Pescadores culpam dragagem do Porto do Recife por lixo de plástico em alto mar

Maria Carolina Santos / 10/07/2026
A imagem mostra três cenas de uma coleta de lixo marinho feita com armadilhas de pesca de lagosta: garrafas plásticas, sacos e outros resíduos aparecem presos nas grades metálicas e acumulados dentro de um recipiente azul, contrastando com o azul intenso da água ao fundo. O conjunto evidencia o impacto da poluição plástica nos oceanos e o esforço humano para removê-la, revelando como materiais descartados indevidamente acabam misturando-se às ferramentas de pesca e ao ambiente marinho.

Crédito: Reprodução de vídeo/Gustavo Oliveira

Um dia antes de voltar para o alto mar, na terça-feira passada, 7 de julho, o pescador Gustavo Oliveira, 49 anos, contou para a reportagem da Marco Zero que pescou mais plástico do que lagosta na semana anterior. Os covos, armadilhas gradeadas de 70cm X 70cm, voltaram para o barco dele com sacolas plásticas e garrafas velhas. Não parecia lixo recente, diz. “Nunca tinha visto tanto plástico desse jeito nos covos na minha vida”, afirma ele, que pesca desde criança e acredita em uma só explicação: a dragagem do Porto do Recife.

“A gente sabe que esse rio (Capibaribe) tem muita sujeira. A draga pega do porto e joga em alto mar”, denuncia. Segundo ele, o despejo tem sido feito de seis a nove milhas náuticas da costa — perto de onde os pescadores armam covos. “Quando fui pegar minha carteirinha na Marinha, o que mais me avisaram foi que não podia jogar lixo no mar. Sempre trago tudo dentro do barco e jogo no lixo em casa. E aí vem uma draga e polui o mar da gente. Para estar entrando plástico dentro do covo, imagine como não está o fundo do mar!”, critica o pescador, que mora em Brasília Teimosa.

O prejuízo é ambiental e também econômico. Julho está dentro do período em que a pesca da lagosta é liberada pelo Ibama — o defeso da espécie vai de 1º de novembro a 30 de abril. “O lixo com certeza está prejudicando a minha pesca de lagosta. Espanta a lagosta. Quem é que vai ficar numa ruma de lixo dessa?”, questiona o pescador, que registrou em diversos vídeos os covos com plásticos.

Presidente da Colônia de Pescadores Z1, Sandra Lima diz que essa não é a primeira vez que aparece lixo no caminho que a draga percorre no mar. Tanto que quando ficaram sabendo que iria começar o trabalho de dragagem no Porto do Recife procuraram o Ministério Público Estadual e enviaram um ofício para a Defensoria Pública da União (DPU). “O Ministério Público Estadual passou o processo para o Federal e até agora a gente não tem resposta”, relata. O único contato com o Porto do Recife, diz ela, foi pontual, com um funcionário indo até a colônia comunicar as áreas de operação da draga.

Para Sandra Lima, a falta de diálogo com os órgãos competentes repete o que aconteceu em obras anteriores na região. “O mar perto do Porto do Recife está muito sujo. O revolvimento do fundo faz o plástico subir. Se você botar uma rede lá hoje, é só plástico. É essa sujeira que eles estão levando para o alto mar. E isso prejudica a pesca de lagosta e de peixe também”, afirma.

Resíduos do fundo podem voltar a flutuar

A dragagem atual começou em 13 de junho e é executada pela draga Amazone, de bandeira holandesa e sob operação da empresa DTA Engenharia, contratada pelo Porto. De acordo com o órgão, a previsão de conclusão da operação é em novembro. Orçada em R$ 95 milhões de recursos federais, a obra era há muito esperada: vai aprofundar o calado do porto dos atuais 11 metros para 15 metros, permitindo a atracação de navios maiores. A ordem de serviço foi assinada em 12 de junho, em evento no Recife com a presença do vice-presidente da República, Geraldo Alckmin (PSB).

Em nota de esclarecimento enviada à Marco Zero, o Porto do Recife reconhece parte do movimento descrito pelos pescadores. Segundo o texto, a draga “revolve os sedimentos para sua sucção, fazendo com que parte desses resíduos anteriormente depositados no fundo seja deslocada para a coluna d’água e, eventualmente, passe a flutuar”. O Porto, contudo, argumenta que isso “não representa geração de resíduos pela atividade de dragagem, mas sim a mobilização de materiais preexistentes no leito estuarino”, lixo esse descartado irregularmente ao longo de décadas no estuário do rio Capibaribe.

Ainda de acordo com a nota, embarcações de apoio equipadas com redes de arrasto, puçás (uma rede redonda) e ganchos fazem coletas diárias dos resíduos flutuantes nas áreas de atuação da draga. A operação de dragagem também é interrompida a cada 30 minutos, aproximadamente, para a limpeza da tubulação de sucção, quando são removidos os resíduos presos ao equipamento.

De acordo com o Porto do Recife, o material recolhido é separado, acondicionado em bolsas e enviado para um aterro sanitário por empresa licenciada. Desde o início da obra, diz a instituição, já foram retirados do estuário mais de 10 toneladas de resíduos sólidos, sendo a maior parte lixo de plástico, como garrafas e embalagens. Para o Porto do Recife, o número “evidencia que a dragagem, além de cumprir sua finalidade operacional, promove um importante benefício ambiental”.

Sobre o diálogo com as comunidades, o Porto do Recife afirma que, no âmbito do programa de comunicação social da obra, foram realizadas visitas à comunidade pesqueira do Pina, a pescadores que atuam nas proximidades do terminal, a marinas, clubes náuticos e a uma escola de mergulho da região. A nota diz ainda que o empreendimento “cumpriu todas as exigências técnicas e legais aplicáveis”, com autorização ambiental da CPRH e autorização de dragagem expedida pela Capitania dos Portos de Pernambuco.

O que dizem os órgãos de fiscalização

Questionada pela Marco Zero, a Agência Estadual de Meio Ambiente (CPRH) informou que o órgão não recebeu, nos últimos dias, denúncias de pescadores sobre plásticos em covos, nem registros de aumento do volume de resíduos em praias de Pernambuco.

Segundo a agência, o material dragado é destinado a um “bota-fora” oceânico localizado a aproximadamente seis milhas náuticas — pouco mais de 11 quilômetros — da costa, em área previamente licenciada, e os resíduos sólidos de maior dimensão, como plásticos e garrafas PET, são retidos pelas grades das dragas durante a operação.

Todavia, a CPRH também admite a possibilidade de escape. Assim como o Porto do Recife, a agência reconhece que “durante a execução da dragagem, poderá ocorrer o revolvimento dos sedimentos em decorrência das atividades de sucção, ocasionando a ressuspensão de parte do material anteriormente depositado no leito. Como consequência, esses sedimentos poderão ser deslocados para a coluna d’água e, eventualmente, permanecer temporariamente em suspensão ou atingir a superfície”.

Por conta disso, a CPRH diz ter estabelecido a obrigação de o Porto manter monitoramento contínuo da área com pequenas embarcações, “promovendo a imediata coleta de qualquer material que venha a aflorar à superfície da água”. Caso se confirme relação entre a dragagem e os resíduos encontrados pelos pescadores, a CPRH afirma que adotará “as medidas administrativas cabíveis, nos termos da legislação ambiental vigente”.

A Capitania dos Portos de Pernambuco, órgão da Marinha do Brasil, informou em nota que emitiu parecer favorável e autorizou a dragagem de manutenção do canal de acesso ao Porto do Recife, com previsão de encerramento em dezembro de 2026 — um mês após o prazo informado pelo próprio porto. Até o momento, diz a Capitania, não houve registro de denúncias formais sobre a presença de plásticos em covos de pesca na região, nem ocorrência registrada de escape de material das dragas durante a operação ou o descarte.

A Capitania afirma manter fiscalização e monitoramento regulares das atividades, por meio das equipes de Inspeção Naval e do Centro de Coordenação e Controle da Autoridade Marítima, com foco na segurança da navegação e na prevenção da poluição hídrica. Em caso de poluição proveniente de uma das embarcações, cabe ao órgão instaurar procedimento administrativo, notificar o responsável para conter e mitigar o incidente e informar os demais órgãos competentes.

Dragagem também já foi suspeita em ondas de lixo anteriores

As denúncias dos pescadores repetem um roteiro já conhecido. Em maio de 2009, durante outra dragagem no Porto do Recife – que aprofundou o canal de seis para 11,5 metros –, pescadores de Olinda denunciaram que a draga jogava resíduos e lixo perto do litoral, prejudicando a pescaria. “A gente coloca a rede e não pega mais nada. Está prejudicando a área de pesca artesanal”, disse à época o então presidente da Cooperativa dos Pescadores de Olinda, Jorge da Silva, em reportagem do G1.

Os pescadores, que trabalhavam a 12 quilômetros da costa, relatavam mortandade de animais marinhos e pediam que o descarte fosse feito em local mais distante e profundo. O porto respondeu, na ocasião, que todo o trabalho passava por supervisão ambiental, com relatórios enviados à CPRH.

Há registro de denúncias de lixo também em fevereiro de 2022. Naquela época, quantidades atípicas de lixo chegaram até as praias em Jaboatão dos Guararapes, Cabo de Santo Agostinho e Ipojuca enquanto a draga holandesa Lelystad trabalhava no Porto do Recife. Em Ipojuca, a prefeitura recolheu, em um só dia, 20 vezes mais lixo do que o normal, segundo esta reportagem do G1. O material era predominantemente plástico velho, o que levou técnicos municipais e pescadores a suspeitar que a dragagem estivesse levando para o mar aberto o lixo sedimentado no fundo.

Questionada agora pela Marco Zero sobre o resultado daquela investigação, a CPRH descartou que a dragagem foi a causa da onda de lixo de 2022, afirmando que foram registrados à época episódios de chuvas e ventos fortes, “condições que contribuíram para o transporte e a deposição de resíduos nas praias”. A CPRH também informou em nota que “não foi identificada qualquer relação entre a ocorrência desses resíduos nas praias e as atividades de dragagem realizadas no Porto do Recife, não havendo elementos técnicos que indiquem nexo causal entre os eventos”.

  • Abaixo, publicamos a íntegra das notas da Capitania dos Portos, do Porto do Recife e da CPRH:
Nota completa da Capitania dos Portos

Em relação aos questionamentos encaminhados em 7 de julho, pela Marco Zero, a Marinha do Brasil (MB), por intermédio da Capitania dos Portos de Pernambuco, esclarece que, recentemente, emitiu parecer favorável e autorizou o início da dragagem de manutenção do canal de acesso ao Porto do Recife, com previsão de término em dezembro de 2026.

Até o presente momento, a Capitania não recebeu registro oficial de denúncias sobre a presença de plásticos em covos de pesca na região. Também não foi registrada, oficialmente, ocorrência de escape de material das dragas durante a operação de dragagem ou descarte desde o início das atividades.

A Capitania dos Portos de Pernambuco mantém fiscalização e monitoramento regularmente das atividades de dragagem com o objetivo de garantir a segurança da navegação, o ordenamento do espaço aquaviário e a prevenção da poluição hídrica decorrente de embarcações durante a dragagem ou o descarte, por meio das equipes de Inspeção Naval e do Centro de Coordenação e Controle da Autoridade Marítima.

Em caso de poluição hídrica proveniente de uma das embarcações, cabe à Capitania dos Portos instaurar procedimento administrativo para apuração dos fatos e notificar o responsável para adoção imediata das medidas necessárias à contenção e mitigação do incidente. Além disso, cabe informar os órgãos competentes para a adoção das providências cabíveis no âmbito de suas atribuições.

Nota de esclarecimento do Porto do Recife

Em atenção aos questionamentos acerca de suposto espalhamento de resíduos sólidos durante a execução da dragagem do Porto do Recife, esclarecemos que a atividade é realizada em conformidade com os procedimentos operacionais e ambientais previstos para esse tipo de empreendimento, incluindo ações permanentes de monitoramento e recolhimento de resíduos.

A dragagem ocorre na área estuarina do rio Capibaribe, ambiente que, historicamente, apresenta grande quantidade de resíduos sólidos depositados no fundo do leito em decorrência do descarte irregular de materiais ao longo dos anos.

Durante a operação, a draga revolve os sedimentos para sua sucção, fazendo com que parte desses resíduos anteriormente depositados no fundo seja deslocada para a coluna d’água e, eventualmente, passe a flutuar.

É importante destacar que esse fenômeno não representa geração de resíduos pela atividade de dragagem, mas sim a mobilização de materiais preexistentes no leito estuarino, que permaneciam submersos antes do início das operações.

Como medida de controle ambiental, são realizadas diariamente coletas dos resíduos flutuantes nas áreas de atuação da draga. Essa atividade é executada por embarcações de apoio, equipadas com redes de arrasto, puçás e ganchos, permitindo o recolhimento eficiente dos materiais que emergem durante a operação.

Todo o material coletado é retirado da água de forma sistemática, reduzindo sua permanência no ambiente estuarino.

Além disso, os resíduos sólidos também ficam retidos na própria cabeça de dragagem durante a sucção dos sedimentos. Para garantir a eficiência operacional e ambiental, a dragagem é interrompida para limpeza da tubulação de sucção aproximadamente a cada 30 minutos, quando são removidos todos os resíduos que permanecem presos ao equipamento.

Após essa remoção, os resíduos são separados, acondicionados em bags apropriados e desembarcados para destinação ambientalmente adequada. A disposição final é realizada por empresa especializada e devidamente licenciada para o gerenciamento desse tipo de resíduo, em conformidade com a legislação ambiental vigente.

Desde o início da obra, já foram retirados do ambiente estuarino mais de *10.000 kg de resíduos sólidos*, sendo a maior parte composta por materiais plásticos, como garrafas, embalagens de alimentos e outros itens descartados irregularmente. Esse resultado evidencia que a dragagem, além de cumprir sua finalidade operacional, promove um importante benefício ambiental ao remover do leito do rio resíduos acumulados ao longo de muitos anos.

Dessa forma, a operação de dragagem não promove a geração de resíduos no estuário. Ao contrário, a atividade incorpora procedimentos específicos de coleta, remoção, armazenamento e destinação ambientalmente adequada dos resíduos sólidos encontrados no fundo do rio, contribuindo efetivamente para a melhoria das condições ambientais da área. Os resultados obtidos até o momento demonstram esse compromisso, refletido na retirada de mais de 10 toneladas de resíduos do estuário, materiais que permaneceriam depositados no leito do rio caso a dragagem não estivesse sendo executada.

Além das atividades operacionais, a equipe responsável pelo monitoramento ambiental permanece executando as seguintes ações previstas no Programa de Monitoramento Ambiental da dragagem:
* Caracterização ambiental da área;
* Caracterização hidrodinâmica;
* Caracterização do material dragado;
* Monitoramento do tipo de fundo e da qualidade dos sedimentos;
* Monitoramento hidrológico, das plumas de sedimentos, hidrodinâmico e climatológico;
* Monitoramento da biota aquática na área de disposição do material dragado;
* Controle dos aspectos gerais da execução da obra de dragagem;
* Prognóstico dos potenciais impactos ambientais e proposição de medidas mitigadoras;
* Execução do Programa de Comunicação Social;
* Monitoramento e coleta dos resíduos flutuantes.

No âmbito do Programa de Comunicação Social, foram realizadas visitas à comunidade pesqueira do Pina, aos pescadores que atuam nas proximidades do Porto do Recife, às marinas e à escola de mergulho da região. Essas ações tiveram como objetivo fortalecer o diálogo transparente entre o empreendimento e seus públicos de interesse, promovendo a divulgação de informações sobre as atividades de dragagem, seus objetivos, cronograma de execução, potenciais impactos ambientais e as medidas de controle e mitigação adotadas durante a realização da obra.

Os locais que foram realizadas visitas foram:
– Pernambuco Iate Clube
– Escola de Mergulho
– Barqueiros do Marco  Zero
– Catamarã
– Associação de Pescadores
– Estamos em conversa com a Ilha do Maruim
– Cabanga
– Iate Clube
– Ne Marina.

Ressalta-se, ainda, que o empreendimento cumpriu todas as exigências técnicas e legais aplicáveis, atendendo aos protocolos necessários para a obtenção da autorização ambiental emitida pela CPRH, assim como as exigências estabelecidas pela Marinha do Brasil para obtenção da autorização de dragagem expedida pela Capitania dos Portos de Pernambuco. Dessa forma, a execução dos serviços ocorre em conformidade com a legislação ambiental vigente.

Resposta completa da CPRH

A CPRH tem conhecimento dessas denúncias atuais de pescadores? Há alguma apuração em andamento?

Nos últimos dias a Ouvidoria da CPRH não recebeu denúncia referente ao assunto.

Há denúncias de maior volume de lixo achado nas praias de Pernambuco? 

Até a presente data, não há registro, na Ouvidoria da CPRH, de denúncias relacionadas ao aumento significativo do volume de resíduos sólidos nas praias de Pernambuco.

Quais são os protocolos de descarte de material dragado atualmente em vigor? 

O material dragado é destinado ao bota-fora oceânico, localizado a aproximadamente 6 milhas náuticas (cerca de 10 km) da costa, em área previamente licenciada para essa finalidade.

Os resíduos sólidos de maior dimensão, como plásticos, garrafas PET e papéis, são retidos pelas grades das dragas durante a operação, impedindo sua dispersão no ambiente marinho.

Entretanto, durante a execução da dragagem, poderá ocorrer o revolvimento dos sedimentos em decorrência das atividades de sucção, ocasionando a ressuspensão de parte do material anteriormente depositado no leito. Como consequência, esses sedimentos poderão ser deslocados para a coluna d’água e, eventualmente, permanecer temporariamente em suspensão ou atingir a superfície.

Com o objetivo de mitigar esse potencial impacto, a CPRH estabeleceu a obrigatoriedade do Porto realizar o monitoramento contínuo da área de intervenção por meio de pequenas embarcações, promovendo a imediata coleta de qualquer material que venha a aflorar à superfície da água, bem como sua destinação ambientalmente adequada, em conformidade com a legislação vigente.

O que concluiu a investigação de 2022 sobre a relação entre a dragagem e o excesso de lixo nas praias? Foi confirmado que a dragagem foi a causa? 

À época, foram registrados episódios de chuvas intensas e ventos mais fortes, condições que contribuíram para o transporte e a deposição de resíduos nas praias, especialmente nos municípios do Recife e de Jaboatão dos Guararapes.

Ressalta-se que não foi identificada qualquer relação entre a ocorrência desses resíduos nas praias e as atividades de dragagem realizadas no Porto do Recife, não havendo elementos técnicos que indiquem nexo causal entre os eventos.

Caso se confirme relação entre a dragagem e os resíduos, quais medidas a CPRH pode determinar? 

Caso seja confirmada a ocorrência e verificada a responsabilidade pelos fatos, a CPRH adotará as medidas administrativas cabíveis, nos termos da legislação ambiental vigente.

AUTOR
Foto Maria Carolina Santos
Maria Carolina Santos

Jornalista pela UFPE. Fez carreira no Diario de Pernambuco, onde foi de estagiária a editora do site, com passagem pelo caderno de cultura. Contribuiu para veículos como Correio Braziliense, O Globo e Revista Continente. Contato: carolsantos@marcozero.org