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	<title>Arquivos jornalismo digital - Marco Zero Conteúdo</title>
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	<description>Jornalismo investigativo que aposta em matérias aprofundadas, independentes e de interesse público.</description>
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	<title>Arquivos jornalismo digital - Marco Zero Conteúdo</title>
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		<title>Festival 3i realiza sua primeira edição regional no Ceará</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marco Zero Conteúdo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Nov 2023 18:33:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Ajor]]></category>
		<category><![CDATA[ceará]]></category>
		<category><![CDATA[festival 3i]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Associação de Jornalismo Digital (Ajor) está com inscrições abertas para o Festival 3i Nordeste, que acontece no dia 1º de dezembro, no campus da Universidade de Fortaleza, na capital cearense. Os ingressos já estão à venda no sympla e custam R$ 80 inteira e R$ 40 meia entrada. A programação do evento de discussão [&#8230;]</p>
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<p>A<a href="https://ajor.org.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"> Associação de Jornalismo Digital (Ajor)</a> está com inscrições abertas para o Festival 3i Nordeste, que acontece no dia 1º de dezembro, no campus da Universidade de Fortaleza, na capital cearense. Os ingressos já estão à venda no sympla e custam R$ 80 inteira e R$ 40 meia entrada.</p>



<p>A programação do evento de discussão e networking do jornalismo brasileiro será dividida em mesas, formato típico de debates entre convidados, e oficinas, encontros práticos temáticos com número limitado de participantes. Além disso, o formato de cases, apresentações rápidas de casos de sucesso, vai acontecer pela primeira vez em uma edição regional. A programação completa está disponível no site do Festival 3i.</p>



<p>A cofundadora da Marco Zero Conteúdo e presidenta da Ajor, Carol Monteiro, será mediadora da mesa “Trabalho em Rede”, que terá participação de Géssica Amorim, do <a href="https://instagram.com/coletivoacaua?igshid=OGQ5ZDc2ODk2ZA==" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Coletivo Acauã</a>; Nayara Felizardo, do The Intercept e da <a href="https://instagram.com/cajueira_?igshid=OGQ5ZDc2ODk2ZA==" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Cajueira</a>; e Ana Paula Santos, da <a href="https://instagram.com/amazoniavox?igshid=OGQ5ZDc2ODk2ZA==" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Amazônia Vox</a>.</p>



<p>O 3i é o primeiro evento do Brasil focado em questões essenciais para aquelas e aqueles que querem empreender, inovar e liderar iniciativas digitais de jornalismo. O evento é organizado pela Associação de Jornalismo Digital, que representa mais de 130 organizações de mídia no país, e conta com o apoio da Fundação Ford e da Fundação Heinrich Boll.</p>



<p>“Estamos muito felizes de poder levar este espaço de networking e aprendizado entre estudantes e jornalistas para o Ceará, estado que é casa de diversas iniciativas inovadoras de jornalismo associadas à Ajor. Esperamos que o 3i ajude a inspirar uma nova geração de empreendedores na região e estamos ansiosos para novamente aprender com a experiência de profissionais que estão inovando no jornalismo em todo o Nordeste”, afirmou Maia Fortes, diretora-executiva da Associação.</p>



<p>A fim de promover um evento mais acessível e diverso, a Ajor ofereceu seis bolsas para que estudantes e comunicadores populares dos estados do Maranhão, Piauí, Rio Grande do Norte, Paraíba e Ceará possam participar do evento. Participaram da seleção de bolsas estudantes regulares da graduação em jornalismo em uma universidade dos estados nordestinos mencionados acima ou fazer parte de um coletivo de comunicação popular na região. Entre os critérios de seleção estão: diversidade regional, de gênero, raça, orientação sexual e, caso sejam estudantes de universidades particulares, adesão ao PROUNI ou FIES.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p><strong>Serviço:</strong><br><br>Festival 3i Nordeste – Fortaleza<br>Quando: Sexta, 1º de dezembro de 2023<br>Onde: Unifor (Universidade de Fortaleza) – Av. Washington Soares, 1321 – Edson Queiroz, Fortaleza – CE, 60811-905<br>Horário: 9h às 19h<br>Inscrições: <a href="https://www.sympla.com.br/evento/festival-3i-nordeste-fortaleza/2242283" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://www.sympla.com.br/evento/festival-3i-nordeste-fortaleza/2242283</a></p></blockquote>
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		<title>Festival 3i de jornalismo e empreendedorismo acontece neste fim de semana no Rio de Janeiro</title>
		<link>https://marcozero.org/festival-3i-de-jornalismo-e-empreendedorismo-acontece-neste-fim-de-semana-no-rio-de-janeiro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marco Zero Conteúdo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 May 2023 18:09:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[festival 3i]]></category>
		<category><![CDATA[jornalismo digital]]></category>
		<category><![CDATA[jornalismo independente]]></category>
		<category><![CDATA[mídia e democracia]]></category>
		<category><![CDATA[mídia independente]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um dos maiores eventos de jornalismo e empreendedorismo da América Latina, o Festival 3i – Festival Inovador, Inspirador e Independente acontece entre sexta-feira (5) e domingo (7) no Rio de Janeiro. Seis anos depois de sua primeira edição nacional, em 2023 o 3i volta à capital carioca para um encontro presencial na Casa da Glória, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Um dos maiores eventos de jornalismo e empreendedorismo da América Latina, o <a href="https://festival3i.org/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Festival 3i – Festival Inovador, Inspirador e Independente</a> acontece entre sexta-feira (5) e domingo (7) no Rio de Janeiro. Seis anos depois de sua primeira edição nacional, em 2023 o 3i volta à capital carioca para um encontro presencial na Casa da Glória, casarão histórico localizado na região central da cidade. Com um formato novo, que combina as tradicionais mesas de debates com workshops e cases de sucesso, o evento marca o retorno para o formato original do festival e também celebra os dois anos de fundação da <a href="https://ajor.org.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Associação de Jornalismo Digital (Ajor)</a>, sua atual realizadora.</p>



<p>Com duração de três dias e muito networking, o Festival 3i 2023 reunirá respeitados profissionais para discutir inovação, empreendedorismo, sustentabilidade e a potência do jornalismo digital brasileiro e latino-americano. Em pauta, a sustentabilidade do ecossistema de mídia e os melhores caminhos em busca do fomento ao jornalismo cada vez mais inovador, inspirador e independente.</p>



<p>As inscrições para participar presencialmente são pagas e podem ser feitas através deste <a href="https://www.sympla.com.br/evento/festival-3i-2023-jornalismo-inovador-inspirador-e-independente/1909890" target="_blank" rel="noreferrer noopener">link</a>. O encontro também contará com transmissão gratuita no <a href="https://www.youtube.com/@Festival3i" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Youtube do 3i</a>.</p>



<p>O evento contará ainda, como perspectivas para o novo jornalismo, com alguns princípios norteadores, como: o uso de dados e o desenvolvimento de ferramentas tecnológicas para melhor execução do trabalho jornalístico, a preocupação com o bem-estar e a segurança de profissionais, a flexibilidade e experimentação, além da adaptação às novas plataformas de distribuição, o desenvolvimento de novas metodologias de gestão e o desenvolvimento e os princípios de diversidade.</p>



<p>Uma das cofundadoras da <strong>Marco Zero Conteúdo</strong>, Carolina Monteiro participa do evento no domingo (7) mostrando o case <a href="https://marcozero.org/soudehumanas/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Sou de Humanas</a>. Usando o humor como linguagem, o Sou de Humanas é uma reportagem multimídia que mostra a importância das Ciências Humanas em projetos de ponta no Brasil. Ela vai relatar, junto com a jornalista, repórter e roteirista Mariana Filgueiras, como foi o desenvolvimento da iniciativa, que contou com o apoio de estudantes da Universidade Católica de Pernambuco (Unicap). Carolina é jornalista com especialização em Design da Informação, master em Jornalismo Digital pelo Instituto Internacional de Ciências Sociais (IICS)/Universidade de Navarra e mestrado e doutorado em Design pela UFPE. Também é professora e diretora da Escola de Comunicação da Unicap.</p>



<p>O Festival 3i é uma realização da Associação de Jornalismo Digital (Ajor). Esta edição conta com patrocínio de Google, Meta, Luminate, TikTok, Fundação Tide Setubal e Clua (Climate and Land Use Alliance), apoio de Ford Foundation e Oak Foundation e produção da Cardápio de Ideias Comunicação e Eventos.</p>



<p>Para seguir as redes sociais do Festival 3i: <a href="https://www.instagram.com/festival3i/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Instagram</a> | <a href="https://twitter.com/Festival3i" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Twitter</a> | <a href="https://www.youtube.com/@Festival3i" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Youtube</a></p>



<blockquote class="wp-block-quote is-style-large is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p><strong>Uma questão importante!</strong></p><cite><em>Colocar em prática um projeto jornalístico ousado custa caro. Precisamos do apoio das nossas leitoras e leitores para realizar tudo que planejamos com um mínimo de tranquilidade. Doe para a Marco Zero. É muito fácil. Você pode acessar nossa </em><a href="https://marcozero.org/assine/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>página de doaçã</strong></a><strong><a href="https://marcozero.org/assine/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">o</a> </strong><em>ou, se preferir, usar nosso </em><strong>PIX (CNPJ: 28.660.021/0001-52)</strong><em>.</em><br><br><strong>Apoie o jornalismo que está do seu lado</strong></cite></blockquote>
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		<title>Ajor se posiciona a favor do projeto de lei que cria política de fomento ao jornalismo digital</title>
		<link>https://marcozero.org/ajor-se-posiciona-a-favor-do-projeto-de-lei-que-cria-politica-de-fomento-ao-jornalismo-digital/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marco Zero Conteúdo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Apr 2023 18:26:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[financiamento do jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[jornalismo digital]]></category>
		<category><![CDATA[jornalismo independente]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Texto elaborado pelo Conselho da Associação de Jornalismo Digital (Ajor) Não existe democracia sem jornalismo. A desinformação tem o poder de minar o tecido social e levar a cenas de violência como as vistas no dia 8 de janeiro deste ano. Para que atos como aqueles, amplamente rejeitados pela população, não se repitam, é urgente [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Texto elaborado pelo Conselho da Associação de Jornalismo Digital (Ajor)</strong></p>



<p>Não existe democracia sem jornalismo. A desinformação tem o poder de minar o tecido social e levar a cenas de violência como as vistas no dia 8 de janeiro deste ano. Para que atos como aqueles, amplamente rejeitados pela população, não se repitam, é urgente fortalecer e ampliar a produção de informação de qualidade e o jornalismo de interesse público.</p>



<p>Um jornalismo plural e diverso, que dê conta das diferentes realidades do país, é essencial para garantir cidadania plena aos brasileiros. A tramitação do PL nº 2630/2020, atualmente em discussão na Câmara dos Deputados, é uma oportunidade ímpar para tratar esse assunto com a profundidade que merece.</p>



<p>Na última década, floresceram empreendimentos de jornalismo digital, seja ele local, comunitário, investigativo, generalista ou especialista, além de newsletters, podcasts e canais de vídeo que vêm tendo enorme impacto sobre a sociedade. Basta lembrar a importância das agências de checagem no combate às Fake News e o impacto de projetos de jornalismo investigativo como a Vaza Jato.</p>



<p>Enquanto a pandemia de Covid matava milhares de brasileiros por dia, essa nova mídia trazia informações sobre serviços de saúde. Quando a fome decorrente da crise sanitária ameaçava os mais vulneráveis, os veículos comunitários e de favelas promoviam campanhas de arrecadação de alimentos. O bom jornalismo salvou vidas.</p>



<p>A sustentabilidade desses empreendimentos, no entanto, esbarra na mesma internet que os tornou possíveis: a receita publicitária, que sempre foi uma das principais fontes de financiamento da imprensa, está sendo capturada por plataformas digitais. Hoje, Alphabet e Meta, também conhecidas como Google e Facebook, formam um duopólio incontestável nesse mercado. Perde a imprensa tradicional, perde a nova mídia e, sobretudo, perde a sociedade.</p>



<p>O PL nº 2630/2020 representa um avanço histórico ao propor regular a atuação de plataformas digitais e, ao mesmo tempo, criar um mecanismo de financiamento ao jornalismo digital. É preciso que essa remuneração à imprensa seja tratada como política pública e esteja sujeita a princípios de boa governança.</p>



<p>A negociação direta entre empresas de mídia e plataformas digitais, sem transparência sobre valores e critérios, concentra poder nas próprias big techs e termina por beneficiar grandes conglomerados de comunicação. Veículos médios e pequenos muitas vezes não conseguem sentar à mesa; quando conseguem, têm um poder de barganha muito menor e negociam no escuro.</p>



<p>Caso o caminho seja esse, não há por que esperar, no Brasil, um resultado diferente do observado na Austrália, país que implementou legislação semelhante em 2021. Lá,<a href="https://ajor.org.br/australia-pressiona-google-e-facebook-a-pagarem-por-jornalismo-seriam-os-eua-os-proximos/">grandes empresas de mídia têm sido beneficiadas</a>com contratos vultosos, enquanto pequenas e médias iniciativas muitas vezes não conseguiram sequer começar a negociar.</p>



<p>No Brasil, essa nova mídia tem permitido uma significativa pluralidade de vozes e pontos de vista na cobertura jornalística, garantindo o acesso à informação a populações de territórios esquecidos pela imprensa tradicional. Segundo o Atlas da Notícia, metade dos municípios brasileiros, onde vivem 30 milhões de pessoas, não têm cobertura local. São mais de 13% dos cidadãos vivendo em verdadeiros desertos de notícias.</p>



<p>As mais de cem associadas da Ajor,<a href="https://ajor.org.br/">Associação de Jornalismo Digital</a>, de todas as regiões do país, fortalecem a cidadania e a democracia brasileiras e contribuem para superar a histórica concentração da mídia num país diverso e continental. Suas particularidades reforçam a necessidade de uma política pública efetiva de garantia à sustentabilidade do jornalismo digital.</p>



<p>Por isso, a Ajor defende a criação de uma política pública transparente e com governança adequada de apoio ao desenvolvimento do jornalismo a partir de receitas provenientes de taxação das plataformas digitais. Um fundo setorial é necessário para fomentar o jornalismo de interesse público, por meio de mecanismos transparentes de distribuição de recursos e com incentivo às pequenas e médias iniciativas.</p>



<p>Áustria, Itália, Holanda, Noruega e Canadá têm encontrado soluções nesse sentido, por entenderem a necessidade de fomentar o jornalismo digital como importante mecanismo de combate à desinformação. Os modelos são diversos, mas têm em comum a defesa da expansão do jornalismo digital, o pluralismo e a regionalização da cobertura jornalística.</p>



<p>Para garantir a transparência e uma gestão atenta às necessidades de desenvolvimento do campo, é necessário implementar um mecanismo de governança intersetorial, com a participação de governo, empresas jornalísticas e sociedade civil organizada, com diretrizes claras que priorizem o jornalismo de interesse público, a pluralidade e o fomento à inovação.</p>



<p>É essa oportunidade que o PL nº 2630/2020 não pode perder. O Brasil tem todas as condições de dar ao mundo mais esse exemplo de defesa da democracia. É preciso que as plataformas financiem o jornalismo de interesse público, de maneira plural, transparente e com governança social.</p>



        <div class="leia-tambem d-flex flex-column py-2 my-4 my-md-5">
            <span class=" d-block mb-2">MAIS SOBRE ESSE ASSUNTO:</span>

            <div class="d-flex flex-column">
                <a href="https://marcozero.org/veiculos-digitais-lancam-nova-associacao/" class="titulo">Veículos digitais lançam nova associação</a>
	                    <div class="tags d-flex mt-3 flex-wrap">
            
		            </div>
	            </div>
        </div>

		


<h2 class="wp-block-heading">Entenda o PL 2630/2020</h2>



<p>O projeto de lei nº 2630/2020 (PL das Fake News), atualmente em discussão na Câmara dos Deputados, deve ser pautado em breve. No final do ano passado, o relator, Deputado Federal Orlando Silva (PCdoB/SP), apresentou substitutivo que em seu artigo 38, trata especificamente da remuneração de conteúdo jornalístico pelas plataformas, prevendo negociação direta e remuneração com base em direitos de autor. Neste momento, o governo está trabalhando em contribuições ao texto, que devem ser enviadas até o final desta semana para o relator. O tema é complexo e controverso, enquanto as grandes corporações defendem o modelo presente no substitutivo por terem grande poder de negociação, os pequenos e médios veículos não terão as mesmas condições de negociação frente às plataformas. Além disso, a remuneração com base em direitos de autor não é adequada à realidade do jornalismo que opera com outra lógica de remuneração.</p>



<p>As entidades que atuam pelo direito de acesso à informação, bem como aquelas que defendem o jornalismo por entenderem sua relevância para a democracia, têm levantado uma série de questionamentos sobre o texto proposto, e reforçam a necessidade de se pensar uma política de sustentabilidade para o jornalismo, que fomente a pluralidade, incentivando sobretudo as pequenas e médias, e que seja capaz de responder às demandas do ecossistema da mídia no país. Esta discussão é extremamente relevante vez que seus impactos podem ampliar e diversificar o ecossistema ou favorecer apenas os oligopólios midiáticos.</p>



<p>Essa é uma discussão que está acontecendo em diversos países. O modelo tradicional de negócio pautado nas receitas provenientes da publicidade não dá conta da realidade imposta pelo ambiente digital. No entanto, as propostas de financiamento do jornalismo são variadas, há países que optaram pela negociação direta, como a Austrália, já os países europeus, tem tentado, em sua maioria, estruturar políticas de fomento por meio de fundos com critérios específicos para repasse de recurso como promoção dos direitos humanos, regionalização da cobertura, entre outros.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-style-large is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p><strong>Uma questão importante!</strong></p><cite><em>Colocar em prática um projeto jornalístico ousado custa caro. Precisamos do apoio das nossas leitoras e leitores para realizar tudo que planejamos com um mínimo de tranquilidade. Doe para a Marco Zero. É muito fácil. Você pode acessar nossa </em><a href="https://marcozero.org/assine/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>página de doaçã</strong></a><strong><a href="https://marcozero.org/assine/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">o</a> </strong><em>ou, se preferir, usar nosso </em><strong>PIX (CNPJ: 28.660.021/0001-52)</strong><em>.</em><br><br><strong>Apoie o jornalismo que está do seu lado</strong><em>.</em></cite></blockquote>



<p></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Lula critica mercado financeiro e defende novas narrativas em entrevista à mídia independente</title>
		<link>https://marcozero.org/lula-critica-mercado-financeiro-e-defende-novas-narrativas-em-entrevista-a-midia-independente/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Laércio Portela]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Feb 2023 21:51:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Reportagens]]></category>
		<category><![CDATA[Banco Central]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Na véspera de completar um mês dos ataques golpistas às sedes dos três poderes da República, o presidente Lula concedeu entrevista a 40 veículos da mídia independente no salão leste do primeiro andar do Palácio do Planalto, em Brasília. A Marco Zero estava presente. Não há mais vidros quebrados e estilhaços pelo chão, mas as [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Na véspera de completar um mês dos ataques golpistas às sedes dos três poderes da República, o presidente Lula concedeu entrevista a 40 veículos da mídia independente no salão leste do primeiro andar do Palácio do Planalto, em Brasília. A Marco Zero estava presente. Não há mais vidros quebrados e estilhaços pelo chão, mas as marcas da violência continuam lá, nos tapumes de madeira que, agora, cobrem provisoriamente parte da fachada do prédio.</p>



<p>Por pouco mais de uma hora e meia, o presidente respondeu a uma dezena de perguntas dos jornalistas. Direta ou indiretamente, o tema principal na mesa do café da manhã com a imprensa foi a ameaça à democracia que vem do bolsonarismo raiz e truculento, mas que também tem aliados no mercado financeiro, na mídia corporativa, nas Forças Armadas e no Congresso Nacional.</p>



<p>O que ficou evidente é que a ameaça ao estado democrático de direito tem muitas caras, mas uma estratégia em comum: desgastar o governo Lula, minando sua agenda econômica e social.</p>



<p>O presidente contou um pouco como tem mobilizado sua energia política para fazer frente aos movimentos de desestabilização. O mais recente deles veio do Banco Central, agora autônomo, que manteve a taxa de juros em 13,75%, o que pode, do ponto de vista do governo, paralisar a economia e comprometer a agenda de Lula de combater a fome, gerar mais emprego e renda para os brasileiros.</p>



<p>O presidente do BC, Campos Neto, foi indicado por Bolsonaro e referendado pelo Senado. “Não é só meta de inflação, tem que ter meta de crescimento, senão fica um ser humano com uma perna só. Ele (Campos Neto) não deve explicações a mim, ele deve ao Congresso Nacional, que o indicou. Eu espero que o Haddad (Fernando, ministro da Fazenda) esteja vendo, esteja acompanhando, que esteja cioso pra saber o que tem que fazer”.</p>



<p>Lula também criticou a postura de setores do chamado “mercado”, que pressionam o governo a reduzir gastos e adotar uma política de ajuste fiscal, mas que tem pouco compromisso com as questões sociais.</p>



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	                                        <p class="m-0">Marco Zero participou do primeiro encontro de Lula com a mídia independente digital. Crédito: Ricardo Stuckert</p>
	                
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<p>“O mercado precisa ter sensibilidade. Não é só para ganhar dinheiro, mas permitir que os outros possam ganhar alguma coisa. O mercado, às vezes, fica esperando que a gente se faça confiar. Tantas vezes parece que a gente tem que pedir ao mercado: ‘goste de mim, me deixe governar, me deixa fazer as coisas para as quais eu fui eleito e a gente tem que fazer’. Temos que construir uma narrativa contrária à do mercado”.</p>



<p>O presidente citou nominalmente o megainvestidor Jorge Paulo Lemann, um dos maiores acionistas das Lojas Americanas, empresa acusada de fraudar os balanços e que soma um rombo de 40 bilhões de reais. “Eu as vezes fico chateado quando faço esse discurso (de investimento no social) e dizem que o mercado ficou nervoso. O mercado ficou nervoso quando o Lemann quebrou a Americanas? Deu um desfalque de 40 bilhões? Eu não vi. Mas para aumentar dois reais do salário mínimo, o mercado fica nervoso? Precisamos construir as nossas narrativas para que a gente não abra mão daquilo para o qual a gente foi eleito”, reiterou.</p>



<p>Uma outra frente que o presidente tem se empenhado em colocar nos eixos são as Forças Armadas. Ele contou que teve conversa com os comandantes da Marinha, da Aeronáutica e do Exército e alertou que não é prudente que nenhuma instituição do Estado esteja envolvida na política, citando Forças Armadas, Ministério Público e o Itamaraty. “Não podem fazer da sua atividade privilegiada, de Estado, um partido político. Eu disse pro general (Tomás Miguel) que, lamentavelmente, o Exército de Caxias foi transformado no Exército de Bolsonaro, o que não é uma boa coisa pra esse país”.</p>



<p>O general Tomás deu declarações públicas, antes mesmo de ser nomeado para o comando do Exército, contrárias à politização das Forças Armadas.</p>



<p>Segundo o presidente Lula, as Forças Armadas aprenderam uma lição. “Se cada um ficar no seu lugar, se cada um cumprir a sua missão, esse país volta à normalidade. É para isso que eu quero contribuir no meu mandato. O Judiciário julga, o Legislativo legisla e o Executivo executa. Se cada um fizer isso, vai dar tudo certo. Se cada um quiser se meter nas coisas dos outros, não vai dar certo”.</p>



<p>O discurso propagado nas redes sociais contra a política e os políticos diz muito como chegamos até aqui, com o avanço do autoritarismo no Brasil, na visão de Lula. “O que nós vivemos no Brasil foi a negação da politica, dizendo que a política não presta, que todo político é ladrão, que o Congresso não presta. Mas a gente só precisa levar em conta que o Congresso de hoje é o estado de humor e a qualidade de informação que o povo tinha no dia da eleição. Não podemos ficar lamentando. Precisamos tentar consertar daqui a quatro anos outra vez”.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Da prisão à Casa Branca</h2>



<p>Questionado sobre a volta por cima que deu ao sair da prisão, reconquistar seus direitos políticos e vencer a eleição presidencial, Lula falou do passado e o quanto ele pesa agora em suas decisões políticas. “Na verdade, quando eu fui para a Polícia Federal, eu fui para provar a culpa dos meus acusadores. Provar que meus acusadores foram imorais no meu julgamento. Foram levianos no meu julgamento. Provei não só a minha inocência, mas a culpabilidade deles. Agora, vida que segue. Não vou esquecer, mas não vou colocar isso na mesa das negociações para governar o Brasil. Se você colocar na mesa esse sentimento, você não governa o Brasil. Muitos dos meus acusadores negavam a política e viraram políticos”.</p>



<p>Na próxima quinta-feira (9), o presidente Lula terá encontro de chefe de Estado com o presidente norte-americano Joe Biden, em Washington. Será a primeira vez que os dois se encontrarão pessoalmente desde a eleição de Lula. Um dos temas principais da pauta é a preservação do meio ambiente e a crise climática. Mas o presidente brasileiro também pretende tratar de temas que estão diretamente ligados à democracia no mundo, discutindo regulação da plataformas digitais, propagação de discursos de ódio, mentiras e desinformação nas redes sociais. Ele defende que a questão seja levada a vários fóruns internacionais, como o G-20 e os Brics (termo utilizado para designar o grupo de países de economias emergentes formado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul).</p>



<p>Lula não acredita que Biden possa pedir seu apoio para o esforço de guerra na Ucrânia porque o compromisso do Brasil é com a paz. Ele informou já ter tratado do assunto com o chanceler alemão Olaf Scholz e com o presidente francês Emamanuel Macron. “Precisamos criar um grupo dos 20 para discutir a questão da paz como tivemos o G-20 para discutir a crise econômica de 2008. Hoje não temos ninguém discutindo a paz. Os Estados Unidos não discutem a paz e a Europa toda está envolvida na guerra direta e indiretamente. Quem pode negociar a paz são os países que não estão envolvidos na guerra: China, Índia, Brasil, México. Dirigentes políticos que podem conversar com os dois lados”.</p>



<p>No final do café da manhã com a mídia independente, ficou a promessa do ministro da Comunicação Paulo Pimenta e do próprio Lula de que outros encontros virão e que os grupos de mídia serão convidados a participar de fóruns de debate do governo com a sociedade civil para formatar uma política de fomento ao setor.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-style-large is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p><strong>Uma questão importante!</strong></p><cite><em>Colocar em prática um projeto jornalístico ousado custa caro. Precisamos do apoio das nossas leitoras e leitores para realizar tudo que planejamos com um mínimo de tranquilidade. Doe para a Marco Zero. É muito fácil. Você pode acessar nossa&nbsp;</em><a href="https://marcozero.org/assine/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>página de doaçã</strong></a><strong><a href="https://marcozero.org/assine/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">o</a>&nbsp;</strong><em>ou, se preferir, usar nosso&nbsp;</em><strong>PIX (CNPJ: 28.660.021/0001-52)</strong><em>.</em><br><br><strong>Apoie o jornalismo que está do seu lado</strong><em>.</em></cite></blockquote>
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		<title>Estão abertas as inscrições para a 3ª edição do Festival 3i &#8211; Jornalismo inovador, inspirador e independente</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marco Zero Conteúdo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 Feb 2022 23:11:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Ajor]]></category>
		<category><![CDATA[festival 3i]]></category>
		<category><![CDATA[jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[jornalismo digital]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Serão 10 dias de mesas, painéis e diálogos. O Festival 3i &#8211; Jornalismo Inovador, Inspirador e Independente está de volta em uma edição totalmente gratuita e virtual. De 15 a 25 de março, Importantes nomes do jornalismo nacional e internacional participarão de 13 mesas de discussão, 17 painéis e três diálogos, organizados em cinco trilhas [&#8230;]</p>
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<p>Serão 10 dias de mesas, painéis e diálogos. O <strong><a href="https://festival3i.org/festival/festival-3i-2022/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Festival 3i</a></strong> &#8211; <strong>Jornalismo Inovador, Inspirador e Independente</strong> está de volta em uma edição totalmente gratuita e virtual. De 15 a 25 de março, Importantes nomes do jornalismo nacional e internacional participarão de 13 mesas de discussão, 17 painéis e três diálogos, organizados em cinco trilhas temáticas que pautam o festival: democracia, diversidade, distribuição, empreendedorismo e meio ambiente.</p>



<p>Nas mesas acontecerão debates entre convidados e convidadas especialistas nos temas fundamentais ao jornalismo em 2022. Entrevistas com importantes pensadores e pensadoras do jornalismo do Brasil e do mundo serão realizadas sob o formato de diálogos. E os painéis serão o espaço de partilha de relatos e vivências no jornalismo independente em todos os cantos do país.</p>



<p>Tudo será transmitidos pelo <a href="https://www.youtube.com/c/Festival3i" target="_blank" rel="noreferrer noopener">canal do Youtube</a> e <a href="https://www.facebook.com/festival3i" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Facebook do Festival 3i</a>. São aproximadamente 40 horas de programação. O público também poderá conversar diretamente com convidados em salas exclusivas para inscritos. O evento vai se desdobrar ainda em conteúdos multimídia extras que serão lançados ao longo das duas semanas.</p>



<p>A intenção da Associação de Jornalismo Digital (<a href="https://ajor.org.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Ajor</a>) é possibilitar que os participantes (ornalistas, pesquisadores, estudantes e empreendedores do Brasil e da América Latina) possam interagir, compartilhar desafios e trocar experiências com os convidados e convidadas, além de ter contato com tudo que há de mais atual no ramo do empreendedorismo na comunicação: novos modelos de negócios, narrativas e práticas.</p>



<p>Entre os debatedores confirmados há profissionais como Jon Lee Anderson, (<a href="https://www.newyorker.com/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">New Yorker</a>), Rosental Calmon Alves (<a href="https://knightcenter.utexas.edu/pt-br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Centro Knight para o Jornalismo nas Américas</a>), Eliane Brum, Alison Bethel McKenzie (<a href="https://www.reportforamerica.org/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Report for America</a>), Kátia Brasil (<a href="https://amazoniareal.com.br/">Amazônia Real</a>), Maristela Crispim (<a href="https://agenciaeconordeste.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Eco Nordeste</a>), Janine Warner e Mijal Iastrebner (<a href="https://www.sembramedia.org/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">SembraMedia</a>), Ale Higareda (<a href="http://malvestida.com/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Malvestida.com</a>), Felipe Estefan e Nishant Lalwani (<a href="https://luminategroup.com/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Luminate</a>).</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>A 3ª edição do <strong>Festival 3i</strong> é patrocinada por <a href="https://newsinitiative.withgoogle.com/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Google News Initiative</a> e <a href="https://www.facebook.com/journalismproject" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Meta Journalism Project</a>. E as trilhas temáticas têm apoio de <a href="https://www.climateandlandusealliance.org/?lang=pt-br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Climate and Land Use Alliance (CLUA)</a>, <a href="https://fundacaotidesetubal.org.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Fundação Tide Setubal</a> e <a href="https://luminategroup.com/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Luminate</a>.</p></blockquote>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>A Marco Zero no 3i</strong></h2>



<p>No segundo dia do festival, 16 de março, junto com o <a href="https://projetocolabora.com.br/">Projeto Colabora</a> a Marco Zero será anfitriã da mesa <em><a href="https://festival3i.org/programacao/das-midias-de-massa-a-massa-de-midias-as-transformacoes-na-industria-jornalistica-e-os-avancos-e-desafios-para-a-midia-independente/">Das mídias de massa à massa de mídias</a>: as transformações na indústria jornalística e os avanços e desafios para a mídia independente. </em>As anfitriãs são as organizações responsáveis por planejar, definir debatedores e mediadores, fazer os convites e garantir a participação de convidados e convidadas.</p>



<p>Esta mesa terá como mediador <strong>Rosental Calmon Alves</strong>, fundador e diretor do Centro Knight para o Jornalismo nas Américas, titular da Cátedra Unesco em Comunicação e da Cátedra Knight de Jornalismo na Escola de Jornalismo do Moody College of Communication, da Universidade do Texas em Austin. O tema será desenvolvido e discutido por:</p>



<ul class="wp-block-list"><li><strong>Alison Bethel McKenzie</strong>, vice-presidente da Report for America, uma iniciativa sem fins lucrativos do The Ground Truth Project que coloca jornalistas emergentes em redações de toda a América para cobrir as histórias não contadas destas comunidades. Anteriormente, ela foi diretora executiva da Society of Professional Journalists, a segunda mulher e a primeira pessoa negra a ocupar o cargo nos 110 anos da instituição. Alison passou The Boston Globe, The Detroit News, Legal Times e Nassau Guardian in The Bahamas.</li><li><strong>Janine Warner</strong>, autora de 25 livros sobre a internet e o jornalismo digital, instrutora do Centro Knight, cofundadora e CEO da SembraMedia e Knight Fellow do ICFJ. Sua experiência em mídia, tecnologia digital e negócios a levou a trabalhar com consultoria e palestras nos Estados Unidos, América Latina, Europa, Rússia e Ásia. Em 1998, foi diretora de operações de Internet do jornal The Miami Herald e mais tarde atuou como diretora de operações latino-americanas da CNET Networks Company.</li></ul>



<p>A ideia é discutir as transformações pelas quais a indústria jornalística vem passando, dar exemplo dos seus avanços, apontar os desafios e as soluções encontradas até aqui e explicar o papel fundamental da Ajor neste cenário.</p>



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<p>A mesa de encerramento, na noite de 25 de março, será mediada por <strong>Carol Monteiro</strong>, diretora de Cursos e Projetos da Marco Zero Conteúdo e professora da Universidade Católica de Pernambuco, onde idealizou o #Foca no 3i – cobertura do Festival por estudantes universitários das cinco regiões.</p>



<p>Ela vai facilitar o debate do tema <em><a href="https://festival3i.org/programacao/ombudsman-onde-chegamos-com-o-festival-e-para-onde-vamos/">Ombudsman: onde chegamos com o festival e para onde vamos?</a>, </em>com a participação de <strong>Joana Suarez</strong>, gerente de jornalismo na <a href="https://azmina.com.br/">Revista AzMina</a> e líder de outros projetos de jornalismo independente; <strong>Camila Silva, </strong>coordenadora do Programa Diversidade Racial na Comunicação do <a href="https://www.nexojornal.com.br/">Nexo</a>, colunista da Carta Capital e integrante da Comissão de Jornalistas pela Igualdade Racial (SP); e <strong>Rodrigo Alves</strong> é autor do podcast Vida de Jornalista, com bastidores e reflexões sobre a profissão.</p>



<p>Carol Monteiro também estará presente no formato painel mediando a conversa sobre <a href="https://festival3i.org/programacao/o-papel-do-ensino-para-um-jornalismo-inovador-e-independente/">O papel do ensino para um jornalismo inovador e independente</a>. Participarão dessa discussão <strong>Natália Mazotte</strong>, presidente da Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji); a equipe do Comunicast, que é o projeto de Extensão em Podcast da Universidade Federal do Mato Grosso (UFMT); e representantes do Observatório da Vida Agreste do campus de Caruaru da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE).</p>



<p>Outro integrante da equipe da Marco Zero na programação do Festival 3i é um dos editores e cofundador <strong>Laércio Portela</strong>. No diálogo <em>A pauta como lugar de posicionamento, reflexão e re-humanização</em> ele irá entrevistar a professora e pesquisadora do Núcleo de Design e Comunicação da UFPE, colunista do The Intercept Brasil e doutora em Sociologia, <strong>Fabiana Moraes.</strong></p>



<p>Vencedora de três prêmios Esso e autora de cinco livros, Fabiana agora está escrevendo um livro sobre pauta e ativismo com reflexões teóricas e práticas sobre a produção da notícia a partir de questões como colonialidade, objetividade e valor-notícia. A obra deverá ser lançada ainda neste primeiro semestre pela Arquipélago Editorial.</p>



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		<title>Jornalismo digital brasileiro se une em campanha de financiamento</title>
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		<pubDate>Fri, 26 Nov 2021 14:59:30 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Produzir e distribuir jornalismo de qualidade em redes digitais depende de financiamento. E para encurtar a distância entre quem pode contribuir financeiramente e quem precisa desses recursos para fazer jornalismo no Brasil, 26 organizações de todas as regiões do país estão unidas, pelo segundo ano, em campanha no Dia de Doar, comemorado em 30 de [&#8230;]</p>
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<p>Produzir e distribuir jornalismo de qualidade em redes digitais depende de financiamento. E para encurtar a distância entre quem pode contribuir financeiramente e quem precisa desses recursos para fazer jornalismo no Brasil, 26 organizações de todas as regiões do país estão unidas, pelo segundo ano, em campanha no Dia de Doar, comemorado em 30 de novembro . A data é mundial e tem como objetivo estimular a generosidade e inspirar pessoas a doar para aquilo o que elas acreditam.</p>



<p>A parceria das organizações, articulada pela <a href="https://ajor.org.br/">Associação de Jornalismo Digital</a> (Ajor),  será desenvolvida de 26 de novembro e 4 de dezembro e conta com a participação da <a href="https://envolverde.com.br/">Agência Envolverde</a>, <a href="http://www.agenciamural.org.br/">Agência Mural</a>, <a href="http://apublica.org/">Agência Pública</a>, <a href="http://almapreta.com">Alma Preta</a>, <a href="http://amazoniareal.com.br/">Amazônia Real</a>,<a href="https://envolverde.com.br/"> </a><a href="http://aosfatos.org">Aos Fatos</a>, <a href="http://azmina.com.br">AzMina</a>, <a href="http://datalabe.org">data_labe</a>,<a href="http://www.generonumero.media/"> </a><a href="http://agenciaeconordeste.com.br/">Eco Nordeste</a>, <a href="https://enoisconteudo.com.br/">Énois Laboratório de Jornalismo</a>, <a href="http://faunanews.com.br">Fauna News</a>, <a href="http://www.generonumero.media/">Gênero e Número</a>, <a href="https://ojoioeotrigo.com.br/">O Joio e O Trigo</a>, <a href="http://jornalmetamorfose.com">Jornal Metamorfose</a>, <a href="http://manualdousuario.net">Manual do Usuário</a>, <a href="http://marcozero.org">Marco Zero Conteúdo</a>, <a href="http://matinaljornalismo.com.br">Matinal Jornalismo</a>, <a href="http://www.nonada.com.br/">Nonada Jornalismo</a>, <a href="http://nosmulheresdaperiferia.com.br/">Nós, mulheres da periferia</a>, <a href="http://www.oeco.org.br/">((o))eco</a>, <a href="http://periferiaemmovimento.com.br/">Periferia em Movimento</a>,<a href="http://www.catarinas.info/"> Portal Catarinas</a>, <a href="http://ponte.org">Ponte Jornalismo</a>, <a href="http://www.quatrocincoum.com.br/br/home">Quatro Cinco Um</a>, <a href="http://www.saibamais.jor.br/">Saiba Mais</a> e <a href="http://sul21.com.br">Sul21</a>.</p>



<p>As ações para estimular doações serão feitas nos perfis de redes sociais das organizações de Jornalismo, sempre usando a hashtag #diadedoar. A ideia é motivar os consumidores do conteúdo a, também, contribuir financeiramente para que o trabalho dessas organizações continue e seja ampliado.</p>



<p>Em comum, essas instituições têm o foco na fiscalização do poder público, pluralidade editorial e trabalham para defender a democracia &#8211; que está sendo tão ameaçada por uma enxurrada de desinformação. O apoio financeiro a esse trabalho é um posicionamento em defesa do Jornalismo, um dos pilares da democracia.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><a href="https://linktr.ee/DiadeDoar_" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Clique e apoie</a></h3>



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		<title>Jornalismo digital começa a &#8220;povoar&#8221; desertos de notícias no Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marco Zero Conteúdo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Feb 2021 23:01:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Reportagens]]></category>
		<category><![CDATA[deserto de notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Aproximadamente 34 milhões de brasileiros não têm acesso a qualquer informação jornalística sobre o lugar onde vivem. Eles fazem parte da população de 3.280 municípios que são considerados desertos de notícias. Seis em cada dez municípios no Brasil estão nessa situação. O dado é parte dos resultados obtidos na quarta edição do Atlas da Notícia,iniciativa [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Aproximadamente 34 milhões de brasileiros não têm acesso a qualquer informação jornalística sobre o lugar onde vivem. Eles fazem parte da população de 3.280 municípios que são considerados desertos de notícias. Seis em cada dez municípios no Brasil estão nessa situação. O dado é parte dos resultados obtidos na quarta edição do Atlas da Notícia,iniciativa anual do Projor patrocinada desde 2018 pelo <a href="https://www.facebook.com/journalismproject/home">​Facebook Journalism Project​ (FJP)</a> e o maior e mais completo levantamento sobre a presença do jornalismo local no país.</p>



<p>Realizada em parceria institucional com a ​<a href="https://www.abraji.org.br/">Abraji​</a> e <a href="http://www.portalintercom.org.br/">​Intercom</a>​, a quarta edição contou com a colaboração de 219 voluntários de 74 organizações, como escolas de jornalismo. O relatório detalhado da pesquisa será divulgado nesta quarta-feira, 3 de fevereiro, pelo ​<a href="http://observatoriodaimprensa.com.br/">Observatório da Imprensa</a>.</p>



<p>A nova edição inclui um pacote de dados na linguagem R que visa facilitar o acesso aos dados por parte de pesquisadores, jornalistas e programadores. O front de pesquisa, análise e mapeamento do Atlas está a cargo da agência ​<a href="https://www.voltdata.info/">Volt Data Lab</a>​, liderada pelo jornalista Sérgio Spagnuolo. Já a coordenação da equipe de pesquisadores e da redação dos resultados da pesquisa é de responsabilidade do jornalista Sérgio Lüdtke.</p>



<p>O Atlas da Notícia mapeou 13.092 veículos jornalísticos em atividade em 2020. O levantamento também apontou o fechamento de 272 veículos e incorporou à base 1.170 novos veículos nativos digitais, a maior parte deles na região nordeste do país. O registro desses novos meios digitais levou à redução do número de desertos em cerca de 5,9% em relação à terceira edição da pesquisa.</p>



<p>Outros 113 municípios passaram a fazer parte da lista de quase desertos de notícias,municípios que contam com apenas um ou dois veículos de comunicação local. Esses quase desertos são habitados por 28,9 milhões de brasileiros. Segundo o levantamento,1.187 municípios estão nessa condição, o que representa dois em cada dez municípios do país.</p>



<p>Os estados do Tocantins e Rio Grande do Norte têm a maior incidência de desertos da notícia. Apenas dois em cada dez municípios contam com algum meio de comunicação com produção de notícias locais.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Censo</h2>



<p>“O Atlas da Notícia é uma espécie de censo da imprensa local brasileira&#8221;, diz Francisco Belda, presidente do Projor. &#8220;Além do mapeamento geográfico, a pesquisa gera também dados importantes como o tipo de conteúdo publicado e o fechamento de veículos. São informações essenciais para iniciativas focadas no aprimoramento do jornalismo local brasileiro.&#8221; </p>



<p>&#8220;Como em qualquer &#8216;censo&#8217;, os dados precisam de tempo e de constante atualização para começar a refletir mudanças importantes,&#8221; diz Sérgio Spagnuolo. &#8220;Em levantamentos anteriores, os dados mostravam o impresso ainda muito presente. Agora, com a ampliação das nossas bases e aprofundamento da pesquisa,conseguimos ver a expansão do jornalismo online.&#8221;</p>



<p>&#8220;Nesta quarta edição, dividimos nossos esforços em duas frentes&#8221;, diz Sérgio Lüdtke,coordenador da equipe de pesquisadores. &#8220;Por um lado, procuramos qualificar a base do Atlas, atualizando e agregando mais informações aos veículos que já constavam dela. E, por outro lado, nos focamos nas áreas que apareciam como desertos nas pesquisas anteriores&#8221;. Para isso, os pesquisadores usaram softwares como CrowdTangle para identificar novos veículos e os colaboradores passaram a coletar também dados de outros estados&#8221;.</p>



<p>&#8220;O Facebook está comprometido em criar parcerias e investir no ecossistema de notícias locais para apoiar a imprensa em toda a região. Desde 2018, patrocinamos o Atlas da Notícia com o objetivo de colaborar com a indústria de notícias para entender suas necessidades e trazer recursos relevantes aos veículos e às suas comunidades.&#8221; afirma a gerente de Programas para Veículos de Notícias da América Latina do Facebook, Dulce Ramos. Realizada localmente nas cinco regiões brasileiras, a pesquisa do Atlas conta com os seguintes pesquisadores regionais: Angela Werdemberg (Centro-Oeste), Dubes Sônego (Sudeste), Jéssica Botelho (Norte), Marcelo Fontoura (Sul) e Mariama Correia (Nordeste), ex-repórter da <strong>Marco Zero Conteúdo</strong>.</p>



        <figure class="wp-block-image my-5 img-center text-center">
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		<title>Festival 3i, o maior encontro sobre jornalismo digital inovador do Brasil, acontece em outubro no Rio de Janeiro</title>
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		<pubDate>Wed, 07 Aug 2019 10:26:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Reportagens]]></category>
		<category><![CDATA[festival 3i]]></category>
		<category><![CDATA[inovação]]></category>
		<category><![CDATA[jornalismo digital]]></category>
		<category><![CDATA[jornalismo independente]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Festival 3i &#8211; Jornalismo Inovador, Inspirador e Independente cresceu. O conselho curador do festival, que já contava com sete organizações, agora é composto por 13 veículos nativos digitais brasileiros. ((o)) eco, Congresso em Foco, ÉNois, Marco Zero Conteúdo, Poder360 e Projeto #Colabora juntam-se a Agência Lupa, Agência Pública, Jota, Nexo, Nova Escola, Ponte e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[O Festival 3i &#8211; Jornalismo Inovador, Inspirador e Independente cresceu. O conselho curador do festival, que já contava com sete organizações, agora é composto por 13 veículos nativos digitais brasileiros. ((o)) eco, Congresso em Foco, ÉNois, Marco Zero Conteúdo, Poder360 e Projeto #Colabora juntam-se a Agência Lupa, Agência Pública, Jota, Nexo, Nova Escola, Ponte e Repórter Brasil para organizar o festival. Neste ano, o Festival 3i será realizado nos dias 18, 19 e 20 de outubro no Rio de Janeiro.

O evento também ficou maior: desta vez, o Festival 3i será realizado na Fundição Progresso, com mais lugares disponíveis. Os ingressos começam a ser vendidos online no dia 19 de agosto. Outra novidade é que o festival terá três dias de duração, um inteiramente dedicado à realização de workshops dados pelas organizações do conselho curador e também pelos patrocinadores do evento. Como sempre, convidados internacionais que estão inovando nos seus meios estarão presentes.

O Festival 3i tem como parceiro desde sua fundação o Google News Initiative. Para a edição de 2019, anunciamos também uma parceria com o Facebook.

“O Festival se torna maior e mais representativo da nova geração de meios digitais que estão causando uma verdadeira revolução no cenário jornalístico brasileiro”, comenta Natalia Viana, codiretora da Agência Pública, e secretária executiva do Festival 3i.

Para a edição de 2019, o conselho do 3i está preparando uma palestra de abertura para a sexta-feira. Serão realizados workshops e oito mesas de debate — quatro no sábado e quatro no domingo — sobre os desafios mais atuais do jornalismo, com exemplos de experiências inovadoras.

“Como sempre, o Festival é internacional, e traremos algumas das melhores cabeças que estão inovando e trazendo soluções para problemas de quem faz jornalismo no nosso tempo — vale para as redações nativas digitais e também para quem está em veículos tradicionais e está interessado nas novidades tecnológicas”, conta Natalia. A programação do Festival 3i será divulgada no dia 19 de agosto, quando for iniciada a venda dos ingressos.

A primeira edição do Festival 3i foi em 2017, também no Rio de Janeiro, e teve convidados como a americana Claire Wardle, diretora do First Draft News; a vencedora do prêmio Pulitzer Angie Holan, do Politifact, o maior site de checagem do mundo; Daniel Valencia, do premiado site El Faro de El Salvador; e o ator Gregório Duvivier, que apresenta o Greg News no canal HBO, primeiro jornal satírico da tevê brasileira.

Em 2018, o 3i viajou pelo Brasil em edições menores, com apenas um dia de duração. As edições regionais do 3i foram realizadas em Belo Horizonte, Porto Alegre e Recife, sempre em parceria com universidades.
<blockquote><strong>QUEM FAZ </strong>

<strong>((o)) eco</strong>
Criado em 2004, (o))eco é um site dedicado ao jornalismo ambiental, em especial temas de conservação ambiental como áreas protegidas, biodiversidade e desmatamento. Nós nos declaramos a voz dos bichos e das plantas e das pessoas que querem protegê-los. Temos como uma das nossas missões informar e fomentar público para o debate ambiental brasileiro.

<a href="https://www.oeco.org.br/">https://www.oeco.org.br/</a>

<strong>Agência Lupa</strong>
A Lupa é a primeira agência de notícias do Brasil a se especializar na técnica jornalística mundialmente conhecida como fact-checking. Desde novembro de 2015, sua equipe acompanha o noticiário diário para corrigir informações imprecisas e divulgar dados corretos. O resultado desse trabalho é vendido a outros veículos de comunicação e também publicado no próprio site da agência.

Em 2 de abril de 2017, a Lupa lançou o programa LupaEducação &#8211; uma iniciativa inovadora que tem por objetivo capacitar cidadãos em técnicas de checagem, e isso fez com que a agência se transformasse na primeira do Brasil a oferecer treinamentos em verificação.

A Lupa integra a International Fact-Checking Network (IFCN), rede mundial de checadores reunidos em torno do Poynter Institute, nos Estados Unidos, e segue à risca o código de conduta e princípios éticos do grupo.

<a href="https://piaui.folha.uol.com.br/lupa/">https://piaui.folha.uol.com.br/lupa</a>

<strong>Agência Pública </strong>
A Agência Pública foi fundada em 2011 por jornalistas mulheres e tem como missão  produzir reportagens de fôlego pautadas pelo interesse público, sobre as grandes questões do país do ponto de vista da população &#8211; visando o fortalecimento do direito à informação, à qualificação do debate democrático e a promoção dos direitos humanos. Em 2018, nossas reportagens foram reproduzidas por mais de 700 veículos, sob a licença creative commons. A Pública também atua para promover o jornalismo investigativo independente através de programas de mentoria para jovens jornalistas, bolsas de reportagem e com a Casa Pública, o primeiro Centro Cultural voltado ao jornalismo no Brasil, no Rio de Janeiro. A Agência Pública ganhou mais de 40 prêmios nacionais e internacionais, como o Prêmio Vladimir Herzog,  Prêmio República e Prêmio Gabriel García Marquez. Em 2016, foi o terceiro veículo mais premiado do país, e o primeiro veículo brasileiro indicado ao Prêmio Liberdade de Imprensa, da organização Repórteres Sem Fronteiras (RSF).

<a href="https://apublica.org/">https://apublica.org/</a>

<strong>Congresso em Foco</strong>
Veículo jornalístico online, atualizado diariamente, especializado na cobertura do Congresso Nacional e da política. No ar desde fevereiro de 2004, o Congresso em Foco também atua nas áreas de organização de eventos e produção de pesquisas e análises. Embora tenhamos nascido como meio digital, e crescido prioritariamente assim, também atuamos na área do impresso. Publicamos um livro (esgotado) sobre o perfil da legislatura 2007/2011 e criamos uma revista impressa que se encontra na 31ª edição.

<a href="https://congressoemfoco.uol.com.br/">https://congressoemfoco.uol.com.br/</a>

<strong>ÉNois</strong>
A Énois é um laboratório de jornalismo cívico. Em 2009 criou a Escola de Jornalismo que hoje forma anualmente jovens das periferias de SP. Além da formação, temos uma agência que produz reportagens em parceria com veículos como UOL TAB, Intercept, BBC, The Guardian e outros. E realizamos encontros como o Redação Aberta, um programa que aproxima jornalistas e comunidades periféricas para melhorar a cobertura local.

<a href="https://enoisconteudo.com.br/">https://enoisconteudo.com.br</a>

<strong>JOTA</strong>
JOTA fornece informações de qualidade, com análise e contexto, a um público profissional que precisa tomar decisões estratégicas constantemente com base nas movimentações dos três poderes.

<a href="https://www.jota.info/">https://www.jota.info/</a>

<strong>Marco Zero Conteúdo</strong>
A Marco Zero Conteúdo é uma organização da sociedade civil, sem fins lucrativos, que tem por objetivo qualificar o debate público promovendo o jornalismo investigativo e independente. Desde junho de 2015, quando o site entrou no ar, a Marco Zero já publicou mais de 1000 conteúdos jornalísticos comprometidos com a linha editorial focada na defesa dos direitos humanos, na democracia, nas questões de gênero e identitárias, além dos temas relacionados ao direito à cidade e à ocupação econômica, social e cultural do território.

<a href="http://marcozero.org/">marcozero.org</a>

<strong>Nexo</strong>
O Nexo é um jornal digital, lançado em novembro de 2015, com o objetivo de trazer contexto às notícias e ampliar o acesso a dados e estatísticas. Sempre de forma inovadora e a partir de conteúdos amplos e instigantes, sua produção editorial privilegia o rigor e a qualidade da informação. Desde a sua fundação, o Nexo tem como principal motivação produzir um jornalismo que contribua para um debate público qualificado e plural, e que seja capaz de fortalecer a democracia brasileira.

<a href="https://www.nexojornal.com.br/">https://www.nexojornal.com.br/</a>

<strong>Poder360</strong>
O Poder360 é um veículo de jornalismo profissional, nativo digital. É o principal jornal digital dedicado à cobertura do poder e da política nacional com sede em Brasília, capital da República.

<a href="https://www.poder360.com.br/">https://www.poder360.com.br/</a>

<strong>Ponte Jornalismo</strong>
A Ponte Jornalismo é um veículo de comunicação independente, fundado em março de 2014 e organizado como uma associação privada sem fins lucrativos. Nossa missão é defender os direitos humanos por meio de um jornalismo independente, profissional e com credibilidade, promovendo a aproximação entre diferentes atores das áreas de segurança pública e justiça, com o objetivo de colaborar na consolidação da democracia brasileira. Nos seus primeiros cinco anos de existência, firmou-se como um dos principais veículos nativos digitais de jornalismo do Brasil e o único focado em segurança pública e direitos humanos.

<a href="https://ponte.org/">https://ponte.org</a>

<strong>Projeto #Colabora</strong>
O  #Colabora é um projeto de jornalismo independente com foco em sustentabilidade, no seu sentido amplo, tendo como base os 17 Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODSs). Acreditamos que o planeta só será sustentável se conseguir resolver, além dos problemas ambientais, suas mazelas sociais. O projeto existe há 3 anos e, apesar de estar sediado no Rio, procura fazer uma cobertura nacional. Temos uma newsletter diária que funciona como uma espécie de curadoria de temas e coberturas ligadas à sustentabilidade. Também estamos no YouTube, no Twitter, no Facebook, no Instagram e no Linkedin.

<a href="https://projetocolabora.com.br/">https://projetocolabora.com.br/</a>

<strong>Repórter Brasil</strong>
A Repórter Brasil é uma agência de jornalismo investigativo, fundada em 2001, que denuncia violações de direitos humanos, trabalhistas e socioambientais no país. Especializada na cobertura sobre trabalho escravo e em investigação das cadeias produtivas de setores do agronegócio, a organização também investiga a indústria farmacêutica e os diversos impactos do crescente uso dos agrotóxicos nas plantações brasileiras, entre outros.

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		<title>Festival 3i de Jornalismo Digital acontece no Recife</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marco Zero Conteúdo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Nov 2018 10:23:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Reportagens]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Inovação, inspiração e independência. Estes são os eixos do Festival 3i de jornalismo digital, que tem sua primeira edição nordestina. O evento vem ao Recife no dia 10 de novembro para dialogar sobre a cobertura da imprensa nas Eleições 2018 e os exemplos recentes de sucesso no financiamento de iniciativas inovadoras do jornalismo brasileiro. A [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<span style="font-weight: 400;">Inovação, inspiração e independência. Estes são os eixos do Festival 3i de jornalismo digital, que tem sua primeira edição nordestina. O evento vem ao Recife no dia 10 de novembro para dialogar sobre a cobertura da imprensa nas Eleições 2018 e os exemplos recentes de sucesso no financiamento de iniciativas inovadoras do jornalismo brasileiro. A Universidade Católica de Pernambuco é a sede da programação, das 13h às 19h.</span>

Os interessados (as) devem fazer as inscrições no link disponível ao fim do texto. Os valores dos ingressos variam entre R$ 50 &#8211; a meia entrada para estudantes &#8211; e R$ 100 a inteira.

Além de colocar em pauta a cobertura feita durante a disputa eleitoral, o 3i pretende traçar o panorama jornalístico pós-eleição. Propõe um “olhar para o futuro” como objetivo do debate, dividido em três momentos de palestras e reflexão sobre o jornalismo num país polarizado.

“É uma excelente oportunidade para fomentar a cultura da inovação e do empreendedorismo no jornalismo do Nordeste. Também é um ambiente para trocar experiências com profissionais de outras regiões num momento em que a web e as mídias sociais tornaram-se o grande espaço para o debate público no Brasil”, afirma Carolina Monteiro, presidente do Conselho Diretor da Marco Zero Conteúdo.

O festival é uma parceria entre Agência Lupa, Agência Pública, BRIO, JOTA, Nexo, Nova Escola, Ponte Jornalismo e Repórter Brasil com o Google News Initiative.

Entre os convidados estão Daniela Pinheiro, chefe de redação da Revista Época, Beatriz Ivo, do Comitê Gestor de Conteúdo do Sistema Jornal do Commercio e Diretora de Jornalismo da TV e Rádio Jornal, Cristina Tardáguila, da Agência Lupa de fact-checking, Saulo Moreira, assessor de comunicação do Tribunal Regional Eleitoral e Helena Portilho, do projeto de videodocumentário Além da Cura.

<b>Jornalismo Imersivo</b>

Durante o 3i, uma experiência em jornalismo imersivo com  o “Baía 360” estará disponível para o público. Trata-se de um videodocumentário em 360 graus, produzido pela Pública e a agência irá disponibilizar equipamento especial. Os 20 primeiros inscritos ganharão um protótipo de óculos 360 de cartolina do Google News Initiative.

“Nunca o jornalismo foi tão importante, e o jornalismo independente, editorial e financeiramente, ainda mais. É o que queremos fomentar com o Festival 3i ”, conta Natalia Viana, codiretora da Agência Pública, que, junto com a Agência Lupa e a Marco Zero Conteúdo, está responsável pela curadoria da edição Recife.

Se inscreva através deste link:

<a href="https://www.sympla.com.br/festival-3i-de-jornalismo---edicao-recife__382850?fbclid=IwAR3zDibfpREtkoF-lw6WrZHuiS9KPDvmL-EpOZDQ4cam5VwQ7LMKgP3l5Qw"><span style="font-weight: 400;">https://www.sympla.com.br/festival-3i-de-jornalismo&#8212;edicao-recife__382850?fbclid=IwAR1GfMj4H9skE1NkHlT_RMKfTqqx6AVAX7DjwBCl1sEvuyoB4Lp5MJ4rugE</span></a>

<strong><strong> </strong></strong>

<b>Programação completa:</b>

<span style="font-weight: 400;">13:00</span>

<i><span style="font-weight: 400;">Mesa 1: Como o Jornalismo Sobreviveu às eleições</span></i>

<span style="font-weight: 400;">Uma conversa sobre polarização, assédio a jornalistas, fake news e ética</span>

<span style="font-weight: 400;">Natalia Viana, Agência Pública (mediadora)</span>

<span style="font-weight: 400;">Cristina Tardáguila, Lupa</span>

<span style="font-weight: 400;">Beatriz Ivo, do Sistema Jornal do Commercio e Diretora de Jornalismo da TV e Rádio Jornal</span>

<span style="font-weight: 400;">Saulo Moreira, Tribunal Regional Eleitoral</span>

<span style="font-weight: 400;">Daniela Pinheiro, Revista Época</span>

<strong><strong> </strong></strong>

<span style="font-weight: 400;">15:00</span>

<i><span style="font-weight: 400;">Mesa 2:  Como inovar sem milhões de dólares </span></i>

<span style="font-weight: 400;">Jornalistas e programadores contam como conseguiram realizar projetos inovadores sem altos investimentos</span>

<span style="font-weight: 400;">Cristina Tardáguila, Agência Lupa (mediadora)</span>

<span style="font-weight: 400;">Ricardo Brazileiro, LabCoco</span>

<span style="font-weight: 400;">Jean Souza, Datafolha, da equipe do aplicativo Match Eleitoral </span>

<strong><strong> </strong></strong>

<span style="font-weight: 400;">17:00</span>

<i><span style="font-weight: 400;">Mesa 3:  Histórias de sucesso: como viabilizamos projetos de jornalismo e ganhamos financiamento</span></i>

<span style="font-weight: 400;">Compartilhando aprendizagens sobre como fazer projetos bem-sucedidos e levantar dinheiro</span>

<span style="font-weight: 400;">Carolina Monteiro, Marco Zero Conteúdo  (mediadora)</span>

<span style="font-weight: 400;">Helena Portilho, Além da Cura</span>

<span style="font-weight: 400;">Giulliana Bianconi, Gênero e Número</span>

<span style="font-weight: 400;">Yargo Sousa Gurjão e Bruno Lima Xavier, Coletivo Nigéria</span>

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