<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Marco Zero Conteúdo - Jornalismo investigativo que aposta em matérias aprofundadas, independentes e de interesse público.</title>
	<atom:link href="https://marcozero.org/tag/jornalismo-independente/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://marcozero.org/</link>
	<description>Jornalismo investigativo que aposta em matérias aprofundadas, independentes e de interesse público.</description>
	<lastBuildDate>Thu, 24 Apr 2025 14:21:04 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.9.7</generator>

<image>
	<url>https://marcozero.org/wp-content/uploads/2024/02/cropped-favicon-32x32.png</url>
	<title>Marco Zero Conteúdo - Jornalismo investigativo que aposta em matérias aprofundadas, independentes e de interesse público.</title>
	<link>https://marcozero.org/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Descentralizar para existir: como o apoio ao jornalismo local reconstrói o Brasil real</title>
		<link>https://marcozero.org/descentralizar-para-existir-como-o-apoio-ao-jornalismo-local-reconstroi-o-brasil-real/</link>
					<comments>https://marcozero.org/descentralizar-para-existir-como-o-apoio-ao-jornalismo-local-reconstroi-o-brasil-real/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marco Zero Conteúdo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Apr 2025 14:21:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Institucional]]></category>
		<category><![CDATA[Atlas da Notícia]]></category>
		<category><![CDATA[jornalismo independente]]></category>
		<category><![CDATA[jornalismo local]]></category>
		<category><![CDATA[mídia e democracia]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://marcozero.org/?p=70327</guid>

					<description><![CDATA[<p>por Carolina Oms, Daiene Mendes e Letícia Tavares* Quando a única escola municipal de uma pequena cidade do interior fecha suas portas, quem conta essa história? Quando uma área de preservação ambiental é ameaçada na periferia de uma metrópole, quem registra os reais problemas da comunidade local? O jornalismo é o tecido que conecta as [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://marcozero.org/descentralizar-para-existir-como-o-apoio-ao-jornalismo-local-reconstroi-o-brasil-real/">Descentralizar para existir: como o apoio ao jornalismo local reconstrói o Brasil real</a> apareceu primeiro em <a href="https://marcozero.org">Marco Zero Conteúdo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>por</strong> <strong>Carolina Oms, Daiene Mendes e Letícia Tavares*</strong></p>



<div class="wp-block-media-text is-stacked-on-mobile is-vertically-aligned-center" style="grid-template-columns:16% auto"><figure class="wp-block-media-text__media"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="736" src="https://marcozero.org/wp-content/uploads/2025/04/Marca-FAJ-1024x736.png" alt="" class="wp-image-70354 size-full" srcset="https://marcozero.org/wp-content/uploads/2025/04/Marca-FAJ-1024x736.png 1024w, https://marcozero.org/wp-content/uploads/2025/04/Marca-FAJ-300x216.png 300w, https://marcozero.org/wp-content/uploads/2025/04/Marca-FAJ-768x552.png 768w, https://marcozero.org/wp-content/uploads/2025/04/Marca-FAJ-150x108.png 150w, https://marcozero.org/wp-content/uploads/2025/04/Marca-FAJ.png 1080w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure><div class="wp-block-media-text__content">
<p>Quando a única escola municipal de uma pequena cidade do interior fecha suas portas, quem conta essa história? Quando uma área de preservação ambiental é ameaçada na periferia de uma metrópole, quem registra os reais problemas da comunidade local? O jornalismo é o tecido que conecta as pessoas às realidades de seus territórios, e sua ausência representa um vazio difícil demais para carregar. </p>
</div></div>



<p>A pandemia de 2020 nos ensinou que, para construir um Brasil possível, precisamos de um novo acordo sobre a produção e a distribuição de informação confiável. Para isso, é fundamental o reconhecimento do jornalismo que atua onde a vida acontece: nos bairros, nas pequenas cidades, nas periferias e nos interiores. É nas esferas mais próximas da vida cotidiana que as decisões políticas têm efeitos concretos e imediatos sobre a população, em que são construídas &#8211; ou apagadas &#8211; as identidades e também as memórias.</p>



<p>Segundo a última edição do Atlas da Notícia, mais de 2.700 municípios brasileiros não contam com nenhum veículo de jornalismo local. Neles, vivem mais de 26 milhões de pessoas. Isso sem contar as áreas periféricas de grandes cidades ou grupos populacionais que, embora possam ter acesso, não se reconhecem na cobertura feita pela imprensa tradicional.</p>



<p>Essa ausência não é neutra: ela enfraquece a participação da sociedade no debate público, favorece a manutenção de currais eleitorais, dificulta o acesso a direitos básicos e desestimula a ação política. Por isso, acreditamos que investir em jornalismo local é fundamental.</p>



<p>Os desertos de notícias afetam desproporcionalmente mulheres, pessoas negras e indígenas, cujas realidades e perspectivas são frequentemente invisibilizadas na cobertura tradicional. O jornalismo local, quando produzido por e para essas comunidades, torna-se uma ferramenta poderosa de resistência contra o apagamento sistemático de suas narrativas. Quando vozes diversas ocupam espaços de produção jornalística, questões como violência de gênero, racismo estrutural e distribuição desigual de recursos públicos ganham dimensão política e visibilidade necessárias para gerar transformações concretas, promovendo equidade em territórios historicamente marginalizados pelo poder público e pela mídia hegemônica.</p>



<p>A centralidade do jornalismo local reside justamente na sua capacidade de produzir uma informação que não apenas &#8220;olha para&#8221; o território, mas que o enxerga com suas diversidades, potências e complexidades. Em muitos locais, sobretudo nas periferias urbanas e nas regiões em condição de pobreza e desigualdades estruturais, a cobertura realizada por quem vivencia o cotidiano e compreende suas subjetividades é essencial para combater estereótipos, denunciar desigualdades e ampliar a representação política e simbólica.</p>



<p>É nesse contexto que nasce o<a href="https://fundodejornalismo.com.br/"> Fundo de Apoio ao Jornalismo (FAJ)</a>, uma iniciativa voltada a fortalecer os ecossistemas de jornalismo no Brasil. Em sua primeira rodada de apoios, o fundo vai apoiar veículos locais, com especial atenção para regiões com pouca ou nenhuma cobertura jornalística e comunidades historicamente sub-representadas.</p>



<p>A proposta é colaborar com a descentralização dos recursos destinados a iniciativas de jornalismo, hoje concentradas majoritariamente nos grandes centros. Ainda de acordo com o Atlas da Notícia, mais de 76% do financiamento ao jornalismo no Brasil vai para veículos localizados em grandes cidades.</p>



<p>Além disso, organizações de jornalismo no Nordeste, Norte e Centro-Oeste do Brasil são menos propensas a receber financiamento, o que limita sua capacidade de oferecer uma cobertura aprofundada sobre questões locais.</p>



<p>No processo de criação do FAJ, promovemos um processo de escuta com profissionais que atuam no jornalismo de todo o país, para garantir que sua estrutura fosse construída a partir das necessidades reais das organizações. Foram realizados, além de um levantamento bibliográfico, estudos sobre modelos de fundos de jornalismo já existentes. Os resultados, divulgados no relatório <a href="https://fundodejornalismo.com.br/#relatorio"><em><u>Descentralizar, ampliar e aprofundar: o financiamento do jornalismo no Brasil</u></em></a>, reforçam a preocupação com a resiliência de iniciativas locais: a maioria dos respondentes indicou que os recursos deveriam ser priorizados para veículos que atuam em territórios específicos, evidenciando a necessidade de descentralizar os investimentos.</p>



<p>A ideia do fundo é atuar em três frentes principais: apoiar financeiramente veículos locais por prazos mais longos que os atuais, promover capacitação e fortalecimento institucional e incentivar práticas sustentáveis de cogestão e produção.</p>



<p>Ao oferecer apoio institucional nesses moldes e com foco no médio e longo prazo, o Fundo busca ir além dos modelos tradicionais baseados em editais pontuais, apostando numa abordagem que considera o desenvolvimento organizacional, a capacitação e a estabilidade financeira como pilares centrais.</p>



<p>A escolha do FAJ de iniciar sua trajetória com o apoio ao jornalismo local é uma demonstração de reconhecimento diante do histórico movimento pela diversidade e pluralidade de vozes no jornalismo brasileiro. Fortalecer e compreender como operam e a quem servem os diferentes atores do ecossistema do jornalismo no Brasil é uma oportunidade excepcional. As <a href="https://fundodejornalismo.com.br/#edital"><u>inscrições do edital</u></a> estão abertas até o dia 27 de maio no site do Fundo.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p><em>*Carolina Oms, diretora de Comunicação e Parcerias do FAJ</em></p>



<p><em>*Daiene Mendes, diretora Programática no FAJ</em></p>



<p><em>*Letícia Tavares, diretora de Operações do FAJ</em></p>
</blockquote>
<p>O post <a href="https://marcozero.org/descentralizar-para-existir-como-o-apoio-ao-jornalismo-local-reconstroi-o-brasil-real/">Descentralizar para existir: como o apoio ao jornalismo local reconstrói o Brasil real</a> apareceu primeiro em <a href="https://marcozero.org">Marco Zero Conteúdo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://marcozero.org/descentralizar-para-existir-como-o-apoio-ao-jornalismo-local-reconstroi-o-brasil-real/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Matéria do Conquista Repórter (BA) é finalista de prêmio internacional</title>
		<link>https://marcozero.org/materia-do-conquista-reporter-ba-e-finalista-de-premio-internacional/</link>
					<comments>https://marcozero.org/materia-do-conquista-reporter-ba-e-finalista-de-premio-internacional/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marco Zero Conteúdo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Apr 2025 20:41:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito à Cidade]]></category>
		<category><![CDATA[jornalismo independente]]></category>
		<category><![CDATA[mobilidade urbana]]></category>
		<category><![CDATA[Redação NE]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://marcozero.org/?p=70171</guid>

					<description><![CDATA[<p>Uma excelente notícia para o jornalismo independente do Nordeste. O especial “Acesso Negado”, produzido pelo Conquista Repórter (BA), é um dos finalistas do ITF Journalism Awards 2025, prêmio internacional voltado para reportagens sobre transporte e mobilidade. Publicado em setembro de 2024, o trabalho evidencia o debate sobre o direto à cidade e as dificuldades de [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://marcozero.org/materia-do-conquista-reporter-ba-e-finalista-de-premio-internacional/">Matéria do Conquista Repórter (BA) é finalista de prêmio internacional</a> apareceu primeiro em <a href="https://marcozero.org">Marco Zero Conteúdo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Uma excelente notícia para o jornalismo independente do Nordeste. O especial “Acesso Negado”, produzido pelo Conquista Repórter (BA), é um dos finalistas do ITF Journalism Awards 2025, prêmio internacional voltado para reportagens sobre transporte e mobilidade. Publicado em setembro de 2024, o trabalho evidencia o debate sobre o direto à cidade e as dificuldades de acesso a serviços básicos para populações que residem em áreas rurais e periféricas. O especial integra o programa Redação Nordeste e foi realizado com o apoio da Marco Zero Conteúdo.</p>



<p>A Redação Nordeste foi a segunda etapa do programa Jornalismo Independente no NE: desafios e soluções criado e coordenado pela MZ, que aconteceu em 2024. Nesta etapa, decidimos centrar os workshops/mentorias na angariação de fundos, com ênfase em experiências específicas diretamente relacionadas com a atividade jornalística. Também priorizamos organizações que já participaram e se destacaram em sessões de mentoria anteriores, dando uma sensação de continuidade ao projeto e potencializando o conhecimento já adquirido.</p>



<p>No final desta etapa foram publicadas cinco grandes reportagens com mentoria de edição da MZ, feita por Inácio França. Tendo a finalização com o exercício do processo de prestação de contas mentorado por Patrícia Gonçalves.</p>



<p>Além do Conquista Repórter, a Redação NE foi formada pela Mídia Caeté (midiacaete.com.br) e Olhos Jornalismo (olhosjornalismo.com.br) de Alagoas, O Corre Diário (ocorrediario.com) do Piauí, Mangue Jornalismo de Sergipe e Coletivo Acauã (coletivoacaua.com.br) aqui do Sertão de Pernambuco. A ideia era financiar reportagens de impacto com o tema central Direito à Cidade, um dos eixos de atuação da MZ. Mobilidade urbana foi o subtema escolhido.</p>


    <div class="box-explicacao mx-md-5 px-4 py-3 my-3" style="--cat-color: #1E69FA;">
        <span class="titulo"><+></span>

        <div class="int mx-auto">
	        <p>O programa foi financiado pela OAK FoundationeIFPIM.</p>
        </div>
    </div>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<h2 class="wp-block-heading">Confira as reportagens:</h2>



<p><a href="https://conquistareporter.com.br/acesso-negado/">Estradas precárias dificultam acesso da população quilombola a direitos básicos</a></p>



<p><a href="https://marcozero.org/cegos-em-caruaru-uma-cidade-que-nao-ve-a-acessibilidade/">Cegos em Caruaru: uma cidade que não vê a acessibilidade</a></p>



<p><a href="https://marcozero.org/direito-de-ir-e-vir-nao-e-para-todos-em-aracaju/">Direito de ir e vir não é para todos em Aracaju</a></p>



<p><a href="https://ocorrediario.org/723-circular-10-anos-de-crise-no-transporte-coletivo-de-teresina/">723 Circular: 10 anos de crise no transporte coletivo de Teresina</a></p>



<p><a href="https://midiacaete.com.br/como-mercado-imobiliario-trade-turistico-e-braskem-determinam-as-decisoes-sobre-o-territorio-maceio/">Como mercado imobiliário, trade turístico e Braskem determinam as decisões sobre o território Maceió</a></p>
</blockquote>
<p>O post <a href="https://marcozero.org/materia-do-conquista-reporter-ba-e-finalista-de-premio-internacional/">Matéria do Conquista Repórter (BA) é finalista de prêmio internacional</a> apareceu primeiro em <a href="https://marcozero.org">Marco Zero Conteúdo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://marcozero.org/materia-do-conquista-reporter-ba-e-finalista-de-premio-internacional/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>O ano da Marco Zero: equilíbrio entre audiência e qualidade editorial</title>
		<link>https://marcozero.org/o-ano-da-marco-zero-equilibrio-entre-audiencia-e-qualidade-editorial/</link>
					<comments>https://marcozero.org/o-ano-da-marco-zero-equilibrio-entre-audiencia-e-qualidade-editorial/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sérgio Miguel Buarque]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 31 Dec 2024 20:51:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[jornalismo independente]]></category>
		<category><![CDATA[Retrospectiva 2024]]></category>
		<category><![CDATA[transparência]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://marcozero.org/?p=68324</guid>

					<description><![CDATA[<p>Em 2024, a Marco Zero teve um substancial aumento da audiência do site. Desde janeiro, foram mais de 1,1 milhão de usuários ativos. Esse número corresponde a um crescimento de 22% em relação ao mesmo período do ano anterior. As visualizações, neste mesmo recorte, passaram de 1,6 milhão (mais 24%). Já a contagem de eventos [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://marcozero.org/o-ano-da-marco-zero-equilibrio-entre-audiencia-e-qualidade-editorial/">O ano da Marco Zero: equilíbrio entre audiência e qualidade editorial</a> apareceu primeiro em <a href="https://marcozero.org">Marco Zero Conteúdo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Em 2024, a <strong>Marco Zero</strong> teve um substancial aumento da audiência do site. Desde janeiro, foram mais de 1,1 milhão de usuários ativos. Esse número corresponde a um crescimento de 22% em relação ao mesmo período do ano anterior. As visualizações, neste mesmo recorte, passaram de 1,6 milhão (mais 24%). Já a <a href="https://support.google.com/analytics/answer/9322688?hl=pt-BR#zippy=%2Crelat%C3%B3rio-de-tempo-real%2Crelat%C3%B3rio-do-debugview">contagem de eventos</a> superou os 9,4 milhões (mais 53%). Estes números foram atingidos graças à estratégia criada para atrair mais leitores para o site e aumentar o engajamento nas redes sociais. Tudo isso com o objetivo de aumentar o impacto de nossos conteúdos e ter uma presença mais relevante no debate público, em um esforço para combater a desinformação.</p>



<p>Para isso, foram realizadas uma série de ações ao longo do ano. Um ponto de destaque foi, ainda em fevereiro, a colocação de um novo site no ar. O site foi redesenhado para, com um novo layout, ter uma navegação mais amigável e uma otimização dos mecanismos de busca (SEO). Também buscamos simplificar e aprimorar o processo de doação dos leitores.</p>



<p>Junto com o novo site, implementamos mudanças editoriais com a criação de quatro eixos de conteúdos: Direitos Humanos, Direito à Cidade, Socioambiental e Diversidade. Isso trouxe dois resultados diretos. Primeiro, essa atualização ajudou a organizar e agilizar os processos internos de definição de pautas e produção de conteúdos. Segundo, contribuiu para apresentar e categorizar com mais eficiência os conteúdos jornalísticos dentro do site, facilitando a navegação dos leitores e melhorando a indexação pelos mecanismos de busca.</p>



<p>Paralelo a isso, em 2024, também aumentamos nossa produção de conteúdo. Foram 456 reportagens colocadas no ar, nosso recorde. Chegamos agora a 3.383 conteúdos publicados nestes nove anos e meio de existência.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<h3 class="wp-block-heading">As dez matérias mais acessadas de 2024:</h3>



<p>1) <a href="http://O doce pernambucano que nem os pernambucanos conhecem - Marco Zero Conteúdo">O doce pernambucano que nem os pernambucanos conhecem</a> – 121.876 visualizações</p>



<p>2) <a href="http://Muro Alto e Cupe: uma amostra da privatização das praias - Marco Zero Conteúdo">Muro Alto e Cupe: uma amostra da privatização das praias</a> – 107.168 visualizações</p>



<p>3) <a href="http://Seu Vital não tem zap, nem wifi, nem pix, mas o Poço da Panela gira em torno dele - Marco Zero Conteúdo">Seu Vital não tem zap, nem wifi, nem pix, mas o Poço da Panela gira em torno dele</a> – 84.104 visualizações</p>



<p>4) <a href="http://Código &quot;homossexual&quot; para seguranças do Shopping Tacaruna gera denúncia por homofobia - Marco Zero Conteúdo">Código &#8220;homossexual&#8221; para seguranças do Shopping Tacaruna gera denúncia por homofobia</a> – 43.282 visualizações</p>



<p>5) <a href="http://Com pressa e sem aviso, Prefeitura do Recife derruba casas e despeja idosa na Vila Esperança - Marco Zero Conteúdo">Com pressa e sem aviso, Prefeitura do Recife derruba casas e despeja idosa na Vila Esperança</a> – 42.415 visualizações</p>



<p>6) <a href="http://Conheça as mulheres cearenses que se uniram para reinventar o crochê - Marco Zero Conteúdo">Conheça as mulheres cearenses que se uniram para reinventar o crochê</a> – 40.223 visualizações</p>



<p>7) <a href="http://Mães reagem com críticas à postagem de João Campos sobre educação inclusiva - Marco Zero Conteúdo">Mães reagem com críticas à postagem de João Campos sobre educação inclusiva</a> – 39.505 visualizações</p>



<p>8)<a href="http://Convênio para monitorar surucucu está travado na CPRH - Marco Zero Conteúdo"> Convênio para monitorar surucucu está travado na CPRH</a> – 37.009 visualizações</p>



<p>9) <a href="http://Saiba quem é a condenada por estelionato gestora de cinco creches no Recife - Marco Zero Conteúdo">Saiba quem é a condenada por estelionato gestora de cinco creches no Recife </a>– 31.563 visualizações</p>



<p>10) <a href="http://Para &quot;requalificar o entorno&quot;, empresa espanhola corta 27 árvores na calçada do aeroporto - Marco Zero Conteúdo">Para &#8220;requalificar o entorno&#8221;, empresa espanhola corta 27 árvores na calçada do aeroporto</a> – 28.576 visualizações</p>
</blockquote>



<p>A lista de reportagens mais acessadas ilustra, de maneira geral, uma tendência que tem impactado positivamente a nossa audiência: ser indexada no <a href="http://O que é o Google Discover e como funciona - Canaltech">Google Discover</a>. O número de indexação cresceu bastante depois que colocamos o novo site no ar, mais eficiente do ponto de vista de SEO. São esses tipos de reportagens que aumentam o alcance, engajamento e atraem novos leitores.</p>



<p>Já do ponto de vista de impacto social e relevância, destaque para a série de reportagens <a href="https://marcozero.org/a-reinvencao-do-nordeste/">A reinvenção do Nordeste</a>, uma parceria com a Rede Ater Nordeste para mostrar como a sociedade civil se organizou para construir soluções de convivência com o clima e, ao mesmo tempo, gerar renda, produzir alimentos e conservar o meio ambiente. Foram publicadas nove reportagens no nosso site. Se a audiência não foi muito grande, a repercussão entre o público formador de opinião e/ou vinculado ao tema foi significativa.</p>



<p>Foram vários comentários e republicações. Destaque para a coluna do jornalista Xico Sá, <a href="https://diariodonordeste.verdesmares.com.br/opiniao/colunistas/xico-sa/a-reinvencao-do-nordeste-para-o-apocalipse-do-clima-1.3527088?utm_source=twitter">no Diário do Nordeste (CE)</a> e para o <a href="https://portal.ufrrj.br/reportagem-do-marco-zero-conteudo-destaca-estudo-da-ufrrj-sobre-comunidades-do-sertao-da-bahia/">site da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro</a> (UFRRJ). Essas reportagens dão credibilidade e consistência a Marco Zero.</p>


    <div class="box-explicacao mx-md-5 px-4 py-3 my-3" style="--cat-color: #1E69FA;">
        <span class="titulo"><+></span>

        <div class="int mx-auto">
	        <p>O desafio é encontrar um ponto de equilíbrio na publicação de reportagens menos relevantes/com mais audiência e matérias com grande relevância / com menos audiência.</p>
        </div>
    </div>



<p>Em uma outra parceria com a Rede Ater Nordeste, a Marco Zero voltou ao semiárido nordestino. Desta vez, nossas equipes de repórteres foram à Paraíba e ao Rio Grande Norte conhecer iniciativas postas em práticas por parcerias entre o poder público municipal e organizações sociais que estão melhorando as condições de vida na região. Às vésperas das eleições municipais de outubro, essas experiências eram exemplos de como prefeituras podem adotar projetos que nascem na esfera não governamental e ampliar tanto seus resultados quanto seu impacto na vida das pessoas. A parceria resultou em três reportagens:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><a href="https://marcozero.org/sementes-crioulas-como-as-prefeituras-podem-ajudar-os-agricultores-a-produzirem-alimentos-saudaveis/">Sementes crioulas: como as prefeituras podem ajudar os agricultores a produzirem alimentos saudáveis</a></li>



<li> <a href="https://marcozero.org/cirandas-da-borborema-o-que-prefeitos-podem-fazer-para-incentivar-jovens-a-permanecerem-no-campo/">Cirandas da Borborema: o que prefeitos podem fazer para incentivar jovens a permanecerem no campo</a></li>



<li> <a href="https://marcozero.org/hortas-e-cozinhas-comunitarias-mulheres-do-sertao-potiguar-buscam-a-independencia/">Hortas e cozinhas comunitárias: mulheres do sertão potiguar buscam a independência</a></li>
</ul>



<p></p>



        <figure class="wp-block-image my-5 img-center text-center">
            <picture>
                <source media="(max-width: 799px)" srcset="https://marcozero.org/wp-content/uploads/2024/12/53603156257_431f09ece2_c-300x169.jpg">
                <source media="(min-width: 800px)" srcset="https://marcozero.org/wp-content/uploads/2024/12/53603156257_431f09ece2_c.jpg">
                <img decoding="async" src="https://marcozero.org/wp-content/uploads/2024/12/53603156257_431f09ece2_c.jpg" alt="" class="" loading="lazy" >
            </picture>

	                        <figcaption class="legenda-credito mx-md-5">
	                                        <p class="m-0">Dentro do eixo editorial Socioambiental, uma das novidades de 2024, foram produzidas 107 reportagens relacionadas a essa temática. Entre elas, Gilbués, o deserto vermelho e produtivo do Piauí, com o apoio do projeto Report For The World e da Fundação Henrich Böll. Crédito: Arnaldo Sete/ Marco Zero</p>
	                
                                            <span>Crédito: Arnaldo Sete/ Marco Zero</span>
                                    </figcaption>
                    </figure>

	


<h2 class="wp-block-heading"><strong>História, jornalismo e tecnologia para revisitar o passado</strong></h2>



<p>Na reta final do ano, colocamos no ar o projeto <a href="https://marcozero.org/pecados-abaixo-do-equador-uma-nova-narrativa-sobre-os-24-anos-de-ocupacao-holandesa-no-brasil/">Pecados Abaixo do Equador: uma nova narrativa sobre a Ocupação Holandesa no Brasil</a>. O projeto foi realizado em parceria pela <strong>Marco Zero Conteúdo</strong>, pela plataforma Placecloud e pelo espaço de exposição holandês Nest, com apoio da Universidade Católica de Pernambuco (Unicap).</p>



<p>Mais do que recontar os 24 anos de ocupação holandesa no Brasil (1630-1654), tem como principal objetivo desconstruir mitos profundamente enraizados no imaginário pernambucano e brasileiro. Entre eles, o “mito do bom colonizador holandês”, que apresenta Maurício de Nassau como um governante humanista e visionário, ou a ideia romantizada da “união das três raças” para expulsar os holandeses na chamada Restauração Pernambucana, entre 1644 e 1654. A verdade é que Nassau, como qualquer outro colonizador, defendia interesses meramente econômicos, neste caso os da Companhia Holandesa das Índias Ocidentais, promovendo a exploração de riquezas, o tráfico de pessoas escravizadas e a violência estrutural comum a qualquer regime colonial.</p>



<p>Pecados Abaixo do Equador é uma iniciativa que une jornalismo, história e tecnologia para lançar luz sobre um capítulo muitas vezes suavizado ou romantizado pela historiografia. O projeto apresenta 100 histórias curtas, que podem ser acessadas tanto em texto quanto em áudio, disponíveis em português, inglês e holandês. Todo o conteúdo esta acessível no site oficial e na plataforma Placecloud, que utiliza as tecnologias de geolocalização e Google Street View. Isso significa que, ao estar fisicamente em locais específicos, o usuário poderá acessar os áudios diretamente em seu celular, ouvindo as histórias enquanto caminha por esses espaços.</p>



        <figure class="wp-block-image my-5 img-center text-center">
            <picture>
                <source media="(max-width: 799px)" srcset="https://marcozero.org/wp-content/uploads/2024/12/53596145080_4a6f34b064_c-300x200.jpg">
                <source media="(min-width: 800px)" srcset="https://marcozero.org/wp-content/uploads/2024/12/53596145080_4a6f34b064_c.jpg">
                <img decoding="async" src="https://marcozero.org/wp-content/uploads/2024/12/53596145080_4a6f34b064_c.jpg" alt="" class="" loading="lazy" >
            </picture>

	                        <figcaption class="legenda-credito mx-md-5">
	                
                                            <span>Crédito: Arnaldo Sete/Marco Zero</span>
                                    </figcaption>
                    </figure>

	


<h2 class="wp-block-heading"><strong>Boas notícias que engajam</strong></h2>



<p>A<strong> Marco Zero</strong> aumentou sua presença nas redes, atingindo a meta de 65.000 seguidores no Instagram. O bom resultado advém em partes de conteúdos de jornalismo de solução. Isso mostra possíveis caminhos para fortalecer o crescimento nos próximos anos.<br><br>Também inauguramos a presença no LinkedIn, Threads e BlueSky. As novas redes têm números ainda incipientes, mas BlueSky aponta uma boa capacidade de crescimento orgânico.<br><br>O TikTok segue apresentando bons resultados, especialmente a partir de vídeos virais.<br><br>O Twitter, por outro lado, deixou de ser interessante para a organização, tanto pelos aspectos políticos com os quais a plataforma está envolvida, quanto pelo funcionamento prático, que agora significa ter conteúdo veiculado junto a conteúdos potencialmente antidemocráticos e fascistas.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Métricas de mídia social:</h3>



<p><strong>Instagram: </strong>Seguidores: 66.600 (+25%), Total de impressões: 4.980.581 (+34%), Alcance : 6.216.150 (+56%) <strong>Facebook</strong>: Curtidas na página: 20.825 (-0,5%), Alcance da página: 91.103 (-46%)<br><strong>TikTok</strong>: Seguidores: 4.836 (+136%), Visualizações de vídeo: 2.762.075 (+987%), Curtidas: 47.000 (+55,7%)<br><strong>Twitter</strong>: Seguidores: 20.5384 (-1%), Total de impressões: 672.472 (-44%)</p>



<p><strong><a href="https://www.instagram.com/p/DELfiT8SWIA/?igsh=OGtkNmQ5cDN0NTZ4&amp;img_index=1">Veja aqui as publicações do ano com mais alcance no Instagram</a></strong></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Sigam o dinheiro</strong></h2>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>Em 2024 captamos, ao todo,<strong> R$ 1.115.786,94</strong>. Nossas receitas detalhadas:<br><br><strong>Oak </strong>&#8211; R$ 545.698,19<br><strong>IFPIM </strong>&#8211; R$ 325.086,90<br><strong>Stichting Nest Foundation</strong> &#8211; R$ 94.862,50<br><strong>AS-PTA</strong> &#8211; R$ 67.065<br><strong>Fundo Socioambiental Casa</strong> &#8211; R$ 45.000<br><strong>Report For the World</strong> &#8211; R$ 25.810,75<br><strong>Doações individuais </strong>&#8211; R$ 11.968,60</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Redação Nordeste</strong></h2>
</blockquote>



<p>Em 2024, realizamos a segunda parte do projeto “Jornalismo Independente no NE: desafios e soluções/Redação NE 2”. Este ano, decidimos centrar os workshops/mentorias voltados para a angariação de fundos, com ênfase em experiências específicas diretamente relacionadas com a atividade jornalística. Também priorizamos organizações que já participaram e se destacaram em sessões de mentoria anteriores (foram 16 em 2023), dando uma sensação de continuidade ao projeto e potencializando o conhecimento já adquirido.</p>



<p>Foram selecionadas as seguintes organizações, de cinco estados nordestinos:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Alagoas – <a href="http://midiacaete.com.br">Mídia Caeté</a> e <a href="http://Home - Olhos Jornalismo">Olhos Jornalismo</a> </li>



<li>Pernambuco – <a href="http://coletivoacaua.com.br">Coletivo Acauã</a></li>



<li>Sergipe – <a href="http://Mangue Jornalismo - Jornalismo independente em Sergipe">Mangue Jornalismo</a></li>



<li>Piauí &#8211; <a href="http://ocorrediario.com">O Corre Diário</a> </li>



<li>Bahia – <a href="http://conquistareporter.com.br">Conquista Repórter</a></li>
</ul>



<p>Ao todo, foram 12 horas de mentoria, divididas em 10 encontros e envolvendo seis organizações de mídia independente do Nordeste.</p>



<p>Com isso, todas as etapas de um edital de captação de recursos foram contempladas e mentoradas, colaborando para que as redações estejam ainda mais capacitadas a concorrer em novos editais. Além disso, as organizações participantes produziram e publicaram conteúdos jornalísticos de interesse público, contribuindo para aumentar a relevância e a audiência de seus sites.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Leia as reportagens do projeto:</h3>



<p>Cegos em Caruaru: uma cidade que não vê a acessibilidade</p>



        <div class="leia-tambem d-flex flex-column py-2 my-4 my-md-5">
            <span class=" d-block mb-2">MAIS SOBRE ESSE ASSUNTO:</span>

            <div class="d-flex flex-column">
                <a href="https://marcozero.org/cegos-em-caruaru-uma-cidade-que-nao-ve-a-acessibilidade/" class="titulo">Cegos em Caruaru: uma cidade que não vê a acessibilidade</a>
	                    <div class="tags d-flex mt-3 flex-wrap">
                            <a href="https://marcozero.org/formatos/reportagem/" class="btn text-uppercase me-2 mb-2">Reportagem</a>
            
		                    <a href="https://marcozero.org/temas/mobilidade/" class="btn text-uppercase me-2 mb-2">Mobilidade</a>
			        </div>
	            </div>
        </div>

		


<p>Direito de ir e vir não é para todos em Aracaju</p>



        <div class="leia-tambem d-flex flex-column py-2 my-4 my-md-5">
            <span class=" d-block mb-2">MAIS SOBRE ESSE ASSUNTO:</span>

            <div class="d-flex flex-column">
                <a href="https://marcozero.org/direito-de-ir-e-vir-nao-e-para-todos-em-aracaju/" class="titulo">Direito de ir e vir não é para todos em Aracaju</a>
	                    <div class="tags d-flex mt-3 flex-wrap">
                            <a href="https://marcozero.org/formatos/reportagem/" class="btn text-uppercase me-2 mb-2">Reportagem</a>
            
		                    <a href="https://marcozero.org/temas/mobilidade/" class="btn text-uppercase me-2 mb-2">Mobilidade</a>
			        </div>
	            </div>
        </div>

		


<p>Estradas precárias dificultam acesso da população quilombola a direitos básicos</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-wp-embed is-provider-conquista-rep-rter wp-block-embed-conquista-rep-rter"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="f7VuN0ei97"><a href="https://conquistareporter.com.br/acesso-negado/">Quando as políticas de mobilidade não chegam em áreas rurais e periféricas</a></blockquote><iframe class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted"  title="&#8220;Quando as políticas de mobilidade não chegam em áreas rurais e periféricas&#8221; &#8212; Conquista Repórter" src="https://conquistareporter.com.br/acesso-negado/embed/#?secret=F9v7WjGkgb#?secret=f7VuN0ei97" data-secret="f7VuN0ei97" width="500" height="282" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe>
</div></figure>



<p>Como mercado imobiliário, trade turístico e Braskem determinam as decisões sobre o território Maceió</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-wp-embed is-provider-olhos-jornalismo wp-block-embed-olhos-jornalismo"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="F7MWO49oOI"><a href="https://olhosjornalismo.com.br/como-mercado-imobiliario-trade-turistico-e-braskem-determinam-as-decisoes-sobre-o-territorio-maceio/">Como mercado imobiliário, trade turístico e Braskem determinam as decisões sobre o território Maceió</a></blockquote><iframe class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted"  title="&#8220;Como mercado imobiliário, trade turístico e Braskem determinam as decisões sobre o território Maceió&#8221; &#8212; Olhos Jornalismo" src="https://olhosjornalismo.com.br/como-mercado-imobiliario-trade-turistico-e-braskem-determinam-as-decisoes-sobre-o-territorio-maceio/embed/#?secret=BoBKcHnNaO#?secret=F7MWO49oOI" data-secret="F7MWO49oOI" width="500" height="282" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe>
</div></figure>



<p>723 Circular: 10 anos de crise no transporte coletivo de Teresina</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-wp-embed is-provider-ocorre-di-rio wp-block-embed-ocorre-di-rio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="SmmfSZOpl4"><a href="https://ocorrediario.org/723-circular-10-anos-de-crise-no-transporte-coletivo-de-teresina/">723 Circular: 10 anos de crise no transporte coletivo de Teresina</a></blockquote><iframe loading="lazy" class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted"  title="&#8220;723 Circular: 10 anos de crise no transporte coletivo de Teresina&#8221; &#8212; Ocorre Diário" src="https://ocorrediario.org/723-circular-10-anos-de-crise-no-transporte-coletivo-de-teresina/embed/#?secret=OE9XxSOBLm#?secret=SmmfSZOpl4" data-secret="SmmfSZOpl4" width="500" height="282" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe>
</div></figure>



<p>Em 2024, a Marco Zero também apoiou tecnicamente e financeiramente o processo de formalização de três organizações: <a href="http://Eficientes - Eficientes">Eficientes</a>, <a href="http://Coletivo Sargento Perifa – União dos moradores da comunidade Córrego do Sargento">Sargento Perifa</a> e <a href="https://coletivoforcatururu.blogspot.com/">Coletivo Força Tururu</a>. Ainda apoiamos e financiamos a construção do site do <a href="https://coletivoacaua.com.br/">Coletivo Acauã</a>.</p>
<p>O post <a href="https://marcozero.org/o-ano-da-marco-zero-equilibrio-entre-audiencia-e-qualidade-editorial/">O ano da Marco Zero: equilíbrio entre audiência e qualidade editorial</a> apareceu primeiro em <a href="https://marcozero.org">Marco Zero Conteúdo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://marcozero.org/o-ano-da-marco-zero-equilibrio-entre-audiencia-e-qualidade-editorial/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Estradas precárias dificultam acesso da população quilombola a direitos básicos</title>
		<link>https://marcozero.org/estradas-precarias-dificultam-acesso-da-populacao-quilombola-a-direitos-basicos/</link>
					<comments>https://marcozero.org/estradas-precarias-dificultam-acesso-da-populacao-quilombola-a-direitos-basicos/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marco Zero Conteúdo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Sep 2024 22:50:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito à Cidade]]></category>
		<category><![CDATA[jornalismo independente]]></category>
		<category><![CDATA[Redação Nordeste]]></category>
		<category><![CDATA[transporte público]]></category>
		<category><![CDATA[transporte rural]]></category>
		<category><![CDATA[Vitória da Conquista]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://marcozero.org/?p=66238</guid>

					<description><![CDATA[<p>por Karina Costa, do site Conquista Repórter “Quando a chuva cai e os rios enchem, se um filho de Deus passar mal e precisar ser levado urgentemente para o hospital, ele morre porque não tem como passar”. O desabafo é de Suelina Moreira, presidente da associação do quilombo de Laranjeiras, situado na zona rural de [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://marcozero.org/estradas-precarias-dificultam-acesso-da-populacao-quilombola-a-direitos-basicos/">Estradas precárias dificultam acesso da população quilombola a direitos básicos</a> apareceu primeiro em <a href="https://marcozero.org">Marco Zero Conteúdo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[    <div class="infos mx-md-5 px-5 py-4 my-5">
        <span class="titulo text-uppercase mb-2 d-block"></span>

	    <p>Como democratizar o acesso de pessoas oriundas de áreas rurais e periféricas a direitos fundamentais como educação, saúde, trabalho e renda se o caminho para alcançá-los esbarra na impossibilidade de transitar no território onde vivem? Como superar uma lógica de segregação social que reflete o racismo ambiental e sistêmico presente em nossa sociedade? Quais os caminhos para a efetivação de políticas de mobilidade que garantam a todos o direito de viver a cidade? Essas são as questões centrais que buscamos aprofundar nas duas reportagens que compõem este especial do Conquista Repórter com apoio da Marco Zero Conteúdo.</p>
    </div>



<p><strong>por Karina Costa, do site <a href="https://conquistareporter.com.br/estradas-precarias-dificultam-acesso-da-populacao-quilombola-a-direitos-basicos/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Conquista Repórter</a></strong></p>



<p>“Quando a chuva cai e os rios enchem, se um filho de Deus passar mal e precisar ser levado urgentemente para o hospital, ele morre porque não tem como passar”. O desabafo é de Suelina Moreira, presidente da associação do quilombo de Laranjeiras, situado na zona rural de Vitória da Conquista, no distrito do Pradoso. A cerca de 40 minutos do centro urbano, a comunidade é apenas uma entre muitas no município que enfrentam dificuldades para acessar direitos básicos em razão das condições precárias das estradas.</p>



<p>Na localidade onde Suelina vive há mais de três décadas, o caminho de terra que dá acesso ao povoado é cortado por três riachos. Por isso, nos períodos em que ocorrem fortes temporais, a estrada fica intransitável e os moradores ilhados. “Eu sempre digo que quando o tempo está aberto, nós estamos livres. Mas quando a chuva cai, nós viramos prisioneiros”, destaca a líder comunitária. “É muito difícil”, complementa.</p>



<p>Ao longo dos anos, a população de Laranjeiras teve que aprender a viver em constante alerta. Quando sabem que as chuvas se aproximam, as pessoas começam a estocar mantimentos. “A gente compra bastante alimento e guarda para conseguir passar o tempo que for necessário”, explica Suelina. Segundo ela, a sensação é de medo, principalmente entre os trabalhadores que precisam se deslocar diariamente até a zona urbana.</p>



<p>“Aqui a maioria trabalha em Conquista. Quando as estradas acabam, eles não têm como ir. Então, alguns acabam perdendo trabalho ou, quando o rio não está tão cheio, formam uma corrente e se arriscam a atravessar a água”, conta a líder quilombola. Outra alternativa para sair do povoado, durante as fortes chuvas, é cortar caminho por dentro de uma propriedade privada: uma fazenda que pertence ao cantor conquistense Elomar Figueira Mello.</p>



<p>De acordo com Suelina, uma das reivindicações da comunidade, além da pavimentação asfáltica, é um desvio na estrada que abra um trecho transitável pela terra do músico. Mas para isso, os moradores dependem de uma negociação entre a prefeitura e o fazendeiro. “Já conversei com a prefeita, levei um ofício, ela assinou e tudo, só que a resposta dela não foi aquela que garantia o desvio. Ela disse que depende muito dele [Elomar]”, afirma.</p>



        <figure class="wp-block-image my-5 ">
            <picture>
                <source media="(max-width: 799px)" srcset="https://marcozero.org/wp-content/uploads/2024/09/Estrada-1.jpg">
                <source media="(min-width: 800px)" srcset="https://marcozero.org/wp-content/uploads/2024/09/Estrada-1.jpg">
                <img decoding="async" src="https://marcozero.org/wp-content/uploads/2024/09/Estrada-1.jpg" alt="Foto de Suelina Moreira, mulher negra de cabelos grisalhos, usando óculos escuros e vestindo uma blusa preta com bolinhas brancas, com um crucifixo pendurado no pescoço. Ela foi fotografada da cintura para cima em um ambiente rural ao ar livre, em meio a um terreno pedregoso, com arbustos ao fundo e sob céu claro com poucas nuvens." class="w-100" loading="lazy" >
            </picture>

	                        <figcaption class="legenda-credito mx-md-5">
	                                        <p class="m-0">Para Suelina, quando a chuva cai, a comunidade vira prisioneira
</p>
	                
                                            <span>Crédito: Victória Lôbo/Conquista Repórter</span>
                                    </figcaption>
                    </figure>

	


<h2 class="wp-block-heading">“Abandono intencional”</h2>



<p>As dificuldades de mobilidade enfrentadas pelas pessoas que vivem no quilombo de Laranjeiras evidenciam a segregação social entre campo e cidade. Enquanto grandes avenidas na zona urbana, como a Olívia Flores, recebem requalificação do recapeamento asfáltico e ampliação de ciclovias, comunidades rurais de Vitória da Conquista, formadas majoritariamente por população negra, são muitas vezes impedidas de acessar serviços de saúde e educação por causa de estradas precárias. </p>



<p>Em Laranjeiras, há um colégio. É uma das poucas instituições de ensino em território quilombola que não foi <a href="https://conquistareporter.com.br/educacaoquilombola/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">desativada pela prefeitura.</a> Mas esse não é o caso da comunidade do Sinzoca, no distrito de José Gonçalves. Em 2018, a população viu a Escola Municipal Inocêncio Santos encerrar as atividades. Com o fechamento permanente do prédio, as crianças foram obrigadas a sair de sua localidade para estudar em outro povoado.</p>



<p>Mas assim como ocorre na comunidade de Suelina, no Sinzoca, quando os fortes temporais chegam, a estrada de terra fica intransitável, especialmente para veículos. “Qualquer chuva que tiver, a gente não sai daqui”, disse a agente comunitária de saúde, Magna Novais. Dessa forma, o acesso à educação para os alunos da região também é comprometido.</p>



<p>Magna conversou com o<strong>Conquista Repórter</strong>pela primeira vez em setembro de 2023, quando visitamos a casa de sua família. Um ano depois, ela nos conta que a situação na comunidade não é muito diferente. “As estradas foram ‘patrulhadas’, mas não jogaram cascalho. Estamos esperando chuvas nos próximos meses e contamos que vamos ter que andar a pé novamente”, explica a moradora e líder comunitária.</p>



<p>No quilombo do Boqueirão, as condições precárias das estradas impedem o acesso de famílias a outro item básico e essencial: água. Como não há abastecimento da Embasa (Empresa Baiana de Águas e Saneamento) no local, os moradores dependem de cisternas que armazenam água da chuva e de carros-pipa. Mas em alguns trechos da comunidade, o trajeto não permite a passagem de veículos. “O canto é ruim para entrar”, relata a agricultora Josiane de Jesus Santos.</p>



<p>Para Claudio Carvalho, professor da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (Uesb) e doutor em Desenvolvimento e Planejamento Urbano, em Vitória da Conquista, há um descaso do governo municipal com as comunidades rurais, quilombolas e periféricas. Ele explica que a falta de atenção a essas localidades pelo Poder Público está relacionada ao conceito de racismo ambiental. “É um abandono intencional”, destaca o docente.</p>



<p>Segundo o pesquisador, o termo surgiu entre as décadas de 1970 e 1980. “Um autor chamado Benjamin Chavis, que foi assessor do Martin Luther King Jr., começou a perceber como os territórios negros eram intencionalmente escolhidos para receber equipamentos que traziam prejuízos para os locais. Por exemplo, se você precisa instalar um aterro sanitário, onde vai ser colocado? Onde está a população quilombola”, afirma Claudio.</p>



<p>O professor e co-autor do livro <em>Fundamentos do Direito à Cidade</em> explica ainda que a lógica que opera na terceira maior cidade da Bahia é deixar as comunidades rurais e periféricas invisíveis. “São populações vulneráveis que, do ponto de vista político e econômico, não têm uma representatividade. Para reverter isso, é preciso vontade política. O Poder Público tem que agir com o que chamo de inversão de prioridades”, pontua Carvalho.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Qual é a prioridade?</h2>



<p>Com mais de 370 mil habitantes e 11 distritos, Vitória da Conquista é um município<a href="https://conquistareporter.com.br/claudio-carvalho-vitoria-da-conquista-segragacao-social/">marcado pela segregação social.</a>Na zona rural, na região de Lagoa de Maria Clemência, mais especificamente em quilombos como Taboa e Manoel Antônio,<a href="https://conquistareporter.com.br/criancas-andam-ate-oito-quilometros-para-acessar-transporte-escolar-em-quilombo-conquistense-diz-lideranca-comunitaria/">crianças andam até oito quilômetros para acessar o transporte escolar.</a>Já no perímetro urbano, os bairros periféricos e distritos são os que mais sofrem com a escassez de linhas de ônibus. Claudio Carvalho relaciona essa desigualdade com as prioridades estabelecidas pela gestão municipal na hora de decidir como será o investimento em cada área da cidade.</p>



<p>“Qual é a prioridade da Av. Olívia Flores? Todos os dias tem um trabalhador da prefeitura lá. Mas quando pensamos na inversão de prioridades, é preciso analisar que a população rural ou periférica não necessariamente é a mais rica, mas é a que mais precisa. É por isso que eu falo em equidade e não igualdade. Todos são iguais perante a lei? Não é assim quando analisamos a situação”, destaca o doutor em Desenvolvimento e Planejamento Urbano.</p>



        <figure class="wp-block-image my-5 img-center text-center">
            <picture>
                <source media="(max-width: 799px)" srcset="https://marcozero.org/wp-content/uploads/2024/09/Estrada-2.jpg">
                <source media="(min-width: 800px)" srcset="https://marcozero.org/wp-content/uploads/2024/09/Estrada-2.jpg">
                <img decoding="async" src="https://marcozero.org/wp-content/uploads/2024/09/Estrada-2.jpg" alt="A imagem é dividida em duas partes, mostrando dois cenários diferentes lado a lado. À esquerda, há uma rua urbana bem iluminada à noite. A calçada é pavimentada, com postes de luz brilhantes e árvores verdes ao longo do caminho. Algumas pessoas estão caminhando na calçada e há uma faixa para bicicletas ao lado do caminho de pedestres. O ambiente parece limpo e organizado. À direita, há uma área de terreno acidentado com solo exposto e vegetação esparsa. Parece ser uma área rural ou não desenvolvida, sem pavimentação. Há postes e fios elétricos acima, e ao fundo, uma pequena casa com telhado verde e paredes que parecem ser de tijolos ou material similar." class="" loading="lazy" >
            </picture>

	                        <figcaption class="legenda-credito mx-md-5">
	                                        <p class="m-0">À esq., avenida Olívia Flores; à dir., estrada no Quilombo do Boqueirão
</p>
	                
                                            <span>Créditos: Secom PMVC e Victória Lôbo/Conquista Repórter</span>
                                    </figcaption>
                    </figure>

	


<p>Juan Pedro Moreno Delgado, professor do Departamento de Engenharia de Transportes e Geodésia da Universidade Federal da Bahia (UFBA), também acredita que é necessário incluir os territórios afastados do centro urbano nas políticas de mobilidade. “Nós temos que colocar os distritos e comunidades periféricas no orçamento municipal”, afirma o docente.</p>



<p>Quando esses territórios não são levados em conta pelo Poder Público e a população não consegue se deslocar, há uma diminuição do senso de pertencimento à cidade. Além disso, ocorre um processo de adoecimento das pessoas. “O trabalhador que precisa pegar um ônibus de madrugada porque mora na zona rural vive em constante cansaço. Isso provoca um adoecimento mental que pode levar à depressão”, explica Claudio Carvalho.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Promessas e soluções possíveis</h3>



<p>Para muitas comunidades rurais e quilombolas de Vitória da Conquista, um dos maiores sonhos é o asfaltamento das estradas. Na região do Pradoso, onde vive Suelina Moreira, uma obra de R$25 milhões do Governo do Estado da Bahia promete a pavimentação do trecho que liga o povoado (onde está Laranjeiras) até o distrito de Bate-Pé. Uma placa anuncia o período de 12 meses para a conclusão do projeto, máquinas trabalham nas vias cobertas por terra, mas ainda não se sabe se a estrutura vai chegar até o quilombo.</p>



<p>Suelina tem esperança de que o asfalto chegue até lá. Ela conta que o governador Jerônimo Rodrigues (PT) chegou a prometer o desvio que permitiria uma passagem pela fazenda do cantor Elomar Figueira Mello. “Estamos com esse documento assinado por ele, que mandou uma resposta pra gente dizendo que vamos conseguir, só não pode ser agora”, conta a presidente da associação de Laranjeiras.</p>



<p>Mas enquanto nem obra nem promessa avança, existem reais medidas que podem ser colocadas em prática para melhorar a mobilidade de quem vive nos territórios rurais. De acordo com Claudio Carvalho, no caso das estradas vicinais, como são chamadas aquelas que não possuem revestimento asfáltico, é necessária a manutenção constante.</p>



<p>“Algumas gestões já fizeram isso, que são as brigadas de acompanhamento das estradas da zona rural. Você não precisa necessariamente asfaltar, mas de maneira periódica, é preciso ter equipes para fazer um patrolamento e manutenção. Não dá para esperar a chuva, muito menos agora com as mudanças climáticas e os eventos extremos. Quando chove, qualquer buraco só vai aumentar”, ressalta o docente da Uesb.</p>



<p>Para atender a demanda de transporte na zona rural, Claudio defende a regularização e a legalização de um transporte alternativo, além da implementação da tarifa zero. “Eu não estou falando de transporte clandestino, que é o que temos hoje no município. Não temos a quantidade de ônibus suficiente para comportar o contexto de 370 mil habitantes? Tudo bem. Isso é uma realidade em várias cidades, mas então vamos colocar um transporte alternativo, que seja de qualidade e com segurança para a população”, afirma.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Zona rural nas eleições </h3>



<p>A mobilidade urbana, o transporte público e a infraestrutura das estradas são temas que ficam ainda mais em evidência durante o período eleitoral. Em 2024, são quatro chapas que disputam a prefeitura de Vitória da Conquista. Para saber quais propostas os candidatos apresentam para garantir qualidade de vida às populações de comunidades como Laranjeiras, Boqueirão e Sinzoca, consultamos os planos de governo de cada dupla, que estão <a href="https://divulgacandcontas.tse.jus.br/divulga/#/candidato/NORDESTE/BA/2045202024" target="_blank" rel="noreferrer noopener">disponíveis no portal do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).</a> </p>



<p>Na seção intitulada “desenvolvimento rural sustentável”, que contém um total de sete ações descritas, a atual prefeita Sheila Lemos (União) e seu vice, Aloísio Alan (Republicanos), citam que irão “manter como prioridade os investimentos em manutenção e recuperação das estradas vicinais da zona rural”. Não há mais detalhes sobre a proposta.</p>



<p>Já no tópico que discorre sobre mobilidade urbana e acessibilidade, a dupla da coligação ‘Conquista Segue Avançando’ promete “integrar o transporte da zona rural e urbana, o que facilitaria o acesso à áreas de expansão, como a do Distrito Industrial”. Além disso, na mesma seção, os candidatos afirmam que vão unir esforços com as esferas federal e estadual para subsidiar o transporte coletivo e, assim, “alcançar” a tarifa zero.</p>



        <figure class="wp-block-image my-5 ">
            <picture>
                <source media="(max-width: 799px)" srcset="https://marcozero.org/wp-content/uploads/2024/09/Estrada-5.jpeg">
                <source media="(min-width: 800px)" srcset="https://marcozero.org/wp-content/uploads/2024/09/Estrada-5.jpeg">
                <img decoding="async" src="https://marcozero.org/wp-content/uploads/2024/09/Estrada-5.jpeg" alt="A imagem mostra um ônibus articulado grande passando em uma estrada arborizada. O ônibus é predominantemente preto com detalhes em rosa e branco. Na porta da frente, há um símbolo indicando acessibilidade para pessoas com deficiência. O nome “CONQUISTA” está escrito em letras grandes e brancas na lateral do ônibus, com “VOLVO” logo abaixo. O número do veículo “1701” está exibido acima do para-brisa e na lateral da seção traseira. A placa do ônibus também é visível. É um dia ensolarado com algumas nuvens no céu, e não há pessoas visíveis na cena." class="w-100" loading="lazy" >
            </picture>

	                        <figcaption class="legenda-credito mx-md-5">
	                                        <p class="m-0">A integração entre o sistema de transporte coletivo das zonas urbana e rural é uma das propostas de Sheila
</p>
	                
                                            <span>Crédito: Secom PMVC</span>
                                    </figcaption>
                    </figure>

	


<p>Waldenor Pereira (PT) e Luciana Silva (PSB), da coligação ‘A Força para Mudar Conquista’, também propõem a tarifa zero para o transporte coletivo. Eles ainda dedicam o eixo 3 do plano de governo às demandas da zona rural. “A nossa proposta é elaborar um Plano Diretor Urbano (PDDU) para cada sede de distrito, que delimite suas condições ideais de crescimento, incluindo um regramento de partido urbanístico”, diz um trecho.</p>



<p>Em relação às estradas especificamente, a chapa destaca a importância de criar um cronograma de manutenção nos diversos distritos e vilas, “através de patrulhas mecanizadas em localidades chave”. No texto, a coligação afirma ainda que, “quando possível”, irá reivindicar junto ao governo estadual verba para a pavimentação asfáltica.</p>



<p>Da coligação ‘A Mãe tá On’, Lúcia Rocha (MDB) e Delegado Marcus Vinicius (Podemos) inseriram no plano de governo um tópico sobre as estradas rurais. A dupla promete que as vias “receberão manutenção permanente para garantir a mobilidade e o escoamento da produção agrícola”. Os candidatos afirmam ainda que vão implementar “um sistema de transporte público de passageiros específico para a zona rural”.</p>



<p>Marcos Adriano e Ariana Mota, ambos do partido Avante, mencionam a criação do “programa de asfalto”. A partir dessa proposta, os candidatos à prefeitura de Conquista propõem a utilização de “58 milhões por ano de orçamento próprio para pavimentação asfáltica nas zonas urbana e rural”. Outra promessa é a “reforma perene das estradas para escoamento de produtos agrícolas” através do “programa homem do campo”.</p>


	<div class="informacao mx-md-5 px-5 py-4 my-5" style="--cat-color: #7BDDDD;">
		<span class="titulo text-uppercase mb-3 d-block">Outro lado </span>

		<p><!-- wp:paragraph --></p>
<p>O <strong>Conquista Repórter </strong>questionou a prefeitura, via e-mail, a respeito de quais ações são tomadas para a manutenção das vias na zona rural. A gestão informou que “mantém, durante todo o ano, um cronograma de ações nos mais de 3.500 quilômetros de estradas dos 11 distritos do município”. Entre as ações, foram citadas patrolamento, cascalhamento e roçagem. O governo disse ainda que, no período que antecede a chegada das chuvas, a Secretaria Municipal de Desenvolvimento Rural (SMDR) mantém 11 frentes de trabalho.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --> <!-- wp:paragraph --></p>
<p>Quando indagada sobre as comunidades rurais que ficam ilhadas em épocas de fortes temporais, a gestão Sheila Lemos explicou que, nesses casos, as equipes da SMDR ficam “de prontidão para desobstruir passagens, recompor as áreas mais afetadas pela chuva, entre outras ações”. Além disso, o Poder Executivo destacou que foi montado um plano de contingência para “ajudar a resolver situações extremas” e que “novas estradas estão sendo abertas para se ter mais de um acesso às localidades rurais”.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --> <!-- wp:paragraph --></p>
<p>A Prefeitura de Conquista também ressaltou a criação dos Núcleos Comunitários de Proteção e Defesa Civil (Nupdecs), através do Decreto nº 22.789/2023, e a capacitação de representantes de 45 localidades rurais que atuam como apoio e contato direto da Coordenadoria Municipal de Defesa Civil. “Os voluntários apontam as condições da estrada, o nível dos rios, dentre outras situações, por exemplo, colapso de residência, seja ele parcial ou total”, aponta um trecho do comunicado enviado à reportagem.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --> <!-- wp:paragraph --></p>
<p>Sobre o desvio que é reivindicado pela população de Laranjeiras, que permitiria uma passagem pela terra do cantor Elomar Figueira Mello, o governo afirmou que “uma tratativa já foi iniciada com o proprietário da fazenda mencionada para que possa mudar o curso de um trecho da estrada”. Segundo a Prefeitura, enquanto a negociação está em andamento, o segundo ponto de acesso ao povoado, via Cachoeira das Araras, foi melhorado “para que as pessoas não fiquem sem esse direito de ir e vir assegurado”. Confira a nota na íntegra <a href="https://conquistareporter.com.br/wp-content/uploads/2024/09/NOTA-DA-PREFEITURA.pdf">aqui</a>.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --> <!-- wp:paragraph --></p>
<p>O <strong>Conquista Repórter </strong>também entrou em contato com a assessoria de comunicação do artista e fazendeiro. Por ora, ele preferiu não se pronunciar sobre o assunto.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --></p>
	</div>
<p>O post <a href="https://marcozero.org/estradas-precarias-dificultam-acesso-da-populacao-quilombola-a-direitos-basicos/">Estradas precárias dificultam acesso da população quilombola a direitos básicos</a> apareceu primeiro em <a href="https://marcozero.org">Marco Zero Conteúdo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://marcozero.org/estradas-precarias-dificultam-acesso-da-populacao-quilombola-a-direitos-basicos/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Programa oferece treinamento gratuito das ferramentas Google para jornalistas independentes</title>
		<link>https://marcozero.org/programa-oferece-treinamento-gratuito-das-ferramentas-google-para-jornalistas-independentes/</link>
					<comments>https://marcozero.org/programa-oferece-treinamento-gratuito-das-ferramentas-google-para-jornalistas-independentes/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marco Zero Conteúdo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Apr 2024 21:15:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[curso]]></category>
		<category><![CDATA[formação]]></category>
		<category><![CDATA[jornalismo independente]]></category>
		<category><![CDATA[mídia e comunicação]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://marcozero.org/?p=62272</guid>

					<description><![CDATA[<p>A Rede de Treinamentos FALA! está ofertando oficinas gratuitas sobre ferramentas Google para redações em todo o Brasil. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas no site do programa até novembro, período em que acontecem os treinamentos.  Os participantes terão acesso a videoaulas sobre temáticas e princípios do jornalismo de causas, como: jornalismo antirracista, [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://marcozero.org/programa-oferece-treinamento-gratuito-das-ferramentas-google-para-jornalistas-independentes/">Programa oferece treinamento gratuito das ferramentas Google para jornalistas independentes</a> apareceu primeiro em <a href="https://marcozero.org">Marco Zero Conteúdo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A Rede de Treinamentos FALA! está ofertando oficinas gratuitas sobre ferramentas Google para redações em todo o Brasil. <a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSdzFMz8mxbVL9yiv8ka_kw4Z2XzervYjJdpdUtD0A8JP7ergA/viewform" target="_blank" rel="noreferrer noopener">As inscrições são gratuitas e podem ser feitas no site do programa</a> até novembro, período em que acontecem os treinamentos. </p>



<p>Os participantes terão acesso a videoaulas sobre temáticas e princípios do jornalismo de causas, como: jornalismo antirracista, a importância dos dados para o jornalismo local e coberturas jornalísticas de meio ambiente e segurança pública. As videoaulas serão ministradas por organizações fundadoras do Instituto FALA!, como <a href="https://almapreta.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Alma Preta Jornalismo</a>, <a href="https://ponte.org/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Ponte Jornalismo</a> e <a href="https://www.paporeto.net.br/">1 Papo Reto</a>, além de organizações parceiras, como o <a href="https://datalabe.org/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">data_labe</a>.</p>



<p>&#8220;Contribuir com a formação de jovens comunicadores de diversas regiões do Brasil é um dos pilares de atuação do Instituto FALA!. Temos como missão fomentar a pluralidade de vozes, narrativas, territórios, formatos e linguagens por meio do jornalismo de causas. Os jornalistas que compõem a rede instrutora são os protagonistas do programa, porque é da união entre o ferramental e a produção de conhecimento que vem de cada um deles que mora a riqueza desta iniciativa&#8221;, ressaltou Antônio Junião, cofundador do Instituto FALA! e diretor de Arte e Projetos na Ponte Jornalismo.</p>



<p>As oficinas sobre as ferramentas do Google podem ser presenciais ou virtuais, a depender da realidade de cada organização que participa dos treinamentos. Para isso, o programa possui uma rede de 11 comunicadores de todas as regiões do país, que serão responsáveis por conduzir as oficinas sobre Google Trends, Busca Avançada, Google Maps, Google Earth aplicados ao jornalismo e Google Pinpoint.</p>



<p>Além de redações, jornalistas independentes e estudantes de jornalismo podem <a href="https://institutofala.org.br/projetos/redetreinamentosfala">se inscrever pelo site</a> para receber treinamento presencial ou remoto, dependendo da localidade.</p>



        <figure class="wp-block-image my-5 img-center text-center">
            <picture>
                <source media="(max-width: 799px)" srcset="https://marcozero.org/wp-content/uploads/2024/04/redefala.png">
                <source media="(min-width: 800px)" srcset="https://marcozero.org/wp-content/uploads/2024/04/redefala.png">
                <img decoding="async" src="https://marcozero.org/wp-content/uploads/2024/04/redefala.png" alt="Colagem de fotos dos rostos de 11 pessoas em preto e branco: nove mulheres e dois homens, todos jovens. O 12º espaço, no canto direito, é ocupado por um quadrado amarelo com uma exclamação preta, logomarca do Instituto Fala!" class="" loading="lazy" >
            </picture>

	                        <figcaption class="legenda-credito mx-md-5">
	                                        <p class="m-0">A Rede de Treinamentos FALA! possui uma rede de 11 comunicadores de todas as regiões do país.
</p>
	                
                                            <span>Crédito: Divulgação/Instituto Fala!</span>
                                    </figcaption>
                    </figure>

	<p>O post <a href="https://marcozero.org/programa-oferece-treinamento-gratuito-das-ferramentas-google-para-jornalistas-independentes/">Programa oferece treinamento gratuito das ferramentas Google para jornalistas independentes</a> apareceu primeiro em <a href="https://marcozero.org">Marco Zero Conteúdo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://marcozero.org/programa-oferece-treinamento-gratuito-das-ferramentas-google-para-jornalistas-independentes/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>UFMA lança o Manual de Redação para o jornalismo independente</title>
		<link>https://marcozero.org/ufma-lanca-o-manual-de-redacao-para-o-jornalismo-independente/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jeniffer Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 Mar 2024 14:11:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[jornalismo independente]]></category>
		<category><![CDATA[UFMA]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://marcozero.org/?p=61124</guid>

					<description><![CDATA[<p>Com a demanda de criar um manual de jornalismo pensado pelo e para o Nordeste, foi na disciplina de Jornalismo e Realidade Regional, do curso de Jornalismo, no Campus Imperatriz da Universidade Federal do Maranhão (UFMA), que a professora Marta Alencar reuniu os estudantes para cumprir essa tarefa de maneira coletiva. O resultado foi guia [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://marcozero.org/ufma-lanca-o-manual-de-redacao-para-o-jornalismo-independente/">UFMA lança o Manual de Redação para o jornalismo independente</a> apareceu primeiro em <a href="https://marcozero.org">Marco Zero Conteúdo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Com a demanda de criar um manual de jornalismo pensado pelo e para o Nordeste, foi na disciplina de Jornalismo e Realidade Regional, do curso de Jornalismo, no Campus Imperatriz da Universidade Federal do Maranhão (UFMA), que a professora Marta Alencar reuniu os estudantes para cumprir essa tarefa de maneira coletiva. O resultado foi guia de como fazer e editar reportagens com a linguagem nordestina. </p>



<p>Para produzir o inédito <a href="https://drive.google.com/file/d/1e7GIqPtxKaDCs2h--4sebHPLkg4nnvta/view">Manual de Redação de Jornalismo Independente do Nordeste</a>,  22 estudantes e jornalistas parceiros de todo o Nordeste, durante cinco meses. </p>



<p>&#8220;Esse manual preenche um vazio que meus alunos sentiam e, eu tenho certeza, que outros alunos e outros jornalistas sentiam. A gente de certa forma ressalta o nosso jeito de falar, a nossa identidade e a nossa cultura&#8221;, afirmou a professora Marta.  </p>



<p>Logo no prefácio, o Manual mostra para que veio: &#8220;Histórias nordestinas podem e devem ser contadas por nordestinos. A obra, atenta às mudanças, inclusive no jornalismo, encontra sentido na percepção de um Nordeste mais amplo do que aquele que nos fora contado em narrativas coloniais, nutrientes de visões xenofóbicas, que teimam em inferiorizar esse canto do mundo, tão imenso e diverso&#8221;.</p>



<p>Uma das estudantes envolvidos no projeto do início ao fim foi Renata Lima que ressalta o compromisso da turma para concluir o projeto, mesmo de férias: </p>



<p>&#8220;A gente sabe que tem manuais incríveis de outras regiões do Brasil que não tem ênfase na nossa região. Mas não é do Nordeste, então a gente quer uma coisa nossa, a gente queria trazer nao só um manual, não só uma coisa bem feita, mas um manual que tivesse nossa cultura, que tivesse nossos elementos culturais, nossa maneira de falar, nosso olhar do jornalismo para os jornalistas nordestino. Pra mostrar pra gente e para o mundo&#8221;, afirma Renata.</p>
<p>O post <a href="https://marcozero.org/ufma-lanca-o-manual-de-redacao-para-o-jornalismo-independente/">UFMA lança o Manual de Redação para o jornalismo independente</a> apareceu primeiro em <a href="https://marcozero.org">Marco Zero Conteúdo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Tejucupapos é o novo coletivo de comunicação independente de Pernambuco</title>
		<link>https://marcozero.org/tejucupapos-e-o-novo-coletivo-de-comunicacao-independente-de-pernambuco/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marco Zero Conteúdo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Jan 2024 19:03:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Comunicação Comunitária]]></category>
		<category><![CDATA[jornalismo e democracia]]></category>
		<category><![CDATA[jornalismo independente]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://marcozero.org/?p=58865</guid>

					<description><![CDATA[<p>por Helena Dias, do Coletivo Tejucupapos Qual o papel da comunicação no desenvolvimento de territórios periféricos do Recife e da Região Metropolitana? É com essa pergunta e a fim de resgatar diversas reflexões e ações que o Coletivo Tejucupapos se lança no Recife, na próxima quinta-feira (25/10), a partir das 17h, no Quiosque das Palafitas. [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://marcozero.org/tejucupapos-e-o-novo-coletivo-de-comunicacao-independente-de-pernambuco/">Tejucupapos é o novo coletivo de comunicação independente de Pernambuco</a> apareceu primeiro em <a href="https://marcozero.org">Marco Zero Conteúdo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>por Helena Dias, do <a href="https://www.instagram.com/tejucupapos/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Coletivo Tejucupapos</a></strong></p>



<p>Qual o papel da comunicação no desenvolvimento de territórios periféricos do Recife e da Região Metropolitana? É com essa pergunta e a fim de resgatar diversas reflexões e ações que o Coletivo Tejucupapos se lança no Recife, na próxima quinta-feira (25/10), a partir das 17h, no Quiosque das Palafitas. O evento é gratuito, totalmente aberto e pretende reunir pessoas para celebrar o nascimento de mais um coletivo pernambucano incentivando o debate político e social com centralidade na comunicação.</p>



<p>O Tejucupapos nasceu em meados de 2023, com a reunião de comunicadoras e educadoras populares que constroem em Pernambuco organizações nacionais como o Movimento de Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais Sem Terra (MST), o Levante Popular da Juventude e o Movimento Brasil Popular. O coletivo também faz parte do Balaio Nordeste de Jornalismo Independente.</p>



<p>“A gente vivenciou diversos processos de luta e de educação popular, principalmente no período da pandemia, e começou a se perguntar maneiras de como a comunicação poderia ser mais parte do todo. Estamos enfrentando complexos projetos políticos de desinformação do povo há mais de 10 anos e acreditamos que a conexão com os territórios é essencial para fortalecer o desenvolvimento local, a democracia e combater os avanços da crise climática. Apostamos na Teju olhando para esses horizontes”, conta Helena Dias, integrante do coletivo.</p>



<p>O grupo iniciou sua atuação produzindo o guia “Prato Firmeza: um diálogo entre campo e cidade”, em parceria com a Énois Laboratório de Jornalismo e vários coletivos, que conta a história de estabelecimentos da gastronomia periférica de 10 capitais do Brasil e as suas relações com produtores de alimentos locais e do campo. O lançamento do livro no Recife acontecerá durante o evento em Brasília Teimosa. Nas últimas duas semanas, o Tejucupapos tem feito visitas aos estabelecimentos recifenses que foram mapeados para o Prato Firmeza e distribuído os guias impressos.</p>





<ul class="wp-block-list"><li>A versão online do guia “Prato Firmeza: um diálogo entre campo e cidade pode ser baixada no site da Énois: <a href="https://pratofirmeza.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://pratofirmeza.com.br/</a></li><li>Contato: tejucupapos@gmail.com &#8211; (81) 99611.8159 &#8211; Julia Aguilera</li></ul>
<p>O post <a href="https://marcozero.org/tejucupapos-e-o-novo-coletivo-de-comunicacao-independente-de-pernambuco/">Tejucupapos é o novo coletivo de comunicação independente de Pernambuco</a> apareceu primeiro em <a href="https://marcozero.org">Marco Zero Conteúdo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Festival 3i realiza sua primeira edição regional no Ceará</title>
		<link>https://marcozero.org/festival-3i-realiza-sua-primeira-edicao-regional-no-ceara/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marco Zero Conteúdo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Nov 2023 18:33:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Ajor]]></category>
		<category><![CDATA[ceará]]></category>
		<category><![CDATA[festival 3i]]></category>
		<category><![CDATA[jornalismo digital]]></category>
		<category><![CDATA[jornalismo independente]]></category>
		<category><![CDATA[nordeste]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://marcozero.org/?p=57903</guid>

					<description><![CDATA[<p>A Associação de Jornalismo Digital (Ajor) está com inscrições abertas para o Festival 3i Nordeste, que acontece no dia 1º de dezembro, no campus da Universidade de Fortaleza, na capital cearense. Os ingressos já estão à venda no sympla e custam R$ 80 inteira e R$ 40 meia entrada. A programação do evento de discussão [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://marcozero.org/festival-3i-realiza-sua-primeira-edicao-regional-no-ceara/">Festival 3i realiza sua primeira edição regional no Ceará</a> apareceu primeiro em <a href="https://marcozero.org">Marco Zero Conteúdo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A<a href="https://ajor.org.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"> Associação de Jornalismo Digital (Ajor)</a> está com inscrições abertas para o Festival 3i Nordeste, que acontece no dia 1º de dezembro, no campus da Universidade de Fortaleza, na capital cearense. Os ingressos já estão à venda no sympla e custam R$ 80 inteira e R$ 40 meia entrada.</p>



<p>A programação do evento de discussão e networking do jornalismo brasileiro será dividida em mesas, formato típico de debates entre convidados, e oficinas, encontros práticos temáticos com número limitado de participantes. Além disso, o formato de cases, apresentações rápidas de casos de sucesso, vai acontecer pela primeira vez em uma edição regional. A programação completa está disponível no site do Festival 3i.</p>



<p>A cofundadora da Marco Zero Conteúdo e presidenta da Ajor, Carol Monteiro, será mediadora da mesa “Trabalho em Rede”, que terá participação de Géssica Amorim, do <a href="https://instagram.com/coletivoacaua?igshid=OGQ5ZDc2ODk2ZA==" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Coletivo Acauã</a>; Nayara Felizardo, do The Intercept e da <a href="https://instagram.com/cajueira_?igshid=OGQ5ZDc2ODk2ZA==" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Cajueira</a>; e Ana Paula Santos, da <a href="https://instagram.com/amazoniavox?igshid=OGQ5ZDc2ODk2ZA==" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Amazônia Vox</a>.</p>



<p>O 3i é o primeiro evento do Brasil focado em questões essenciais para aquelas e aqueles que querem empreender, inovar e liderar iniciativas digitais de jornalismo. O evento é organizado pela Associação de Jornalismo Digital, que representa mais de 130 organizações de mídia no país, e conta com o apoio da Fundação Ford e da Fundação Heinrich Boll.</p>



<p>“Estamos muito felizes de poder levar este espaço de networking e aprendizado entre estudantes e jornalistas para o Ceará, estado que é casa de diversas iniciativas inovadoras de jornalismo associadas à Ajor. Esperamos que o 3i ajude a inspirar uma nova geração de empreendedores na região e estamos ansiosos para novamente aprender com a experiência de profissionais que estão inovando no jornalismo em todo o Nordeste”, afirmou Maia Fortes, diretora-executiva da Associação.</p>



<p>A fim de promover um evento mais acessível e diverso, a Ajor ofereceu seis bolsas para que estudantes e comunicadores populares dos estados do Maranhão, Piauí, Rio Grande do Norte, Paraíba e Ceará possam participar do evento. Participaram da seleção de bolsas estudantes regulares da graduação em jornalismo em uma universidade dos estados nordestinos mencionados acima ou fazer parte de um coletivo de comunicação popular na região. Entre os critérios de seleção estão: diversidade regional, de gênero, raça, orientação sexual e, caso sejam estudantes de universidades particulares, adesão ao PROUNI ou FIES.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p><strong>Serviço:</strong><br><br>Festival 3i Nordeste – Fortaleza<br>Quando: Sexta, 1º de dezembro de 2023<br>Onde: Unifor (Universidade de Fortaleza) – Av. Washington Soares, 1321 – Edson Queiroz, Fortaleza – CE, 60811-905<br>Horário: 9h às 19h<br>Inscrições: <a href="https://www.sympla.com.br/evento/festival-3i-nordeste-fortaleza/2242283" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://www.sympla.com.br/evento/festival-3i-nordeste-fortaleza/2242283</a></p></blockquote>
<p>O post <a href="https://marcozero.org/festival-3i-realiza-sua-primeira-edicao-regional-no-ceara/">Festival 3i realiza sua primeira edição regional no Ceará</a> apareceu primeiro em <a href="https://marcozero.org">Marco Zero Conteúdo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Iniciativas de jornalismo independente do Nordeste se unem e lançam campanha de financiamento coletivo</title>
		<link>https://marcozero.org/iniciativas-de-jornalismo-independente-do-nordeste-se-unem-e-lancam-campanha-de-financiamento-coletivo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marco Zero Conteúdo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Nov 2023 17:53:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<category><![CDATA[Reportagens]]></category>
		<category><![CDATA[Catarse]]></category>
		<category><![CDATA[financiamento coletivo]]></category>
		<category><![CDATA[jornalismo independente]]></category>
		<category><![CDATA[sustentabilidade]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://marcozero.org/?p=57774</guid>

					<description><![CDATA[<p>O “Balaio Nordeste de Jornalismo Independente” surge com o objetivo de estimular a produção de conteúdo jornalístico de qualidade na região Com o intuito de fortalecer o jornalismo independente do Nordeste, diversas organizações da região se uniram de forma inédita para lançar uma campanha conjunta de financiamento coletivo. A proposta leva o nome de&#160; “Balaio [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://marcozero.org/iniciativas-de-jornalismo-independente-do-nordeste-se-unem-e-lancam-campanha-de-financiamento-coletivo/">Iniciativas de jornalismo independente do Nordeste se unem e lançam campanha de financiamento coletivo</a> apareceu primeiro em <a href="https://marcozero.org">Marco Zero Conteúdo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><em>O “Balaio Nordeste de Jornalismo Independente” surge com o objetivo de estimular a produção de conteúdo jornalístico de qualidade na região</em></p>



<p>Com o intuito de fortalecer o jornalismo independente do Nordeste, diversas organizações da região se uniram de forma inédita para lançar uma campanha conjunta de financiamento coletivo. A proposta leva o nome de&nbsp; “Balaio Nordeste de Jornalismo Independente”. Os recursos arrecadados devem garantir a&nbsp; produção de conteúdo jornalístico de qualidade feito a partir do próprio território. Com a arrecadação online, pretende-se atingir a meta de R$32 mil.</p>



<p>O projeto foi idealizado pela <strong>Marco Zero Conteúdo</strong>, em parceria com o Mestrado de Indústrias Criativas da Unicap e apoio da OAK Foundation e International Fund for Public Interest Media (IFPIM). O Balaio Nordeste de Jornalismo Independente reúne veículos de comunicação distribuídos por oito estados da região, que precisam de apoio e investimento para o desenvolvimento e subsistência das suas atividades.&nbsp;</p>



<p>A ideia surge a partir da necessidade de garantir a manutenção e a existência de um jornalismo plural no Nordeste, feito de maneira independente, sem amarras e qualquer interferência de grandes empresas e grupos políticos nas linhas editoriais dos veículos. Para a jornalista Helena Dias, uma das organizadoras da campanha e integrante do Coletivo Tejucupapos, projetos como esse são importantes para descentralizar as narrativas jornalísticas e ampliar a diversidade de pautas. “São muitas iniciativas de comunicação local nesses territórios que já fazem jornalismo e que precisam do fortalecimento dessa atuação para poder continuar comunicando sem estereótipos”, comenta Helena. “É uma questão de lugar de fala. Quem melhor que o Nordeste para falar do Nordeste?”, provoca a jornalista.</p>



<p>Segundo o Atlas da Notícia, censo que mapeia o jornalismo no Brasil, 56,7% das cidades nordestinas não possuem nenhum veículo de comunicação. Mesmo enfrentando grandes desafios com relação à sustentabilidade financeira, a atuação de coletivos independentes na segunda região mais populosa do Brasil contribui com a mudança desse cenário e também com a luta comprometida com a visibilidade de comunidades e pessoas marginalizadas pela sociedade.&nbsp;</p>



<p>Em uma região marcada pelo esquecimento e a indisposição da cobertura da mídia tradicional hegemônica, são justamente os veículos independentes que cobrem<em> in loco</em>, com constância e de maneira empática pautas relacionadas à nossa cultura e às nossas questões cotidianas. “Isso tem mudado ao longo do tempo, mas a gente ainda vê muito essa identidade nacional marcada por uma identidade branca, de um sotaque sudestino e sulista, quando na verdade a diversidade do Brasil é muito grande, quando esse Nordeste existe e tem suas características que também precisam aparecer na comunicação e no jornalismo”, pontua Helena. E acrescenta, ao destacar a importância da campanha inédita: “ É muito dessas duas coisas: a qualidade do jornalismo e também a disputa de uma identidade que precisa ser mais diversa ao ser retratada”.</p>



<p>A campanha de financiamento coletivo é essencial para que as organizações captem recursos para cobrir despesas administrativas, remunerar suas equipes, adquirir equipamentos audiovisuais e ampliar a cobertura aprofundada de pautas relevantes. Para apoiar, acesse a campanha em catarse.me/balaionordeste e ajude a fortalecer o jornalismo independente e nordestino. As contribuições variam de R$20 a R$500 reais, com recompensas criativas e exclusivas.</p>



<p>Para doar a partir de R$20 acesse: <a href="https://www.catarse.me/balaionordeste" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://www.catarse.me/balaionordeste</a></p>



<h2 class="wp-block-heading"><span class="has-inline-color has-luminous-vivid-orange-color">Organizações participantes</span></h2>



<p><strong>COAR</strong> &#8211; Organização independente de Fact-checking e Debunking que produz reportagens e checagens no Piauí e no Nordeste. Instagram: <a href="https://www.instagram.com/coarnoticias/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">@coarnoticias</a></p>



<p><strong>Coletivo Acauã </strong>&#8211; Veículo de jornalismo independente focado na produção jornalística local e no preenchimento de lacunas noticiosas em municípios considerados desertos de notícias no Sertão e Agreste de Pernambuco. Instagram: <a href="https://www.instagram.com/coletivoacaua" target="_blank" rel="noreferrer noopener">@coletivoacaua</a></p>



<p><strong>Conquista Repórter</strong> &#8211; Organização de mídia local que produz jornalismo independente em Vitória da Conquista, na Bahia, a partir de uma cobertura crítica, plural e humanizada. Instagram:<a href="https://www.instagram.com/conquistareporter" target="_blank" rel="noreferrer noopener"> @conquistareporter</a></p>



<p><strong>Inova.aê </strong>&#8211; Iniciativa que nasce a partir da parceria da Eficientes, uma organização de Jornalismo Independente que aborda a inclusão da pessoa com deficiência na sociedade a partir de diversas perspectivas, levando informação acessível e de qualidade, e da Lume Acessibilidade, uma empresa de consultoria, cursos e treinamentos em acessibilidade para empresas jornalísticas e de produção de conteúdos acessíveis. Instagram: @<a href="https://www.instagram.com/inova.ae_/#" target="_blank" rel="noreferrer noopener">inova.ae_</a></p>



<p><strong>Mangue Jornalismo</strong> &#8211; Associação apartidária e sem fins lucrativos que busca realizar um jornalismo de qualidade e independente com foco no estado de Sergipe e produção de reportagens. Instagram: <a href="https://www.instagram.com/manguejornalismo" target="_blank" rel="noreferrer noopener">@manguejornalismo</a></p>



<p><strong>Malamanhadas Podcast</strong> &#8211; Um projeto independente nascido e criado no Piauí. Busca refletir e debater questões diversas levando em conta a perspectiva de quem vive e/ou produz conhecimento no Nordeste, mudando a ótica de assuntos pautados na sociedade. Se propõe a ser um espaço de diálogo construído e pensado por mulheres feministas e nordestinas com o objetivo de levantar debates que contribuam para a união, protagonismo e garantia de direitos das mulheres. Instagram: <a href="https://www.instagram.com/malamanhadas" target="_blank" rel="noreferrer noopener">@malamanhadas</a></p>



<p><strong>Ocorre Diário</strong> &#8211; Plataforma de comunicação popular e colaborativa, que ousa sonhar-fazer uma comunicação que liberte as potências emancipatórias, dialógicas, plurais e decoloniais da informação. Atuando com foco na promoção dos direitos humanos e da natureza, tendo como mote o exercício da comunicação como potencializadora da cocriação de outros mundos possíveis. Nascemos em 2018, das mentes e corações de jovens comunicadores da Chapada do Corisco (Teresina-PI). Instagram: <a href="https://www.instagram.com/ocorrediario" target="_blank" rel="noreferrer noopener">@ocorrediario</a></p>



<p><strong>Revista Alagoana</strong> &#8211; Coletivo de jornalismo independente em Alagoas que visa protagonizar tradições e, por vezes vozes distantes e ignoradas, das pessoas responsáveis por perpetuar a cultura local. Com conteúdos semanais de salvaguarda, tem o propósito de trazer o melhor da produção cultural com DNA alagoano, para a população alagoana. Instagram: <a href="https://www.instagram.com/revistaalagoana" target="_blank" rel="noreferrer noopener">@revistaalagoana</a></p>



<p><strong>Sargento Perifa</strong> &#8211; Criado através da união dos moradores da comunidade Córrego do Sargento, no bairro da Linha do Tiro, Zona Norte do Recife/PE, com a intenção de mostrar o que acontece na comunidade e dar a devida visibilidade aos moradores, desfazendo o retrato manchado da periferia, apresentado pela mídia tradicional. Instagram: <a href="https://www.instagram.com/sargento_perifa/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">@sargento_perifa</a></p>



<p><strong>Site Coreto</strong> &#8211; Veículo de jornalismo hiperlocal, fundado em 2022, que realiza a cobertura da cidade de Poções e sua microrregião. Atua com três eixos principais: jornalismo, educação midiática e cultura, exercendo um serviço essencial para que a população local tenha acesso à informação e possa participar da vida pública. Instagram: <a href="https://www.instagram.com/sitecoreto/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">@sitecoreto</a></p>



<p><strong>Tejucupapos </strong>&#8211; Iniciativa que atua na Região Metropolitana do Recife, em Pernambuco, com formações e produções de conteúdos jornalísticos locais, fortalecendo práticas de comunicação que contribuam para o desenvolvimento de diversos territórios. Instagram: <a href="https://www.instagram.com/tejucupapos/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">@tejucupapos</a></p>



<p>Orçamento</p>



<p>A nossa meta foi pensada para garantir que os coletivos envolvidos possam manter suas atividades por mais tempo. O valor total será distribuído em:</p>



<p>Divisão entre as organizações participantes &#8211; R$ 27.000 (84,4%)<br>Taxas do Catarse &#8211; R$ 4.160 (13%)</p>



<p>Recompensas &#8211; R$ 840 (2,6%)</p>
<p>O post <a href="https://marcozero.org/iniciativas-de-jornalismo-independente-do-nordeste-se-unem-e-lancam-campanha-de-financiamento-coletivo/">Iniciativas de jornalismo independente do Nordeste se unem e lançam campanha de financiamento coletivo</a> apareceu primeiro em <a href="https://marcozero.org">Marco Zero Conteúdo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Com bolsa de R$ 10 mil, formação em jornalismo antirracista tem inscrições até dia 15 de outubro</title>
		<link>https://marcozero.org/com-bolsa-de-r-10-mil-formacao-em-jornalismo-antirracista-tem-inscricoes-ate-dia-15-de-outubro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marco Zero Conteúdo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Oct 2023 18:30:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Antirracismo]]></category>
		<category><![CDATA[jornalismo independente]]></category>
		<category><![CDATA[mídia independente]]></category>
		<category><![CDATA[racismo]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://marcozero.org/?p=57250</guid>

					<description><![CDATA[<p>O programa formativo online &#8220;O papel do jornalismo periférico e antirracista na proteção das crianças negras&#8221;, iniciativa do Nós, mulheres da periferia, em parceria com Alma Preta Jornalismo e Marco Zero Conteúdo, está com as inscrições abertas até o dia 15 de outubro de 2023. Válido apenas para jornalistas, estudantes de jornalismo e comunicadores com [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://marcozero.org/com-bolsa-de-r-10-mil-formacao-em-jornalismo-antirracista-tem-inscricoes-ate-dia-15-de-outubro/">Com bolsa de R$ 10 mil, formação em jornalismo antirracista tem inscrições até dia 15 de outubro</a> apareceu primeiro em <a href="https://marcozero.org">Marco Zero Conteúdo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O programa formativo online &#8220;O papel do jornalismo periférico e antirracista na proteção das crianças negras&#8221;, iniciativa do <strong>Nós, mulheres da periferia</strong>, em parceria com <strong>Alma Preta Jornalismo</strong> e<em> </em><strong>Marco Zero Conteúdo</strong>, está com as inscrições abertas até o dia<strong> </strong>15 de outubro de 2023. Válido apenas para jornalistas, estudantes de jornalismo e comunicadores com atuação no nordeste do Brasil, o cadastro e participação são gratuitos, e a lista dos selecionados será anunciada em 30 de outubro, por e-mail e nas redes sociais. Os participantes terão a chance de concorrer a uma bolsa no valor de R$ 10 mil, juntamente com a mentoria para produção de uma reportagem.</p>



<p>A ação tem o apoio da <strong>Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal</strong>, organização que atua na defesa da garantia de direitos para a primeira infância.</p>



<p>Serão selecionadas 35 pessoas para participarem, em novembro, de quatro encontros semanais online, sempre às terças-feiras a partir das 18h30. As formações serão ministradas por especialistas nos temas de primeira infância e racismo, numa colaboração com as equipes do<a href="https://nosmulheresdaperiferia.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"> Nós, mulheres da periferia</a> e<a href="https://www.almapreta.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"> Alma Preta Jornalismo</a>. No final, uma oficina prática proporcionará aos jornalistas o aprofundamento no assunto através da escrita sensível e de posicionamento crítico.</p>



<p>As sugestões de pautas, contendo obrigatoriamente o recorte racial, deverão ser propostas em parceria por dois ou mais jornalistas. A dupla ou grupo contemplado pelo edital receberá uma mentoria editorial, realizada em seis encontros no decorrer de 2024, com as equipes do Alma e Nós. A reportagem vencedora será publicada em pelo menos dois veículos independentes e periféricos da região.</p>



<p>Esta proposta representa não apenas a oportunidade de aprendizado, mas também uma porta de entrada para a criação de conteúdo jornalístico inclusivo e interseccional &#8211; sobreposição de opressões e discriminações existentes que recaem principalmente em relação às minorias políticas &#8211; que destaca a importância de olhar para as distintas realidades e territórios ocupados por mulheres e crianças negras.</p>



<p>A intenção é que, cada vez mais, a imprensa brasileira apoie o desenvolvimento de reportagens que promovam a conscientização e a ação pela equidade racial (tanto dentro quanto fora das redações) e da defesa dos direitos das comunidades negras, fortalecendo assim o compromisso com a justiça social na sociedade para a adoção de políticas públicas eficazes.</p>



<p><strong>Clique <a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSex7Rhcil7OOp_6gLNtIRKmK_l_aZ_z9itF7aGGAxfxl56Smg/viewform">aqui</a> para fazer a sua inscrição.</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O perigo da história única</strong></h2>



<p>A escritora nigeriana Chimamanda Ngozi Adichie ofereceu uma perspectiva valiosa sobre o <em>pode</em>r ao afirmar que ele reside na habilidade não apenas de contar as histórias de outras pessoas, e sim de fazê-la sua história definitiva. “Sempre senti que é impossível se envolver direito com um lugar ou uma pessoa sem se envolver com todas as histórias daquele lugar ou daquela pessoa. A consequência da história única é esta: ela rouba a dignidade das pessoas. Torna difícil o reconhecimento da nossa humanidade em comum. Enfatiza como somos diferentes, e não como somos parecidos”, relata no livro<strong> </strong><em><a href="https://www.companhiadasletras.com.br/trechos/14734.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener">O perigo de uma história única</a></em>, publicado em 2018.</p>



<p>Pegar toda a complexidade de uma pessoa e de seu contexto e reduzi-los a um só aspecto, normalmente o negativo, é algo praticado no Brasil desde o período colonial, impondo às populações negras e indígenas condições subalternas e de marginalização. Dessa maneira, seguindo a previsibilidade dos fatos históricos num país de longa trajetória escravocrata, a chegada da imprensa por aqui no século 18, vinda de Portugal, sob o rigoroso monitoramento da Coroa portuguesa, ajudou a massificar, ao longo dos anos, as ideias racistas de exclusão do povo preto. O homem negro, na figura do bandido ameaçador, e a mulher negra, objetificada e sem espaço para a expressão intelectual, são os exemplos dos estereótipos únicos estampados até pouco tempo nos influentes veículos de comunicação do país.</p>



<p>Quando falamos da criança negra, notamos que, aos poucos, ela começa a ser escutada cuidadosamente pelos profissionais de comunicação.</p>



<p>Na contramão da mídia hegêmonica, o programa formativo pretende qualificar a cobertura jornalística antirracista. O foco é ampliar os conhecimentos a respeito das variadas narrativas e investigar os desafios que permeiam o cotidiano das mães, além de garantir as condições de existência das pessoas negras ainda na primeira fase da vida.</p>



<p>Na formação, os debates irão abordar a violência racial e suas manifestações na vida das crianças negras, o papel da política pública no cuidado às mães negras, a presença da criança na família, escola e na sociedade, bem como as melhores práticas e ética na cobertura jornalística dos direitos da primeira infância.</p>



<p>Mayara Penina, especialista em Educação Infantil e diretora de conteúdo do Nós, salienta a relevância dessa formação para fomentar discussões no ecossistema do jornalismo. “Este ciclo formativo tem o objetivo de debater nossa atuação jornalística quando abordamos infâncias negras em todas as editorias. O olhar cuidadoso e responsável para o nosso campo de atuação deve pautar um jornalismo antirracista”.</p>



<p>Já Pedro Borges,editor-chefe da Alma Preta Jornalismo, reconhece que o programa é fundamental para debater o racismo estrutural e seu impacto no cotidiano de mães e crianças negras. “Iniciativas como essas só poderiam vir de uma reunião desses veículos com compromisso com os direitos humanos nas suas diferentes perspectivas e interseccionalidades. Juntos, topamos o desafio de olhar para a primeira infância com olhar mais cuidadoso”.</p>



<p>A gerente de comunicação da Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal, Sheila Ana Calgaro, defende o apoio a iniciativas em rede que incitem o debate no campo da comunicação sobre os direitos de crianças negras, como essencial para a reflexão sobre o racismo. &#8220;Através de projetos de comunicação colaborativos e interconectados, podemos construir um ambiente propício para a reflexão e discussão sobre os direitos das crianças negras, promovendo uma análise profunda do racismo em nossa sociedade.&#8221;</p>



<p>Sérgio Miguel Buarque, coordenador executivo da Marco Zero conta que a equipe da organização está muito empolgado com o início dos trabalhos. &#8220;Um projeto fundamental tanto no conteúdo quanto na forma. No conteúdo, por discutir caminhos para um jornalismo antirracista, comprometido com proteção das crianças negras. Na forma, por fortalecer redes de jornalismo, fora do eixo Rio de Janeiro/São Paulo, atuando de forma colaborativa e integrada.&#8221;</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p><strong>Serviço</strong></p><p><strong>Programa formativo: </strong>O papel do jornalismo periférico e antirracista na proteção das crianças negras.</p><p><strong>Inscrições:</strong> <a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSex7Rhcil7OOp_6gLNtIRKmK_l_aZ_z9itF7aGGAxfxl56Smg/viewform" target="_blank" rel="noreferrer noopener"> Aqui</a></p><p><strong>Prazo final: </strong>15 de outubro.</p><p><strong>Divulgação dos selecionados:</strong> 30 de outubro. </p></blockquote>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Sobre o Nós, mulheres da periferia</strong></h3>



<p>O Nós, mulheres da periferia é um site jornalístico dedicado a repercutir a opinião e a história de mulheres negras e periféricas. Seu compromisso é oferecer um outro jeito de ver os acontecimentos no Brasil e no mundo e contribuir para a construção de uma sociedade plural, antirracista e não patriarcal. Em atividade desde 2014, o objetivo do veículo é democratizar o debate público e aproximá-lo da realidade brasileira, que tem uma população majoritariamente formada por mulheres negras. Seguindo uma linha editorial transparente com suas leitoras e leitores, o fazer jornalístico do Nós, mulheres da periferia é guiado por valores como ética, confiabilidade e independência.<br><br><strong><a href="https://www.nosmulheresdaperiferia.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://www.nosmulheresdaperiferia.com.br/</a></strong></p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Sobre a Alma Preta Jornalismo</strong></h3>



<p>A Alma Preta é uma agência de jornalismo especializada na temática racial. O objetivo é construir um novo formato de gestão de processos, pessoas e recursos através do jornalismo qualificado e independente. A história da agência começou em 2015 como um coletivo de universitários e comunicadores negros, que perceberam desde jovens a necessidade de produzir pautas antirracistas no Brasil. Desde então, o veículo ganhou notoriedade pelo caráter político na produção de nossos conteúdos editoriais por acreditarem que seu trabalho tem o dever de informar, visibilizar e potencializar a voz da população negra.<br><br><strong><a href="http://www.almapreta.com.br">www.almapreta.com.br</a></strong></p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Sobre a Marco Zero Conteúdo</strong></h3>



<p>A Marco Zero Conteúdo é uma organização da sociedade civil, sem fins lucrativos, que tem por objetivo qualificar o debate público promovendo o jornalismo investigativo e independente. Em um cenário de concentração de mídia e perda de credibilidade dos meios de comunicação tradicionais, como vem ocorrendo no Brasil, a Marco Zero aposta na produção de reportagens e conteúdos que exponham as relações de poder, dando destaque a temas de interesse público invisibilizados pela mídia corporativa.</p>



<p><strong>Sobre a Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal</strong></p>



<p>Organização que atua desde 2007 aos direitos da primeira infância. Atua para transformar a vida das crianças do nascimento até os 6 anos, principalmente as mais vulneráveis, abrindo caminho para um futuro com mais perspectivas e um país com mais equidade. Para tanto, elegem quatro prioridades: mobilizar as lideranças públicas, sociais e privadas; sensibilizar a sociedade; fortalecer as funções dos pais e dos adultos responsáveis pelas crianças e melhorar a qualidade da educação infantil no nosso país.</p>



<p><a href="http://www.fmcsv.org.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>www.fmcsv.org.br</strong></a></p>



<blockquote class="wp-block-quote is-style-large is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p><strong>Uma questão importante!</strong><br><br><em>Se você chegou até aqui, já deve saber que colocar em prática um projeto jornalístico ousado custa caro. Precisamos do apoio das nossas leitoras e leitores para realizar tudo que planejamos com um mínimo de tranquilidade. Doe para a Marco Zero. É muito fácil. Você pode acessar nossa</em><a href="https://marcozero.org/assine/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>página de doaçã</strong></a><strong><a href="https://marcozero.org/assine/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">o</a></strong><em>ou, se preferir, usar nosso</em><strong>PIX (CNPJ: 28.660.021/0001-52)</strong><em>.</em></p><p><strong>Apoie o jornalismo que está do seu lado</strong></p></blockquote>
<p>O post <a href="https://marcozero.org/com-bolsa-de-r-10-mil-formacao-em-jornalismo-antirracista-tem-inscricoes-ate-dia-15-de-outubro/">Com bolsa de R$ 10 mil, formação em jornalismo antirracista tem inscrições até dia 15 de outubro</a> apareceu primeiro em <a href="https://marcozero.org">Marco Zero Conteúdo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
