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	<title>Arquivos Institucional - Marco Zero Conteúdo</title>
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	<description>Jornalismo investigativo que aposta em matérias aprofundadas, independentes e de interesse público.</description>
	<lastBuildDate>Wed, 31 Dec 2025 13:52:19 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Arquivos Institucional - Marco Zero Conteúdo</title>
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	<item>
		<title>O ano da Marco Zero: fechando uma década de desafios e conquistas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Sérgio Miguel Buarque]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 31 Dec 2025 13:52:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Institucional]]></category>
		<category><![CDATA[prestação de contas]]></category>
		<category><![CDATA[Reconhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[Retrospectiva2025]]></category>
		<category><![CDATA[transparência]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em 2025, a Marco Zero completou 10 anos com muitos motivos para comemorar. Ao longo dessa trajetória, publicamos reportagens de interesse público que trouxeram à luz temas relevantes e, muitas vezes, invisibilizados pela mídia tradicional. Foram 3.690 reportagens publicadas em nosso site, acessadas por mais de 5 milhões de pessoas. Também ampliamos significativamente nosso alcance [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://marcozero.org/o-ano-da-marco-zero-fechando-uma-decada-de-desafios-e-conquistas/">O ano da Marco Zero: fechando uma década de desafios e conquistas</a> apareceu primeiro em <a href="https://marcozero.org">Marco Zero Conteúdo</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Em 2025, a Marco Zero completou 10 anos com muitos motivos para comemorar. Ao longo dessa trajetória, publicamos reportagens de interesse público que trouxeram à luz temas relevantes e, muitas vezes, invisibilizados pela mídia tradicional. Foram 3.690 reportagens publicadas em nosso site, acessadas por mais de 5 milhões de pessoas. Também ampliamos significativamente nosso alcance nas redes sociais, onde já somamos mais de 150 mil seguidores. Com trabalho consistente e compromisso com a qualidade e a ética jornalística, nos consolidamos como uma referência no jornalismo independente brasileiro, ocupando espaços relevantes e conquistando importantes reconhecimentos ao longo do caminho.</p>



<p>Para garantir sustentabilidade financeira e independência editorial, construímos, ao longo desse período, um modelo de negócio próprio, transparente e, até aqui, exitoso frente aos desafios que marcam o setor. Mesmo fora do eixo Rio de Janeiro–São Paulo, conseguimos captar, em dez anos, R$ 8.079.811,28 &#8211; recursos que permitiram manter uma equipe de dez pessoas, toda a estrutura necessária para a produção das reportagens e, ainda, contribuir para o fortalecimento de uma rede de jornalismo independente no Nordeste. Não está sendo fácil, mas estamos muito orgulhosos do que construímos até aqui.</p>



<p>Essa base foi fundamental para enfrentar um dos anos mais desafiadores da nossa história recente. Pela primeira vez desde que adquirimos nossa independência financeira, em 2025 captamos bem menos recursos do que no ano anterior. Em comparação com 2024, a queda foi de 52%. O corte pela metade do orçamento se deu com o fim da parceria com o Fundo Internacional para Mídia de Interesse Público (IFPIM). Com isso, nossas receitas se concentraram, basicamente, no grant da Fundação OAK.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>Ao todo, foram R$ 532.591,34 captados em 2025:</p>



<p>* OAK – R$ 459.718,08</p>



<p>* AS-PTA – R$ 38.207,25</p>



<p>* Un Verteilen – R$ 19.055,68</p>



<p>* Doações individuais – R$ 15.610,33</p>
</blockquote>



<p>Aqui cabe uma observação importante. Em 2025, conseguimos bater o recorde de doações individuais — aquelas em que, espontaneamente, nossos leitores contribuem com pequenas quantias. Esse resultado reforça a importância da nossa comunidade de leitores e aponta um caminho estratégico: em 2026, vamos investir em campanhas e estrutura para ampliar essa fonte de recursos.</p>



<p>As restrições financeiras de 2025 tiveram impactos diretos sobre nossa capacidade produtiva e, consequentemente, sobre o alcance do conteúdo publicado. Com menos recursos, priorizamos a manutenção da qualidade e do volume da produção jornalística, mesmo tendo que abrir mão, por enquanto, do programa de fortalecimento da rede de jornalismo independente no Nordeste. Ainda assim, não foi necessário demitir ninguém da equipe &#8211; perdemos uma repórter que, para nosso orgulho, foi iniciar um doutorado na Bahia, e não conseguimos repor a vaga. Para garantir essa estabilidade mínima, utilizamos parte do nosso fundo de reserva, por uma causa que consideramos justa.</p>



<p>Esse cenário se refletiu nos números. Em 2025, publicamos 312 reportagens, contra 456 no ano anterior, e registramos queda nos indicadores de audiência do site:</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>* Usuários ativos: 662 mil (–39,4%)</p>



<p>* Visualizações: 971 mil (–39,7%)</p>



<p>* Contagem de eventos: 5,6 milhões (–40,1%)</p>
</blockquote>



<p>Ainda assim, mantivemos a qualidade e a relevância editorial do conteúdo publicado, como demonstram os temas que mobilizaram nossa audiência ao longo do ano e o reconhecimento profissional recebido.</p>


	<div class="informacao mx-md-5 px-5 py-4 my-5" style="--cat-color: #7BDDDD;">
		<span class="titulo text-uppercase mb-3 d-block"></span>

		<p><strong>As reportagens mais acessadas do ano ajudam a compreender os assuntos que despertaram maior interesse do público e refletem a diversidade de pautas acompanhadas pela Marco Zero:</strong></p>
<p>1. <a href="https://marcozero.org/como-um-shopping-center-se-tornou-o-lugar-mais-quente-do-recife/" target="_blank" rel="noopener">Como um shopping center se tornou o lugar mais quente do Recife</a> – 61.877 visualizações</p>
<p>2. <a href="https://marcozero.org/evangelicos-promovem-cercos-a-terreiros-para-intimidar-candomble/" target="_blank" rel="noopener">Evangélicos promovem “cercos” a terreiros para intimidar candomblé</a> – 48.107 visualizações</p>
<p>3. <a href="https://marcozero.org/aerogerador-desaba-em-parque-eolico-que-voltou-a-operar-apos-liminar-da-justica/" target="_blank" rel="noopener">Aerogerador desaba em parque eólico que voltou a operar após liminar da Justiça</a> – 38.407 visualizações</p>
<p>4. <a href="https://marcozero.org/ossos-humanos-loucas-e-ceramicas-sao-encontrados-em-reforma-do-mosteiro-de-sao-bento-em-olinda/" target="_blank" rel="noopener">Ossos humanos, louças e cerâmicas são encontrados em reforma do Mosteiro de São Bento, em Olinda</a> – 28.737 visualizações</p>
<p>5. <a href="https://marcozero.org/silencio-da-prefeitura-sobre-ponte-casa-forte-cordeiro-gera-medo-na-comunidade-santana/" target="_blank" rel="noopener">Silêncio da prefeitura sobre ponte Casa Forte–Cordeiro gera medo na comunidade Santana</a> – 28.195 visualizações</p>
<p>6. <a href="https://marcozero.org/fechamento-da-faculdade-damas-expoe-crise-do-ensino-superior-privado/" target="_blank" rel="noopener">Fechamento da Faculdade Damas expõe crise do ensino superior privado</a> – 21.631 visualizações</p>
<p>7. <a href="https://marcozero.org/assembleia-de-deus-quer-ganhar-terreno-publico-onde-deveria-ser-uma-praca-em-olinda/" target="_blank" rel="noopener">Assembleia de Deus quer ganhar terreno público onde deveria ser uma praça, em Olinda</a> – 29.511 visualizações</p>
<p>8. <a href="https://marcozero.org/do-lazer-ao-consumo-o-que-muda-nos-parques-do-recife-com-a-privatizacao/" target="_blank" rel="noopener">Do lazer ao consumo: o que muda nos parques do Recife com a privatização</a> – 18.977 visualizações</p>
<p>9. <a href="https://marcozero.org/distrito-guararapes-vai-ter-873-kitnets-com-metro-quadrado-mais-caro-que-a-media-do-recife/" target="_blank" rel="noopener">Distrito Guararapes vai ter 873 kitnets com metro quadrado mais caro que a média do Recife</a> – 18.612 visualizações</p>
<p>10. <a href="https://marcozero.org/prefeitura-do-recife-quer-acabar-com-a-lei-dos-12-bairros-denunciam-urbanistas/" target="_blank" rel="noopener">Prefeitura do Recife quer acabar com a Lei dos 12 Bairros, denunciam urbanistas</a> – 17.489 visualizações</p>
	</div>



        <figure class="wp-block-image my-5 img-center text-center">
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                <source media="(max-width: 799px)" srcset="https://marcozero.org/wp-content/uploads/2025/06/Trabalho-com-palha-de-Carnauba-no-Ceara_-11-300x200.jpg">
                <source media="(min-width: 800px)" srcset="https://marcozero.org/wp-content/uploads/2025/06/Trabalho-com-palha-de-Carnauba-no-Ceara_-11-1024x683.jpg">
                <img decoding="async" src="https://marcozero.org/wp-content/uploads/2025/06/Trabalho-com-palha-de-Carnauba-no-Ceara_-11-1024x683.jpg" alt="Francisca da Silva dos Santos, Santinha. Artesã de palha de carnaúba" class="" loading="lazy" >
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	                        <figcaption class="legenda-credito mx-md-5">
	                                        <p class="m-0">Foto finalista do Prêmio Sebrae 2025</p>
	                
                                            <span>Crédito: Inês Campelo/MZ</span>
                                    </figcaption>
                    </figure>

	


<p>Apesar das limitações impostas pelo cenário financeiro, 2025 também foi um ano de fortalecimento do diálogo com o público, reconhecimento profissional e ampliação de parcerias.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Redes sociais em alta</h2>



<p>Aumentamos significativamente nossa presença digital. No Instagram, nosso principal canal de interação com o público, alcançamos 7.786.206 interações &#8211; um crescimento de 22% em relação ao ano anterior. Nos comentários, um importante indicador da relação com os leitores, o crescimento foi de 122%, passando de 17.836 para 39.649. Também ampliamos substancialmente o número de seguidores, chegando à marca de 91.163 (+44%).</p>



<h2 class="wp-block-heading">Prêmios importantes</h2>



<p>Em 2025, conquistamos três prêmios relevantes de jornalismo.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Prêmio Cristina Tavares</h3>



<p>A reportagem <a href="https://marcozero.org/os-desertos-do-sertao/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Os desertos do sertão</a>, do editor Inácio França, da repórter Giovanna Carneiro, com fotos de Arnaldo Sete, recebeu o Prêmio Cristina Tavares na categoria Texto, concedido pelo Sindicato dos Jornalistas Profissionais de Pernambuco em parceria com a Federação Nacional dos Jornalistas.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Prêmio Jornalista Inaldo Sampaio</h3>



<p>A reportagem <a href="Haut: a ascensão e queda da construtora que prometia luxo e civilidade no Recife," target="_blank" rel="noreferrer noopener">Haut: a ascensão e queda da construtora que prometia luxo e civilidade no Recife,</a> escrita por Maria Carolina Santos, ficou em primeiro lugar na categoria Webjornalismo ou Jornalismo Impresso do Prêmio Jornalista Inaldo Sampaio, organizado pelo Tribunal de Contas de Pernambuco (TCE-PE).</p>



<h3 class="wp-block-heading">Prêmio Sebrae de Jornalismo</h3>



<p>A reportagem<a href="https://marcozero.org/tecendo-o-futuro-com-as-proprias-maos/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"> Tecendo o futuro com as próprias mãos</a>, de Inês Campelo e Sérgio Miguel Buarque, conquistou o primeiro lugar na categoria Jornalismo em Texto na etapa estadual do Prêmio Sebrae de Jornalismo. Na mesma premiação, o repórter fotográfico Arnaldo Sete ficou em segundo lugar na categoria Fotojornalismo com imagens da reportagem “Gado com asas”: abelhas aumentam a renda dos sertanejos e ajudam a proteger a caatinga, e Inês Campelo obteve o terceiro lugar com a foto da reportagem Tecendo o futuro com as próprias mãos.</p>



        <figure class="wp-block-image my-5 img-center text-center">
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                <img decoding="async" src="https://marcozero.org/wp-content/uploads/2024/07/abelha-5-flor-abre.jpg" alt="A imagem retrata uma cena da natureza, focando em uma abelha em voo se aproximando de um agrupamento de flores roxas em uma planta verde. O fundo está desfocado, destacando a nitidez da abelha e das flores." class="" loading="lazy" >
            </picture>

	                        <figcaption class="legenda-credito mx-md-5">
	                                        <p class="m-0">Foto finalista do Prêmio Sebrae em 2025</p>
	                
                                            <span>Crédito: Arnaldo Sete/Marco Zero</span>
                                    </figcaption>
                    </figure>

	


<h2 class="wp-block-heading">Parcerias estratégicas</h2>



<p>Ao longo do ano, mantivemos e ampliamos parcerias com organizações de mídia independente de diversas regiões do país, reafirmando uma prática que acompanha a Marco Zero desde sua fundação. Duas iniciativas merecem destaque. Durante a COP30, em Belém (PA), republicamos conteúdos produzidos por uma aliança de 21 veículos que integram a Casa do Jornalismo Socioambiental. Os leitores também puderam acessar conteúdos especiais dos sites parceiros Amazônia Vox e Amazônia Real.</p>



<p>Em novembro, publicamos doze entrevistas em parceria com o projeto de extensão Cartografias do Frevo, desenvolvido por professores e estudantes do Departamento de Comunicação da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). A iniciativa busca mapear a contemporaneidade do frevo a partir de entrevistas com mestres, músicos, passistas e artistas que reinventam o ritmo.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Presença ativa no ecossistema de mídia independente</h2>



<p>Em 2025, o trabalho da Marco Zero ganhou destaque em espaços centrais do jornalismo investigativo brasileiro. O especial <a href="https://marcozero.org/a-reinvencao-do-nordeste/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">A reinvenção do Nordeste </a>&#8211; série de 11 reportagens produzidas em parceria com a Rede de Assistência Técnica e Extensão Rural de Agroecologia (Rede Ater NE), a partir de uma extensa apuração no sertão da Bahia, Ceará e Paraíba &#8211; foi um dos nove trabalhos selecionados, entre 135 inscritos de todo o país, para apresentação no 20º Congresso Internacional de Jornalismo Investigativo da Abraji. A série foi o único trabalho de um veículo nordestino entre os escolhidos e foi apresentada pela repórter Maria Carolina Santos.</p>



<p>A atuação da Marco Zero também se fortaleceu no campo da articulação institucional, da cooperação internacional e da defesa do jornalismo de interesse público. Inês Campelo e Sérgio Miguel Buarque participaram do evento Conexión Latam: O Impacto da Mídia Latino-Americana, voltado à troca de experiências e à construção de sinergias entre iniciativas jornalísticas da região. A repórter Jennifer Oliveira representou a Marco Zero no FALA! – Festival de Comunicação, Culturas e Jornalismo de Causas, realizado em Brasília, enquanto o editor Inácio França participou do <a href="https://rededeprotecao.org.br/4o-encontro-nacional/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">4º Encontro Nacional da Rede de Proteção de Jornalistas e Comunicadores</a>, em Salvador, espaço dedicado ao fortalecimento de estratégias de proteção a comunicadores em risco e à definição das diretrizes da Rede até 2026.</p>



<p>Mesmo diante de um ano marcado por restrições orçamentárias e escolhas difíceis, a Marco Zero não recuou de seus princípios editoriais nem do compromisso com o jornalismo de interesse público. Ao completar uma década de existência, seguimos convencidos de que produzir informação qualificada, crítica e independente a partir do Nordeste é não apenas necessário, mas urgente. A continuidade desse trabalho depende diretamente do apoio de quem nos lê: seja por meio de doações, que ajudam a sustentar a independência editorial, seja pelo compartilhamento do nosso conteúdo, que amplia o alcance das reportagens e fortalece o direito à informação. Entramos em 2026 com desafios evidentes, mas também com uma base sólida e a convicção de que o jornalismo que fazemos só se mantém vivo com a participação ativa da nossa comunidade de leitores.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Descentralizar para existir: como o apoio ao jornalismo local reconstrói o Brasil real</title>
		<link>https://marcozero.org/descentralizar-para-existir-como-o-apoio-ao-jornalismo-local-reconstroi-o-brasil-real/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Marco Zero Conteúdo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Apr 2025 14:21:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Institucional]]></category>
		<category><![CDATA[Atlas da Notícia]]></category>
		<category><![CDATA[jornalismo independente]]></category>
		<category><![CDATA[jornalismo local]]></category>
		<category><![CDATA[mídia e democracia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>por Carolina Oms, Daiene Mendes e Letícia Tavares* Quando a única escola municipal de uma pequena cidade do interior fecha suas portas, quem conta essa história? Quando uma área de preservação ambiental é ameaçada na periferia de uma metrópole, quem registra os reais problemas da comunidade local? O jornalismo é o tecido que conecta as [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>por</strong> <strong>Carolina Oms, Daiene Mendes e Letícia Tavares*</strong></p>



<div class="wp-block-media-text is-stacked-on-mobile is-vertically-aligned-center" style="grid-template-columns:16% auto"><figure class="wp-block-media-text__media"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="736" src="https://marcozero.org/wp-content/uploads/2025/04/Marca-FAJ-1024x736.png" alt="" class="wp-image-70354 size-full" srcset="https://marcozero.org/wp-content/uploads/2025/04/Marca-FAJ-1024x736.png 1024w, https://marcozero.org/wp-content/uploads/2025/04/Marca-FAJ-300x216.png 300w, https://marcozero.org/wp-content/uploads/2025/04/Marca-FAJ-768x552.png 768w, https://marcozero.org/wp-content/uploads/2025/04/Marca-FAJ-150x108.png 150w, https://marcozero.org/wp-content/uploads/2025/04/Marca-FAJ.png 1080w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure><div class="wp-block-media-text__content">
<p>Quando a única escola municipal de uma pequena cidade do interior fecha suas portas, quem conta essa história? Quando uma área de preservação ambiental é ameaçada na periferia de uma metrópole, quem registra os reais problemas da comunidade local? O jornalismo é o tecido que conecta as pessoas às realidades de seus territórios, e sua ausência representa um vazio difícil demais para carregar. </p>
</div></div>



<p>A pandemia de 2020 nos ensinou que, para construir um Brasil possível, precisamos de um novo acordo sobre a produção e a distribuição de informação confiável. Para isso, é fundamental o reconhecimento do jornalismo que atua onde a vida acontece: nos bairros, nas pequenas cidades, nas periferias e nos interiores. É nas esferas mais próximas da vida cotidiana que as decisões políticas têm efeitos concretos e imediatos sobre a população, em que são construídas &#8211; ou apagadas &#8211; as identidades e também as memórias.</p>



<p>Segundo a última edição do Atlas da Notícia, mais de 2.700 municípios brasileiros não contam com nenhum veículo de jornalismo local. Neles, vivem mais de 26 milhões de pessoas. Isso sem contar as áreas periféricas de grandes cidades ou grupos populacionais que, embora possam ter acesso, não se reconhecem na cobertura feita pela imprensa tradicional.</p>



<p>Essa ausência não é neutra: ela enfraquece a participação da sociedade no debate público, favorece a manutenção de currais eleitorais, dificulta o acesso a direitos básicos e desestimula a ação política. Por isso, acreditamos que investir em jornalismo local é fundamental.</p>



<p>Os desertos de notícias afetam desproporcionalmente mulheres, pessoas negras e indígenas, cujas realidades e perspectivas são frequentemente invisibilizadas na cobertura tradicional. O jornalismo local, quando produzido por e para essas comunidades, torna-se uma ferramenta poderosa de resistência contra o apagamento sistemático de suas narrativas. Quando vozes diversas ocupam espaços de produção jornalística, questões como violência de gênero, racismo estrutural e distribuição desigual de recursos públicos ganham dimensão política e visibilidade necessárias para gerar transformações concretas, promovendo equidade em territórios historicamente marginalizados pelo poder público e pela mídia hegemônica.</p>



<p>A centralidade do jornalismo local reside justamente na sua capacidade de produzir uma informação que não apenas &#8220;olha para&#8221; o território, mas que o enxerga com suas diversidades, potências e complexidades. Em muitos locais, sobretudo nas periferias urbanas e nas regiões em condição de pobreza e desigualdades estruturais, a cobertura realizada por quem vivencia o cotidiano e compreende suas subjetividades é essencial para combater estereótipos, denunciar desigualdades e ampliar a representação política e simbólica.</p>



<p>É nesse contexto que nasce o<a href="https://fundodejornalismo.com.br/"> Fundo de Apoio ao Jornalismo (FAJ)</a>, uma iniciativa voltada a fortalecer os ecossistemas de jornalismo no Brasil. Em sua primeira rodada de apoios, o fundo vai apoiar veículos locais, com especial atenção para regiões com pouca ou nenhuma cobertura jornalística e comunidades historicamente sub-representadas.</p>



<p>A proposta é colaborar com a descentralização dos recursos destinados a iniciativas de jornalismo, hoje concentradas majoritariamente nos grandes centros. Ainda de acordo com o Atlas da Notícia, mais de 76% do financiamento ao jornalismo no Brasil vai para veículos localizados em grandes cidades.</p>



<p>Além disso, organizações de jornalismo no Nordeste, Norte e Centro-Oeste do Brasil são menos propensas a receber financiamento, o que limita sua capacidade de oferecer uma cobertura aprofundada sobre questões locais.</p>



<p>No processo de criação do FAJ, promovemos um processo de escuta com profissionais que atuam no jornalismo de todo o país, para garantir que sua estrutura fosse construída a partir das necessidades reais das organizações. Foram realizados, além de um levantamento bibliográfico, estudos sobre modelos de fundos de jornalismo já existentes. Os resultados, divulgados no relatório <a href="https://fundodejornalismo.com.br/#relatorio"><em><u>Descentralizar, ampliar e aprofundar: o financiamento do jornalismo no Brasil</u></em></a>, reforçam a preocupação com a resiliência de iniciativas locais: a maioria dos respondentes indicou que os recursos deveriam ser priorizados para veículos que atuam em territórios específicos, evidenciando a necessidade de descentralizar os investimentos.</p>



<p>A ideia do fundo é atuar em três frentes principais: apoiar financeiramente veículos locais por prazos mais longos que os atuais, promover capacitação e fortalecimento institucional e incentivar práticas sustentáveis de cogestão e produção.</p>



<p>Ao oferecer apoio institucional nesses moldes e com foco no médio e longo prazo, o Fundo busca ir além dos modelos tradicionais baseados em editais pontuais, apostando numa abordagem que considera o desenvolvimento organizacional, a capacitação e a estabilidade financeira como pilares centrais.</p>



<p>A escolha do FAJ de iniciar sua trajetória com o apoio ao jornalismo local é uma demonstração de reconhecimento diante do histórico movimento pela diversidade e pluralidade de vozes no jornalismo brasileiro. Fortalecer e compreender como operam e a quem servem os diferentes atores do ecossistema do jornalismo no Brasil é uma oportunidade excepcional. As <a href="https://fundodejornalismo.com.br/#edital"><u>inscrições do edital</u></a> estão abertas até o dia 27 de maio no site do Fundo.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p><em>*Carolina Oms, diretora de Comunicação e Parcerias do FAJ</em></p>



<p><em>*Daiene Mendes, diretora Programática no FAJ</em></p>



<p><em>*Letícia Tavares, diretora de Operações do FAJ</em></p>
</blockquote>
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]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>O ano da Marco Zero: jornalismo do Nordeste e para o Nordeste</title>
		<link>https://marcozero.org/o-ano-da-marco-zero-jornalismo-do-nordeste-e-para-o-nordeste/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sérgio Miguel Buarque]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 31 Dec 2023 19:30:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Institucional]]></category>
		<category><![CDATA[2023]]></category>
		<category><![CDATA[balanço]]></category>
		<category><![CDATA[Relatório de atividades]]></category>
		<category><![CDATA[retrospectiva]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A mudança na Presidência da República criou, em 2023, um ambiente de menos tensão entre poder público e jornalistas, abrindo canais de diálogo que estavam obstruídos. Mesmo assim, a extrema-direita continua forte no país, as ameaças à democracia ainda não foram totalmente dissipadas e o papel da mídia independente segue fundamental. Neste contexto, a Marco [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A mudança na Presidência da República criou, em 2023, um ambiente de menos tensão entre poder público e jornalistas, abrindo canais de diálogo que estavam obstruídos. Mesmo assim, a extrema-direita continua forte no país, as ameaças à democracia ainda não foram totalmente dissipadas e o papel da mídia independente segue fundamental. Neste contexto, a <strong>Marco Zero</strong> focou suas energias em três pontos estratégicos que interagem e são complementares: (1) produção de conteúdo jornalístico que ajudem a qualificar o debate público; (2) desenvolvimento institucional e captação de recursos e (3) construção e fortalecimento de uma rede de organizações de jornalismo independentes do Nordeste.</p>



<p>A produção de conteúdo permaneceu estável em 2023, com 441 artigos publicados em nosso site (ano passado foram 442). Esse conteúdo gerou 1.257.019 de visualizações (+34,15%), com 857.655 (+32,96%) usuários e 6.120.846 (+13,34%) contagem de eventos. É importante observar que neste período houve uma mudança no Google Analytics, e as comparações apresentadas já foram ajustadas conforme necessário.</p>



<h3 class="wp-block-heading">As três reportagens mais lidas do ano foram:</h3>



        <div class="leia-tambem d-flex flex-column py-2 my-4 my-md-5">
            <span class=" d-block mb-2">MAIS SOBRE ESSE ASSUNTO:</span>

            <div class="d-flex flex-column">
                <a href="https://marcozero.org/justica-de-pernambuco-manda-despejar-agricultor-do-sitio-onde-ele-vive-desde-que-nasceu/" class="titulo">Justiça de Pernambuco manda despejar agricultor do sítio onde ele vive desde que nasceu</a>
	                    <div class="tags d-flex mt-3 flex-wrap">
            
		            </div>
	            </div>
        </div>

		


        <div class="leia-tambem d-flex flex-column py-2 my-4 my-md-5">
            <span class=" d-block mb-2">MAIS SOBRE ESSE ASSUNTO:</span>

            <div class="d-flex flex-column">
                <a href="https://marcozero.org/objetivo-das-ameacas-as-escolas-e-causar-panico-avisam-especialistas/" class="titulo">&#8220;Objetivo das ameaças às escolas é causar pânico&#8221;, avisam especialistas</a>
	                    <div class="tags d-flex mt-3 flex-wrap">
                            <a href="https://marcozero.org/formatos/reportagem/" class="btn text-uppercase me-2 mb-2">Reportagem</a>
            
		                    <a href="https://marcozero.org/temas/educacao/" class="btn text-uppercase me-2 mb-2">Educação</a>
			        </div>
	            </div>
        </div>

		


        <div class="leia-tambem d-flex flex-column py-2 my-4 my-md-5">
            <span class=" d-block mb-2">MAIS SOBRE ESSE ASSUNTO:</span>

            <div class="d-flex flex-column">
                <a href="https://marcozero.org/pao-circo-e-barbarie-no-mix-mateus/" class="titulo">Pão, circo e barbárie no Mix Mateus</a>
	                    <div class="tags d-flex mt-3 flex-wrap">
            
		            </div>
	            </div>
        </div>

		


<p>Em relação às redes sociais, a<strong> Marco Zero </strong>experimentou um crescimento significativo em 2023, atingindo a meta de 50.000 seguidores no Instagram. A plataforma TikTok mostrou um crescimento rápido de seguidores a cada novo vídeo. O perfil no Twitter demonstrou crescimento constante, exceto ao cobrir tópicos altamente virais, ganhando seguidores durante coberturas locais quentes que outros veículos de mídia não cobriram.</p>



<p>Neste ano, também tivemos a possibilidade de trabalhar em parceria com outras organizações de jornalismo independente de todo o Brasil, especialmente do Nordeste. Esse intercâmbio promoveu uma troca de experiências importante e enriqueceu a autoridade do ecossistema de mídias independentes.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p><strong>Métricas das redes sociais</strong></p>



<p><strong>Instagram</strong>:</p>



<p>Seguidores: 51.714 (+26%)</p>



<p>Impressões totais: 6.411.963 (-1,9%)</p>



<p>Alcance total: 4.014.195 (+7%)</p>



<p><strong>Facebook</strong>:</p>



<p>Curtidas na página: 20.945 (-0,41%)</p>



<p>Alcance da página: 252.962 (+21%)</p>



<p><strong>TikTok</strong>:</p>



<p>Seguidores: 2.037 (+429%)</p>



<p>Visualizações de vídeo: 353.487 (+574%)</p>



<p>Curtidas: 28.384 (+462%)</p>



<p><strong>Twitter</strong>:</p>



<p>Seguidores: 20.500 (+8%)</p>



<p>Impressões totais: 2.973.000 (-20%)</p>
</blockquote>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Desenvolvimento institucional (ou: mais dinheiro, mais jornalismo)</strong></h3>



<p>Uma notícia, em fevereiro, foi fundamental para o fortalecimento institucional da<strong> Marco Zero</strong>. Fomos uma das dez organizações de jornalismo independente do mundo selecionadas para receber apoio financeiro do <a href="https://ifpim.org/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Fundo Internacional para Mídia de Interesse Público (IFPIM).</a> Mais de 200 projetos concorreram ao edital, lançado em maio de 2022. Ao final de um longo processo de avaliação, o IFPIM selecionou a <strong>Marco Zero</strong>, junto com outras nove iniciativas de mídia digital e uma coalizão multissetorial para financiamento de subsídios. Foram contempladas organizações da África do Sul, Colômbia, Nepal, Níger, Serra Leoa, Tunísia e Ucrânia. Do Brasil também foi selecionado também O Nexo.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p><strong>Desde janeiro de 2023, captamos R$ 1.214.858,96. Os recursos vieram das seguintes fontes:</strong></p>



<p><strong>OAK </strong>– R$ 636.037,29</p>



<p><strong>Ifpim </strong>– R$ 310.244,67</p>



<p><strong>International Center for Journalists</strong> <strong> (ICFJ)</strong> – R$ 70.770,00</p>



<p><strong>Fundação Heinrich Böll</strong> – R$ 11.000,00</p>



<p><strong>Report for the World</strong> &#8211; R$ 66.324,00</p>



<p><strong>Fundação Tide Setubal </strong>&#8211; R$ 100.000,00</p>



<p><strong>Nós, Mulheres da Periferia</strong> – 6.550,00</p>



<p><strong>Doação pessoas físicas</strong> – R$ 13.983</p>
</blockquote>



<p>Ainda iniciamos a padronização e documentação dos processos administrativos e de controle, criando diretrizes para, entre outros, prestação de serviço, pagamento de benefícios aos colaboradores e política de pagamento de diárias durante as viagens de trabalho.</p>



<hr class="wp-block-separator has-css-opacity" />



        <figure class="wp-block-image my-5 img-center text-center">
            <picture>
                <source media="(max-width: 799px)" srcset="https://marcozero.org/wp-content/uploads/2023/12/IC100615_PQ_-14-300x200.jpg">
                <source media="(min-width: 800px)" srcset="https://marcozero.org/wp-content/uploads/2023/12/IC100615_PQ_-14.jpg">
                <img decoding="async" src="https://marcozero.org/wp-content/uploads/2023/12/IC100615_PQ_-14.jpg" alt="" class="" loading="lazy" width="440">
            </picture>

	                        <figcaption class="legenda-credito mx-md-5">
	                                        <p class="m-0">Crédito: Inês Campelo / MZ Conteúdo
</p>
	                
                                    </figcaption>
                    </figure>

	


<p class="has-text-align-center"><em>Em maio, Carol Monteiro, cofundadora da <strong>Marco Zero</strong>, foi eleita para a presidência do Conselho Deliberativo e Executivo da Associação de Jornalismo Digital (Ajor<strong>)</strong></em></p>



<hr class="wp-block-separator has-css-opacity" />



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Caiu na rede é jornalismo</strong></h3>



<p>Lançamos em junho o programa “<a href="https://marcozero.org/jornalismo-independente-no-ne-desafios-e-solucoes/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Jornalismo Independente no NE: desafios e soluções”</a>. Na primeira etapa do programa, foi realizado um cursos, em parceria com o Mestrado de Indústrias Criativas da Universidade Católica de Pernambuco, para profissionais de organizações de jornalismo independente que atuem na região Nordeste e para organizações de jornalismo que fazem parte do Mapa da Mídia Independente e Popular de Pernambuco.</p>



<p>O curso, com 42 horas/aulas, foi dividido em quatro módulos: Formalizando o jornalismo independente; Presença digital – o que você precisa saber sobre o mundo digital; O poder da indústria criativa; Construção de projetos e captação de recursos. Ao todo, tivermos a inscrição de 47 participantes (eram 30 vagas iniciais mas, devido a grande procura, ampliamos o número).</p>



<p>A segunda etapa do Programa, ainda em andamento (o projeto já tem recursos assegurados para continuar em 2024), consiste a realização de mentorias. Após o curso, selecionamos:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Seis organizações que estão participando da mentoria de Formalização com os custos iniciais (de cartório, por exemplo) pagos pela Marco Zero;</li>



<li>Cinco organizações para a mentoria que está orientando a construção, publicação e distribuição nas redes sociais de uma matéria especial com bolsa no valor de R$ 2 mil para cada organização;</li>



<li>Dezesseis organizações para a mentoria ajudou a construir e colocar no ar uma campanha de coletiva de captação de recursos (uma campanha de financiamento coletivo no Catarse), com os recursos captados sendo divididos no final. O resultado foi a campanha “<a href="https://www.catarse.me/balaionordeste" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Balaio Nordeste de Jornalismo Independente</a>”, onde além de captar recursos, as organizações participantes tiveram a experiência de planejar e executar todas as etapas de elaboração de uma campanha de financiamento coletivo.</li>
</ul>



<p>Também fomos aprovados em um edital do ICFJ/Meta para o projeto “Inovação em rede: metodologia de desenvolvimento de produtos inovadores para organizações jornalísticas do NE”. O projeto conta com a participação de quatro organizações do Nordeste (Sergipe, Rio Grande do Norte, Ceará e Alagoas), além da <strong>Marco Zero</strong>.</p>



<p>O projeto buscou soluções para o desafio da sustentabilidade financeira e oportunidade de receitas através do desenvolvimento de produtos jornalísticos. O resultado foi a criação de uma metodologia de desenvolvimento de produto em rede para organizações do Nordeste. Também foi desenvolvido um protótipo de uma plataforma agregadora de dados socioeconômicos sobre a região.</p>



<p>Ainda dentro da estratégia de fortalecimento do jornalismo independente do Nordeste criamos a Redação NE, iniciativa que integra o trabalho das organizações de jornalismo independente da região para aprofundar a cobertura de temas de interesse público nos estados nordestinos, otimizando recursos e compartilhando conhecimentos.</p>



<p>A primeira Redação NE foi formada pela articulação das equipes da <strong>Marco Zero</strong> e as alagoanas <a href="https://midiacaete.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Mídia Caeté </a>e <a href="https://olhosjornalismo.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Olhos Jornalismo</a>, com o objetivo de cobrir jornalisticamente o colapso da mina 18 da Braskem e o afundamento dos bairros de Maceió. Até agora já foram produzidas 18 reportagens em conjunto, publicadas nos sites das três organizações e republicada por diversos veículos de mídia no país.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p><strong>Festival Fala! No Recife</strong> -Nos dias 21, 22 e 23 de setembro, jornalistas, comunicadores, artistas e ativistas participaram da 4ª edição do Festival FALA! Comunicação, Cultura e Jornalismo de Causas. O evento, que aconteceu no Centro Cultural Cais do Sertão, no Recife, teve o objetivo de promover o debate sobre o futuro do jornalismo e seu papel na sociedade, além de defender a diversidade cultural e a valorização da comunicação popular. A iniciativa foi realizada pelo Instituto FALA!, organização formada pela Marco Zero e outros três veículos de mídia e comunicação independentes: Ponte Jornalismo, Alma Preta Jornalismo e 1 Papo Reto.</p>
</blockquote>



<p>Em 2024, também demos seguimento ao<a href="https://mapadamidiape.marcozero.org/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"> Mapa da Mídia Independente e Popular de Pernambuco.</a> Com o apoio da Fundação Tide Setubal, foram realizadas um série de ações visando o fortalecimento dos mais de cinquenta coletivos e veículos de comunicação que fazem parte do projeto. Destaque para a criação de uma newsletter, a <strong>“Os Corres do Mapa”</strong>, que traz ações, eventos, debates e oportunidades para as organizações participantes do Mapa.</p>



<p class="has-medium-font-size"><strong><a href="https://mapadamidiape.marcozero.org/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Você pode se inscrever aqui</a></strong></p>



<p>Destaque também para dois grandes encontros realizados. O primeiro, aconteceu em setembro, no Inciti, no Recife Antigo, para debater as estratégias e trocar experiências para potencializar a atuação de cada um em seus territórios. O segundo aconteceu em novembro, em Maranguape 1, Paulista, onde os coletivos Força Tururu, Escambo, M1, Obirin e Fruto de Favela, se juntaram à outras organizações do território para discutir direito à cidade e as estratégias de luta da comunicação popular. Outros encontros já estão previstos para 2024.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p><strong>Uma questão importante!</strong></p>



<p><em>Se você chegou até aqui, já deve saber que colocar em prática um projeto jornalístico ousado custa caro. Precisamos do apoio das nossas leitoras e leitores para realizar tudo que planejamos com um mínimo de tranquilidade. Doe para a Marco Zero. É muito fácil. Você pode acessar nossa</em><a href="https://marcozero.org/assine/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>página de doaçã</strong></a><strong><a href="https://marcozero.org/assine/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">o</a></strong><em>ou, se preferir, usar nosso</em><strong>PIX (CNPJ: 28.660.021/0001-52)</strong><em>.</em></p>



<p><strong>Apoie o jornalismo que está do seu lado</strong></p>
</blockquote>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Edital oferece bolsas para laboratório-escola de jornalismo de dados em PE</title>
		<link>https://marcozero.org/dados-em-narrativa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marco Zero Conteúdo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 Oct 2021 21:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Institucional]]></category>
		<category><![CDATA[jornalismo de dados]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança Pública]]></category>
		<category><![CDATA[Violência armada]]></category>
		<category><![CDATA[Violência em Pernambuco]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://marcozero.org/?p=40658</guid>

					<description><![CDATA[<p>A Marco Zero Conteúdo, o Instituto Fogo Cruzado e a Escola de Comunicação da Universidade Católica de Pernambuco (Unicap) se uniram para oferecer um laboratório-escola de jornalismo e visualização de dados sobre segurança pública no estado. A iniciativa conta com o apoio da Fundação Friedrich Ebert Brasil e visa ampliar a capacidade de jornalistas e [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A Marco Zero Conteúdo, o Instituto Fogo Cruzado e a Escola de Comunicação da Universidade Católica de Pernambuco (Unicap) se uniram para oferecer um laboratório-escola de jornalismo e visualização de dados sobre segurança pública no estado. A iniciativa conta com o apoio da Fundação Friedrich Ebert Brasil e visa ampliar a capacidade de jornalistas e comunicadores de produzir conteúdos e análises na área e traduzi-los de forma clara e acessível para diferentes públicos.</p>



<p>Serão oferecidas cinco bolsas de 1,5 mil reais para jornalistas, comunicadores ou estudantes que atuem em grupos de mídia ou coletivos de comunicação e apresentem proposta de pauta de reportagem sobre o tema da segurança pública e violência armada em Pernambuco. A seleção acontece por meio de edital lançado nesta segunda-feira (11) – <strong>leia o documento completo abaixo</strong> – e que se encerra no dia 29 de outubro.</p>



<p>O laboratório será dividido em dois momentos. O curso de jornalismo e visualização de dados propriamente, com 18 horas-aula entre 16 e 26 de novembro, seguido de mentoria para o desenvolvimento das propostas de pauta com o acompanhamento de editores da MZ Conteúdo. Os conteúdos produzidos pelos cinco bolsistas serão publicados no início da janeiro nos sites da Marco Zero e do Fogo Cruzado.</p>



<p>A coleta e organização de dados na área de segurança pública podem ser instrumentos de mudança qualitativa na cobertura jornalística. &#8220;A violência não é um problema de um só bairro &#8211; esse bairro é parte de uma cidade, que está inserida num Estado, que é parte de uma Federação. Precisamos entender o todo para entender o local. E precisamos entender o local, para ver o impacto no todo. Jornalistas mais capacitados ajudam a população a conhecer melhor seus problemas e a cobrar resultados melhores de quem ela elege&#8221;, analisa Cecília Oliveira, diretora-executiva do Fogo Cruzado.</p>



<p>Para ela, a falta de transparência e a omissão de dados ainda são obstáculos ao trabalho jornalístico.  &#8220;A cobertura sobre violência, milícias, tráfico de drogas e armas tem se mantido restrita à cobertura policial – e precisa ser muito mais que isso. A falta de dados prejudica não só a cobertura e cobranças às autoridades, mas também perpetua um desconhecimento sobre nossa realidade&#8221;.</p>



<p>Além dos cinco bolsistas selecionados via edital, o curso oferecerá vagas para alunos da Unicap e contará também com a participação de integrantes de oito organizações de mídia independente parceiras da Marco Zero no Nordeste: <a href="https://midiacaete.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>Mídia Caeté</strong></a><strong> </strong>(AL), <a href="https://olhosjornalismo.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>Olhos Jornalismo</strong></a><strong> </strong>(AL), <a href="https://www.retruco.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>Retruco</strong></a>(PE), <a href="https://www.adiadorim.org/post/diadorim-jornalismo-independente-em-defesa-dos-direitos-da-populacao-lgbti" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>Diadorim</strong></a><strong> </strong>(PE), <a href="https://www.saibamais.jor.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>Saiba Mais</strong></a><strong> </strong>(RN), <a href="https://agenciaeconordeste.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>Agência Eco Nordeste</strong></a><strong> </strong>(CE), <a href="https://revistaafirmativa.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>Revista Afirmativa</strong></a><strong> </strong>(BA) e a newsletter <a href="https://cajueira.substack.com/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>Cajueira</strong></a><strong> </strong>(NE). Juntos com a MZ Conteúdo e a Unicap, os coletivos foram selecionados na edição 2021 do <a href="https://newsinitiative.withgoogle.com/innovation-challenges/"><u><strong>Google News Initiative Innovation Challenge</strong></u></a>.</p>



<p>&#8220;A pauta da segurança pública é fundamental para o debate público em Pernambuco e é importante que a discussão seja fortalecida e qualificada com as perspectivas, ferramentas e tecnologias do jornalismo de dados. Para a Escola de Comunicação, esta também é uma oportunidade para complementar a formação dos nossos estudantes”, avalia Carol Monteiro, diretora da Escola de Comunicação da Unicap e cofundadora da Marco Zero.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Sobre os parceiros</h2>



<p>A <strong>Marco Zero Conteúdo</strong> é uma organização da sociedade civil, sem fins lucrativos, criada em 2015, no Recife, e que tem por objetivo qualificar o debate público promovendo o jornalismo investigativo e independente.</p>



<p>O<strong> Instituto Fogo Cruzado </strong>é uma organização que usa tecnologia para produzir e divulgar dados abertos e colaborativos sobre violência armada, fortalecendo a democracia através da transformação social e da preservação da vida. Em Pernambuco, atua em parceria com o Gabinete de Assessoria Jurídica a Organizações Populares – Gajop.</p>



<p>A <strong>Escola de Comunicação da Universidade Católica de Pernambuco (Unicap)</strong> reúne os cursos de Jornalismo, Publicidade e Propaganda, Fotografia e Jogos Digitais, em nível de Graduação, e, também, em nível de Pós-Graduação a primeira Especialização em Jornalismo Independente do Brasil.</p>



<p>A <strong>Fundação Friedrich Ebert Brasil</strong> (FES) é uma plataforma de diálogo político que atua na promoção e fortalecimento da democracia, de um desenvolvimento econômico ambientalmente sustentável e no apoio à construção de uma sociedade mais justa, igualitária e inclusiva.</p>



<blockquote class="wp-block-quote has-text-align-left is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p><strong>EDITAL DE SELEÇÃO PARA LABORATÓRIO-ESCOLA DE JORNALISMO E VISUALIZAÇÃO DE DADOS EM SEGURANÇA PÚBLICA E VIOLÊNCIA ARMADA</strong></p><p><strong>Do objetivo geral</strong>: Formação de jornalistas e comunicadores na área de jornalismo e visualização de dados para ampliar sua capacidade de produzir conteúdos e análises na área de segurança pública a partir de dados do Fogo Cruzado e outras fontes e traduzi-los de forma clara e acessível para diferentes públicos.</p><p><strong>Do objetivo específico</strong>: Selecionar cinco bolsistas para laboratório-escola em jornalismo e visualização de dados na área de segurança pública e violência armada.</p><p><strong>Do laboratório</strong>: Com duração de 16 de novembro a 17 de dezembro de 2021, acontecerá em dois momentos. O primeiro, uma oficina de 18 horas-aula dividida em quatro módulos (visualização de dados, design da informação, coleta e análise de dados e reportagem) ministrados entre os dias 16 e 26 de novembro.</p><p>Na sequência, entre os dias 29 de novembro e 10 de dezembro, haverá uma mentoria para o desenvolvimento de reportagem de dados na área de segurança pública e violência armada, com 4 horas de acompanhamento da produção para cada bolsista por um mentor/editor da Marco Zero Conteúdo. O conteúdo das reportagens (uma por bolsista) deve ser entregue entre 13 e 17 de dezembro e será editado e publicado nos sites da Marco Zero e do Fogo Cruzado, com publicação prevista para a primeira quinzena de janeiro.</p><p>As oficinas e mentorias serão 100% remotas.</p><p><strong>Das bolsas: </strong>As bolsas terão o valor de 1,5 mil reais e serão pagas em duas vezes &#8211; no início do programa e na entrega final do trabalho proposto, de acordo com o estabelecido na seção &#8220;certificação, avaliação e condicionantes&#8221;.</p><p><strong>Da certificação, avaliação e condicionantes: </strong>As pessoas selecionadas devem se comprometer a cumprir no mínimo 75% da carga horária das oficinas e das mentorias separadamente, bem como entregar os trabalhos nas datas previstas e previamente acordadas, para receberem a certificação final de participação no laboratório-escola. O não cumprimento das exigências mínimas também pode implicar na perda de metade do valor da bolsa.</p><p><strong>Da inscrição: </strong>As inscrições estarão abertas entre 11 e 29 de outubro de 2021 e devem ser realizadas mediante preenchimento de <a href="https://forms.gle/Hf6Jf89ksbnUKSbn8" target="_blank" rel="noreferrer noopener">FORMULÁRIO ONLINE</a> específico disponibilizado no site e divulgado nas redes da Marco Zero Conteúdo e do Fogo Cruzado</p><p>Podem concorrer às vagas jornalistas e comunicadores que atuem em veículos de comunicação, coletivos e grupos de produção de conteúdo informativo no estado de Pernambuco.</p><p>Os postulantes às bolsas deverão fornecer informações sobre si e também sobre os veículos, grupos e coletivos do qual fazem parte.</p><p>Também terão que encaminhar uma proposta de pauta na área de jornalismo e visualização de dados em segurança pública e violência armada contendo tema, problema, contexto, justificativa e fontes.</p><p>A pauta deve estar relacionada ou trazer subsídios para o debate sobre a atuação do Estado na área da segurança em Pernambuco, considerando a perspectiva dos direitos humanos e da proteção à vida.</p><p><strong>Qualquer dúvida sobre este edital ou sobre o preenchimento do formulário de inscrição deve ser encaminhada para o email: jornalismodedados@marcozero.org</strong></p><p><strong>Da seleção: </strong>As propostas serão julgadas por banca formada por editores e editoras da Marco Zero Conteúdo, professores e professoras da Escola de Comunicação da Unicap e representantes do Instituto Fogo Cruzado.</p><p>Serão levados em conta a diversidade de perfis dos candidatos/as e a proposta de pauta, considerando a relevância do tema, a consistência da proposta e a exequibilidade da reportagem no prazo proposto pelo edital.</p><p><strong>Dos resultados</strong>: Os nomes dos cinco selecionados neste edital serão divulgados no dia 5 de novembro nos sites e redes sociais da Marco Zero e do Fogo Cruzado.</p></blockquote>



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		<title>Jornalismo do seu lado</title>
		<link>https://marcozero.org/apoie-o-jornalismo-que-esta-do-seu-lado/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marco Zero Conteúdo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Apr 2021 21:36:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Institucional]]></category>
		<category><![CDATA[democracia]]></category>
		<category><![CDATA[jornalismo independente]]></category>
		<category><![CDATA[liberdade de expressão]]></category>
		<category><![CDATA[membership]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>De um lado estão as forças que promovem ataques diários às instituições, à democracia, às conquistas históricas e aos direitos adquiridos. Ataques à saúde pública, aos direitos humanos, ao meio ambiente, à ciência, à diversidade e às pessoas mais fragilizadas. Forças que usam como armas, entre outras coisas, a mentira e a desinformação. Se eles [&#8230;]</p>
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<p>De um lado estão as forças que promovem ataques diários às instituições, à democracia, às conquistas históricas e aos direitos adquiridos. Ataques à saúde pública, aos direitos humanos, ao meio ambiente, à ciência, à diversidade e às pessoas mais fragilizadas. Forças que usam como armas, entre outras coisas, a mentira e a desinformação.</p>



<p>Se eles estão de um lado, nós da Marco Zero estamos do outro. Acreditamos em um jornalismo que chama a atenção para as injustiças, que esteja comprometido com a ampla defesa dos interesses da população e na melhoria direta de vida das pessoas. Um jornalismo exercido com coragem, responsabilidade, profissionalismo e independência.</p>



<p>Mas, essa tem sido uma batalha muito dura para a mídia independente, principalmente nesses tempos de pandemia. Publicamos 20% mais reportagens do que o <a href="https://marcozero.org/o-ano-da-marco-zero-mais-jornalismo-do-que-nunca/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">mesmo período do ano anterior</a>, estreamos o<a href="https://marcozero.org/category/arrumadinho/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"> Arrumadinho</a>, nosso podcast semanal, checamos notícias falsas com o<a href="https://marcozero.org/category/comprova/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"> projeto Comprova</a>, monitoramos a violência contra as mulheres em <a href="https://marcozero.org/na-pandemia-tres-mulheres-foram-vitimas-de-feminicidios-por-dia/">“Um vírus e duas guerras</a>”, reeditamos o projeto <a href="https://marcozero.org/category/adalgisas/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Adalgisas</a> nas eleições municipais, entre outras ações. Mas, à medida que o trabalho aumentou, nossas receitas diminuíram. </p>



<p>As forças que espalham as mentiras e desinformações têm financiadores milionários e o apoio político dos poderosos. Nós dependemos de você, leitor e leitora, para continuar o nosso trabalho e torná-lo sustentável. Por isso, para atrair novos doadores para a Marco Zero, estamos lançando a campanha: <strong>Jornalismo do seu Lado</strong>. Ao longo da campanha você verá como é fácil e barato apoiar o jornalismo que lhe representa. </p>



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<p>Quanto mais você ajuda, mais a gente trabalha. As doações podem financiar a contratação de jornalistas, a manutenção do podcast Arrumadinho ou a realização de viagens para reportagens especiais, por exemplo. Importante: todos os nossos recursos são usados para fazer jornalismo e com o máximo de<a href="https://marcozero.org/transparencia/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"> transparência </a>possível. Passamos por auditoria anualmente e publicamos os balanços contábeis. Você também pode acessar relatórios de atividades anuais e saber como o dinheiro doado pelos nossos apoiadores é usado.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><a href="https://marcozero.org/assine/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Clique aqui para doar</a></h2>



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		<title>Revolução com palavras e imagens</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marco Zero Conteúdo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Jun 2020 12:36:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Institucional]]></category>
		<category><![CDATA[democracia]]></category>
		<category><![CDATA[direitos humanos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quando a Marco Zero começou, há exatos cinco anos, nosso plano era ousado: ajudar a transformar a vida das pessoas através do jornalismo. Para nós, o jornalismo independente tinha um papel essencial para a existência de uma sociedade democrática. Queríamos chamar a atenção para as injustiças e para as desigualdades. Cobrar do poder público e [&#8230;]</p>
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<p>Quando a Marco Zero começou, há exatos cinco anos, nosso plano era ousado: ajudar a transformar a vida das pessoas através do jornalismo. Para nós, o jornalismo independente tinha um papel essencial para a existência de uma sociedade democrática. Queríamos chamar a atenção para as injustiças e para as desigualdades. Cobrar do poder público e empresas as promessas e as obrigações assumidas. Faríamos um jornalismo com ética, focado nas pessoas, respeitando a diversidade e os direitos humanos. </p>



<p>Surgimos em um contexto de concentração da mídia na mão de poucos, que vêem a notícia como uma mercadoria, uma moeda de troca ou um instrumento de pressão para atender a interesses particulares. Nos veículos da mídia tradicional predominava uma permanente falta de pluralidade na leitura dos processos políticos, econômicos e culturais, onde a maior parte da população, a mais vulnerável, era invisibilizada.</p>



<p>Surgimos para fazer diferente. Traçamos uma linha editorial cidadã e inovamos no nosso modelo de negócio. Apostamos, sobretudo, na independência. Para isso, nos organizamos como uma empresa sem fins lucrativos e decidimos não ter patrocínios de governos, empresas públicas ou privadas. Descartamos a publicidade e optamos por diversificar nossas fontes de recursos. </p>



<p>A caminhada ao longo desses primeiros cinco anos foi mais dura e complexa do que poderíamos imaginar. Desde aquele 16 de junho de 2015, o Brasil sofreu um golpe disfarçado de impeachment, assistiu  à perda de liberdades individuais e direitos sociais conquistados em décadas de lutas, elegeu um fascista Presidente da República e mergulhou na maior crise sanitária da história. </p>



<p>Mas as escolhas que fizemos desde o primeiro dia nos possibilitaram crescer na adversidade. Estamos produzindo mais e melhor, diversificamos os conteúdos, ampliamos as receitas, aumentamos a estrutura, construímos parcerias e nos tornamos parte importante do ecossistema de informação que se formou para fazer frente à agenda antidemocrática.</p>



<p>Ao completar cinco anos, a Marco Zero reafirma o compromisso com um jornalismo que promova a pluralidade de vozes, interpretações e visões de mundo. Que defenda os direitos humanos e a ampla liberdade de expressão. Que apoie a igualdade de representação e de valores entre etnias, religiões, culturas e tradições. Reafirmamos a crença no poder revolucionário que o jornalismo tem de mudar a vida das pessoas, o lugar onde moramos, o país, o mundo. </p>



<p>Revolucione você também. A revolução é coletiva.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p> <strong>Existem muitas maneiras de ajudar o jornalismo independente e de qualidade. Escolha a sua: </strong></p><p><strong>Assine:</strong> <a rel="noreferrer noopener" href="https://t.co/nM4ufLDuMD?amp=1" target="_blank">http://marcozero.org/assine/</a>  </p><p><strong>Siga: </strong></p><p>Twitter: <a rel="noreferrer noopener" href="https://t.co/VtTJZ18QNe?amp=1" target="_blank">https://bit.ly/3hgUyWu</a> </p><p>Facebook:  <a rel="noreferrer noopener" href="https://t.co/Y9taM7xC2Y?amp=1" target="_blank">https://bit.ly/3f1NVoT</a> </p><p>Instagram: <a rel="noreferrer noopener" href="https://t.co/fsYdNnfjB3?amp=1" target="_blank">https://bit.ly/2XNm2vf</a> </p><p><strong>Receba: </strong></p><p>WhatsApp: <a rel="noreferrer noopener" href="https://t.co/dXIrtZXv1q?amp=1" target="_blank">http://bit.ly/zap_MZ</a> </p><p>Newsletter: <a rel="noreferrer noopener" href="https://t.co/i2CTJKvZUy?amp=1" target="_blank">https://bit.ly/3cCbHXb</a> </p></blockquote>
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		<title>Marco Zero e Alma Preta vão dar minicurso de crítica de mídia no Festival 3i</title>
		<link>https://marcozero.org/marco-zero-e-alma-preta-vao-dar-minicurso-de-critica-de-midia-no-festival-3i/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Marco Zero Conteúdo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Oct 2019 21:30:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Institucional]]></category>
		<category><![CDATA[Alma Preta]]></category>
		<category><![CDATA[crítica de mídia]]></category>
		<category><![CDATA[festival 3i]]></category>
		<category><![CDATA[marco zero conteudo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os portais de jornalismo independente Marco Zero Conteúdo (PE) e Alma Preta (SP) vão ministrar juntos o workshop Leitura Critica de Mídia e Conteúdos Online na 2ª edição do Festival 3i – Inovador, Inspirador e Independente, que se realizará entre os dias 18 e 20 de outubro no Rio de Janeiro. Com duração de três [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[Os portais de jornalismo independente Marco Zero Conteúdo (PE) e Alma Preta (SP) vão ministrar juntos o workshop <strong>Leitura Critica de Mídia e Conteúdos Online</strong> na 2ª edição do Festival 3i – Inovador, Inspirador e Independente, que se realizará entre os dias 18 e 20 de outubro no Rio de Janeiro.

Com duração de três horas o minicurso tem o objetivo de estimular a reflexão crítica sobre a produção e a circulação de conteúdos na mídia tradicional e nas mídias digitais – no cenário de disseminação de desinformação – e sua interferência na qualidade do debate público.

Serão dois blocos. O primeiro terá como referência a pesquisa <strong>Narrativas Brancas, Mortes Negras</strong>, que analisa a cobertura da Folha de S. Paulo sobre as rebeliões em presídios de Manaus, Boa Vista e Natal no início de 2017. O estudo é uma parceria da Iniciativa Negra Por uma Nova Política Sobre Drogas (INNPD), Centro de Estudo Latino Americano Sobre Cultura e Comunicação (CELACC-USP), Ponte Jornalismo e Alma Preta.

No segundo bloco, serão debatidos o contexto político da difusão de desinformação nas plataformas digitais e as formas de sua propagação. Com os exemplos do caso Marielle, da eleição de 2018 e do governo Bolsonaro, quando a desinformação passa a compor o modelo de comunicação oficial. Serão evidenciados também os desafios da produção de conteúdo jornalístico no ambiente hiperconectado.

O workshop, que acontecerá entre as 14h e 17h do dia 18 de outubro, será ministrado pelos jornalistas Laércio Portela e Pedro Borges.

Laércio Portela é co-fundador da Marco Zero Conteúdo. Trabalhou no Jornal do Commercio e no Diario de Pernambuco. Em Brasília, atuou na comunicação do Ministério da Saúde e da Presidência da República. Assina o argumento da série de TV Vulneráveis, que conta o impacto humano de grandes obras no interior de Pernambuco, e é co-roteirista do documentário Bora Ocupar, sobre as ocupações secundaristas nas escolas públicas do Recife em 2016.

Pedro Borges é co-fundador e editor chefe do Alma Preta. Jornalista formado pela UNESP, compõe a Rede de Jornalistas das Periferias, é colunista da Mídia Ninja e do Do Lado de Cá. Pedro também é da Coalizão Negra por Direitos.

As incrições para o Festival 3i e os nove workshops que serão oferecidos podem ser feitas pelo <a href="https://bit.ly/2kwM30Y">Sympla</a>.

O primeiro dia do Festival será dedicado exclusivamente aos workshops, ministrados pelas entidades que fazem parte do Conselho Curador do 3i (Agência Pública, Congresso em Foco, Énois, Jota, Marco Zero Conteúdo, Nexo, Nova Escola, Poder360, Ponte Jornalismo, Projeto #Colabora e Repórter Brasil).

Além da Leitura Crítica de Mídia, haverá cursos de Fact-cheking, Lei de Acesso à Informação, Cobertura de Protestos, Como Escrever um Projeto, Podcast, Segurança Digital para Jornalistas, Como Fazer Vídeos para Online e Iniciação à Reportagem Investigativa.

<strong>DIVERSIDADE</strong>

O sábado e o domingo serão dedicados a mesas de discussão e exposições. Jornalistas de oito países estarão reunidos para discutir os desafios e o futuro do jornalismo no Brasil e no mundo.

A jornalista Carol Monteiro, co-fundadora da Marco Zero Conteúdo, vai mediar a mesa <strong>Quem tem voz nas redações?</strong>, que discutirá como as organizações digitais trabalham internamente com suas equipes e quais os desafios para ampliar a diversidade nas redações. Participarão do debate um representante do Coletivo La Garganta Poderosa, da Argentina; Andre Santana, da Midia Étnica e Correio Nagô, de Salvador; e Paula Cesarino Costa, editora de Diversidade da Folha de S.Paulo.

Carol Monteiro é doutora em Design pela Universidade Católica de Pernambuco e coordena o primeiro curso de pós-graduação em Jornalismo Independente, também na Unicap. Atuou durante 17 anos na redação do Diario de Pernambuco, onde foi repórter, editora-assistente e Editora de Internet até o início de 2015. É presidenta do Conselho Diretor da Marco Zero.

Entre os convidados internacionais da 2ª edição do Festival 3i estarão os jornalistas Glenn Greenwald (The Intercept Brasil), Maria Teresa Ronderos (Centro Latioamericano de Investigación Periodistica ), Millie Trans (New York Times &#8211; EUA) Esther Alonso (El Diario – ES), Giannina Segnini (Universidade de Columbia), Tania Montalvo (Animal Politico &#8211; MEX), Ariel Merpet (Chequeado &#8211; ARG), Nelly Amancio (Ojo Politico – Peru) e Darryl Holliday (City Bureau – EUA).

Todos os ingressos para o Festival 3i dão direito à participação nas mesas do sábado e do domingo, além da palestra de abertura na sexta-feira à noite. Para participar dos workshops é necessário comprar um ingresso especial que dá direito à inscrição em uma das nove oficinas. Cada uma delas tem 25 vagas. A escolha do workshop deve ser feita no ato da compra, pela plataforma de venda de ingressos.
<blockquote><strong>Serviço</strong>
O que: Festival 3i
Data: 18, 19 e 20 de outubro de 2019
Local: Fundição Progresso – Rua dos Arcos, 24 – Centro – Rio de Janeiro.
Ingressos (R$ 320,00 e R$ 185 (inclui um workshop), R$ 270 e R$ 135.</blockquote><p>O post <a href="https://marcozero.org/marco-zero-e-alma-preta-vao-dar-minicurso-de-critica-de-midia-no-festival-3i/">Marco Zero e Alma Preta vão dar minicurso de crítica de mídia no Festival 3i</a> apareceu primeiro em <a href="https://marcozero.org">Marco Zero Conteúdo</a>.</p>
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		<title>Quanto vale um jornalista?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marco Zero Conteúdo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Mar 2018 15:31:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Institucional]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<iframe width="560" height="315" src="https://www.youtube.com/embed/-Bzhs4tXhSw" frameborder="0" allow="autoplay; encrypted-media" allowfullscreen></iframe><p>O post <a href="https://marcozero.org/quanto-vale-um-jornalista/">Quanto vale um jornalista?</a> apareceu primeiro em <a href="https://marcozero.org">Marco Zero Conteúdo</a>.</p>
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		<title>Gordofobia não é piada: por que precisamos falar disso?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marco Zero Conteúdo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Mar 2018 15:30:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Institucional]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<iframe width="560" height="315" src="https://www.youtube.com/embed/axeEDNx-lOE" frameborder="0" allow="autoplay; encrypted-media" allowfullscreen></iframe><p>O post <a href="https://marcozero.org/gordofobia-nao-e-piada-por-que-precisamos-falar-disso/">Gordofobia não é piada: por que precisamos falar disso?</a> apareceu primeiro em <a href="https://marcozero.org">Marco Zero Conteúdo</a>.</p>
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		<title>Por que estão matando quem luta por direitos?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marco Zero Conteúdo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Mar 2018 15:29:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Institucional]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<iframe loading="lazy" width="560" height="315" src="https://www.youtube.com/embed/286SGkTKMP0" frameborder="0" allow="autoplay; encrypted-media" allowfullscreen></iframe><p>O post <a href="https://marcozero.org/por-que-estao-matando-quem-luta-por-direitos/">Por que estão matando quem luta por direitos?</a> apareceu primeiro em <a href="https://marcozero.org">Marco Zero Conteúdo</a>.</p>
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