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	<title>Arquivos jornalismo de causas - Marco Zero Conteúdo</title>
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	<description>Jornalismo investigativo que aposta em matérias aprofundadas, independentes e de interesse público.</description>
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	<title>Arquivos jornalismo de causas - Marco Zero Conteúdo</title>
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		<title>&#8220;Recife é a cidade que é a cara e a síntese do Festival”: primeiro dia do FALA! traz a cultura para o debate da comunicação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marco Zero Conteúdo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 Sep 2023 14:04:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<category><![CDATA[Reportagens]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação popular]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Jennifer Oliveira Com a presença de Odailta Alves, Isaar, Rosa Maria,&#160; Flavão e Pedro Lins, o primeiro dia do FALA! Festival de Comunicação, Culturas e Jornalismo de Causas foi marcado pela emoção de trazer as memórias e histórias do poeta Miró da Muribeca, falecido em 2022. O artista&#160; ficou conhecido por denunciar as problemáticas [&#8230;]</p>
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<p><strong>Por Jennifer Oliveira</strong></p>



<p>Com a presença de <a href="https://instagram.com/odailtaalves?igshid=MzRlODBiNWFlZA==">Odailta Alves</a>, <a href="https://instagram.com/isaar_insta?igshid=MzRlODBiNWFlZA==">Isaar</a>, Rosa Maria,&nbsp; <a href="https://instagram.com/flavaohq?igshid=MzRlODBiNWFlZA==">Flavão</a> e <a href="https://instagram.com/linspedro_?igshid=MzRlODBiNWFlZA==">Pedro Lins</a>, o primeiro dia do FALA! Festival de Comunicação, Culturas e Jornalismo de Causas foi marcado pela emoção de trazer as memórias e histórias do poeta Miró da Muribeca, falecido em 2022. O artista&nbsp; ficou conhecido por denunciar as problemáticas sociais de uma forma direta, profunda e genial. “A literatura de Miró vem para quebrar com esse silenciamento, vem dizer que nós existimos. Que se eu estou aqui hoje é graças a Miró que veio antes”, afirma a escritora e idealizadora do projeto Mala Preta, Odailta Alves.&nbsp;</p>



<p>Abrir o festival falando desse poeta, em uma mesa com artistas e comunicadores, na cidade que é palco de talentos e potências sociais, é reforçar o compromisso com os novos debates sobre a forma de fazer jornalismo. Laércio Portela, um dos idealizadores do FALA! e cofundador da <a href="https://instagram.com/marcozeroconteudo?igshid=MzRlODBiNWFlZA==">Marco Zero Conteúdo</a>, enxerga que “Recife, e eu falo especialmente da resistência política e cultural que vem das suas periferias, é a cidade que é a cara e a síntese do que é o festival. Que  propõe a discussão sobre um jornalismo que se compromete, tem uma pauta progressista, de compromisso com uma série de causas, um jornalismo antirracista, em defesa da justiça social e dos direitos humanos. Com uma carga de energia e de força que vai beber na cultura e na arte a inspiração e as linguagens de proximidade com os territórios”.&nbsp;</p>



<p>A proposta é que o&nbsp; jornalismo e a comunicação sejam pensados de uma forma além do que está posto na mídia tradicional. A música, a dança, a poesia e a arte como um todo tem o papel de comunicar e chegar nas periferias e em lugares que o tradicional não chega. “A gente sentiu que o festival poderia ser o início de uma discussão de como outras vozes podem participar e como isso pode fazer bem pro jornalismo. A gente sente que, por exemplo, muita gente não imaginava que era possível fazer um jornalismo de outra forma.&nbsp; Inclusive, dentro das universidades não se coloca isso”, afirma Antônio Junião, cofundador da <a href="https://instagram.com/pontejornalismo?igshid=MzRlODBiNWFlZA==">Ponte Jornalismo</a> e do Instituto FALA!</p>



<p>A noite contou ainda com intervenções artísticas de Isaar acompanhada de <a href="https://instagram.com/viniciusbarros_oficial?igshid=MzRlODBiNWFlZA==">Vinicius Barros</a> e do <a href="https://www.instagram.com/afoxeomonile">Afoxé Omô Nilê Ogunjá</a>. Quem for ao festival nos próximos dias também vai se deparar com a arte do grafiteiro <a href="https://instagram.com/adelsonboris?igshid=MzRlODBiNWFlZA==">Adelson Boris</a> que trouxe as referências do festival para o painel que fica no palco, além de acompanhar as <a href="https://marcozero.org/coletivos-de-salvador-vao-apresentar-producoes-jornalisticas-em-rede-no-festival-fala/">reportagens vencedoras do edital lançado no FALA! 2022</a> que aconteceu em Salvador. A programação segue nesta sexta (22) e sábado (23). Ainda é possível se inscrever de forma gratuita através do <a href="https://www.sympla.com.br/evento/4-fala-festival-de-comunicacao-cultura-e-jornalismo-de-causas/2130839">sympla</a>.&nbsp;</p>



<p><strong>CONFIRA A PROGRAMAÇÃO:&nbsp;</strong></p>



<p><strong>22/09 | Sexta</strong></p>



<p>10h00 &#8211; INTERVENÇÃO ARTÍSTICA&nbsp; &#8211;<a href="https://www.instagram.com/siba.puri/"> Siba Puri</a></p>



<p>10h15 &#8211; MESA &#8211; Comunicação e ancestralidade: memória e linguagem para a transformação&nbsp;</p>



<p>11h45 &#8211; SESSÃO OPORTUNIDADES &#8211; Pulitzer Center</p>



<p>14h &#8211; OFICINA &#8211; Histórias visuais: a comunicação em movimento</p>



<p>14h &#8211; OFICINA &#8211; Jornalismo e outras formas de contar histórias</p>



<p>15h45 &#8211; INTERVENÇÃO ARTÍSTICA &#8211;<a href="https://www.instagram.com/b.i.o.n.e/?hl=pt"> Bione</a></p>



<p>16h &#8211; MESA 2 &#8211; Incidências climáticas: meio ambiente e direito à vida em pauta</p>



<p>17h45 &#8211; RODA DE CONVERSA &#8211; Questões Identitárias ou Estruturais? O que pode o jornalismo de causas&nbsp;</p>



<p>19h30 &#8211; INTERVENÇÃO ARTÍSTICA &#8211;<a href="https://www.instagram.com/jornadademcs/"> Jornada de MCs</a></p>



<p><strong>23/09 | Sábado</strong></p>



<p>10h00 &#8211; INTERVENÇÃO ARTÍSTICA &#8211;<a href="https://www.instagram.com/orun.santana/"> Orun</a></p>



<p>10h15 &#8211; MESA &#8211; Território como meio e mensagem da comunicação posicionada</p>



<p>11h45 &#8211; SESSÃO OPORTUNIDADES &#8211; Google</p>



<p>14h &#8211; OFICINA &#8211; Grana e afeto&nbsp;</p>



<p>14h &#8211; RODA DE CONVERSA &#8211; Educação Midiática: caminhos para combater a desinformação e o discurso de ódio</p>



<p>15h45 &#8211; INTERVENÇÃO ARTÍSTICA &#8211;<a href="https://instagram.com/manifesto_cultura_popular?igshid=MzRlODBiNWFlZA=="> Manifesto de Cultura Popular&nbsp;</a></p>



<p>16h &#8211; MESA: Jornalismo de causas e o tripé do poder: Política, Economia e Justiça</p>



<p>17h30 &#8211; ENCERRAMENTO&nbsp;&nbsp;</p>



<p>18h &#8211; INTERVENÇÃO ARTÍSTICA &#8211;<a href="https://www.instagram.com/somnarural/"> Som na Rural</a> com<a href="https://www.instagram.com/maebethdeoxum/"> Mãe Beth de Oxum</a> e<a href="https://www.instagram.com/rayssadias_oficial/"> Rayssa Dias</a>&nbsp;</p>



<p></p>
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		<item>
		<title>Recife vai sediar 4ª edição do Festival Fala! de 21 a 23 de setembro</title>
		<link>https://marcozero.org/recife-vai-sediar-4a-edicao-do-festival-fala-de-21-a-23-de-setembro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Giovanna Carneiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Sep 2023 19:07:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[diversidade]]></category>
		<category><![CDATA[Festival Fala]]></category>
		<category><![CDATA[jornalismo de causas]]></category>
		<category><![CDATA[mídia independente]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nos dias 21, 22 e 23 de setembro, jornalistas, comunicadores, artistas e ativistas participam da 4ª edição do Festival FALA! Comunicação, Cultura e Jornalismo de Causas. O evento, que acontece no Centro Cultural Cais do Sertão, no Recife, tem o objetivo de promover o debate sobre o futuro do jornalismo e seu papel na sociedade, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Nos dias 21, 22 e 23 de setembro, jornalistas, comunicadores, artistas e ativistas participam da 4ª edição do Festival FALA! Comunicação, Cultura e Jornalismo de Causas. O evento, que acontece no Centro Cultural Cais do Sertão, no Recife, tem o objetivo de promover o debate sobre o futuro do jornalismo e seu papel na sociedade, além de defender a diversidade cultural e a valorização da comunicação popular. A participação no festival é gratuita com inscrições <a href="https://www.sympla.com.br/evento/4-fala-festival-de-comunicacao-cultura-e-jornalismo-de-causas/2130839?_gl=1*7k9sbm*_ga*MTQwMjUzODY2NS4xNjc5Njc2MjI3*_ga_KXH10SQTZF*MTY5MjcyMDk1MC4yOC4xLjE2OTI3MjA5NjguMC4wLjA" target="_blank" rel="noreferrer noopener">disponíveis no Sympla</a>. </p>



<p>Com intervenções artísticas, oficinas de escrita e produção, mesas de debate e rodas de conversa, o Festival FALA! incentiva a multiplicidade de linguagens que amplia e engrandece a potência da comunicação enquanto um agente mobilizador de transformação social, cultural e histórica. Para isso, o evento contará com participações de comunicadores que atuam em diversas áreas e que possuem em seus trabalhos o cuidado em viabilizar um debate voltado para as causas sociais &#8211; com foco no combate ao racismo, sexismo, LGBTfobia e na busca por justiça climática e garantia de direitos.</p>



<p>A iniciativa é realizada pelo Instituto FALA!, organização formada por quatro veículos de mídia e comunicação independentes &#8211; <a href="https://ponte.org/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Ponte Jornalismo</a>, Marco Zero Conteúdo, <a href="https://www.almapreta.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Alma Preta Jornalismo</a> e <a href="https://www.paporeto.net.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">1 Papo Reto</a> -, criado para promover o encontro de novas agendas e linguagens da comunicação popular. Trazendo a diversidade cultural e as experiências em territórios para o centro do debate, o <a href="https://festivalfala.org.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Instituto FALA!</a> fomenta a melhoria da comunicação entre os grupos e a formação de um jornalismo mais engajado e eticamente comprometido.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Diversidade cultural, social e política</strong></h2>



<p>O evento tem início na noite do dia 21 de setembro com a mesa de abertura “Jornalismo disruptivo: possibilidades de reposicionamento do jornalismo de causas”. Já nos dias 22 e 23 de setembro, a programação começa pela manhã e segue até o início da noite, com diversas atividades e intervenções artísticas.</p>



<p>Entre os nomes que compõem a programação da 4ª edição do Festival FALA! estão a jornalista e professora da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), Fabiana Moraes; a editora da redação para diversidade da Folha de São Paulo, Flávia Lima; o cineasta e idealizador do 1º Festival de Cinema e Cultura Indígena, Takumã Kuikuro e o escritor e educador Akins Kintê.</p>



<p>As intervenções artísticas também evidenciam o compromisso do evento com a valorização cultural e o engajamento social. Uma das atrações confirmadas para fazer parte da grade do FALA! é a cantora, compositora e percursionista pernambucana Isaar França, referência da cultura negra em Pernambuco e ativista da cultura popular. Outra integrante do evento é Bione, poeta, atriz, cantora e primeira rapper feminina a lançar um álbum visual no Nordeste. A cantora de bregafunk Rayssa Dias também é uma das atrações confirmadas. </p>



<p>Os participantes do Festival FALA! receberão certificado e as inscrições para o evento podem ser feitas gratuitamente na plataforma Sympla. A programação está sendo divulgada através da <a href="https://www.instagram.com/instituto.fala/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">página do Instagram do instituto</a>. </p>



<p>A poeta &#8211; vencedora do Campeonato Nacional SLAM BR 2017 e finalista do Prêmio Jabuti &#8211; , cantora, atriz e mestra em História, Bell Puã, participa como facilitadora da oficina de escrita criativa “Jornalismo e outras formas de contar história”, que acontece no dia 22 de setembro. A pernambucana comenta sobre a relevância da realização do Festival FALA! para a comunicação: “O jornalismo que se propõe a escutar uma narrativa que não é a &#8216;narrativa oficial&#8217;, que vem da classe dominante branca, mas sim uma narrativa que vem da poesia falada, do movimento de rua, de uma poesia escrita e de uma literatura feita por pessoas negras, só tem a enriquecer as narrativas das produções jornalísticas e a forma de comunicar-se com o público geral, que possui uma diversidade de etnias e classes sociais”.</p>



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	                                        <p class="m-0">Bell Puã. Crédito: Acervo pessoal</p>
	                
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<p>Bell Puã revelou ainda um pouco de como será a sua atividade no FALA!: “Como o tema é voltado para a comunicação e como ela pode se valer de narrativas da literatura para poder contar histórias, eu vou trazer músicas e poesias para que possamos perceber as diferentes formas, presentes na literatura e no movimento Hip Hop, de contar sobre o cotidiano, mostrando as histórias do povo negro e indígena que foram apagadas ou que não foram contadas pelos jornais, mas que sempre estiveram presentes na música e na literatura negra”.</p>



<p>“Além disso, o fato do evento acontecer no Nordeste só mostra um comprometimento do Festival FALA! com a juventude que está na periferia da periferia do mundo, um comprometimento em estar junto dos jovens que muitas vezes sofrem xenofobia, mas que nem por isso deixam de produzir muita cultura e muita resistência para a sua região”, concluiu a poeta.</p>



<p>André Fidelis, integrante do Coletivo Força Tururu, reforçou a relevância da realização do evento no Recife: &#8220;o país tem uma forte centralização de debates no campo social, artísticos, culturais e outros no Sudeste, em específico no Rio de Janeiro e São Paulo, sair deste polo e “abraçar” outros, construindo possibilidades diversas é fundamental para se estabelecer um incentivo a grupos que trabalham neste campo e atuam no Nordeste. Recife, por exemplo, em 2022, foi palco de um triste acontecimento: as fortes chuvas que ceifaram vidas e deixaram muitas pessoas desabrigadas&#8221;.</p>



<p>&#8220;A expectativa é que o FALA! seja um momento potente e que não se encerre nele, que possa ser um ciclo de incentivos ao tanto de gente que está trabalhando nesta área e tem intensificado sua comunicação para atuar neste campo, há diversos grupos que têm feito isso em Pernambuco, sobretudo grupos liderado por jovens&#8221;, declarou o ativista que participa da mesa de debate &#8220;Incidências climáticas: meio ambiente e direito à vida em pauta&#8221;. </p>



<p>O idealizador da iniciativa de educação e comunicação popular Tapajós de Fato, que atua nas regiões do Baixo Amazonas e Tapajós, Marcos Wesley, também integra a programação do FALA! na mesa de debate “Comunicação e Ancestralidade: memória e linguagem para a transformação”. Em sua participação, o comunicador pretende abordar a atuação de sua organização junto aos territórios indígenas, quilombolas e comunidades tradicionais da Amazônia.</p>



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	                                        <p class="m-0">Marcos Wesley. Crédito: Acervo pessoal</p>
	                
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<p>“Eu acredito que o Tapajós de Fato tem o objetivo de manter a memória viva de um povo que por muitos anos foi silenciado e violentado, a partir de uma agenda de pautas indígena e quilombola. Entender a necessidade de aprofundar essas narrativas pautadas no território é fundamental para a comunicação jovem e popular”, afirmou Marcos Wesley.</p>



<p>&#8220;Com esse <em>boom</em> da comunicação popular e independente, no  contexto onde o debate sobre a decolonização, o combate ao machismo, ao racismo, a LGBTFobia é sempre pautado, a gente age e vive como se nossa geração já fosse munida desses conhecimentos, mas é fundamental continuar promovendo o diálogo sobre essas questões e eventos como o FALA! são fundamentais para isso&#8221;, completou o comunicador.</p>



<p>Em 2022, durante a 3ª edição do festival, que aconteceu em Salvador, o Instituto FALA! anunciou um edital de fomento à comunicação independente, com bolsas para a produção de reportagens especiais. As reportagens realizadas através das bolsas serão divulgadas ao longo desta 4ª edição.</p>



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<p></p>
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		<title>Após dias de debates e celebração da comunicação plural e independente, Festival FALA! lança instituto</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Giovanna Carneiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Aug 2022 17:32:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[arte]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação]]></category>
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		<category><![CDATA[Festival Fala]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um encontro para demarcar o protagonismo da comunicação e da cultura como fundamentos na construção de uma democracia pautada na justiça social, é dessa forma que a terceira edição do festival FALA! deve ser lembrado por aqueles que participaram do evento. Unindo apresentações artísticas e debates, realizados por uma maioria feminina e negra, o FALA! [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Um encontro para demarcar o protagonismo da comunicação e da cultura como fundamentos na construção de uma democracia pautada na justiça social, é dessa forma que a terceira edição do festival FALA! deve ser lembrado por aqueles que participaram do evento. Unindo apresentações artísticas e debates, realizados por uma maioria feminina e negra, o FALA! demonstrou como as novas formas de produção de informações estão preocupadas em quebrar o mito do jornalismo imparcial, enfatizando que sempre há um lado a ser legitimado e visibilizado.</p>



<p>A primeira edição presencial do evento não poderia ter acontecido em outro local senão o Centro de Salvador, uma capital que carrega uma tradição formada e sustentada pelo povo negro e onde as ruas contam histórias de um Brasil muitas vezes invisibilizado pela mídia corporativa. “Muitas vezes, são pessoas periféricas e querem de alguma forma comunicar que estão ali, que estão resistindo e quem têm o direito de intervir neste espaço urbano”, declarou a artista visual Luna Bastos em sua fala sobre o poder da arte em ocupar a cidade com narrativas de vida das pessoas minorizadas.</p>



<p>Fortalecendo o discurso de Luna e defendendo o poder da arte e da cultura na construção de uma narrativa social mais justa e inclusiva, a cineasta pernambucana Yane Mendes falou sobre a sua experiência na Rede Tumulto, um coletivo que promove ações de formação para jovens das periferias do Recife. “Não me interessa produzir um filme que não chegue nos ‘pirraia’ da minha comunidade&#8230; A comunicação é uma arma, quando eu peguei a câmera pela primeira vez eu me senti poderosa”, disse durante sua participação na mesa de debates “Novas formas de ver e contar o mundo”.</p>



<p>A poetisa do Slam das Minas, Fabiana Lima, que dividiu a mesa com Yane, defendeu a importância de ter pessoas negras e periféricas no centro das produções artísticas ao afirmar que: “todo mundo pode fazer poesia marginal, mas poesia preta é diferente, nós temos uma oralidade que é só nossa e isso é poderoso”.Além das falas das mesas de debates, as performances artísticas presentes no festival evidenciaram a pluralidade e diversidade dos modos de fazer comunicação no Brasil. No terceiro e último dia do evento, a performance de Diego Mamba Negra e o show de encerramento de Gabi Guedes com o grupo Pradarrum foram potentes imersões na ancestralidade e na resistência e sensibilizaram o público.</p>



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	                                        <p class="m-0">Gabi Guedes e o grupo Pradarrum fecharam o festival com uma apresentação artística que sintetizou a perspectiva da ancestralidade enfatizada nas mesas de debate como marca da comunicação independente que vai se consolidando em várias partes do país. Crédito: Fernanda Maia</p>
	                
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<h2 class="wp-block-heading"><strong>O Brasil do cocar e do quilombo</strong></h2>



<p>A participação de lideranças indígenas foi algo marcante no festival FALA!. A mesa “Nós por nós: identidade, cultura ancestral e combate ao silenciamento”, que encerrou a programação da terceira edição do evento, contou com discursos contundentes de Erisvan Guajajara, Joyce Cursino e Natureza França.</p>



<p>Coordenador da rede  Mídia Índia, que reúne produções jornalísticas e artísticas dos povos indígenas de todo o Brasil, Erisvan Guajajara enfatizou a necessidade de fortalecer iniciativas de comunicação realizadas pelos povos originários e apoiar projetos políticos voltados para essa população. “Antes do Brasil da coroa, existia o Brasil do cocar. Precisamos lembrar disso. Nós queremos participar do governo para lutar por nós”, disse Erisvan.</p>



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	                                        <p class="m-0">Erisvan Guajajara, coordenador do Mídia Índia, participou da mesa “Nós por nós: identidade, cultura ancestral e combate ao silenciamento”. Crédito: Fernanda Maia.</p>
	                
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<p>Já a educadora Natureza França expôs a invisibilidade dos povos indígenas ao declarar que &#8220;ainda há um vazio muito grande, um silenciamento muito grande&#8221;. &#8220;Nas escolas ainda não está o que a gente precisa saber, mas vamos tentando buscar nesse silêncio e nessas violências todas que atravessam a vida de uma mulher na periferia. Uma mulher negra, pensando no IBGE, tem a caracterização preta e parda, mas onde está a minha ancestralidade Tupinambá nessa história?”.</p>



<p>Com os debates da última mesa foi possível notar a demanda urgente em unir as pautas das pessoas minorizadas na construção de uma contranarrativa à comunicação hegemônica, que foi responsável pela violência e pelo apagamento das histórias de diversos povos, sobretudo os negros e indígenas.</p>



<p>Pensando ainda nas contranarrativas, a oficina de encerramento do FALA! teve a participação das jornalistas da TV brasileira Joyce Ribeiro (TV Cultura), Aline Midlej (Globonews) e Valéria Almeida (TV Globo). Com o tema “Pluralidade: representatividade e empoderamento no centro do debate”, as jornalistas falaram sobre a experiência de serem mulheres negras em um espaço de maioria masculina e branca e as estratégias criadas para pautar o racismo na produção jornalística da TV.</p>



<p>“Nós fazemos parte dessa mudança na forma de nos expor, de expor as nossas comunidades, valorizando e buscando espaço para que a gente tenha capacidade de (nos) desenvolver plenamente em todos os aspectos possível. Eu acho que é essa a nossa missão”, afirmou a apresentadora do Jornal da Tarde da TV Cultura, Joyce Ribeiro.</p>



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	                                        <p class="m-0">Valéria Almeida, Joyce Ribeiro, Rosane Borges e Aline Midlej debateram os caminhos da representatividade e do empoderamento de jornalistas negras no jornalismo produzido pelas TVs brasileiras. Crédito: Fernanda Maia</p>
	                
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<h2 class="wp-block-heading"><strong>Lançamento do Instituto FALA!</strong></h2>



<p>Ao final do festival, os representantes dos veículos de comunicação 1 Papo Reto, Alma Preta, Marco Zero Conteúdo e Ponte Jornalismo anunciaram o lançamento do Instituto FALA!. A instituição, que será coordenada pelas mesmas organizações realizadoras do festival, buscará impulsionar as discussões e os debates sobre o jornalismo de causas.</p>



<p>O primeiro projeto do instituto é o Edital FALA!, que tem o objetivo estimular a produção de conteúdos jornalísticos que dialoguem com narrativas e linguagens sobre arte e culturas comprometidas com a diversidade e em defesa dos direitos humanos e da democracia a partir das vivências dos territórios periféricos.</p>



<p>O edital, que tem previsão de lançamento para os próximos meses, será destinado a grupos de mídia independente, coletivos de comunicação popular e jornalismo local, arte e cultura. As propostas apresentadas devem ser voltadas à produção de conteúdo informativo que visibilize histórias e cultura de resistência nos territórios periféricos.</p>



<p><em><strong>Esta reportagem foi produzida com apoio do<a href="http://www.reportfortheworld.org/" rel="noreferrer noopener" target="_blank">Report for the World</a>, uma iniciativa do<a href="http://www.thegroundtruthproject.org/" rel="noreferrer noopener" target="_blank">The GroundTruth Project.</a></strong></em></p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p><strong style="font-size: inherit;">Uma questão importante!</strong><em style="font-size: inherit;">Colocar em prática um projeto jornalístico ousado como esse da cobertura das Eleições 2022 é caro. Precisamos do apoio das nossas leitoras e leitores para realizar tudo que planejamos com um mínimo de tranquilidade. Doe para a Marco Zero. É muito fácil. Você pode acessar nossa</em><a style="font-size: inherit;" href="https://marcozero.org/assine/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">página de doação</a><em style="font-size: inherit;">ou, se preferir, usar nosso</em><strong style="font-size: inherit;">PIX (CNPJ: 28.660.021/0001-52)</strong><em style="font-size: inherit;">.</em></p><p><strong>Nessa eleição, apoie o jornalismo que está do seu lado.</strong></p><p></p></blockquote>
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		<title>Festival FALA! debate o futuro do jornalismo a partir da perspectiva popular pautada na diversidade</title>
		<link>https://marcozero.org/festival-fala-2022/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marco Zero Conteúdo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Aug 2022 22:23:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A terceira edição do FALA! - Festival de comunicação, culturas e jornalismo de causas ocorre de 25 a 27 de agosto. As ações serão realizadas no Teatro Gregório de Mattos de forma gratuita, em Salvador (BA), com transmissão ao vivo pelo canal do Youtube do festival.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>A terceira edição do <strong>FALA!</strong> &#8211;<strong> Festival</strong> <strong>de comunicação, culturas e jornalismo de causas </strong>ocorre de 25 a 27 de agosto. As ações serão realizadas no <strong>Teatro Gregório de Mattos</strong> de forma gratuita, em Salvador (BA), com transmissão ao vivo pelo canal do Youtube do festival.<br><br>O objetivo central do <strong>FALA!</strong> é criar um espaço de debate sobre o papel dos meios de comunicação e como eles podem servir de apoio para uma sociedade mais democrática, diversa, e romper os padrões do jornalismo tradicional, valorizando a cultura, identidade e diversidade de linguagens.</p>



<p>As discussões propostas para as mesas de debates desta edição permeiam temas relacionados ao papel dos meios de comunicação na democracia, direitos humanos, movimentos sociais, cultura, combate ao silenciamento, jornalismo posicionado e novas formas de ver o mundo. A inscrição é gratuita e deve ser feita pelo <a href="https://www.sympla.com.br/evento/fala-festival-de-comunicacao-culturas-e-jornalismo-de-causas/1670150" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Sympla</a>.<br><br>“Pensando no futuro do jornalismo e dos meios de comunicação em massa, o propósito do <strong>FALA! </strong>é abraçar a diversidade e a democracia a partir da perspectiva popular dentro da área e abrir espaço para que profissionais independentes atuem de forma conjunta, sendo capazes de desenvolver discussões amplas e democráticas sobre os temas atuais”, comenta Rosenildo Ferreira, fundador do site de notícias <strong>1 Papo Reto </strong>um dos e idealizadores do <strong>Festival FALA!</strong><br><br>No dia 25 de agosto, às 19h30, dando início à terceira edição do Festival <strong>FALA!</strong>, a mesa de abertura intitulada <strong>O lugar da utopia em um mundo distópico </strong>traz discussões sobre como os ideais de uma sociedade igualitária e verdadeiramente democrática podem impulsionar uma agenda política de oposição ao avanço do autoritarismo, do preconceito e da violência. A mediação do debate será realizada por <strong>Cristiane da Silva Guterres</strong>, jornalista, apresentadora e redatora, com participação de <strong>Helio Santos</strong>, doutor em administração e fundador do IBD&nbsp; (Instituto Brasileiro de Diversidade), e <strong>Cíntia Guedes</strong>, doutora em comunicação pela UFRJ, com ênfase em relações raciais, colonialidade do poder e produção de subjetividade.<br><br>Abrindo o segundo dia de <strong>FALA</strong>!, às 10h15, o painel <strong>Entre redes e ruas: Que democracia é essa? </strong>apresenta uma discussão sobre a qualidade da democracia no Brasil a partir de um debate público promovido nas redes sociais e na vivência das ruas. Mediada por <strong>Rosane Borges</strong>, doutora em ciência da comunicação pela ECA-USP, a mesa também recebe <strong>Michel Silva</strong>, graduado em jornalismo pela PUC-RJ, é co-fundador do jornal Fala Roça; <strong>Midiã Noelle</strong>, jornalista e mestra em cultura pela UFBA; e <strong>Célia Tupinambá</strong>, líder indígena, professora, intelectual e artista da aldeia Serra do Padeiro. Na sequência, às 15h00, <strong>Novas resistências para velhas violações </strong>é o tema apresentado por <strong>Valéria Lima, </strong>do Instituto Mídia Étnica e do Portal Correio Nagô, que discorre sobre o papel da comunicação na construção de caminhos contra a barbárie. Para integrar a mesa, participam <strong>Guilherme Soares, </strong>jornalista, consultor em diversidade e criador do Guia Negro; <strong>Denise Mota</strong>, jornalista dos veículos Agence France-Press, No Toquen Nada e Folha de S. Paulo e <strong>Claudia Wanano, </strong>comunicadora da Rede Wayuri, de São Gabriel da Cachoeira (AM).</p>



<p>Para finalizar os debates deste dia, a mesa <strong>Uma cidade para todas as histórias</strong>, mediada pela jornalista <strong>Mônica Santos, </strong>às 18h45, discute a ocupação de artistas, movimentos sociais e comunicadores em espaços gentrificados das grandes metrópoles. A artista visual e muralista <strong>Luna Barros, </strong>o coordenador do Centro Cultural Que Ladeira É Essa, <strong>Marcelo Teles</strong>,<strong> </strong>e a comunicadora e mestranda em educação pela USP <strong>Ana Flor</strong>, são os participantes convidados para o painel.<br><br>Iniciando a programação do último dia do <strong>Festival FALA!</strong>, a co-fundadora do portal Nós, Mulheres da Periferia <strong>Semayat Oliveira</strong> apresenta a mesa <strong>Novas formas de ver e contar o mundo</strong> às 10h30, trazendo linguagens e narrativas que provocam o pensamento crítico misturando arte, cultura e jornalismo. Ao seu lado nesta discussão estão: <strong>Fabiana Lima, </strong>do Slam das Minas; <strong>Darwiz Bagdeve, </strong>professor universitário e escritor da história em quadrinhos Guerreiro Fantasma, e <strong>Yane Mendes</strong>, cineasta periférica e parte do time de coordenadores da Rede Tumulto, em Recife. Às 15h00, acontece o penúltimo painel do festival: <strong>Nós por nós. Identidade, cultura ancestral e combate ao silenciamento</strong>. Nele participam <strong>Naira Santa Rita, </strong>profissional da área de direitos humanos e sustentabilidade; <strong>Erisvan Guajajara, </strong>jornalista, defensor dos direitos indígenas, fundador e coordenador da&nbsp; Mídia Índia;<strong> Joyce Cursino, </strong>jornalista, produtora e cineasta;<strong> </strong>e<strong> Natureza França, </strong>educadora, mestra em dança e produtora cultural, integrante do Quilombo Aldeia Tubarão e da Rede ao Redor. Vão<strong> </strong>debater a organização das redes e a produção de informações como instrumento de resistência, luta, memória e identidade de grupos silenciados pela grande mídia.&nbsp;</p>



<p>Fechando os três dias de discussões e aprendizado sobre comunicação, cultura e democracia, às 18h00, os grupos <strong>Alma Preta, Marco Zero Conteúdo, Ponte Jornalismo </strong>e<strong> 1 Papo Reto </strong>&nbsp;encerram o festival com o painel <strong>O jornalismo posicionado e suas subjetividades</strong>, que apresenta e defende a comunicação posicionada que dialoga com a arte e a cultura.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Oficinas</h2>



<p>Além dos painéis, a programação do <strong>Festival FALA!</strong> promove oficinas presenciais, que acontecem no <strong>Espaço Cultural Boca de Brasa</strong> a fim de desenvolver atividades práticas sobre arte, cultura, pesquisa e comunicação. As primeiras oficinas <strong>Pesquisa em Jornalismo: Vamos conversar? O diálogo entre prática e pesquisa em Jornalismo </strong>e <strong>Arte e Cultura: a gente não quer só comida </strong>acontecem no dia 26 de agosto, às 14h00 e às 15h15, ministradas, respectivamente, por <strong>Fabiana Moraes</strong>, jornalista, professora e pesquisadora do núcleo de <em>design</em> e comunicação da UFPE<strong>, Denis de Oliveira</strong>, jornalista e professor da ECA-USP e pelos escritores <strong>Marcelino Freire e Miriam Alves</strong>.<br><br>Os <em>workshops</em> previstos para o dia 27 de agosto acontecem também às 14h00 e às 15h15, abordando os temas:<strong> Porque não me calo: o debate interditado sobre o direito à comunicação</strong>, por <strong>Charô Nunes</strong>, da organização Blogueiras Negras, e <strong>Daiene Mendes</strong>, do Repórteres Sem Fronteiras, e <strong>Pluralidade: representatividade e empoderamento no centro do debate</strong>, com <strong>Aline Midlej</strong>, jornalista da Globo News, <strong>Joyce Ribeiro</strong>, jornalista da TV Cultura e <strong>Valéria Almeida</strong>, jornalista do Programa Encontro.<br><br>Entre os debates e oficinas, também ocorrerão intervenções artísticas das musicistas <strong>Amanda Costa,</strong> <strong>Iane Gonzaga </strong>e<strong> Áurea Semiséria</strong>; declamação&nbsp; de poesias por <strong>Rilton Júnior </strong>e pelo grupo<strong> Slam das Minas</strong>;<strong> </strong>performance e dança de <strong>Diego Mamba Negra </strong>e <strong>Mano Sabota</strong>, além da apresentação do conjunto <strong>Pradarrum</strong>, que trabalha a preservação e valorização da musicalidade dos terreiros de candomblé.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Organizadores</h3>



<p><strong>FALA! </strong>é um festival independente realizado por <strong>Alma Preta (SP)</strong>, <strong>Marco Zero Conteúdo (PE)</strong>, <strong>1 Papo Reto (SP)</strong> e <strong>Ponte Jornalismo (SP)</strong> – grupos que fazem comunicação e jornalismo a partir de experiências profundamente conectadas à defesa dos direitos humanos, ao combate às discriminações e desigualdades, à defesa do direito ao território e ao meio ambiente saudável e inclusivo.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p><strong>SERVIÇO</strong></p><p><strong>FALA! &#8211; Festival de Comunicação, Culturas e Jornalismo e Causas</strong></p><p><strong>PAINÉIS E INTERVENÇÕES ARTÍSTICAS:</strong></p><p><strong>Local: </strong>Teatro Gregório de Mattos</p><p><strong>Endereço: </strong>Praça Castro Alves, s/n &#8211; Centro, Salvador &#8211; BA, 40020-160</p><p><strong>Transmissão ao vivo pelo </strong><a href="https://www.youtube.com/channel/UCooWLJEQ8iNdCQGsI-T-hbw"><strong>canal do Youtube</strong></a><strong> do Festival FALA!</strong></p><p><strong>Data: </strong>25 a 27 de agosto</p><p><strong>Necessário a apresentação da caderneta de vacinação contra a Covid-19</strong></p><p><strong>Inscrições gratuitas pelo </strong><a href="https://www.sympla.com.br/fala-festival-de-comunicacao-culturas-e-jornalismo-de-causas__1670150"><strong>Sympla</strong></a></p><p><strong>OFICINAS:</strong></p><p><strong>Local: </strong>Espaço Cultural Boca de Brasa</p><p><strong>Endereço: </strong>Praça Castro Alves, s/n &#8211; Centro, Salvador &#8211; BA, 40020-160</p><p><strong>Data: </strong>26 a 27 de agosto</p><p><strong>Horário: </strong>13h30 às 14h30</p><p><strong>Sujeito a lotação</strong></p></blockquote>



<blockquote class="wp-block-quote is-style-large is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p><strong>Uma questão importante!</strong></p><p>Colocar em prática um projeto jornalístico ousado como esse da cobertura das Eleições 2022 é caro. Precisamos do apoio das nossas leitoras e leitores para realizar tudo que planejamos com um mínimo de tranquilidade. Doe para a Marco Zero. É muito fácil. Você pode acessar nossa<a href="https://marcozero.org/assine/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">&nbsp;página de doação</a>&nbsp;ou, se preferir, usar nosso&nbsp;<strong>PIX (CNPJ: 28.660.021/0001-52)</strong>.</p><p><strong>Nessa eleição, apoie o jornalismo que está do seu lado.</strong></p></blockquote>
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