Os brasileiros acompanham as eleições dos EUA como se fosse final de Copa do Mundo. Ou a prévia da eleição de 2022. Há motivos para isso: Bolsonaro vinculou tanto seu sucesso ao de Donald Trump, que a derrota deste pode deixar o presidente brasileiro em maus lençóis e acelerar o declínio que levou a extrema-direita ao poder. Na América Latina, a mobilização popular levou a esquerda de volta ao poder na Bolívia e, no Chile, aprovou uma constituinte para jogar no lixo a herança da ditadura de Pinochet. No Arrumadinho dessa semana, Carol Monteiro, Laércio Portela e Inácio França avaliam como essas mudanças nas Américas vão nos afetar.