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	<title>Arquivos ponte Jaime Gusmão - Marco Zero Conteúdo</title>
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	<description>Jornalismo investigativo que aposta em matérias aprofundadas, independentes e de interesse público.</description>
	<lastBuildDate>Tue, 07 May 2024 15:50:24 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Arquivos ponte Jaime Gusmão - Marco Zero Conteúdo</title>
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		<title>“Era só um pedacinho, agora querem tudo”, desabafa morador da Vila Esperança ao saber que será despejado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Giovanna Carneiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 May 2024 15:23:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito à Cidade]]></category>
		<category><![CDATA[João Campos]]></category>
		<category><![CDATA[ponte Jaime Gusmão]]></category>
		<category><![CDATA[prefeitura do Recife]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“Era só um pedacinho, agora querem tudo”. O borracheiro Manoel Agripino dos Santos, de 72 anos, mora na Vila Esperança, no bairro de Monteiro, há 38 anos e trabalha em uma borracharia localizada ao lado da Escola de Referência Silva Jardim, mas seus dias de trabalho estão comprometidos e, agora, vive preocupado e inseguro. Em [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://marcozero.org/era-so-um-pedacinho-agora-querem-tudo/">“Era só um pedacinho, agora querem tudo”, desabafa morador da Vila Esperança ao saber que será despejado</a> apareceu primeiro em <a href="https://marcozero.org">Marco Zero Conteúdo</a>.</p>
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<p>“Era só um pedacinho, agora querem tudo”. O borracheiro Manoel Agripino dos Santos, de 72 anos, mora na Vila Esperança, no bairro de Monteiro, há 38 anos e trabalha em uma borracharia localizada ao lado da Escola de Referência Silva Jardim, mas seus dias de trabalho estão comprometidos e, agora, vive preocupado e inseguro.</p>



<p>Em meio às obras para a construção da ponte Jaime Gusmão, a borracharia de Manoel é um dos poucos imóveis que continuam de pé e podem ser visto da avenida Dezessete de Agosto, na Zona Norte. Mas isto deve mudar nos próximos dias. Ao lado do estabelecimento estão as máquinas e os destroços das casas que foram demolidas para dar espaço ao projeto viário da gestão municipal e, há cerca de 15 dias, o trabalhador autônomo recebeu o aviso de que seu imóvel também precisará ser desocupado.</p>



<p>“Eu só quero trabalhar, não quero sair daqui de jeito nenhum, se eu sair vai ser contra a minha vontade. Eu sou borracheiro há 60 anos, eu sou especialista em pneus”, declarou Manoel Agripino.</p>



<p>“Não tinha nenhum aviso de que a borracharia seria demolida e de repente chegaram aqui me dizendo que eu precisava ir lá [na Autarquia de Urbanização do Recife] negociar o valor que eu vou receber, mas é muito pouco, não vai dar para nada e eu nem faço questão, eu só quero continuar aqui para poder trabalhar fazendo o que eu sei fazer”, concluiu o borracheiro.</p>



        <figure class="wp-block-image my-5 ">
            <picture>
                <source media="(max-width: 799px)" srcset="https://marcozero.org/wp-content/uploads/2024/05/Borracha-3.jpg">
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                <img decoding="async" src="https://marcozero.org/wp-content/uploads/2024/05/Borracha-3.jpg" alt="A imagem retrata um canteiro de obras em uma área urbana. O solo parece estar sendo escavado ou nivelado, com marcas de pneus visíveis. Há um trabalhador vestindo capacete e colete de segurança, observando a cena. No centro da imagem, uma máquina pesada amarela está operando. Ela provavelmente está envolvida na preparação ou reparo do terreno. Além do trabalhador em primeiro plano, outros trabalhadores estão espalhados pelo local, ocupados com várias tarefas relacionadas à construção. À direita da imagem, há um caminhão vermelho estacionado. Ele pode estar transportando materiais ou equipamentos para o canteiro de obras. Os edifícios baixos e muros brancos formam o perímetro do canteiro de obras. O céu acima está nublado, criando uma atmosfera sombria." class="w-100" loading="lazy" >
            </picture>

	                        <figcaption class="legenda-credito mx-md-5">
	                                        <p class="m-0">Máquinas e escombros estão em torno da borracharia de Manoel Agripino. 
</p>
	                
                                            <span>Crédito: Arnaldo Sete/MZ Conteúdo</span>
                                    </figcaption>
                    </figure>

	


<h2 class="wp-block-heading"><strong>Despejado pela segunda vez</strong></h2>



<p>Esta não é a primeira vez que a borracharia de Manoel Agripino é demolida pela Prefeitura do Recife. Antes, o estabelecimento funcionava próximo à praça de Casa Forte, no terreno que foi desocupado para a construção de um novo shopping chamado Burle Garden Mall, do empresário Ítalo Santos. Ele foi realocado para a Vila Esperança há pouco mais de três anos.</p>



<p>“Eu já tinha minha casa aqui na Vila, então quando recebi da prefeitura o imóvel onde a borracharia funciona hoje foi ótimo, mas agora eu não sei mais como vai ser depois que derrubarem aqui”, disse o borracheiro.</p>



<p>Em nota enviada à Marco Zero &#8211; leia na íntegra ao final da reportagem &#8211; , a Autarquia de Urbanização do Recife (URB) da Prefeitura do Recife afirmou que “para construir este sistema viário, será necessário desapropriar 54 imóveis &#8211; algo que já estava previsto desde o início do projeto. Deste total, 37 foram negociados &#8211; dos quais 25 já receberam a indenização, 15 optaram por morar no habitacional que está sendo construído pela Prefeitura do Recife. Outros dois não aceitaram o valor e judicializaram a negociação”.</p>



<p>Na Vila Esperança, o clima entre os moradores que permaneceram no local é de insegurança por não terem detalhes do projeto da construção da ponte e por não terem certeza se outros imóveis serão demolidos. Além disso, algumas casas estão muito próximas das estradas que estão sendo construídas.</p>



<p>Enquanto aguarda um retorno da Prefeitura do Recife, Manoel Agripino afirma que não pretende negociar sua borracharia: “eu posso até sair, mas não vou sair conformado não”. </p>


	<div class="informacao mx-md-5 px-5 py-4 my-5" style="--cat-color: #7BDDDD;">
		<span class="titulo text-uppercase mb-3 d-block"> Nota da URB na íntegra</span>

		<p><span style="font-weight: 400;">A Autarquia de Urbanização do Recife (URB) esclarece que as obras da ponte Engenheiro Jaime Gusmão, que cruzará o Rio Capibaribe para interligar os bairros da Iputinga e do Monteiro, beneficiando diretamente cerca de 60 mil pessoas, seguem avançadas. A etapa principal dos trabalhos foi finalizada em dezembro do ano passado. Nesta fase, foram feitas as fundações, os pilares e o tabuleiro da ponte, além das implantações dos passeios, e guarda-corpos. Por fim, será realizado o asfaltamento e a ciclovia. </span><b>Para execução do serviço, foram necessárias desapropriações de 52 imóveis da comunidade Vila Esperança- todos já foram desocupados e as indenizações pagas &#8211; apenas dois estão em processo de pagamento, uma vez que foram negociados por via jurídica. </b><span style="font-weight: 400;"> </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Já a segunda etapa diz respeito à ligação da ponte com o solo, devendo ser entregue no segundo semestre deste ano, junto com a primeira fase. </span><b>Estão sendo investidos R$ 40 milhões na construção deste sistema viário.</b><span style="font-weight: 400;"> Do lado do bairro da Iputinga, foram feitos os passeios em concreto, assentamento de meio-fio, drenagem das ruas principais, muro de escamas e aterro da terra armada. Já do lado do Monteiro, estão sendo executados, neste momento, o muro de escamas, aterro da terra armada e a reforma da praça do bairro. Além disso, já foram concluídos os asfaltamentos de duas ruas. </span></p>
<p><b>Para construir este sistema viário, será necessário desapropriar 54 imóveis &#8211; algo que já estava previsto desde o início do projeto. Deste total, 37 foram negociados &#8211; dos quais 25 já receberam a indenização, 15 optaram por morar no habitacional que está sendo construído pela Prefeitura do Recife. Outros dois não aceitaram o valor e judicializaram a negociação.</b><span style="font-weight: 400;"> </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A URB aproveita para explicar que cada imóvel é avaliado individualmente e recebe um valor que varia de acordo com questões como existência de documentação legal, área construída e benfeitorias realizadas pelos moradores. Os valores oferecidos são baseados em tabela atualizada anualmente e validada pelos órgãos de controle, como Tribunal de Contas do Estado e Caixa Econômica Federal. </span><b>No local, a URB também está construindo um conjunto habitacional, com 75 apartamentos, como opção de moradia para que as famílias residentes na Zona Especial de Interesse Social (ZEIS) Vila Esperança/Cabocó, afetadas pela construção da Ponte Jaime Gusmão, possam permanecer no local. A obra já está em andamento, com investimentos em torno de R$ 10,5 milhões. Além disso, a comunidade ganhará também uma creche.</b></p>
<p>&nbsp;</p>
	</div>
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		<title>Uma semana depois, Prefeitura do Recife segue demolindo a Vila Esperança</title>
		<link>https://marcozero.org/uma-semana-depois-prefeitura-do-recife-segue-demolindo-a-vila-esperanca/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Giovanna Carneiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 Mar 2024 16:04:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito à Cidade]]></category>
		<category><![CDATA[João Campos]]></category>
		<category><![CDATA[ponte Jaime Gusmão]]></category>
		<category><![CDATA[prefeitura do Recife]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Não bastasse ter sido despejada no dia 7 de março, a moradora de Vila Esperança, Maria Célia Almeida, teve seus pertences retirados de seu ponto comercial e levados a um depósito de forma forçada na última segunda-feira (11).Tudo teria acontecido sem qualquer aviso prévio por parte da Autarquia de Urbanização do Recife (URB), segundo a [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Não bastasse ter sido despejada no dia 7 de março, a moradora de Vila Esperança, Maria Célia Almeida, teve seus pertences retirados de seu ponto comercial e levados a um depósito de forma forçada na última segunda-feira (11).Tudo teria acontecido sem qualquer aviso prévio por parte da Autarquia de Urbanização do Recife (URB), segundo a moradora.</p>



<p>Após ter sua casa demolida, a idosa voltou para a cidade de Santa Maria do Cambucá, no agreste de Pernambuco, onde vivem parentes seus. No entanto, Maria Célia havia deixado muitos de seus pertences no ponto comercial do qual é proprietária, e que também seria demolido pela Prefeitura do Recife para dar passagem às obras do acesso à ponte Jaime Gusmão, no bairro de Monteiro.</p>



<p>“Eu consegui um caminhão lá em Santa Maria para pegar as coisas que estavam no ponto comercial e levar para o interior, mas quando eu estava a caminho da Vila Esperança para pegar as coisas, minha vizinha me ligou dizendo que estavam colocando minhas coisas em um caminhão. E eu implorei para que eles esperassem eu chegar, mas não esperaram, só retiraram tudo e levaram”, contou a idosa.</p>



<p>De acordo com a moradora, seus pertences foram levados até um depósito da PCR localizado no bairro de Santo Amaro. “Eu perguntei como eles conseguiram entrar no ponto se só eu tinha a chave. Ou seja, arrombaram, tiraram tudo e demoliram sem a minha presença. Eu queria ter tirado as portas, as madeiras, as telhas, tudo isso que eu poderia reaproveitar foi destruído”, concluiu Maria Célia.</p>



<div class="citacao ms-auto my-5">
	<p class="m-0">&#8220;Arrombaram, tiraram tudo e demoliram sem a minha presença. Tudo o que eu poderia reaproveitar foi destruído”</p>
</div>


<p>Em nota enviada à reportagem da Marco Zero, a Autarquia de Urbanização do Recife (URB) afirmou que a idosa recebeu a indenização de seus imóveis &#8211; a casa e o ponto comercial &#8211; em março de 2023 e que, por isso, já deveria ter realizado a desocupação. No entanto, a moradora entrou com um processo judicial para questionar o valor das indenizações e, por isso, garantiu ainda não ter recebido nada. O processo corre em juízo.</p>



<p>O mesmo acontece com a moradora Adelaide Lopes, que, em março de 2023, recebeu da Prefeitura do Recife um valor abaixo daquele que foi estimado por um avaliador particular, contratado por ela e por sua irmã, Gilvanilda Lopes, e por isso resolveu acionar a Justiça. Apesar da URB afirmar que realizou o pagamento a Adelaide, com o processo em juízo, a moradora afirma não ter tido acesso ao montante.</p>



<p>Adelaide e Gilvanilda possuem casas conjugadas. Enquanto Adelaide aguarda a conclusão de seu processo, Gilvanilda entrou em acordo com a URB e já recebeu a sua indenização, por isso, a PCR pretende realizar a demolição do imóvel o quanto antes. No entanto, demolir a casa de Gilvanilda resultará no comprometimento da casa de sua irmã. Além disso, Gilvanilda, que recebeu sua indenização em dezembro do ano passado, ainda não conseguiu concluir a compra do novo imóvel para onde pretende se mudar.</p>



<p>“Eu estou tentando agilizar para sair logo, mas estou esperando resolver as coisas da documentação no cartório. Enquanto isso, eu vou ficar na casa da vizinha, fazer o quê? Já comecei a levar minhas coisas para colocar na garagem dela porque sei que, da próxima vez que eles (agentes da prefeitura) vierem, será pra derrubar a minha casa. Mas me preocupa muito a situação da minha irmã”, disse Gilvanilda Lopes. A PCR estabeleceu como prazo final para que a casa fosse desocupada a próxima segunda-feira, 18 de março.</p>



<p>Já Maria Célia Almeida tentará negociar para que a Prefeitura do Recife garanta o transporte de seus pertences até a cidade de Santa Maria do Cambucá. “É o mínimo que podem fazer, ‘né’? Porque no dia que eu vim buscar as coisas eles colocaram tudo em um depósito sem a minha autorização”, disse a idosa.</p>



        <figure class="wp-block-image my-5 ">
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	                        <figcaption class="legenda-credito mx-md-5">
	                                        <p class="m-0">Prefeitura deu prazo até 18 de março para moradora que já recebeu indenização desocupar casa.
</p>
	                
                                            <span>Crédito: Arnaldo Sete/MZ Conteúdo</span>
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                    </figure>

	


<p></p>


	<div class="informacao mx-md-5 px-5 py-4 my-5" style="--cat-color: #7BDDDD;">
		<span class="titulo text-uppercase mb-3 d-block">O que diz a URB</span>

		<p><!-- wp:heading --></p>
<p>De acordo com a URB, “a todos os moradores de Vila Esperança, foi ofertada uma Unidade Habitacional no complexo que será construído no local”. Todavia, parte dos moradores da Vila Esperança questionam o tamanho dos imóveis do habitacional, tendo em vista que as casas que estão sendo desapropriadas e demolidas eram ocupadas muitas vezes por mais de quatro pessoas de uma mesma família.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --> <!-- wp:paragraph --></p>
<p>Ainda de acordo com a Prefeitura do Recife, o habitacional contará com apartamentos 40m², em média. E, segundo informações da plataforma de negócios imobiliários <a href="https://www.quintoandar.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Quinto Andar</a>, geralmente apartamentos nessas dimensões possuem apenas um quarto e são destinados para duas pessoas.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --> <!-- wp:paragraph --></p>
<p>A Autarquia de Urbanização do Recife declarou ainda que “cada imóvel é avaliado individualmente e recebe um valor que varia de acordo com questões como existência de documentação legal, área construída e benfeitorias realizadas pelos moradores”. Porém, os moradores de Vila Esperança questionam o método de avaliação uma vez que estão em uma área de Zona Especial de Interesse Social (ZEIS) e por isso muitos não possuem as escrituras de posse dos imóveis, documento que deveria ter sido fornecido pela próprio poder público municipal.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --></p>
	</div>



        <div class="leia-tambem d-flex flex-column py-2 my-4 my-md-5">
            <span class=" d-block mb-2">MAIS SOBRE ESSE ASSUNTO:</span>

            <div class="d-flex flex-column">
                <a href="https://marcozero.org/com-pressa-e-sem-aviso-prefeitura-do-recife-derruba-casas-e-despeja-idosa-na-vila-esperanca/" class="titulo">Com pressa e sem aviso, Prefeitura do Recife derruba casas e despeja idosa na Vila Esperança</a>
	                    <div class="tags d-flex mt-3 flex-wrap">
                            <a href="https://marcozero.org/formatos/reportagem/" class="btn text-uppercase me-2 mb-2">Reportagem</a>
            
		                    <a href="https://marcozero.org/temas/moradia/" class="btn text-uppercase me-2 mb-2">Moradia</a>
			        </div>
	            </div>
        </div>

		<p>O post <a href="https://marcozero.org/uma-semana-depois-prefeitura-do-recife-segue-demolindo-a-vila-esperanca/">Uma semana depois, Prefeitura do Recife segue demolindo a Vila Esperança</a> apareceu primeiro em <a href="https://marcozero.org">Marco Zero Conteúdo</a>.</p>
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