A “encruzilhada” do Carnaval de rua do Recife e Olinda

0

A história é conhecida. Um grupo de amigos que adora Carnaval decide criar seu próprio bloco. No primeiro ano, alguns gatos pingados comparecem ao improvisado desfile. Daí em diante, a cada novo período de Momo a agremiação vai crescendo e crescendo até reunir uma multidão. Neste momento se chega a uma encruzilhada: manter o espírito dos velhos tempos marcado pela espontaneidade e a improvisação ou aceitar que as coisas mudaram e que é preciso profissionalizar e capitalizar o bloco, que agora virou empreendimento?

Esse não é um dilema simples de resolver. Muitos blocos de Recife e Olinda têm vivido esse pequeno drama a cada ano. Afinal, o capital que governa o mundo do trabalho, governa também o Carnaval. Se, por um lado, é bom saber que seu bloco é querido e caiu no gosto das pessoas, por outro, isso significa mais custos e burocracia: uma orquestra com mais músicos para pagar, banheiros químicos, segurança, estrutura para fornecimento de bebidas, taxas e autorizações do poder público. A tradicional venda de camisas não dá mais conta de sustentar um bloco assim.

O público também muda. De amigos dos velhos tempos com gostos comuns – unidos pelo amor ao Carnaval de rua – para uma multidão heterogênea com gente que até “odeia Carnaval”, não está nem aí para a orquestra de frevo, mas se sente em casa no novo point estruturado para recebê-lo: food truck, bebida fina e cara e o mal disfarçado apartheid social.

A trajetória do Bloco Anárquico Etílico Carnavalesco Os Barba, no Poço da Panela, que atravessa o lirismo de sua fundação em 2001/2002 até o império modernoso (e caro) dos food truck gourmet em 2016, é o exemplo vivo dessa transformação. Fundado sob o signo da brincadeira e da inclusão, o bloco hoje é um pequeno detalhe da festa que ele mesmo promove no sábado da semana pré-Carnavalesca. Entre as milhares de pessoas que tomam as ruas no entorno da Igreja de Nossa Senhora da Saúde poucas veem a orquestra, o panelaço de feijoada, a mesa de frutas, a barraca de venda das camisas desenhadas por artistas plásticos e a coroação do Rei dos Barba. Detalhes perdidos no meio da multidão.

Marco Careca, um Rei negro eleito pelo voto popular é a prova de que o espírito do Carnaval ainda resiste.

Marco Careca: um Rei negro eleito pelo voto popular é a prova de que o espírito do Carnaval ainda resiste. Foto: reprodução Facebook

Que Rei sou eu?

No último sábado, quem chegou cedo aos Barba pode ver o jornalista Samarone Lima, um dos fundadores, circulando (quando ainda se podia circular) pelas ruas do Poço com o estandarte do bloco, acompanhado de perto pelo Rei. A escolha do Rei é um dos sinais de resistência dos Barba aos novos tempos e diz muito sobre a origem do bloco: Marco Careca, mais conhecido como Marco do Coco, segurança de um condomínio no bairro e vendedor de coco, ganhou o direito de reinar por uma ano ao derrotar por poucos votos de diferença um médico argentino recém chegado ao bairro.

Um Rei negro eleito pelo voto popular é a prova de que o espírito do Carnaval ainda resiste.

O sucesso de público de grupos como os Barba chama a atenção de empresas que trocam o apoio financeiro por divulgação da marca. A Pitú é parceira desde o início do bloco, repassando R$ 3 mil. O Empório Pescadero e a Venda de Seu Antônio também passaram a contribuir recentemente. Em 2016 chegou a Ambev, disponibilizando R$ 3 mil em bebidas com o lucro das vendas revertido para a agremiação. Somadas, as parcerias geram em torno de R$ 10 mil e arcam com os custos básicos da festa.

O empresário Luís Nunes, mais conhecido no Poço pelo apelido de Diazepam, tem assumido, nos últimos anos, a organização do bloco e reconhece os dilemas dos novos tempos. “Os Barba é um bloco irreverente e anárquico. Esse é o nosso espírito. Não queremos ganhar dinheiro com isso. O que arrecadamos é tudo investido no próprio bloco. O que sobra, quando sobra, nós usamos para ajudar algum companheiro da comunidade que está precisando. Agora, temos que discutir algumas coisas. Eu acho que precisamos nos organizar juridicamente, constituir um CNPJ, se estruturar mais. Até para nos proteger de quem quer se promover às custas do bloco”.

Luís Nunes gosta de falar da importância financeira dos Barba para a comunidade mais humilde do Poço que comercializa bebida nas ruas durante a festa. “Tem gente que vende no dia o que não vende no ano todo. São mais de 100 comerciantes da comunidade faturando”. Na verdade, no sábado, eram mais de 200 os pontos de vendas de bebida e comida espalhados no entorno da Igreja do Poço. Diazepam reconhece que a multidão que tomou os Barba tem dificultado a vida do bloco. “No ano passado eu não consegui ver a coroação do Rei. A gente organiza e perde esse momento. Não sei o que fazer para mudar isso. Talvez alterar o dia ou a hora dos Barba”.

“Foi aqui que pediram uma orquestra?”

O bloco que hoje lota o Poço começou pequeno, bem pequeno. Você pode não acreditar em destino, mas ele estacionou num final de tarde do sábado da semana pré-carnavalesca de 2001 em forma de Kombi em frente à Igreja Nossa Senhora da Saúde. Do outro lado da rua os amigos Samarone Lima, Walter Lima e Maurício Silva tomavam uma cerveja na venda do Seu Vital e conjecturavam sobre a ideia de criar um bloco de Carnaval no ano que vem. Da Kombi desce um sujeito: “Foi vocês que pediram uma orquestra?”. Não tinha sido. Mas eles disseram que sim. Os músicos desceram do carro e os três amigos fizeram um estandarte improvisado com um cabo de vassoura e seguiram pelas ruas do Poço e Casa Forte comandando o frevo.

O dono do milagre era o folião Jorge Bandeira que tinha encaminhado dois ofícios à Prefeitura do Recife pedindo uma orquestra para a sua agremiação. Resultado, a Prefeitura mandou duas. Chegou a primeira e Jorge Bandeira colocou seu bloco na rua. A segunda orquestra, a da Kombi, caiu no colo dos barbudos.

O próprio Samarone relembrou recentemente, com nostalgia, em seu blog Estuário (www.estuario.com.br), os tempos idos que não voltam mais: “É mais ou menos assim. Surge a ideia, uma brincadeira. Uma farra, um nome, o batismo, às vezes sem nada, apenas a alegria de sair pelas ruas, celebrando algo, numa batucada de latas e um pandeiro. Nasce uma troça, um bloco. Nasce um encontro de amigos, que vai continuar por algum tempo… Até que chega o ano em que aquela bela troça, fruto da farra descontraída e irreverente dos amigos, vira outra coisa. A troça já arrasta multidões. A TV manda uma reportagem… O passo final será chamar uma empresa para assumir a produção da festa, dividindo os lucros meio a meio. Quem sabe um show de Otto?… A essa altura, o espírito original já começou a gorar. É bem provável que surjam os ‘donos’. Outros pegarão o beco. Querem uma folia, não uma empresa. No dia em que alguns integrantes usarem o nome ‘diretoria’ e ‘produção’, nas camisas, a vaca foi para o brejo”, desabafa Samarone.

Os fundadores do Bloco Carnavalesco Amantes de Glória também têm medo da mesma vaca e do mesmo brejo. A agremiação foi criada por um grupo de amigos, estudantes de jornalismo e psicologia, que acompanhava as sessões de arte do cinema Veneza às segundas-feiras e depois ia tomar uma cerveja e comentar os filmes no bar Stiletto, no bairro da Boa Vista, diante da Sorveteria Fri-Sabor. O bloco completará 20 anos no Carnaval de 2017. São quase duas décadas de muito Carnaval de rua e muito debate interno, alguns acalorados, para tentar evitar que a tal vaca vá pro brejo.

Não traga as crianças

Os Amantes vivem os mesmos problemas dos Barba. A prévia do bloco realizada a 15 dias do Carnaval na Rua Joaquim de Brito, a mesma do antigo Stiletto, agora Bugaloo, inchou. Para encontrar os amigos é preciso passar pelo aperto do corredor humano que toma a área, formado por amantes do frevo e por gente não tão empolgada assim pelo Carnaval de rua. “No começo a gente dizia aos amigos para irem à prévia para reviver os carnavais de antigamente, que podiam trazer os avós, as crianças. Mas não é mais assim”, conta o jornalista Ivan Moraes Filho, um dos organizadores.

A situação chegou a um nível que hoje compromete o retorno da Orquestra do Maestro Lessa ao Bugaloo, após sair pelas ruas da Boa Vista. No caminho de volta são muitos os obstáculos: carros estacionados com o porta mala levantado tocando seu próprio som, camarotes improvisados nas calçadas e a multidão parada, que não acompanha o bloco, e literalmente bloqueia a passagem dos músicos. Resultado: este ano a orquestra e os foliões originais dos Amantes não voltaram ao ponto de saída, seguiram pelo bairro da Boa Vista e terminaram o desfile no Pátio de Santa Cruz.

“A gente tem que respeitar o direito das pessoas de estarem ali. Mas a gente tenta fazer de conta que aquilo não tem nada a ver com a gente. O que conta mesmo é a saída da Orquestra, é o frevo e o Carnaval de rua. Nós sempre mudamos o percurso para procurar lugares que ainda não foram explorados no bairro da Boa Vista”, explica Ivan. O não retorno à Rua Joaquim de Brito teve repercussão este ano. O dono do Bugaloo que apoia o bloco instalando banheiros químicos, som e ainda dá uma ajuda financeira disse que reduziria o repasse.

Multidão para acompanhar a prévia dos Amantes de Glória, 15 dias antes do Carnaval começar

Multidão para acompanhar a prévia dos Amantes de Glória, 15 dias antes do Carnaval começar. Foto: reprodução Facebook

 

 “Dinheiro não é com a gente”

Dinheiro, aliás, é sempre um problema para quem quer manter o espírito original dos blocos de rua. Pouco dinheiro dificulta ou inviabiliza o Carnaval. Dinheiro demais pode gerar disputa e briga entre os organizadores. O Amantes de Glória decidiu desde o começo juntar grana suficiente apenas para colocar o bloco na rua. Eles levantam o valor por meio da venda de 400 a 500 camisas ao preço de R$ 35,00. Quando precisam de mais recursos para pagar a orquestra de 30 músicos do Maestro Lessa e outros gastos fazem um bingo entre os integrantes. O bingo é só mais um pretexto para juntar os amigos. A cartela de R$ 20,00 às vezes é mais cara do que os prêmios ofertados.

“Esse negócio de dinheiro não é com a gente. Ninguém quer nem ouvir falar disso. Já teve muita discussão por causa desse assunto dentro do bloco. O que importa é brincar o Carnaval de rua”, reforça Ivan. Uma única vez os Amantes abriram espaço na sua camisa para a marca de uma empresa, a Teodoro Pneus. A loja nem existe mais, mas o Amantes de Glória continua de pé. Também houve uma festa única na história do bloco com cobrança de ingressos, quando completou 15 anos de vida. A tertúlia aconteceu no Clube Atlântico, em Olinda, e foi um sucesso de público e de renda. No ano que vem o Amantes de Glória completa 20 anos. Já há quem defenda mais uma festa comemorativa. Vai ser um ano de intensos debates internos.

“A gente não gosta de organizar essas coisas. Dá um trabalho danado. Eu acho que na organização do Amantes de Glória nós já descumprimos todas as orientações que existem nos manuais de produção. Todas”, garante Ivan Moraes.

O nome Amantes de Glória é uma homenagem à atriz Victoria Abril, que encantou o pequeno grupo de fundadores após uma sessão no Cine Veneza do filme Ninguém Falará de Nós Enquanto Estivermos Mortos. O Amantes, que desfila pelas ruas do Recife Antigo a partir das 16h da segunda-feira de Carnaval, com concentração na Rua da Guia, segue vivinho da silva, apesar dos pesares.

Da ditadura à globalização

Mas nem sempre a venda de camisas é suficiente para manter um bloco de Carnaval. Foi o que perceberam os fundadores do Grêmio Lítero Recreativo Cultural Misto Carnavalesco Eu Acho É Pouco no início dos anos 2000. Criado em 1976 por profissionais liberais, arquitetos, advogados e engenheiros de esquerda que moravam no Sítio Histórico de Olinda, o Eu Acho é Pouco começou pequeno e foi adquirindo aos poucos as características que o colocaram entre os mais queridos e emblemáticos do Carnaval pernambucano: as cores amarela e vermelha, o dragão, as pinturas marcantes de suas camisas e estampas, a temática de crítica política à ditadura e às posições da Direita, a alternância efervescente entre o frevo e a batucada.

Mas depois de 20 anos de história a “velha guarda” se deu conta de que o bloco precisava de sangue novo para enfrentar os ventos globalizantes do Carnaval. Foi quando os filhos, netos, sobrinhos e amigos dos fundadores se reuniram e decidiram assumir o comando. “A gente não tinha mais a venda expressiva de camisas. O baile que se fazia nas prévias começou a dar prejuízo porque não ia gente suficiente, então a gente não conseguia arrecadar dinheiro. E ano a ano o bloco começava a acumular prejuízo. Sempre no final do carnaval, eu lembro, no último dia de carnaval, meu pai segurava a orquestra e só botava na rua quando passava um chapéu pra galera contribuir pra poder sair. Porque se não, não saía”, lembra Guilherme Calheiros, filho do alagoano Ivaldevan de Araújo Calheiros e da pernambucana Sônia Galvão Coutinho, fundadores do bloco e moradores da casa que é a sede da agremiação desde a sua fundação na Rua de São Bento, em Olinda, ao lado do Mercado da Ribeira, na Cidade Alta.

 A solução foi reduzir o número de saídas do bloco de quatro para três, duas em Olinda e uma no Recife Antigo e apostar em festas com cobrança de ingresso ao longo do ano para garantir os carnavais. O ano de 2001 marcou a passagem de geração do Eu Acho É Pouco. Foi construída então uma agenda de quatro festas anuais para arrecadar fundos: uma de São João; uma outra com tema livre, entre agosto e setembro; um sambão entre outubro e novembro; e a prévia propriamente dita, três semanas antes do Carnaval.

Ensaio aberto do Eu Acho é Pouco, duas semanas antes do Carnaval, leva multidão a Olinda. Foto: reprodução Facebook

Ensaio aberto do Eu Acho é Pouco, duas semanas antes do Carnaval, leva multidão a Olinda. Foto: reprodução Facebook

 Uma identidade a preservar

A empolgação e a capacidade de organização da “jovem guarda” surpreenderam e as festas bombaram, especialmente o baile da prévia. Ao ponto de chamarem a atenção dos organizadores para a possibilidade de descaracterizarem o bloco. Diante do perigo, eles decidiram limitar o número de ingressos a 1.500, seguindo o caminho inverso de outras agremiações que passaram a trazer atrações de fora do Estado para atrair mais público e mais dinheiro para seus eventos. Em alguns casos notórios, deixando em segundo plano o Carnaval propriamente dito.

“Não tenho absolutamente nada contra a decisão dos outros blocos. Mas nós decidimos vender 1.500 ingressos porque é o suficiente para garantir os recursos para o nosso Carnaval, sem perder a identidade. Nós mesmo organizamos tudo, não terceirizamos nada. Quem vai à prévia sabe que somos nós que organizamos tudo. Trabalhamos e nos divertimos. Muitas empresas nos procuram para patrocinar o bloco, nós podemos aceitar, mas não oferecemos nada em troca, apenas a possibilidade de que forneçam a bebida a ser vendida na festa. Jamais aceitaríamos colocar uma placa de publicidade no dragão. Não tem dinheiro no mundo que pague isso”, explica Guilherme.

O próprio Guilherme diz que muitas pessoas não compreendem essa postura. Acham que os organizadores são pretensiosos. Dos 1.500 ingressos colocados à venda, uma parte é disponibilizada via Internet e outra entregue para ser vendida diretamente pelos 80 integrantes-voluntários que trabalham na organização e produção da prévia. Os preços de 2016: R$ 80,00 inteira e R$ 40,00 meia. Muita gente que queria participar não consegue as entradas e fica de fora. “Nós trabalhamos para garantir os recursos do Carnaval e é bom quando resta algo que pode ajudar na pré-produção do próximo ano. Mas não queremos mais do que isso. Dinheiro demais gera atritos e pode comprometer o espírito que originou e fez perpetuar o bloco”.

Depois de dez anos, o Eu Acho é Pouco decidiu reduzir o número de festas ao longo do ano, fixando o número de duas: o sambão e o baile. A partir de 2013, o bloco passou a realizar também um ensaio aberto pelas ruas de Olinda, duas semanas antes do Carnaval, num resgate dos antigos ensaios que existiam nos anos 1980. Durante o Carnaval, o bloco atualmente faz três saídas. Todas em Olinda. Duas do Eu Acho é Pouco, no sábado e na terça-feira à tarde, e uma do Eu Acho é Pouquinho, na segunda-feira de manhã.

Os números da agremiação carnavalesca dão a dimensão da sua força e organização. São 40 músicos na orquestra, 25 na batucada, mais 50 seguranças, 15 bonequeiros, 6 bombeiros civis, 20 organizadores, 1 estandarte, 1 dragão e quatro bonecos gigantes, que arrastam uma multidão de foliões pelas ladeiras de Olinda todo o ano.

Muita história pra contar e um debate a fazer

O Eu Acho é Pouco agora está investindo na preservação da história do bloco que completa 40 Carnavais em 2016. Em 2014, com apoio do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura), os pesquisadores Júlia Morim, Luciana Veras e Diogo Luna caíram em campo para resgatar a memória dessas quatro décadas entrevistando os fundadores e os integrantes da jovem guarda (http://www.euachoepouco.com.br/img/pesquisa/eaep_pesquisa_v16.pdf) . “Este documento é muito importante porque ele mostra tudo o que foi feito para garantir a sobrevivência do bloco. É um guia para as novas gerações que vão assumir o comando da festa nos próximos anos. Eles vão construir sua própria história, mas sabendo como chegamos até aqui” avalia Fabiano Guerra, um dos organizadores que tomou a frente do Eu Acho É Pouco a partir dos anos 2000.

É justamente para saber como chegamos até aqui e para onde está indo o Carnaval de Rua do Recife e de Olinda que nós, do Marco Zero, convidamos representantes dos Barba, Amantes de Glória e Eu Acho é Pouco para bater um papo sobre o tema na semana pré-carnavalesca. A conversa acontece nesta quarta-feira, às 19h, com transmissão ao vivo pelo www.marcozero.org. Você também pode acompanhar a conversa presencialmente na Casa 12, situada na rua Silvino Lopes, que fica ao lado da Igreja de Casa Forte. Contamos com a sua presença. Chegue junto.

 

Compartilhe:

Sobre o autor

É formado em Jornalismo pela Universidade Católica de Pernambuco. Foi repórter de Polícia do Jornal do Commercio; repórter, editor e colunista de Política do Diário de Pernambuco. Coordenou a área de comunicação social do Ministério da Saúde e ocupou os cargos de diretor de mídia regional e secretário-adjunto de Imprensa da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República. É co-autor do livro Vulneráveis – entre a emergência da vida e a incerteza do futuro, Editora Bagaço, 2015.

Deixe um comentário