados 531 casos de feminicídio nos nove estados monitorados pela Rede, um a cada 17h;</p>
            </div>
                    <div class="lista__item">
                <p class="m-0"><span>3. </span>Aumento de 22,1% dos homicídios (excetuando Amazonas) em comparação a 2023; </p>
            </div>
                    <div class="lista__item">
                <p class="m-0"><span>4. </span>70% dos feminicídios foram cometidos por companheiros e ex-companheiros;</p>
            </div>
                    <div class="lista__item">
                <p class="m-0"><span>5. </span>12 vítimas de transfeminicídio;</p>
            </div>
                    <div class="lista__item">
                <p class="m-0"><span>6. </span>No Amazonas, 84,2% das vítimas de violência sexual tinha de 0 a 17 anos;</p>
            </div>
                    <div class="lista__item">
                <p class="m-0"><span>7. </span>Pernambuco lidera em casos de mortes de mulheres no Nordeste, com 167 vítimas;</p>
            </div>
                    <div class="lista__item">
                <p class="m-0"><span>8. </span>Com 1.177 casos, São Paulo é o único estado entre os monitorados que registra acima de mil eventos de violência;</p>
            </div>
                    <div class="lista__item">
                <p class="m-0"><span>9. </span>Maranhão tem aumento alarmante de 87,1% nas violências contra mulheres;</p>
            </div>
                    <div class="lista__item">
                <p class="m-0"><span>10. </span>Rio de Janeiro é o estado com mais casos de violência envolvendo agentes de segurança; </p>
            </div>
                    <div class="lista__item">
                <p class="m-0"><span>11. </span>Ceará tem o maior registro de violências contra mulheres desde a criação da Rede de Observatórios;</p>
            </div>
                    <div class="lista__item">
                <p class="m-0"><span>12. </span>Piauí apresenta aumento de 17,8% nos eventos de violência;</p>
            </div>
                    <div class="lista__item">
                <p class="m-0"><span>13. </span>Pará apresenta aumento de 73,2% na violência contra mulheres.</p>
            </div>
            </div>



<p>O relatório também destaca a subnotificação dos casos e a necessidade de aprimorar mecanismos de proteção às mulheres, como Delegacias Especializadas de Atendimento à Mulher (DEAMs) e a implementação efetiva da Lei Maria da Penha. Segundo Edna Jatobá, representante da Rede de Observatórios da Segurança em Pernambuco, “apesar dos avanços legais, a violência contra mulheres segue alarmante e exige uma atuação mais contundente do poder público”.</p>



        <figure class="wp-block-image my-5 img-center text-center">
            <picture>
                <source media="(max-width: 799px)" srcset="https://marcozero.org/wp-content/uploads/2025/03/elas-vivem_um-caminho-de-luta_fev25_WEB-6_page-0001-212x300.jpg">
                <source media="(min-width: 800px)" srcset="https://marcozero.org/wp-content/uploads/2025/03/elas-vivem_um-caminho-de-luta_fev25_WEB-6_page-0001-725x1024.jpg">
                <img decoding="async" src="https://marcozero.org/wp-content/uploads/2025/03/elas-vivem_um-caminho-de-luta_fev25_WEB-6_page-0001-725x1024.jpg" alt="" class="" loading="lazy" width="559">
            </picture>

	                        <figcaption class="legenda-credito mx-md-5">
	                                        <p class="m-0">
</p>
	                
                                    </figcaption>
                    </figure>

	<p>O post <a href="https://marcozero.org/pernambuco-o-estado-onde-mais-se-mata-mulheres-no-nordeste/">Pernambuco, o estado onde mais se matam mulheres no Nordeste</a> apareceu primeiro em <a href="https://marcozero.org">Marco Zero Conteúdo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://marcozero.org/pernambuco-o-estado-onde-mais-se-mata-mulheres-no-nordeste/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Pernambuco é o estado com mais feminicídios no Nordeste</title>
		<link>https://marcozero.org/pernambuco-e-o-estado-com-mais-feminicidios-no-nordeste/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Raíssa Ebrahim]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 Mar 2024 11:32:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[8 de março]]></category>
		<category><![CDATA[feminicídio]]></category>
		<category><![CDATA[violência contra mulheres]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://marcozero.org/?p=60903</guid>

					<description><![CDATA[<p>Em 2023, 92 mulheres foram vítimas de feminicídio em Pernambuco, segundo o novo relatório Elas Vivem: liberdade de ser e viver, da Rede de Observatórios da Segurança. No Nordeste, o estado ocupa o primeiro lugar no número de casos de feminicídio entre os estados monitorados pela Rede para o boletim. Ao todo, são oito: Bahia, [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://marcozero.org/pernambuco-e-o-estado-com-mais-feminicidios-no-nordeste/">Pernambuco é o estado com mais feminicídios no Nordeste</a> apareceu primeiro em <a href="https://marcozero.org">Marco Zero Conteúdo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Em 2023, 92 mulheres foram vítimas de feminicídio em Pernambuco, segundo o novo relatório <em>Elas Vivem: liberdade de ser e viver</em>, da <a href="http://observatorioseguranca.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Rede de Observatórios da Segurança</a>. No Nordeste, o estado ocupa o primeiro lugar no número de casos de feminicídio entre os estados monitorados pela Rede para o boletim. Ao todo, são oito: Bahia, Ceará, Maranhão, Pernambuco, Piauí, Pará, Rio de Janeiro e São Paulo. O resultado do ano passado é 55,9% maior que o de 2022, quando 59 mulheres perderam a vida pelo fato de serem mulheres em Pernambuco. </p>



<p>Os dados detalhados nesta matéria foram divulgados nesta quinta-feira, 7 de março, véspera do Dia Internacional das Mulheres, quando acontece, em todo o Brasil, a marcha anual 8M. No Recife, ato terá concentração às 15h e saída às 17h do Parque Treze de Maio, no Centro da cidade. O tema deste ano é &#8220;Pela vida das mulheres: pela legalização do aborto. Contra o racismo ambiental e as violências. Não às privatizações&#8221;.</p>



<p>Dos 92 casos, 62 foram cometidos por parceiros ou ex-parceiros. Recife foi a cidade que liderou na quantidade de feminicídios, com 10 registros. O estado também teve o maior número de <a href="https://marcozero.org/liberacao-de-posse-de-arma-e-mais-um-obstaculo-a-reducao-de-feminicidios-em-pernambuco/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">vítimas mortas com armas de fogo</a> na região: 28 casos. O número de transfeminicídios caiu de um ano para o outro em Pernambuco. Foram cinco casos em 2023 contra 12 em 2022, uma redução de 58,3%.</p>



<p>O número total de eventos de violência contra elas também aumentou de um ano para o outro em Pernambuco. Passou de 225, em 2022, para 319, em 2023 — um crescimento de 41,8%. A maioria desses casos foi cometida por companheiros e ex-companheiros, motivados pela não aceitação do término do relacionamento, seguida de ciúmes, sentimento de posse e machismo. Entre os municípios, Garanhuns ficou na liderança dos registros de violência (44), seguido de Recife (40).<br><br><a href="https://pt.slideshare.net/slideshows/relatrio-elas-vivem-liberdade-de-ser-e-viver/266666414" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>Clique aqui</strong> </a>para ter acesso ao relatório na íntegra.</p>



<p>“Porém, não podemos deixar de responsabilizar o Estado também”, alerta, no relatório, Dália Celeste, pesquisadora afrotransfeminista com foco nos temas gênero, raça, etnia e sexualidade, também estudante de psicologia.</p>



<p>Dália acredita que o aumento de casos “mostra a tolerância do governo em permitir tantas mortes de mulheres, evidenciando a falta de políticas públicas e a desigualdade na sua distribuição regional para evitar que esses crimes aconteçam”, como escreveu no boletim. E argumentou mais: “A política de segurança pública e defesa social de Pernambuco ‘Juntos pela Segurança’ promete inserir os indicadores de violência contra mulher no centro do debate. Contudo, a demora na apresentação dessa política já comprometeu os indicadores do ano passado e mais mulheres foram vitimadas”.</p>



<p>À <strong>Marco Zero</strong>, ela disse perceber que “existe uma <a href="https://marcozero.org/mulheres-da-zona-rural-de-flores-sertao-do-pajeu-vao-as-ruas-pedir-justica-para-mais-um-feminicidio/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">ausência nas políticas de segurança e proteção à mulher nas cidades do interior</a>”, pois &#8220;o pouco de recursos que temos é bastante focado na Região Metropolitana do Recife, o que deixa as mulheres das cidades vizinhas ainda mais vulneráveis. Percebo muito que essa dinâmica tem sido uma grande influência na violência. Essas mulheres seguem um certo abandono do Estado, nas cidades vizinhas não temos e nem vemos redes de proteção”, detalha.</p>



<h1 class="wp-block-heading"><strong>Brasil: ao menos um feminicídio a cada 15h</strong></h1>



<p>Nos oito Estados monitorados pela Rede de Observatórios da Segurança, ao menos oito mulheres foram vítimas de violência a cada 24 horas. A cada 15 horas, ao menos uma mulher foi vítima de feminicídio.“A quarta edição do relatório <em>Elas Vivem</em> comprova que, no Brasil dos direitos humanos e da Lei Maria da Penha, ainda é difícil ser mulher. Ameaças, agressões, torturas, ofensas, assédio, feminicídio. São inúmeras as violências sofridas que não começam ou se esgotam nas mortes registradas”, traz o documento.</p>



<p>Os dados monitorados registraram, ao todo, 3.181 eventos de violência em 2023, um aumento de 22% em relação a 2022. Desses casos, 586 foram feminicídios e 34 foram transfeminicídios. Do total de feminicídios, 72,7% foram cometidos por companheiros e ex-companheiros. Pelo quarto ano consecutivo, há escassos registros de raça/cor das vítimas, aponta a Rede, já que 71,7% das vítimas não tiveram informação racial nos registros oficiais.</p>



        <figure class="wp-block-image my-5 img-center text-center">
            <picture>
                <source media="(max-width: 799px)" srcset="https://marcozero.org/wp-content/uploads/2024/03/graficos-elas-vivem-rede-obs-seguranca.jpeg">
                <source media="(min-width: 800px)" srcset="https://marcozero.org/wp-content/uploads/2024/03/graficos-elas-vivem-rede-obs-seguranca.jpeg">
                <img decoding="async" src="https://marcozero.org/wp-content/uploads/2024/03/graficos-elas-vivem-rede-obs-seguranca.jpeg" alt="" class="" loading="lazy" >
            </picture>

	                        <figcaption class="legenda-credito mx-md-5">
	                                        <p class="m-0">
</p>
	                
                                    </figcaption>
                    </figure>

	


<p>A Rede reforça que “não existe combate à violência sem pesquisa e investigação. As políticas públicas são capazes de evitar violências e preservar vidas. Muitas mulheres vitimadas poderiam ter sido salvas, assim como os ciclos de violência interrompidos, se houvesse uma intervenção efetiva de um Estado que insiste em negligenciar os dados e dificultar o caminho das vítimas”.</p>



<p>“São as memórias que sustentam o grito entalado de indignação e a cobrança por justiça. A mobilização contra o feminicídio e outras formas de violência salva vidas. Nós já perdemos mulheres demais, e ainda perderemos. É a denúncia incansável que preservará a vida de tantas outras”, comenta a jornalista Isabela Reis, que assina o principal texto desta edição do relatório.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Confira os destaques de cada Estado no relatório <em>Elas vivem</em> 2024:</strong></h3>



<ul class="wp-block-list">
<li>Pernambuco lidera em casos de feminicídio no Nordeste, com 92 vítimas;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>Bahia apresentou o maior registro de homicídios de mulheres entre os oito estados monitorados;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>Com 1.081 casos, São Paulo é o único estado entre os monitorados que registra acima de mil eventos de violência;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>Maranhão lidera casos de violência sexual no Nordeste, com 40 ocorrências;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>Rio de Janeiro tem alta de 95,3% nos eventos de violência em quatro anos;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>Ceará tem o maior número de feminicídios em seis anos e tem os maiores números de transfeminicídios no Nordeste;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>Piauí tem aumento de quase 80% nos eventos de violência;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>No Pará, desigualdades sociais e garimpo agravam as violências contra mulheres.</li>
</ul>
<p>O post <a href="https://marcozero.org/pernambuco-e-o-estado-com-mais-feminicidios-no-nordeste/">Pernambuco é o estado com mais feminicídios no Nordeste</a> apareceu primeiro em <a href="https://marcozero.org">Marco Zero Conteúdo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
